Foram encontradas 54 questões.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa INCORRETA em relação à concordância nominal.
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Leia o texto a seguir para responder às questões 1 a 3.
Escrever para jornal e escrever livro
Hemingway e Camus foram bons jornalistas, sem prejuízo de sua literatura. Guardadíssimas as devidas e significativas proporções, era isto o que eu ambicionaria para mim também, se tivesse fôlego.
Mas tenho medo: escrever muito e sempre pode corromper a palavra. Seria para ela mais protetor vender ou fabricar sapatos: a palavra ficaria intata. Pena que não sei fazer sapatos.
Outro problema: num jornal nunca se pode esquecer o leitor, ao passo que no livro fala-se com maior liberdade, sem compromisso imediato com ninguém. Ou mesmo sem compromisso nenhum.
Um jornalista de Belo Horizonte disse-me que fizera uma constatação curiosa: certas pessoas achavam meus livros difíceis e, no entanto, achavam perfeitamente fácil entender-me no jornal, mesmo quando publico textos mais complicados. Há um texto meu sobre o estado de graça que, pelo próprio assunto, não seria tão comunicável e, no entanto, soube, para meu espanto, que foi parar até dentro de missal. Que coisa!
Respondi ao jornalista que a compreensão do leitor depende muito de sua atitude na abordagem do texto, de sua predisposição, de sua isenção de ideias preconcebidas. E o leitor de jornal, habituado a ler sem dificuldade o jornal, está predisposto a entender tudo. E isto simplesmente porque "jornal é para ser entendido". Não há dúvida, porém, de que eu valorizo muito mais o que escrevo em livros do que o que escrevo para jornais - isso sem, no entanto, deixar de escrever com gosto para o leitor de jornal e sem deixar de amá-lo.
Clarice Lispector. A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p. 421
Em uma análise morfológica, é correto afirmar que os vocábulos em destaque no quarto parágrafo do texto - "que", "isenção", "a" e "mais"-, conforme o contexto, são, respectivamente:
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Assinale o pronome de tratamento mais adequado em comunicação com altas autoridades, como o Presidente da República, Senadores, Deputados, Prefeitos e Embaixadores.
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A cidade de Jaboticabal, além da sede municipal, possui dois distritos. Assinale a alternativa que contém o nome de um desses distritos.
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Alfredo é um cozinheiro especializado em salgados. Com 3kg de frango, ele consegue preparar um total de 85 coxinhas. Por ocasião de uma grande festa, Alfredo recebeu a encomenda de 935 coxinhas. Sendo assim, para fazer a quantidade mencionada do salgado, ele precisará, exatamente, de
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Larissa, que está estudando as unidades de comprimento na escola, resolveu descobrir a quantos centímetros fica de sua casa o mercado mais próximo. Sabendo-se que o mercado em questão fica a 280 metros da casa de Larissa, é correto afirmar que, se ela fizer o cálculo de maneira certa, descobrirá que a distância é de
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Pedro Henrique foi comprar algumas ferramentas de que estava precisando. Ele levou exatamente R$210,00 para a loja, onde comprou: um martelo de R$23,50; uma chave de fenda de R$16,80; uma enxada de R$54,90; e um serrote de R$38,30. É correto afirmar que, do que dinheiro levado por Pedro Henrique, sobrou um total de
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Leia o texto a seguir para responder às questões 1 a 4.
A fofoqueira
Uma mulher espalhou uma fofoca sobre uma vizinha. Alguns dias depois o bairro inteiro sabia da história. A moça que foi alvo da fofoca ficou muito magoada e ofendida. Mais tarde, a mulher que espalhou o boato descobriu que era tudo mentira. Ficou muito arrependida e foi visitar um velho sábio para descobrir o que podia fazer para consertar o estrago.
- Vá até a praça do mercado - disse ele -, compre uma galinha e mande matá-la. Depois, no caminho de casa, depene a galinha e solte as penas uma por uma pela rua.
Embora surpresa com o conselho, a mulher fez o que ele tinha mandado.
