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Analise a seguinte descrição.
A Política Nacional de Atenção Básica definiu a Atenção Básica como primeiro ponto de atenção e porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS). A Atenção Básica, portanto, deve elaborar, acompanhar e organizar o fluxo dos usuários entre os pontos de atenção da rede de atenção, atuando como o centro de comunicação e responsabilizando-se pelo cuidado dos usuários.
A função descrita é a de
A Política Nacional de Atenção Básica definiu a Atenção Básica como primeiro ponto de atenção e porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS). A Atenção Básica, portanto, deve elaborar, acompanhar e organizar o fluxo dos usuários entre os pontos de atenção da rede de atenção, atuando como o centro de comunicação e responsabilizando-se pelo cuidado dos usuários.
A função descrita é a de
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Considerando as atribuições da equipe multidisciplinar
em relação à prevenção e controle de doenças
cardiovasculares, compete ao enfermeiro privativamente
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A prevenção e o tratamento de lesões cutâneas representam um dos principais desafios na rotina de um enfermeiro.
Quanto ao mecanismo de cicatrização de feridas, assinale a alternativa correta.
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Em 2019 foi realizada em Brasília a 16º Conferência Nacional de Saúde.
Sobre as conferências e conselhos de saúde, assinale a alternativa correta.
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.
- Planejamento e Gestão
Sendo o Sistema Único de Saúde (SUS) reconhecido
como a maior política pública de saúde do mundo,
analise as afirmativas a seguir sobre a organização
desse sistema.
I. O SUS constitui-se de um conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, de administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público. II. As ações e serviços de saúde executados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada, serão organizados por meio de um comando único e hierarquizado em níveis de complexidade decrescente. III. Um dos objetivos do SUS é a assistência às pessoas por intermédio de ações curativas de proteção e recuperação da saúde, com a realização de ações centradas na medicina especializada e atividades no mais alto grau tecnológico. IV. Aintegralidade de assistência no SUS é entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
Estão corretas as afirmativas
I. O SUS constitui-se de um conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, de administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público. II. As ações e serviços de saúde executados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), seja diretamente ou mediante participação complementar da iniciativa privada, serão organizados por meio de um comando único e hierarquizado em níveis de complexidade decrescente. III. Um dos objetivos do SUS é a assistência às pessoas por intermédio de ações curativas de proteção e recuperação da saúde, com a realização de ações centradas na medicina especializada e atividades no mais alto grau tecnológico. IV. Aintegralidade de assistência no SUS é entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema.
Estão corretas as afirmativas
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Leia o texto a seguir.
“[...] Mas esse cara Tem a língua solta A minha carta Ele musicou Tava em casa A vitamina pronta Ouvi no rádio A minha carta de amor
Dizendo: Eu caso contente Papel passado e presente Desembrulhado o vestido Eu volto logo, me espera Não brigue nunca comigo Eu quero ver nossos filhos O professor me ensinou Fazer uma carta de amor”
(E.C.T – Carlinhos Brown / Marisa Monte / Nando Reis)
O texto anterior, trecho de uma letra de música, apresenta o conteúdo de outro gênero textual: a carta. Levando isso em consideração, analise as afirmativas a seguir.
I. Os elementos do gênero textual carta estão integralmente transcritos no trecho em questão. II. Na primeira estrofe, há características narrativas, pois é contado ao leitor um evento ocorrido com um personagem. III. Na segunda estrofe, após o verso “Dizendo:”, a mensagem expressa pelo texto direciona-se ao destinatário da carta.
Está correto o que se afirma em
“[...] Mas esse cara Tem a língua solta A minha carta Ele musicou Tava em casa A vitamina pronta Ouvi no rádio A minha carta de amor
Dizendo: Eu caso contente Papel passado e presente Desembrulhado o vestido Eu volto logo, me espera Não brigue nunca comigo Eu quero ver nossos filhos O professor me ensinou Fazer uma carta de amor”
(E.C.T – Carlinhos Brown / Marisa Monte / Nando Reis)
O texto anterior, trecho de uma letra de música, apresenta o conteúdo de outro gênero textual: a carta. Levando isso em consideração, analise as afirmativas a seguir.
