Foram encontradas 25 questões.
1386189
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Deseja-se construir uma rampa com inclinação de 10%, conforme desenho abaixo. Sabendo-se que a cota de início da rampa é de 34,55m (ponto mais baixo), que o terreno está nivelado na cota 36,73m e que a rampa deverá ter largura de 7m, calcule o volume de material (!$ m^3 !$) a ser retirado do terreno.

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1385744
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Azimute magnético (Azm) e rumo magnético (Rm) são dois tipos de ângulos horizontais muito empregados em topografia, principalmente para efeito de orientação de plantas. A conversão do Azm = 35º 30’ em Rm corresponde a
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1384252
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Considerando uma poligonal fechada de 9 vértices, a somatória dos ângulos internos é 1260°00’40’’, a precisão nominal do equipamento utilizado é 10’’. Pode-se afirmar que
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1382603
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Uma mira falante encontra-se no ponto P localizado próximo a um poste de energia elétrica. Percebendo que essa mira está exatamente na vertical, o topógrafo coincide o fio vertical do teodolito com o centro da mira e, em seguida, faz as devidas leituras. As leituras efetuadas são: fio superior do retículo horizontal = 3.000 mm; fio médio do retículo horizontal = 2.600 mm; fio inferior do retículo horizontal = 2.200 mm; ângulo vertical = 80 00’ 00” e constante estadimétrica do aparelho = 100. Assim, a distância horizontal !$ (DH = S.K.\cos^2α) !$ do aparelho até a mira será:
Dados: !$ \cos^2(8^0 00’ 00”) = 0,98) !$
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1382164
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Sabe-se que o azimute verdadeiro do alinhamento AB é 75°30’. Calcule o azimute magnético para o alinhamento em questão, tendo em vista que a declinação magnética no ponto A é 20°40’ W.
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1381905
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Com base no desenho abaixo, calcule a altitude no ponto (2), sabendo-se que a altitude no ponto (0) é 987,20 m.

