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Foram encontradas 40 questões.

2291811 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Umuarama-PR
As crianças aprendem desde pequenas a se comunicar. Esse fato nos leva a pensar sobre como a fala pode se transformar em escrita e leitura das crianças, por meio de um ambiente estimulador, desenvolvendo caminhos e estímulos para que as crianças se apropriem dessas novas formas de comunicação. Com efeito, a partir da visão de Emília Ferreiro, existem formas diferentes de a criança conseguir ampliar seu ambiente vocabular, por meio da aquisição da leitura e da escrita. Contudo, é preciso atenção quanto a algumas implicações pedagógicas que influenciam este momento da criança. São eles:
 

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Leia o texto a seguir e reflita sobre o tema dos direitos humanos e sua relação com o Brasil atual.
“O núcleo fundante dos direitos humanos é, evidentemente, o direito à vida, porque de nada adiantariam os outros se este não prevalecesse. Quando falamos em direito à vida, reconhecemos que ninguém tem o direito de tirar a vida do outro – a não ser em legítima defesa –, mas isso também não é óbvio, se observarmos exemplos ao longo da história da humanidade. Basta ler a Bíblia para vermos, por exemplo, a legitimidade da escravidão e até mesmo a insinuação de sacrifícios humanos. Nas sociedades coloniais e patriarcais – como na história brasileira –, o pater famílias tinha o direito de vida e morte sobre sua família e os agregados. Se o pressuposto dos Direitos Humanos é o direito à vida, não se pode admitir nem a pena de morte e os demais castigos cruéis e degradantes, porque isso é diretamente atentado contra a vida, e nem a exploração do trabalho, porque isso incide diretamente sobre o direito à dignidade, inclusive o direito à saúde. E aqui deve ser salientado esse ponto, que talvez seja um dos mais complexos no entendimento dos direitos humanos: o que queremos dizer quando falamos em dignidade humana?”
Fonte: SOARES, Maria Victoria Benevides. Cidadania e Direitos Humanos. In:
CARVALHO, Jose Sérgio (Org.). Educação, cidadania e direitos humanos. Petrópolis: Vozes, 2004. p. 56-7.
A partir das reflexões suscitadas pela leitura e das relações com seus conhecimentos prévios, assinale o que corresponde à alternativa CORRETA.
 

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Segundo dispõe o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA – Lei n. 8.069/90), “a adoção é medida excepcional e irrevogável, à qual se deve recorrer apenas quando esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa”.
Sobre o tema da adoção previsto no ECA, assinale a alternativa CORRETA.
 

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Leia o texto a seguir.
A nova edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, ainda está a caminho – a previsão é para 2016. Mas um estudo sobre práticas culturais recém-publicado pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro (O hábito de lazer cultural do brasileiro ) tem se prestado a adiantar o expediente. Foram ouvidos moradores de 70 cidades, de nove regiões metropolitanas. O resultado é pouco animador. Arte e literatura, a rigor, não estão na lista de prioridades dos brasileiros: 55% dos entrevistados não tiveram vida cultural em 2014. Mesma disfunção se verifica na leitura de livros: de um ano para outro, passou de 35% para 30% o número de pessoas que não leram nenhum livro no ano. A edição de 2012 da Retratos tinha verificado tendência de queda na leitura e, inclusive, menos gente maquiando os dados. Em aferições relacionadas à cultura, os leitores costumam optar pelo autoengano, dizendo fazer mais do que fazem. Pelo andar da carruagem, não mais – dados do Instituto Pró-Livro mostram que 50% da população não lê. Dentre os não leitores, mais de 78% consideram a leitura uma atividade enfadonha. O rosário de perdas parece não ter fim. Mas é preciso decantar essas estatísticas.
Disponível em: <http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/leituras-aos-pedacos-1jpht58qu5eb5zhzxi1awi5ul>.
Acesso em: 23/08/2015.
Leia as propostas de continuidade para o texto acima:
I. A leitura dos dados deve levar em conta que a pesquisa da Federação do Comércio do Rio de Janeiro, por exemplo, contemplou apenas regiões metropolitanas e que o vasto território brasileiro apresenta uma diversidade muito grande de consumidores de produtos culturais. Portanto, os dados devem ser relativizados.
II. A maquiagem dos dados por entrevistados que falseiam suas respostas, por exemplo, não permite um retrato mais próximo da realidade. Essa ação apenas dificulta a resolução de questões que talvez sejam pontuais. Assim, os dados devem ser relativizados.
III. A democratização do acesso à leitura é um direito de todos. Entretanto, ele não despontará naturalmente das relações de mercado ou de ações isoladas dos indivíduos. Políticas públicas nessa direção devem ser criadas a partir do que os dados revelarem.
IV. A leitura e a escrita fazem parte do processo civilizatório da humanidade. Elas alcançam um número cada vez maior de pessoas, dando oportunidades a uma parcela importante da população. A análise dos índices deve servir para que isso se amplie.
A coerência textual está mantida em:
 