I. Os elementos do gênero textual carta estão integralmente transcritos no trecho em questão. II. Na primeira estrofe, há características narrativas, pois é contado ao leitor um evento ocorrido com um personagem. III. Na segunda estrofe, após o verso “Dizendo:”, a mensagem expressa pelo texto direciona-se ao destinatário da carta.
Está correto o que se afirma em
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Óleo de rícino
Trinta anos atrás, uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Duas vezes por semana, ela ia ao consultório, e o médico perguntava: “Hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor no pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável do purgativo.
Até aí, nenhuma novidade; em tantos anos de profissão,
já vi os tratamentos mais estapafúrdios prescritos tanto
por médicos tradicionais como pela autodenominada
medicina alternativa; o curioso, nesse caso, é que a
receita vinha de um renomado professor universitário,
autor de um tratado de clínica médica adotado em várias
faculdades. E, mais desconcertante: a senhora estava
convencida de que, graças à ação do famigerado óleo,
as dores entravam em períodos de acalmia.
Óleo de rícino é dotado de atividade antirreumática?
É muito pouco provável que seja, mas a medicina daquele
tempo oferecia poucos recursos e não era baseada
em evidências experimentais. Os médicos adotavam
condutas e receitavam remédios com base em teorias
jamais comprovadas cientificamente ou de acordo
com ideias pré-concebidas e experiências pessoais.
Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se
acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo
de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores,
complexos vitamínicos e de mirabolantes associações
de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar
males tão diversos quanto falta de memória, fraqueza,
irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado.
A explosão do conhecimento científico, que revolucionou
a forma de praticar medicina na segunda metade do
século 20, implantou o paradigma de que qualquer
tratamento médico só pode ser adotado depois de
haver demonstrado eficácia estatisticamente significante
em estudos conduzidos com absoluto rigor científico.
A experiência pessoal ou de terceiros é importante para
ajudar o médico a interpretar resultados e referendar ou
não as conclusões tiradas nesses estudos, mas não é
suficiente para substituí-los.
Por que a exigência desse rigor? Primeiro, porque
as doenças evoluem de forma imprevisível: curas e
recaídas podem suceder-se sem qualquer relação com o
tratamento instituído. Segundo, porque cada organismo
reage de acordo com suas idiossincrasias: o remédio
que cura um pode matar outro. Terceiro, por causa
da existência do efeito placebo, isto é, do alívio que o
simples ato de ir ao médico e de tomar remédio pode
trazer para algumas pessoas.
O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos
1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que
vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade,
preveniria gripes, resfriados e até câncer.
Por falta de apenas um, Pauling havia sido agraciado
com dois prêmios Nobel: o de Química e o da Paz, mas
entendia de medicina tanto quanto eu de pontes e de
barragens.
O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C,
porque usuários contumazes que passam dois anos
sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem
teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias,
enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.
O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende
centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas
não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no
fim da vida nem demonstrou qualquer eficácia na
prevenção ou tratamento de gripes e resfriados, em
nenhum estudo realizado.
[...]
A medicina baseada em evidências decretou o fim do
médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em
hieróglifos. Na medicina moderna, o papel do profissional
é apresentar as evidências e ajudar o doente a decidir
qual das opções é a mais adequada para seu caso.
Disponível em: <https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/ artigos/oleo-de-ricino/>. Acesso em: 22 jul. 2019.
“O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C, porque usuários contumazes que passam dois anos sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias, enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.”
Considerando o contexto em que está inserido, pode-se afirmar que nesse trecho o autor
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Assinale a alternativa na qual o verbo destacado está conjugado no presente do subjuntivo.
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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder.
