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Foram encontradas 50 questões.

2405056 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP

Para efeito de facilidade na aplicação das disposições contidas na NR-23, que trata da Proteção Contra Incêndios, há uma classificação de fogo. Segundo essa classificação, podemos afirmar que:

 

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2404747 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP

Segundo a NR-23 – Proteção Contra Incêndios, todas as empresas deverão possuir proteção contra incêndio, saídas suficientes para a rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio, equipamentos suficientes para combater o fogo em seu início e pessoas adestradas no uso correto desses equipamentos. Sobre as saídas citadas acima, pode-se dizer que:

 

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2404402 Ano: 2010
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP

Segundo a Instrução Técnica nº 17/04, do Corpo de Bombeiros, que trata da Brigada de Incêndio, é correto afirmar que:

 

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2403762 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP

Em caso de ocorrência de acidente fatal, é obrigatória a adoção das seguintes medidas:

 

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Qual das opções abaixo possui apenas números que pertençam ao conjunto dos inteiros?

 

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2399759 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP

Sobre as instalações sanitárias nos canteiros de obras, devem ser observados alguns itens básicos, exceto:

 

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2399166 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP

Texto base para responder a questão.

Atividade cerebral dispara logo antes da morte

Entrar num túnel de luzes. A sensação de sair do próprio corpo. Encontrar parentes e amigos já falecidos. Muitas pessoas que estiveram perto da morte relatam ter passado por experiências como essas, que a ciência nunca conseguiu explicar. Mas um estudo impressionante, que pela primeira vez revelou o que acontece no cérebro durante a morte, parece ter começado a desvendar o mistério.

Usando um aparelho de eletroencefalograma, um grupo de médicos monitorou a atividade cerebral de 7 pessoas enquanto elas morriam. Todas eram pacientes terminais, entre 34 e 74 anos, que sofriam de cirrose, falência múltipla dos órgãos, septicemia, insuficiência cardíaca ou câncer. Os doentes estavam sob efeito de sedativos e só sobreviviam com a ajuda de aparelhos – que, a pedido de suas famílias, foram desligados.

A atividade cerebral dos pacientes ia ficando cada vez menor. Mas, nos últimos momentos antes da morte, o córtex cerebral (área responsável pela consciência) simplesmente disparava, e permanecia 30 a 180 segundos num nível muito mais alto, antes de cessar de vez. Isso acontece porque, quando os neurônios ficam sem oxigênio, perdem a capacidade de reter energia e começam a disparar em sequência – num efeito dominó que poderia provocar alucinações. “Isso pode explicar as experiências extracorpóreas relatadas por pacientes que quase morreram”, afirma o estudo, assinado por 4 médicos da Universidade George Washington.

Superinteressante – junho de 2010.

Observe o período abaixo e assinale a informação incorreta.

“Muitas pessoas que estiveram perto da morte relatam ter passado por experiências como essas, que a ciência nunca conseguiu explicar.”

 

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2399133 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP

Texto base para responder a questão.

Atividade cerebral dispara logo antes da morte

Entrar num túnel de luzes. A sensação de sair do próprio corpo. Encontrar parentes e amigos já falecidos. Muitas pessoas que estiveram perto da morte relatam ter passado por experiências como essas, que a ciência nunca conseguiu explicar. Mas um estudo impressionante, que pela primeira vez revelou o que acontece no cérebro durante a morte, parece ter começado a desvendar o mistério.

Usando um aparelho de eletroencefalograma, um grupo de médicos monitorou a atividade cerebral de 7 pessoas enquanto elas morriam. Todas eram pacientes terminais, entre 34 e 74 anos, que sofriam de cirrose, falência múltipla dos órgãos, septicemia, insuficiência cardíaca ou câncer. Os doentes estavam sob efeito de sedativos e só sobreviviam com a ajuda de aparelhos – que, a pedido de suas famílias, foram desligados.

A atividade cerebral dos pacientes ia ficando cada vez menor. Mas, nos últimos momentos antes da morte, o córtex cerebral (área responsável pela consciência) simplesmente disparava, e permanecia 30 a 180 segundos num nível muito mais alto, antes de cessar de vez. Isso acontece porque, quando os neurônios ficam sem oxigênio, perdem a capacidade de reter energia e começam a disparar em sequência – num efeito dominó que poderia provocar alucinações. “Isso pode explicar as experiências extracorpóreas relatadas por pacientes que quase morreram”, afirma o estudo, assinado por 4 médicos da Universidade George Washington.

Superinteressante – junho de 2010.

As expressões sublinhadas nas frases abaixo possuem a mesma classificação sintática, exceto:

 

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2398737 Ano: 2010
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP

A sinalização de segurança dos canteiros de obras não tem o objetivo de:

 

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2398611 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: INTEGRI
Orgão: Pref. Votorantim-SP

Texto base para responder a questão.

Atividade cerebral dispara logo antes da morte

Entrar num túnel de luzes. A sensação de sair do próprio corpo. Encontrar parentes e amigos já falecidos. Muitas pessoas que estiveram perto da morte relatam ter passado por experiências como essas, que a ciência nunca conseguiu explicar. Mas um estudo impressionante, que pela primeira vez revelou o que acontece no cérebro durante a morte, parece ter começado a desvendar o mistério.

Usando um aparelho de eletroencefalograma, um grupo de médicos monitorou a atividade cerebral de 7 pessoas enquanto elas morriam. Todas eram pacientes terminais, entre 34 e 74 anos, que sofriam de cirrose, falência múltipla dos órgãos, septicemia, insuficiência cardíaca ou câncer. Os doentes estavam sob efeito de sedativos e só sobreviviam com a ajuda de aparelhos – que, a pedido de suas famílias, foram desligados.

A atividade cerebral dos pacientes ia ficando cada vez menor. Mas, nos últimos momentos antes da morte, o córtex cerebral (área responsável pela consciência) simplesmente disparava, e permanecia 30 a 180 segundos num nível muito mais alto, antes de cessar de vez. Isso acontece porque, quando os neurônios ficam sem oxigênio, perdem a capacidade de reter energia e começam a disparar em sequência – num efeito dominó que poderia provocar alucinações. “Isso pode explicar as experiências extracorpóreas relatadas por pacientes que quase morreram”, afirma o estudo, assinado por 4 médicos da Universidade George Washington.

Superinteressante – junho de 2010.

Assinale a opção, cujas palavras são formadas, simultaneamente, por um prefixo e um sufixo.

 

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