No dia seguinte, o sábio disse:
- Agora vá, recolha todas as penas que deixou cair ontem e traga para mim.
A mulher seguiu o mesmo caminho, mas, para seu desespero, o vento tinha dispersado todas as penas. Depois de procurar por horas, ela voltou só com três penas na mão.
- Está vendo - disse o velho sábio -, é fácil soltá-las, mas é impossível recolhê-las. Com a fofoca também é assim. Não custa muito espalhar um boato, mas, depois que ele se espalha, nunca se pode reverter o dano completamente. 1.
Autor desconhecido, enviado por Helen Hazinski. . Rio de Janeiro: Sextante, 2011, p. 28-29
Leia o trecho abaixo, retirado do texto.
"Ficou muito arrependida e foi visitar um velho sábio para descobrir o que podia fazer para consertar o estrago."
É correto afirmar que a palavra destacada é um
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Leia o texto a seguir para responder às questões 1 a 4.
A fofoqueira
Uma mulher espalhou uma fofoca sobre uma vizinha. Alguns dias depois o bairro inteiro sabia da história. A moça que foi alvo da fofoca ficou muito magoada e ofendida. Mais tarde, a mulher que espalhou o boato descobriu que era tudo mentira. Ficou muito arrependida e foi visitar um velho sábio para descobrir o que podia fazer para consertar o estrago.
- Vá até a praça do mercado - disse ele -, compre uma galinha e mande matá-la. Depois, no caminho de casa, depene a galinha e solte as penas uma por uma pela rua.
Embora surpresa com o conselho, a mulher fez o que ele tinha mandado.
No dia seguinte, o sábio disse:
- Agora vá, recolha todas as penas que deixou cair ontem e traga para mim.
A mulher seguiu o mesmo caminho, mas, para seu desespero, o vento tinha dispersado todas as penas. Depois de procurar por horas, ela voltou só com três penas na mão.
- Está vendo - disse o velho sábio -, é fácil soltá-las, mas é impossível recolhê-las. Com a fofoca também é assim. Não custa muito espalhar um boato, mas, depois que ele se espalha, nunca se pode reverter o dano completamente. 1.
Autor desconhecido, enviado por Helen Hazinski. . Rio de Janeiro: Sextante, 2011, p. 28-29
Assinale a alternativa que apresenta a ordenação alfabética crescente (de A a Z) correta das palavras destacadas no texto.
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Leia o texto a seguir para responder às questões 1 a 4.
A fofoqueira
Uma mulher espalhou uma fofoca sobre uma vizinha. Alguns dias depois o bairro inteiro sabia da história. A moça que foi alvo da fofoca ficou muito magoada e ofendida. Mais tarde, a mulher que espalhou o boato descobriu que era tudo mentira. Ficou muito arrependida e foi visitar um velho sábio para descobrir o que podia fazer para consertar o estrago.
- Vá até a praça do mercado - disse ele -, compre uma galinha e mande matá-la. Depois, no caminho de casa, depene a galinha e solte as penas uma por uma pela rua.
Embora surpresa com o conselho, a mulher fez o que ele tinha mandado.
No dia seguinte, o sábio disse:
- Agora vá, recolha todas as penas que deixou cair ontem e traga para mim.
A mulher seguiu o mesmo caminho, mas, para seu desespero, o vento tinha dispersado todas as penas. Depois de procurar por horas, ela voltou só com três penas na mão.
- Está vendo - disse o velho sábio -, é fácil soltá-las, mas é impossível recolhê-las. Com a fofoca também é assim. Não custa muito espalhar um boato, mas, depois que ele se espalha, nunca se pode reverter o dano completamente. 1.
Autor desconhecido, enviado por Helen Hazinski. . Rio de Janeiro: Sextante, 2011, p. 28-29
Leia o trecho abaixo, retirado do texto.
"A mulher seguiu o mesmo caminho, mas, para seu desespero, o vento tinha dispersado todas as penas."
Um ANTÔNIMO da palavra em destaque é
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