F.M: Feio Médio

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1377814
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Conforme o desenho da questão anterior e sabendo-se que a distância horizontal (D.H) do ponto (0) ao ponto (2) é 15 m, a declividade do terreno em (%) é:
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Leia atentamente o texto para responder a questão.
QUE PROFISSIONAIS QUEREMOS?
Não sei quanto a vocês, leitores, mas eu quero em todos os campos o melhor profissional. Eu mereço, vocês merecem, todos merecemos, não importa nossa classe social, cor da pele, ascendência, cultura.!$ ^{(B)} !$
Quando digo todos me refiro também aos moradores dos povoadinhos mais remotos, das aldeias sobre palafitas, das encostas deslizantes de tantos morros e beiras de rio que as chuvaradas levam embora ano após ano – algumas continuam como estavam há muito tempo, pois nada se fez.
Todos merecemos o melhor, começando pelos professores das crianças. Com salário digno, com escola que não esteja em ruínas – onde existirem escolas. O número de abandonados pela educação é incalculável.
Quero os melhores engenheiros: que consigam projetar e fiscalizar a construção de pontes sólidas, edifícios firmes, casas confiáveis – também casas populares, porque todos, incluindo os menos favorecidos, merecem o melhor. Estradas transitáveis, e mais que isso, boas – ligando até cidadezinhas afastadas: todos precisamos do melhor, e disso devem cuidar os governos.
Quero políticos ótimos, interessados no bem de seus eleitores, quando forem eleitos, pois muitos conseguem seu lugar sem um voto sequer, por artes de regras bizarras que tanta coisa regem no Brasil.
Quero os melhores policiais, bem preparados, bem armados, psicologicamente bem orientados, e apoiados pela sociedade e pela Justiça, para poderem cumprir o seu dever.
Mas na medicina, ah, na medicina, é que eu quero os melhores profissionais: depois do árduo curso de seis anos, mais uma residência de dois, eventualmente mais especialização, e mestrado, e quem sabe doutorado, para saberem mais e cuidarem melhor de nós, seus pacientes. Mas que sejam valorizados em sua carreira, e que tenham locais onde seja possível trabalhar: outro dia um profissional atuando em uma área menos privilegiada se queixava na imprensa de que não havia nem aspirina nem água no local de trabalho, e foi embora.
Muitos estão nessas condições. A mais alta autoridade em saúde no país declarou (estava na imprensa) que não se importaria de ser atendida por médicos reprovados no Revalida. Fiquei pasma. Então para que médicos? Para que cursos de medicina? Para que essa profissão sacrificada e exigente, se dá na mesma sermos atendidos por aqueles que não passaram num exame básico?!$ ^{(D)} !$
Será mais simples largarmos esse luxo de profissionais formados e aprovados: vamos recorrer só a curandeiros, pajés, benzedeiras – com todo o meu respeito por eles. Dispensar as faculdades de medicina, de direito, de engenharia e outras mais.
E, quem sabe, as escolas, já que o estudo por aqui é cada vez mais negligenciado!$ ^{(A)} !$, dos primeiros anos às universidades: em lugar de exigentes, os currículos estão mais para brincadeira, os professores, atemorizados, não querem reprovar ninguém, muito menos suspender ou expulsar, por pior que seja o delito cometido por algum aluno!$ ^{(C)} !$ – quem sabe, vai um processo de algum pai contra o mestre ou a escola.
Fica a indagação que nos pode fazer qualquer menino de quem exigimos que cumpra sua tarefa: preparar-se para a vida e alguma profissão. A pergunta é: para que estudar se posso entrar na universidade alegando fatores favoráveis ao não estudo? Se cada vez mais o nível do ensino é rebaixado em lugar de ser elevado desde os primeiros anos escolares para que todos cresçam e possam ter uma vida melhor, sejam mais capazes e felizes e o país progrida e cresça na única maneira real, pela educação de todos, e não pela ilimitada tolerância ao medíocre e ao insuficiente?
Questões que anos atrás seriam inusitadas povoam nossas perplexidades e conversas: onde vamos parar? Que nível de profissionais teremos dentro de pouco tempo, em todas as áreas? Certamente não os bem preparados, aprovados, confirmados, que possam atender às naturais e legítimas expectativas de quem, como todos nós, merece o melhor.
(LUFT, Lya. Que profissionais queremos? Revista Veja, 24 de novembro de 2013.)
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, [...]” (Art. 5.º da CF)
Marque a alternativa em que a autora ratifica o artigo da Constituição Federal acima citado.
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1374074
Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Taiobeiras-MG
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Um topógrafo fez o levantamento de uma área retangular e encontrou as seguintes dimensões para as distâncias horizontais: 800,0 m para o lado maior e 600,0 m para o lado menor. As dimensões dessas distâncias no desenho planimétrico, com escala de 1:5.000, ficariam assim representadas:
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Leia atentamente o texto para responder a questão.
QUE PROFISSIONAIS QUEREMOS?
Não sei quanto a vocês, leitores, mas eu quero em todos os campos o melhor profissional. Eu mereço, vocês merecem, todos merecemos, não importa nossa classe social, cor da pele, ascendência, cultura.
Quando digo todos me refiro também aos moradores dos povoadinhos mais remotos, das aldeias sobre palafitas, das encostas deslizantes de tantos morros e beiras de rio que as chuvaradas levam embora ano após ano – algumas continuam como estavam há muito tempo, pois nada se fez.
Todos merecemos o melhor, começando pelos professores das crianças. Com salário digno, com escola que não esteja em ruínas – onde existirem escolas. O número de abandonados pela educação é incalculável.
Quero os melhores engenheiros: que consigam projetar e fiscalizar a construção de pontes sólidas, edifícios firmes, casas confiáveis– também casas populares, porque todos, incluindo os menos favorecidos, merecem o melhor. Estradas transitáveis, e mais que isso, boas – ligando até cidadezinhas afastadas: todos precisamos do melhor, e disso devem cuidar os governos.
Quero políticos ótimos, interessados no bem de seus eleitores, quando forem eleitos, pois muitos conseguem seu lugar sem um voto sequer, por artes de regras bizarras que tanta coisa regem no Brasil.
Quero os melhores policiais, bem preparados, bem armados, psicologicamente bem orientados, e apoiados pela sociedade e pela Justiça, para poderem cumprir o seu dever.
Mas na medicina, ah, na medicina, é que eu quero os melhores profissionais: depois do árduo curso de seis anos, mais uma residência de dois, eventualmente mais especialização, e mestrado, e quem sabe doutorado, para saberem mais e cuidarem melhor de nós, seus pacientes. Mas que sejam valorizados em sua carreira, e que tenham locais onde seja possível trabalhar: outro dia um profissional atuando em uma área menos privilegiada se queixava na imprensa de que não havia nem aspirina nem água no local de trabalho, e foi embora.
Muitos estão nessas condições. A mais alta autoridade em saúde no país declarou (estava na imprensa) que não se importaria de ser atendida por médicos reprovados no Revalida. Fiquei pasma. Então para que médicos? Para que cursos de medicina? Para que essa profissão sacrificada e exigente, se dá na mesma sermos atendidos por aqueles que não passaram num exame básico?
Será mais simples largarmos esse luxo de profissionais formados e aprovados: vamos recorrer só a curandeiros, pajés, benzedeiras – com todo o meu respeito por eles. Dispensar as faculdades de medicina, de direito, de engenharia e outras mais.
E, quem sabe, as escolas, já que o estudo por aqui é cada vez mais negligenciado, dos primeiros anos às universidades: em lugar de exigentes, os currículos estão mais para brincadeira, os professores, atemorizados, não querem reprovar ninguém, muito menos suspender ou expulsar, por pior que seja o delito cometido por algum aluno – quem sabe, vai um processo de algum pai contra o mestre ou a escola.
Fica a indagação que nos pode fazer qualquer menino de quem exigimos que cumpra sua tarefa: preparar-se para a vida e alguma profissão. A pergunta é: para que estudar se posso entrar na universidade alegando fatores favoráveis ao não estudo? Se cada vez mais o nível do ensino é rebaixado em lugar de ser elevado desde os primeiros anos escolares para que todos cresçam e possam ter uma vida melhor, sejam mais capazes e felizes e o país progrida e cresça na única maneira real, pela educação de todos, e não pela ilimitada tolerância ao medíocre e ao insuficiente?
Questões que anos atrás seriam inusitadas povoam nossas perplexidades e conversas: onde vamos parar? Que nível de profissionais teremos dentro de pouco tempo, em todas as áreas? Certamente não os bem preparados, aprovados, confirmados, que possam atender às naturais e legítimas expectativas de quem, como todos nós, merece o melhor.
(LUFT, Lya. Que profissionais queremos? Revista Veja, 24 de novembro de 2013.)
Considere o trecho: “Todos merecemos o melhor, começando pelos professores das crianças. Com salário digno, com escola que não esteja em ruínas – onde existirem escolas.”
Se nesse trecho a autora tivesse optado pelo uso do verbo ‘haver’ no lugar do verbo negritado, a forma verbal adequada seria
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