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Leia o trecho a seguir.
“O pensamento machista domina a sociedade de alto a baixo – uma em cada tres pessoas (homens e mulheres) acredita que o estupro ocorre por causa do comportamento feminino. A violencia no transito é responsavel pela terceira maior causa de obitos no Brasil, logo apos as doenças cardiacas e o cancer.”
RUFFATO, Luiz. O brasileiro cordial. Disponível em: <http://brasil.elpais.com/brasil/2015/06/03/opinion/1433333585_575670.html>.
Acesso em: 21/08/2015.
Os termos destacados, no contexto em que foram aplicados, acentuam-se pela mesma regra em:
(Obs.: os acentos foram retirados propositadamente.)
 

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Leia o trecho a seguir.
“É de conhecimento geral que, apesar do Brasil ter sido 'descoberto' oficialmente em 1500, suas terras só começaram a ser povoadas à partir de 1530. No entanto, poucos sabem que, além dos muitos homens e das escassas mulheres que se aventuraram rumo à Terra de Santa Cruz nas embarcações lusitanas do século XVI, crianças também estiveram presentes à epopeia marítima. As crianças subiam à bordo somente na condição de grumetes ou pajens, como órfãs do Rei enviadas ao Brasil para se casarem com os súditos da Coroa, ou como passageiros embarcados, companhia dos pais ou de algum parente.
Em qualquer condição, eram os “miúdos” quem mais sofriam com o difícil dia a dia em alto mar.”
História das crianças no Brasil. Vários autores.
Org. Mary Del Priore. São Paulo. Contexto. 1999, p. 19. (com adaptações).
Sobre as estruturas do texto, assinale a alternativa que contém uma afirmação INCORRETA.
 

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Leia a seguinte notícia.
Um grupo de 45 universitárias foi convidado a beber bebida alcoólica num laboratório. Enquanto bebiam, algumas assistiram a um filme e outras escutaram música. Quem ouviu música bebeu mais rápido. Segundo a pesquisa, isso acontece porque a música deixa as pessoas agitadas.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/ciencia/musica-faz-voce-beber-mais-alcool>.
Acesso em: 23 ago. 2015.
Em língua portuguesa, alguns complementos verbais podem ser transformados em pronomes para diversos fins linguísticos, como evitar a repetição de um termo já usado. Essa transformação depende da regência da forma verbal em questão e de algumas regras prescritas para o registro formal.
Assinale a alternativa em que a pronominalização do complemento verbal foi feita de maneira CORRETA, de acordo com a variedade padrão do idioma.
 

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Para responder à questão a seguir, leia o texto.
Pelo direito de vender meu rim
Menos da metade dos 34 mil pacientes que entraram na fila para obter um transplante de rim nos Estados Unidos em 2010 conseguiu um órgão. Essa realidade se repete em vários países. Milhares morrem todos os anos enquanto esperam o rim de uma pessoa já falecida. Por isso, precisamos aumentar a quantidade de doadores vivos. E pagar a eles é uma boa maneira de conseguir isso.
Falo com conhecimento de causa. No fim de 2011, eu me submeti a uma cirurgia para doar um rim a alguém que não conheço. Você pode achar uma loucura. Eu também achei quando ouvi pela primeira vez que pessoas doavam por puro altruísmo. Aquilo me soou bom demais para ser verdade. Ao me informar melhor sobre o assunto, porém, percebi que os riscos são mínimos. Apenas 1 em cada 3 mil morre na cirurgia. O pós-operatório foi melhor do que imaginei e, em 3 semanas, eu já estava de volta ao trabalho. Meu outro rim vai crescer e assumir a função do que foi removido. Hoje, sinto-me feliz por ter dado ao receptor cerca de 10 anos mais de vida.
O que me motivou foi fazer um bem a outra pessoa. Mas a compensação em dinheiro seria uma boa forma de convencer muita gente a fazer isso. Segundo especialistas, um valor entre US$ 30 mil e US$ 50 mil seria justo. O problema é que a lei americana proíbe esse tipo de comércio para evitar que aproveitadores obriguem gente muito pobre a vender o rim por uma ninharia.
(...)
*Alexander Berger, autor desse texto, é analista da GiveWell, uma organização sem fins de lucro que pesquisa instituições de caridade para ajudar doadores a decidir onde doar.
Disponível em: <http://super.abril.com.br/saude/pelo-direito-vender-meu-rim-680690.shtml>.
Acesso em: 23 ago. 2015.
Pela leitura do texto, podemos entender que seu objetivo é:
 

