Foram encontradas 40 questões.
Para conseguir acessar a base de dados de um sistema, é necessária uma senha com 5 letras distintas. A analista Giovana sabe quais são as letras que formam a senha; porém, se esqueceu da ordem correta. Qual o número máximo de tentativas diferentes necessárias para que Giovana acerte a senha do sistema?
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O padrinho de Luciana deposita, semanalmente, uma certa quantia em reais na conta bancária de sua afilhada. A cada semana, o valor depositado é acrescido em R$ 5,00 em relação à semana anterior. Se na primeira semana o valor depositado é de R$ 30,00, qual a quantia total depositada ao fim da vigésima quarta semana?
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Considere a imagem a seguir em que os números presentes nas lacunas com cores iguais compartilham a mesma regra lógica.

Nesse contexto, qual o valor de x?
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A altura h, em centímetros, de um projétil é descrita pela função h(t) = –3t2 + 18t + 21, em que t é o tempo, em segundos. Com base nessas informações, qual a altura máxima atingida pelo projétil?
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Para divulgar o festival de gastronomia de uma cidade, o organizador encomendou a produção de 30.000 panfletos em uma empresa que prometeu concluir o serviço em 5 dias. A metade dos panfletos foi produzida por duasimpressoras que possuem o mesmo ritmo de produção durante 3 horas por dia ao longo de 3 dias. Antes do próximo dia de trabalho, uma das impressoras apresentou defeito e não foi substituída. Para que a demanda seja entregue na data correta e mantendo o mesmo ritmo de produção, a impressora restante deverá operar durante quantas horas por dia?
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Texto para responder às questões de 06 a 10.
O gigolô das palavras
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. [...].
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras [Fragmento]. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006, p. 91.)
No trecho “Por exemplo: dizer ‘escrever claro’ não é certo mas é claro, certo?” A reescrita da expressão “escrever claro” que NÃO se adequa à norma padrão está em:
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Texto para responder às questões de 06 a 10.
O gigolô das palavras
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. [...].
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras [Fragmento]. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006, p. 91.)
A substituição do sintagma destacado pelo sugerido entre parênteses implica desvio de concordância em:
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Texto para responder às questões de 06 a 10.
O gigolô das palavras
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. [...].
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras [Fragmento]. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006, p. 91.)
Sobre o gênero textual crônica, analise as afirmativas a seguir.
I. De modo geral, as crônicas se caracterizam por misturar jornalismo e literatura. São textos curtos, de natureza narrativa, publicados em colunas de jornais e revistas. Assim como essa, algumas crônicas, porém, são editadas em livros, para garantir sua durabilidade no tempo.
II. Os cronistas utilizam, normalmente, uma linguagem despretensiosa e simples para tratar problemas do cotidiano, fatos do dia a dia. Também é comum o uso do humor e da ironia, a fim de provocar, de forma sutil, reflexões sobre o tema abordado, como é o caso dessa crônica.
III. Do ponto de vista discursivo, a crônica tem como finalidade entreter o leitor, apresentando-lhe a realidade da forma que é observada pelo cronista. Além disso, esse gênero textual sempre objetiva o convencimento através do uso de argumentos fundamentados em eventos do cotidiano. Um exemplo disso é a entrevista narrada nessa crônica.
Está correto o que se afirma em
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Texto para responder às questões de 06 a 10.
O gigolô das palavras
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. [...].
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras [Fragmento]. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006, p. 91.)
Com base no texto, pode-se concluir que, na opinião do autor, o estudo da gramática:
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Texto para responder às questões de 06 a 10.
O gigolô das palavras
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava diariamente com as suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa (“Culpa da revisão! Culpa da revisão!”). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer “escrever claro” não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. [...].
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. O gigolô das palavras [Fragmento]. In: VERÍSSIMO, Luís Fernando. O nariz. 11. ed. São Paulo: Ática, 2006, p. 91.)
No trecho “Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse.”, NÃO está correto o que se explica em:
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