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O valor da expressão: 3900cm – 0,058hm + 3000mm é em metros:
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João e Maria, ambos médicos, têm juntos na poupança R$ 6.000,00. A quantia que João possui é igual ao quíntuplo da quantia de Maria, Quantos reais respectivamente cada um possui?
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A criatividade é a chave para se destacar do rebanho. Aprenda a usar a sua em benefício próprio
João Gabriel de Lima
Crio, logo existo. Essa adaptação da máxima do filósofo francês René Descartes traduz com fidelidade o que ocorre no mundo do trabalho nos tempos atuais. Para ter sucesso, não basta ser competente e dedicado. No mundo de hoje, são muitos os que têm essas duas qualidades.
Além delas, é preciso ser criativo. Esse item faz a diferença. "É a criatividade que tira o profissional do sopão dos medíocres", diz Francisco Britto, um dos sócios da consultoria paulista BW, especializada em gestão de talentos – ramo que surgiu justamente para atender às novas necessidades das empresas. Pense em seu círculo de amigos. Eleja ali três pessoas que se destacaram em suas atividades – quaisquer que sejam. É grande a possibilidade de que, por trás dessas histórias de sucesso, se encontrem profissionais inventivos, capazes de superar a rotina. Um empreendedor que percebeu, antes dos concorrentes, a necessidade de colocar um novo produto no mercado. Um executivo que, dentro de uma empresa, descobriu um novo filão de negócios. Um cientista que desenvolveu uma nova tecnologia em laboratório e atraiu o interesse de investidores de peso. As pessoas bem-sucedidas são competentes e dedicadas – se não o fossem, já teriam sido expelidas do mercado das profissões. As que aparecem com realce, no entanto, costumam ter também boas ideias. É assim que se destacam do rebanho. São o inverso dos acomodados, os medíocres que constituem a maior parte da força de trabalho e ajudam a manter o mundo girando sem, no entanto, alterá-lo de alguma maneira.
A criatividade é a ferramenta que forjou o mundo. Ela está presente em tudo o que é humano. Graças a pessoas criativas, foram inventados a roda, a caneta esferográfica, o computador em que esta reportagem foi escrita e uma infinidade de outros objetos que parecem existir desde sempre. Para não falar dos sistemas filosóficos, das teorias econômicas e das hipóteses astronômicas. Criatividade é uma extensão da inteligência. A especialista inglesa Margaret Boden, autora de um dos melhores livros sobre o tema, The Creative Mind (A Mente Criativa), define inteligência como a capacidade de armazenar e manejar adequadamente um vasto volume de dados. A criatividade seria o poder de síntese, ou seja, a faculdade de combinar esses dados para obter algo novo e útil. Mal comparando, uma pessoa inteligente vê estrelas e sabe dizer o nome delas, enquanto um ente criativo consegue enxergar os desenhos que as constelações formam. O físico alemão Albert
Einstein, formulador da teoria da relatividade, definia seu trabalho como uma "arte combinatória".
Essa habilidade em juntar elementos, linguagens ou áreas do conhecimento está por trás das principais descobertas científicas e criações artísticas. O engenheiro alemão Werner von Braun levou o homem à Lua combinando a ciência da fabricação de bombas – que havia aprendido enquanto servia ao regime nazista – com princípios de navegação aérea. Os florentinos criaram a ópera, no século XVI, misturando as artes da música e da encenação. Às vezes uma necessidade imediata está por trás de uma ideia engenhosa. Viciado em bridge, o lorde inglês John Eduard Montague inventou o sanduíche porque não queria parar de jogar na hora do almoço.
Os casos acima, em diferentes medidas, mudaram o mundo – afinal, até hoje as pessoas assistem a óperas e comem sanduíches (de preferência não ao mesmo tempo), enquanto da tecnologia dos foguetes surgiram as sondas e os ônibus espaciais. Mas a criatividade não é atributo apenas de artistas e cientistas. Em maior ou menor grau, ela é inerente ao ser humano. Se algumas pessoas desenvolvem o seu potencial criativo, enquanto outras não, isso se deve a um fator primordial: o prazer de pensar. Para alguém criativo, ter uma boa ideia é, antes de tudo, agradável e gratificante. Como dizia o cientista italiano Galileu Galilei na peça do alemão Bertolt Brecht, "pensar é um dos maiores prazeres da raça humana". Se nem sempre é possível mudar o mundo com uma ideia, frequentemente é possível melhorar a própria vida. E é no ambiente de trabalho, onde os seres humanos passam a maior parte do dia e são constantemente colocados diante de desafios, que esses pensamentos transformadores surgem com maior frequência.
