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Observe o seguinte enunciado.
Durante esta fase do ciclo viral, ocorre a remoção do capsídeo e de outras proteínas associadas ao genoma viral, tornando o material genético acessível para os processos de replicação e transcrição na célula hospedeira.
Assinale a alternativa CORRETA que identifica essa fase.
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Caso não ocorra fecundação, a principal mudança hormonal que leva ao início da menstruação é:
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O evento hormonal responsável por desencadear a ovulação, no meio do ciclo menstrual, é o(a):
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Na fase lútea do ciclo menstrual, o principal hormônio responsável pela manutenção do endométrio em preparação para uma possível implantação embrionária é o(a):
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Durante a fase folicular do ciclo menstrual, os hormônios que apresentam aumento significativo para estimular o desenvolvimento dos folículos ovarianos e a preparação do endométrio são:
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Considere as seguintes sentenças sobre o ciclo menstrual:
I- O ciclo de 28 dias, no geral, consiste na maturação mensal sempre de quatro ovócitos e seus folículos envoltórios.
II- Uma das etapas do ciclo consiste no processo de ovulação no qual o ovócito é liberado do ovário.
III- O ciclo menstrual possui as etapas de desenvolvimento contínuo do folículo para um corpo lúteo endócrino e proliferação concomitante do endométrio uterino.
IV-A etapa final do ciclo consiste na descamação do endométrio uterino e involução do corpo lúteo, mesmo que um zigoto se implante no útero e comece a se desenvolver.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Lucas investiu um capital em uma aplicação financeira que opera sob o regime de juros simples. 18 Após três trimestres, a uma taxa de 2% ao mês, ele obteve um rendimento de R$ 540,00 em juros. O valor do capital inicial, investido por Lucas, foi de:
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Carlos deseja comprar um notebook para substituir seu antigo equipamento. Após pesquisar preços na internet, ele encontrou o menor valor de R$ 3.600,00 no site TechOnline. Antes de finalizar a compra, ele o mesmo modelo estava sendo vendido por R$ resolveu visitar algumas lojas físicas e descobriu que 3.150,00 na loja MegaTech. Em relação ao preço do site TechOnline, o percentual de desconto oferecido pela MegaTech foi de:
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A soma dos números impares de 1 até 500 é:
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TEXTO
BRASIL QUER SER LÍDER AMBIENTAL ENQUANTO INVESTE EM PETRÓLEO
Na tentativa de se tornar um líder global no combate às mudanças climáticas, uma incoerência salta aos olhos no plano brasileiro: o petróleo. Uma das maiores fontes de gases do efeito estufa e vilão do aquecimento global, o combustível fóssil é também uma aposta para o futuro no país.
Oitavo entre os maiores produtores de petróleo bruto, segundo dados da Agência Internacional de Energia (IEA, na sigla em inglês), o Brasil pode subir neste ranking se o planejamento da Petrobras se cumprir. À frente da empresa desde junho de 2024, Magda Chambriard quer explorar uma nova fronteira, a bacia marítima da Foz do Amazonas para a qual a empresa tenta obter licença há uma década.
Os investimentos previstos na empreitada chegam a 3 bilhões de dólares. Desde que a permissão seja dada pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), a extração mesmo só engrena na próxima década justamente quando a IEA estima o declínio gradual do consumo por conta da transição para fontes mais limpas e eficientes.
"O país querer se tornar um 'petroestado' em plena crise climática é, no mínimo, equivocado. Não só sob o ponto de vista ambiental, mas econômico também, fazendo essa grande aposta quando se está próximo da mudança da curva, quando o mercado vai começar a demandar menos", diz Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima.
Em todo o mundo, o setor de energia responde por 73% das emissões de gases de efeito estufa. Isso inclui a queima de combustíveis fósseis no setor de transporte, indústria e geração de eletricidade, da gasolina que movimenta um carro às caldeiras de uma fábrica abastecida com gás.
A caminho de Baku, capital do Azerbaijão e palco da Conferência do Clima, a COP29, Roberto Ardenghy, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), defende que o Brasil explore o combustível fóssil até as reservas se extinguirem.
Ardenghy, ex-diplomata, admite que petróleo é o "grande elefante branco" na sala de negociações. A edição da conferência em Dubai tentou pela primeira vez limitar este incômodo: o texto colocou o prazo de 2050 para que o mundo zere as emissões dessa fonte de gases estufa.