Você pode mudar, mas o seu histórico da
internet não
Após publicar uma piada extremamente racista sobre
Kylian Mbappé, jogador da seleção francesa, a batata
esquentou na mão do youtuber Júlio Cocielo, apontado
como um dos maiores influenciadores brasileiros na
internet. A princípio, Cocielo apostou na retórica de
acusar quem o chamou de racista de “mimimi” e se
resguardou na desculpa esfarrapada de que se tratava
de uma piada mal interpretada. Porém, esse argumento
durou pouquíssimo quando os internautas resgataram
outras piadas racistas que o youtuber fez em 2013.
Observando as marcas que o patrocinaram saindo
de cena após seu racismo ser escancarado e a conta
bancária diminuindo, Cocielo apagou mais de 50 mil
tuítes da sua conta e pediu desculpas pela atitude por
meio de um texto e também gravando um vídeo no seu
canal. Não convenceu muito o pessoal, já que parece que
as desculpas foram mais uma obrigação para não perder
a possibilidade de ganhar dinheiro com publicidade.
[...]
Porém, fica a pergunta. Alguém se salvaria caso
vasculhassem nossas redes sociais de cinco, seis, 10
anos atrás?
Eu não me salvaria em 2009. E redescobri isso quando
fui rever o que escrevia com 18, 19 anos no Facebook,
Twitter e em blogs. Senti vergonha. Eu fiz muita piada
machista. Ri do caso da Geisy Arruda, tirava sarro de
mulheres que andavam com pouca roupa [...]. Também
achei comentários meus achando graça em piadas
racistas feitas por amigos virtuais. Eu já sabia ler e
interpretar texto na época. Não há desculpas para quem
eu era 10 anos atrás: uma imbecil.
Só que eu mudei. Não concordo com as coisas que falei
antes e nunca reproduziria elas novamente. Isso prova
que, sim, é possível deixar de ser preconceituosa. É
possível mudar e tentar ser uma pessoa melhor. A minha
ignorância e burrice também refletiram como as coisas
eram cinco, 10 anos atrás. Não se falava de feminismo
como hoje em dia. Pouco se discutia sobre o racismo
estrutural da sociedade brasileira. O que reinava era a
ignorância escondida atrás de piadas “inocentes”.
Minha mudança de pensamento não aconteceu porque
sou perfeita e iluminada. Não não, eu aprendi porque tive
contato com pessoas negras e / ou LGBTs no trabalho,
faculdade, em círculos de amizades e na internet. Foram
elas que chamaram a atenção sobre meu comportamento
e sobre a violência que é rir ou fazer uma piada racista.
Levei bronca ao vivo dessas pessoas ou levei bronca
lendo textos, entrevistas e vendo vídeos produzidos
pelas mesmas pessoas que antes achava válido fazer
piada – mesmo que fosse “sem intenção de ofender”.
Hoje, embora ser ainda muito pouco, há sim uma
obrigação na publicidade e no entretenimento em falar
sobre esses assuntos. De, no mínimo, chamar pessoas
negras e / ou LGBTs para falar sobre esses assuntos e
educar os espectadores sobre o preconceito. Também
há muito mais jovens colocando a cara para bater e
criando conteúdo independente para discutir sobre isso.
Há 10 anos, essas pessoas mal existiam para a internet.
[...]
Tenho certeza de que a maioria do pessoal acima de 25
anos tem um passado feio na internet de maior ou menor
escala. Até porque há 10 anos ninguém pensava muito
em como as coisas que você falou sem pensar numa rede
social permanecem lá. E que isso sirva de lição para a
nova geração da internet não fazer piada preconceituosa,
não falar sem pensar ou difundir mentiras. Você pode
mudar, mas seu histórico de internet não.
Disponível em: <https://tinyurl.com/yyjh3wls>.
