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Foram encontradas 25 questões.

4018026 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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Um dia, pela manhã, Lucas contou 58 televisores no depósito da loja onde trabalha, e ao final do dia chegaram mais 12 televisores. Agora, Lucas precisa registrar o total de televisores que há no depósito. Quantos televisores são?
 

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4018025 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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No início do seu curso de desenho, Murilo tinha um estojo com 46 lápis de cor, mas depois de um ano de curso, restaram apenas 19 lápis no estojo. Quantos lápis foram totalmente consumidos durante o curso?
 

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4018024 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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Em uma sala de aula, a professora anotou que 24 alunos chegaram no primeiro horário e outros 16 chegaram no segundo horário. Para organizar a turma, é necessário calcular o total de alunos presentes após a chegada de todos. Esse total é de:
 

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4018023 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O professor João tem uma caixa que continha 70 bolas que usa nas suas aulas de Educação Física. Durante um trimestre, 28 bolas foram danificadas e, por isso, foram descartadas. Quantas bolas restaram na caixa?
 

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4018022 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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Em um passeio escolar, Ana levou 35 garrafas de água para a sua turma e, quando chegou ao local que visitariam, ganhou mais 15 garrafas. Sem que ninguém houvesse consumido nenhuma delas, quantas garrafas de água ela tinha disponível?
 

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4018021 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
A avó é apresentada com características diferentes das tradicionalmente atribuídas a avós. Nesse contexto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa INCORRETA.
 

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4018020 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
O jogo "Pisei" criado pelo avô possui um valor simbólico na narrativa. Considerando esse aspecto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018019 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.", as palavras "vô" e "já" apresentam acento gráfico. Considerando as regras de acentuação, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018018 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder.", a palavra "mas" estabelece uma relação entre as orações. Considerando o uso de "mas" nesse contexto e distinguindo-o de "mais", analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
 

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4018017 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Unesc
Orgão: SAMAE Jaguaruna-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado, brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de semana. E quase nunca está em casa. De calça comprida (enquanto todas as avós do mundo usam saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o papagaio e os cachorros conversam misturando latidos, uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos. Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo, meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com você perto de mim. Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola − Contos (Leitor Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em: https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
No trecho "− Agora não, minha riqueza.", a vírgula tem um papel específico na organização da frase. Considerando o uso da vírgula nesse contexto, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
 

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