O motivo da forma verbal alterá-lo ser acentuada é porque é uma:
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Primos canibais
Os mesmos homens de Neandertal que tocavam flautas primitivas e punham flores no túmulo dos mortos 100 000 anos atrás carregavam uma faceta bem mais cruel. Na semana passada, paleantropólogos franceses e americanos revelaram pela primeira vez provas contundentes de que esses primos dos Homo sapiens, extintos há 30 000 anos, praticavam canibalismo e comiam até mesmo crianças e adolescentes de sua espécie. Os pesquisadores Alban Defleur, da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, e Tim White, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, conseguiram reconstituir, a partir de ossos de 120 000 anos, a forma como as vítimas eram esquartejadas antes de ser comidas. Eles levantaram uma riqueza de detalhes impressionante. Os restos encontrados numa caverna da França pertenciam a dois adultos, duas crianças de cerca de 6 anos e dois adolescentes de 16. Todos os crânios encontrados estavam estilhaçados, um sinal de que nem os miolos foram deixados de lado. As crianças tiveram os músculos das têmporas removidos e, pelos vestígios nos ossos, um dos jovens teve a língua cortada.
Mais do que os sinais de selvageria, o que impressionou os cientistas foi que a técnica usada para esquartejar os membros da própria espécie era idêntica à utilizada com animais. Ao lado dos ossos das vítimas de canibalismo estavam também ossos de cervos, uma das caças mais comuns na época. As fissuras e rachaduras encontradas nas seis ossadas de Neandertal estavam em pontos semelhantes às que aparecem nos ossos dos animais e foram feitas por instrumentos muito parecidos. Foi esse detalhe que dissipou todas as dúvidas: as duas espécies faziam parte da dieta dos antigos habitantes da caverna francesa. Para os pesquisadores, o canibalismo dos neandertalenses era muito diferente do praticado por humanos, como os índios da costa brasileira. Entre os hominídeos pré-históricos, era muito mais uma questão de sobrevivência durante os rigorosos invernos, e não uma cerimônia ritual.
Há muito tempo os cientistas discutem sobre a prática do canibalismo entre neandertalenses. Ossos com marcas de corte já haviam sido encontrados antes. Mas diversos pesquisadores refutavam a hipótese por não achar os indícios suficientemente conclusivos. A pesquisa da semana passada mudou isso. “Não estamos dizendo que todos os neandertalenses eram canibais, assim como nem todas as tribos humanas praticaram o canibalismo”, garantiu Tim White a VEJA. “Mas ao que parece havia mais canibais entre eles do que entre nós”, disse.
(Rev. Veja, 6/10/99)
O texto que você acabou de ler tem como propósito comunicativo:
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Primos canibais
Os mesmos homens de Neandertal que tocavam flautas primitivas e punham flores no túmulo dos mortos 100 000 anos atrás carregavam uma faceta bem mais cruel. Na semana passada, paleantropólogos franceses e americanos revelaram pela primeira vez provas contundentes de que esses primos dos Homo sapiens, extintos há 30 000 anos, praticavam canibalismo e comiam até mesmo crianças e adolescentes de sua espécie. Os pesquisadores Alban Defleur, da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, e Tim White, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, conseguiram reconstituir, a partir de ossos de 120 000 anos, a forma como as vítimas eram esquartejadas antes de ser comidas. Eles levantaram uma riqueza de detalhes impressionante. Os restos encontrados numa caverna da França pertenciam a dois adultos, duas crianças de cerca de 6 anos e dois adolescentes de 16. Todos os crânios encontrados estavam estilhaçados, um sinal de que nem os miolos foram deixados de lado. As crianças tiveram os músculos das têmporas removidos e, pelos vestígios nos ossos, um dos jovens teve a língua cortada.
Mais do que os sinais de selvageria, o que impressionou os cientistas foi que a técnica usada para esquartejar os membros da própria espécie era idêntica à utilizada com animais. Ao lado dos ossos das vítimas de canibalismo estavam também ossos de cervos, uma das caças mais comuns na época. As fissuras e rachaduras encontradas nas seis ossadas de Neandertal estavam em pontos semelhantes às que aparecem nos ossos dos animais e foram feitas por instrumentos muito parecidos. Foi esse detalhe que dissipou todas as dúvidas: as duas espécies faziam parte da dieta dos antigos habitantes da caverna francesa. Para os pesquisadores, o canibalismo dos neandertalenses era muito diferente do praticado por humanos, como os índios da costa brasileira. Entre os hominídeos pré-históricos, era muito mais uma questão de sobrevivência durante os rigorosos invernos, e não uma cerimônia ritual.