"Você pode ignorá-lo, pode tentar dar a volta nele, dizer que ele não existe, mas ele está lá sentado olhando pra você. Não se pode falar em transição energética sem o petróleo, sem o processo de reuso do petróleo, de repotencialização", argumenta Ardenghy.
Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) afirma que a era dos combustíveis fósseis precisa acabar o quanto antes para evitar os piores impactos para seres humanos num planeta mais quente. O abandono do petróleo, carvão e gás precisa vir acompanhado de energia renovável e eficiência energética. Mas o consenso científico aparece em segundo plano para setores da sociedade.
"Se o Brasil for competitivo, conseguir produzir um petróleo barato, acessível e que forneça a energia que as pessoas querem e também com uma pegada de baixa emissão de carbono, eu quero que o petróleo brasileiro substitua outros que emitem mais CO2", argumenta Ardenghy.
Araújo reconhece a importância histórica da Petrobras e sua "expertise admirável", mas alerta que os tempos mudaram. "Agora ela tem que olhar para o futuro, e não para o passado, e se transformar numa grande empresa de energia em prol do mundo descarbonizado. Esse é o desafio", critica.
Em paralelo à corrida pelo petróleo na bacia marítima da Foz do Amazonas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei apelidada de combustível do futuro. Ela cria programas de incentivo à produção e ao uso de combustíveis mais limpos, como o biodiesel e o biometano. A medida também aumenta o percentual de etanol na gasolina, que pode chegar a 35%.
O biodiesel é feito a partir de óleos vegetais, como soja, ou gorduras animais. Ele pode abastecer motores de caminhões, ônibus, tratores e carros e até máquinas industriais. Estima-se que, em comparação com o diesel, o biodiesel emita 98% menos dióxido de carbono.
A iniciativa é vista com bons olhos por especialistas em planejamento energético. Num país dependente de caminhões para transporte de cargas, o ideal é incentivar o biodiesel para abastecer a frota, afirma Ricardo Baitelo, do Instituto de Energia e Meio Ambiente (lema).
"No transporte individual, o Brasil jamais deve abandonar o etanol. A gente vê o movimento de eletrificação, o que é bom, visto que a eletricidade aqui é gerada majoritariamente por fontes renováveis, e não por carvão, como acontece na maioria dos países", pontua Baitelo.
O etanol à base de cana-de-açúcar é uma invenção brasileira desenvolvida em meados da década de 20. Desde 1931, é adicionado à gasolina - naquela época, um decreto obrigou importadores de petróleo a misturar 5% do álcool ao combustível fóssil.
O biocombustível é considerado neutro em emissões de dióxido de carbono: a cana, durante seu crescimento, retira da atmosfera praticamente o volume de CO2 que, mais tarde, é liberado pelos motores dos carros na queima do combustível.
O hidrogênio verde (H2V), ao que tudo indica, vai precisar de mais tempo para decolar. Ele teria diversos usos: combustível para veículos, aquecimento, energia para a indústria. Produzido a partir da eletrólise da água, ele é classificado como “verde” por não emitir gases estufa durante seu processo de produção, movido a energia limpa como solar e eólica.
"Ainda há um compasso de espera em torno do hidrogênio verde. E ainda há muitas questões em aberto como, por exemplo, se o hidrogênio verde produzido no Brasil vai ser exportado ou fica para o mercado interno", cita Baitelo.
O uso em grande escala de H2V tem potencial considerável para reduzir as emissões globais do setor de energia. Atualmente, o gás natural é a principal fonte empregada para produzir hidrogênio, respondendo por 75% da produção mundial, seguido pelo carvão.
Em 2023, as emissões brasileiras do setor de energia subiram 1,1% em relação ao ano anterior, dados do Sistema de Estimativa de Emissão apontam de Gases (SEEG). O maior setor responsável pela alta foi o transporte, que registrou recorde de consumo de diesel de petróleo e gasolina automotiva. [...]
PONTES, Nádia. Brasil quer ser líder ambiental enquanto investe em petróleo. Artigo publicado na revista eletrônica e disponível na página: <https://www.dw.com/pt-br/brasil-quer-ser-lider-ambiental-enquanto-investe-em-petróleo/a-70765991/>. Último acesso dia 14 de novembro de 2024. (Texto adaptado)
Em "A gente vê o movimento de eletrificação, o que é bom, visto que a eletricidade aqui é gerada majoritariamente por fontes renováveis", a locução conjuntiva destacada exprime:
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