Acesso em: 22 jul. 2019 (Adaptação)
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Óleo de rícino
Trinta anos atrás, uma senhora que sofria de reumatismo me contou ter sido tratada com óleo de rícino. Duas vezes por semana, ela ia ao consultório, e o médico perguntava: “Hoje a senhora prefere o vermelho ou o alaranjado?”. Vermelha era a cor no pote que continha óleo de rícino com groselha; no outro, o óleo vinha misturado com essência de laranja, para disfarçar o gosto insuportável do purgativo.
Até aí, nenhuma novidade; em tantos anos de profissão,
já vi os tratamentos mais estapafúrdios prescritos tanto
por médicos tradicionais como pela autodenominada
medicina alternativa; o curioso, nesse caso, é que a
receita vinha de um renomado professor universitário,
autor de um tratado de clínica médica adotado em várias
faculdades. E, mais desconcertante: a senhora estava
convencida de que, graças à ação do famigerado óleo,
as dores entravam em períodos de acalmia.
Óleo de rícino é dotado de atividade antirreumática?
É muito pouco provável que seja, mas a medicina daquele
tempo oferecia poucos recursos e não era baseada
em evidências experimentais. Os médicos adotavam
condutas e receitavam remédios com base em teorias
jamais comprovadas cientificamente ou de acordo
com ideias pré-concebidas e experiências pessoais.
Parte expressiva desse entulho do empirismo ainda se
acotovela nas prateleiras das farmácias sob o rótulo
de protetores do fígado, fortificantes, revitalizadores,
complexos vitamínicos e de mirabolantes associações
de panaceias que apregoam, no rádio e na TV, curar
males tão diversos quanto falta de memória, fraqueza,
irregularidades menstruais, gripes e doenças do fígado.
A explosão do conhecimento científico, que revolucionou
a forma de praticar medicina na segunda metade do
século 20, implantou o paradigma de que qualquer
tratamento médico só pode ser adotado depois de
haver demonstrado eficácia estatisticamente significante
em estudos conduzidos com absoluto rigor científico.
A experiência pessoal ou de terceiros é importante para
ajudar o médico a interpretar resultados e referendar ou
não as conclusões tiradas nesses estudos, mas não é
suficiente para substituí-los.
Por que a exigência desse rigor? Primeiro, porque
as doenças evoluem de forma imprevisível: curas e
recaídas podem suceder-se sem qualquer relação com o
tratamento instituído. Segundo, porque cada organismo
reage de acordo com suas idiossincrasias: o remédio
que cura um pode matar outro. Terceiro, por causa
da existência do efeito placebo, isto é, do alívio que o
simples ato de ir ao médico e de tomar remédio pode
trazer para algumas pessoas.
O caso da vitamina C é um bom exemplo. Nos anos
1970, o cientista Linus Pauling lançou a ideia de que
vitamina C em doses altas melhoraria a imunidade,
preveniria gripes, resfriados e até câncer.
Por falta de apenas um, Pauling havia sido agraciado
com dois prêmios Nobel: o de Química e o da Paz, mas
entendia de medicina tanto quanto eu de pontes e de
barragens.
O resultado foi o uso indiscriminado de vitamina C,
porque usuários contumazes que passam dois anos
sem gripe atribuem à vitamina o poder protetor; quem
teve um resfriado que foi embora em dois ou três dias,
enquanto o do vizinho levou cinco, faz o mesmo.
O uso de vitamina C alardeado por Pauling ainda rende
centenas de milhões de dólares em vendas anuais, mas
não foi suficiente para livrá-lo do câncer de próstata no
fim da vida nem demonstrou qualquer eficácia na
prevenção ou tratamento de gripes e resfriados, em
nenhum estudo realizado.
[...]
A medicina baseada em evidências decretou o fim do
médico lacônico, que impõe tratamentos prescritos em
hieróglifos. Na medicina moderna, o papel do profissional
é apresentar as evidências e ajudar o doente a decidir
qual das opções é a mais adequada para seu caso.
Disponível em: <https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/ artigos/oleo-de-ricino/>. Acesso em: 22 jul. 2019.
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