Há muito tempo os cientistas discutem sobre a prática do canibalismo entre neandertalenses. Ossos com marcas de corte já haviam sido encontrados antes. Mas diversos pesquisadores refutavam a hipótese por não achar os indícios suficientemente conclusivos. A pesquisa da semana passada mudou isso. “Não estamos dizendo que todos os neandertalenses eram canibais, assim como nem todas as tribos humanas praticaram o canibalismo”, garantiu Tim White a VEJA. “Mas ao que parece havia mais canibais entre eles do que entre nós”, disse.
(Rev. Veja, 6/10/99)
No vocábulo instrumentos, encontramos:
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A criatividade é a chave para se destacar do rebanho. Aprenda a usar a sua em benefício próprio
João Gabriel de Lima
Crio, logo existo. Essa adaptação da máxima do filósofo francês René Descartes traduz com fidelidade o que ocorre no mundo do trabalho nos tempos atuais. Para ter sucesso, não basta ser competente e dedicado. No mundo de hoje, são muitos os que têm essas duas qualidades.
Além delas, é preciso ser criativo. Esse item faz a diferença. "É a criatividade que tira o profissional do sopão dos medíocres", diz Francisco Britto, um dos sócios da consultoria paulista BW, especializada em gestão de talentos – ramo que surgiu justamente para atender às novas necessidades das empresas. Pense em seu círculo de amigos. Eleja ali três pessoas que se destacaram em suas atividades – quaisquer que sejam. É grande a possibilidade de que, por trás dessas histórias de sucesso, se encontrem profissionais inventivos, capazes de superar a rotina. Um empreendedor que percebeu, antes dos concorrentes, a necessidade de colocar um novo produto no mercado. Um executivo que, dentro de uma empresa, descobriu um novo filão de negócios. Um cientista que desenvolveu uma nova tecnologia em laboratório e atraiu o interesse de investidores de peso. As pessoas bem-sucedidas são competentes e dedicadas – se não o fossem, já teriam sido expelidas do mercado das profissões. As que aparecem com realce, no entanto, costumam ter também boas ideias. É assim que se destacam do rebanho. São o inverso dos acomodados, os medíocres que constituem a maior parte da força de trabalho e ajudam a manter o mundo girando sem, no entanto, alterá-lo de alguma maneira.
A criatividade é a ferramenta que forjou o mundo. Ela está presente em tudo o que é humano. Graças a pessoas criativas, foram inventados a roda, a caneta esferográfica, o computador em que esta reportagem foi escrita e uma infinidade de outros objetos que parecem existir desde sempre. Para não falar dos sistemas filosóficos, das teorias econômicas e das hipóteses astronômicas. Criatividade é uma extensão da inteligência. A especialista inglesa Margaret Boden, autora de um dos melhores livros sobre o tema, The Creative Mind (A Mente Criativa), define inteligência como a capacidade de armazenar e manejar adequadamente um vasto volume de dados. A criatividade seria o poder de síntese, ou seja, a faculdade de combinar esses dados para obter algo novo e útil. Mal comparando, uma pessoa inteligente vê estrelas e sabe dizer o nome delas, enquanto um ente criativo consegue enxergar os desenhos que as constelações formam. O físico alemão Albert
Einstein, formulador da teoria da relatividade, definia seu trabalho como uma "arte combinatória".
Essa habilidade em juntar elementos, linguagens ou áreas do conhecimento está por trás das principais descobertas científicas e criações artísticas. O engenheiro alemão Werner von Braun levou o homem à Lua combinando a ciência da fabricação de bombas – que havia aprendido enquanto servia ao regime nazista – com princípios de navegação aérea. Os florentinos criaram a ópera, no século XVI, misturando as artes da música e da encenação. Às vezes uma necessidade imediata está por trás de uma ideia engenhosa. Viciado em bridge, o lorde inglês John Eduard Montague inventou o sanduíche porque não queria parar de jogar na hora do almoço.