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Leia o texto a seguir.
"Canivete suíço" de 500 mil anos atrás lança nova luz sobre o abate de animais na pré-história
Um conjunto de ferramentas de pedra de meio milhão de anos de idade está deixando cientistas maravilhados. Uma das ferramentas é algo que está sendo descrito como um “canivete suíço” pré-histórico. As ferramentas foram encontradas ao lado de restos de animais retalhados, como uma costela de elefante que ostenta marcas de cortes, num sítio arqueológico em Revadimin, Israel, em 2004. Agora, pesquisadores que analisaram os objetos encontrados descobriram que as ferramentas estão cobertas de gordura animal e as estão descrevendo como a primeira prova direta do uso de ferramentas de pedra por nossos ancestrais humanos para retalhar animais. “Até agora, arqueólogos só puderam levantar hipóteses sobre o uso e a função dessas ferramentas”, disse o arqueólogo Ran Barkai, do Departamento de Arqueologia e Culturas do Oriente Médio da Universidade de Tel Aviv, em comunicado escrito. “Não temos uma máquina do tempo. Fazia sentido que essas ferramentas fossem usadas para retalhar carcaças de animais, mas, até essa evidência ser encontrada e comprovar a ideia, tudo não passava de teoria.”
Disponível em: <http://www.brasilpost.com.br/2015/04/06/ferramentas-pre-historia_n_7011862.html>.
Acesso em: 23 ago. 2015.
Considere as palavras destacadas no texto.
Selecione a alternativa que apresenta um sinônimo compatível e contextual para o vocábulo em questão.
 

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2291497 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: PUC-PR
Orgão: Pref. Umuarama-PR
As Orientações Pedagógicas para os anos iniciais do ensino fundamental de nove anos (2010) dispõem sobre as reflexões teórico-metodológicas da proposta pedagógica e organização curricular deste segmento de ensino, com matrícula obrigatória de crianças aos seis anos de idade. Considerando que os documentos oficiais que normatizam legalmente o processo de implantação não garantem por si só o direito de aprendizagem das crianças, as Orientações Pedagógicas destacam que a implementação qualitativa do ensino fundamental de nove anos em instituições escolares se estabelece quando da atenção à aquisição de conhecimento, às dimensões física, psicológica, intelectual e cognitiva da criança, e ao conceito de infância. O documento traz uma série de concepções a respeito da infância, enfatizando a relevância na compreensão desses conceitos como sendo historicamente construídos e, também, como um dos elementos que viabilizam efetivamente a articulação de propósitos qualitativos instaurados em instituições de ensino.
A esse respeito, analise as afirmativas a seguir:
I. No contexto político, o conceito de infância como construção histórica se faz presente na literatura pedagógica e na legislação educacional. Diversos estudos apontaram para uma naturalização de desigualdades sociais e para o reconhecimento de que as condições de desigualdades das crianças eram determinadas por fatores econômicos, culturais e sociais. Tais apontamentos, somados às pressões ao Estado, é que justificaram e influenciaram o aprimoramento de políticas educacionais no sentido de compreender a criança como sujeito de direitos.
II. No contexto pedagógico, o entendimento da concepção de infância é basilar ao trabalho educativo, pois dessa concepção decorrem os conceitos de ensino, aprendizagem, desenvolvimento, currículo, metodologia, avaliação e todas as demais organizações pedagógicas de espaços e tempos escolares.
III. Segundo o historiador francês Áries, somente na Idade Média passou-se a compreender a infância como fase da vida distinta da fase adulta, com características de fragilidade, ingenuidade e com necessidades de cuidados específicos por parte dos adultos, além dos cuidados de sobrevivência, como alimentação, higiene e segurança física.
IV. Vygotsky (2007) contribuiu para o conceito de infância preponderantemente quando sinalizou a importância da análise crítica do contexto social, pois esta permite a compreensão das necessidades da infância e das possibilidades educativas diante do aproveitamento dos conteúdos curriculares. Ao vivermos numa cultura letrada, espera-se que, no período reconhecido como adequado da infância, estejam asseguradas as condições para apropriação desse conhecimento às crianças.
V. As famílias encontram-se submetidas a processos desiguais de socialização. À escola cabe o papel de reconhecer os sujeitos da infância como capazes de aprender diferentes conhecimentos acumulados pela sociedade, respeitando o aspecto singular e de homogeneidade da infância.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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