Os casos acima, em diferentes medidas, mudaram o mundo – afinal, até hoje as pessoas assistem a óperas e comem sanduíches (de preferência não ao mesmo tempo), enquanto da tecnologia dos foguetes surgiram as sondas e os ônibus espaciais. Mas a criatividade não é atributo apenas de artistas e cientistas. Em maior ou menor grau, ela é inerente ao ser humano. Se algumas pessoas desenvolvem o seu potencial criativo, enquanto outras não, isso se deve a um fator primordial: o prazer de pensar. Para alguém criativo, ter uma boa ideia é, antes de tudo, agradável e gratificante. Como dizia o cientista italiano Galileu Galilei na peça do alemão Bertolt Brecht, "pensar é um dos maiores prazeres da raça humana". Se nem sempre é possível mudar o mundo com uma ideia, frequentemente é possível melhorar a própria vida. E é no ambiente de trabalho, onde os seres humanos passam a maior parte do dia e são constantemente colocados diante de desafios, que esses pensamentos transformadores surgem com maior frequência.
inventados a roda, a caneta esferográfica, o computador em que esta reportagem foi escrita e uma infinidade de outros objetos que parecem existir desde sempre.”, as palavras roda, caneta, computador e infinidade funcionam sintaticamente como:
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Relacione os nomes que recebem estes ângulos de acordo com as suas medidas abaixo:

( 1 ) Reto: ângulo igual a 90º
( 2 ) Agudo: ângulo em que é menor que 90º
( 3 ) Obtuso: ângulo em que é maior que 90º e menor que 180º
A sequência correta é:
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Primos canibais
Os mesmos homens de Neandertal que tocavam flautas primitivas e punham flores no túmulo dos mortos 100 000 anos atrás carregavam uma faceta bem mais cruel. Na semana passada, paleantropólogos franceses e americanos revelaram pela primeira vez provas contundentes de que esses primos dos Homo sapiens, extintos há 30 000 anos, praticavam canibalismo e comiam até mesmo crianças e adolescentes de sua espécie. Os pesquisadores Alban Defleur, da Universidade do Mediterrâneo, em Marselha, e Tim White, da Universidade da Califórnia, em Berkeley, conseguiram reconstituir, a partir de ossos de 120 000 anos, a forma como as vítimas eram esquartejadas antes de ser comidas. Eles levantaram uma riqueza de detalhes impressionante. Os restos encontrados numa caverna da França pertenciam a dois adultos, duas crianças de cerca de 6 anos e dois adolescentes de 16. Todos os crânios encontrados estavam estilhaçados, um sinal de que nem os miolos foram deixados de lado. As crianças tiveram os músculos das têmporas removidos e, pelos vestígios nos ossos, um dos jovens teve a língua cortada.
Mais do que os sinais de selvageria, o que impressionou os cientistas foi que a técnica usada para esquartejar os membros da própria espécie era idêntica à utilizada com animais. Ao lado dos ossos das vítimas de canibalismo estavam também ossos de cervos, uma das caças mais comuns na época. As fissuras e rachaduras encontradas nas seis ossadas de Neandertal estavam em pontos semelhantes às que aparecem nos ossos dos animais e foram feitas por instrumentos muito parecidos. Foi esse detalhe que dissipou todas as dúvidas: as duas espécies faziam parte da dieta dos antigos habitantes da caverna francesa. Para os pesquisadores, o canibalismo dos neandertalenses era muito diferente do praticado por humanos, como os índios da costa brasileira. Entre os hominídeos pré-históricos, era muito mais uma questão de sobrevivência durante os rigorosos invernos, e não uma cerimônia ritual.
Há muito tempo os cientistas discutem sobre a prática do canibalismo entre neandertalenses. Ossos com marcas de corte já haviam sido encontrados antes. Mas diversos pesquisadores refutavam a hipótese por não achar os indícios suficientemente conclusivos. A pesquisa da semana passada mudou isso. “Não estamos dizendo que todos os neandertalenses eram canibais, assim como nem todas as tribos humanas praticaram o canibalismo”, garantiu Tim White a VEJA. “Mas ao que parece havia mais canibais entre eles do que entre nós”, disse.
(Rev. Veja, 6/10/99)
No trecho “Para os pesquisadores, o canibalismo dos neandertalenses era muito diferente do praticado por humanos, como os índios da costa brasileira”, há algo subentendido, implícito na maneira como o jornalista reporta os neandertalenses que foram os sujeitos da pesquisa. O que podemos compreender dessa passagem é que ela...
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O MMC (de 5,40), é:
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Sobre vigilância e controle da esquistossomose é incorreto afirmar:
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