Foram encontradas 25 questões.
Um dia, pela manhã, Lucas contou 58 televisores no
depósito da loja onde trabalha, e ao final do dia
chegaram mais 12 televisores. Agora, Lucas precisa
registrar o total de televisores que há no depósito.
Quantos televisores são?
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No início do seu curso de desenho, Murilo tinha um
estojo com 46 lápis de cor, mas depois de um ano de
curso, restaram apenas 19 lápis no estojo. Quantos lápis
foram totalmente consumidos durante o curso?
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Em uma sala de aula, a professora anotou que 24 alunos
chegaram no primeiro horário e outros 16 chegaram no
segundo horário. Para organizar a turma, é necessário
calcular o total de alunos presentes após a chegada de
todos. Esse total é de:
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O professor João tem uma caixa que continha 70 bolas
que usa nas suas aulas de Educação Física. Durante um
trimestre, 28 bolas foram danificadas e, por isso, foram
descartadas. Quantas bolas restaram na caixa?
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Em um passeio escolar, Ana levou 35 garrafas de água
para a sua turma e, quando chegou ao local que
visitariam, ganhou mais 15 garrafas. Sem que ninguém
houvesse consumido nenhuma delas, quantas garrafas
de água ela tinha disponível?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca
depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado,
brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de
resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda
avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para
fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de
semana. E quase nunca está em casa. De calça
comprida (enquanto todas as avós do mundo usam
saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o
papagaio e os cachorros conversam misturando latidos,
uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel
pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e
comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir
perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem
pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando
os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de
caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do
trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso
abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de
praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela
sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos.
Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um
abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo,
meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos
braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele
explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter
colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com
você perto de mim.
Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola
− Contos (Leitor
Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em:
https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx
nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit
oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca
depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado,
brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de
resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda
avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para
fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de
semana. E quase nunca está em casa. De calça
comprida (enquanto todas as avós do mundo usam
saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o
papagaio e os cachorros conversam misturando latidos,
uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel
pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e
comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir
perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem
pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando
os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de
caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do
trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso
abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de
praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela
sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos.
Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um
abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo,
meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos
braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele
explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter
colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com
você perto de mim.
Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola
− Contos (Leitor
Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em:
https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx
nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit
oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca
depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado,
brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de
resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda
avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para
fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de
semana. E quase nunca está em casa. De calça
comprida (enquanto todas as avós do mundo usam
saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o
papagaio e os cachorros conversam misturando latidos,
uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel
pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e
comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir
perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem
pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando
os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de
caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do
trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso
abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de
praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela
sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos.
Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um
abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo,
meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos
braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele
explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter
colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com
você perto de mim.
Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola
− Contos (Leitor
Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em:
https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx
nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit
oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
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Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca
depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado,
brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de
resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda
avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para
fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de
semana. E quase nunca está em casa. De calça
comprida (enquanto todas as avós do mundo usam
saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o
papagaio e os cachorros conversam misturando latidos,
uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel
pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e
comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir
perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem
pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando
os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de
caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do
trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso
abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de
praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela
sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos.
Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um
abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo,
meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos
braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele
explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter
colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com
você perto de mim.
Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola
− Contos (Leitor
Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em:
https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx
nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit
oriniciante.pdf . Acesso em: 31 dez. 2025.
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Casa de vô
Todo avô toma remédio, usa dentadura e tira soneca
depois do almoço. O meu, não.
Não toma pílula nem xarope. E, à tarde, fica acordado,
brincando comigo. Dentadura? Isso ele usa. Mas, de
resto é diferente.
Minha avó também não é igual às outras. Enquanto toda
avó borda e faz bolo de chocolate, ela só costura para
fazer remendos nas roupas e só cozinha no final de
semana. E quase nunca está em casa. De calça
comprida (enquanto todas as avós do mundo usam
saia), sai cedinho para trabalhar e nos deixa sozinhos.
Ao cair da tarde, na garagem vazia, enquanto o
papagaio e os cachorros conversam misturando latidos,
uivos e risadas, ele espalha alguns pedacinhos de papel
pelo chão. É a brincadeira do Pisei.
− Hã? Como assim? − pergunto. Essa é nova.
Vovô explica sua invenção:
− Memorize onde estão os papéis. Feche os olhos e
comece a caminhar. Tente pisar em cima deles. Pode ir
perguntando "Pisei?" para facilitar. Ganha o jogo quem
pisar em mais pedaços.
Eu começo.
− Pisei? − pergunto, dando o primeiro passo, apertando
os olhos.
− Não! − Pisei? − insisto mais uma vez, depois de
caminhar um tiquinho.
− Não! Ouço um barulho de chaves. Vovó chega do
trabalho. Diz "Oi". Sei que é para mim, mas não posso
abrir os olhos para responder. É quebra de regra.
− Tudo bem, vó? Quer brincar de Pisei? − convido.
− Agora não, minha riqueza. Vovó vai descansar.
Vovô continua a me guiar, já sentado na cadeira de
praia, lendo o jornal. Não vi, mas escutei o barulho dela
sendo armada e das folhas nas mãos dele.
Sigo.
− Pisei?
E nada.
Sinto meus pés tropeçarem em algo. Abro os olhos.
Vovô, à minha frente, de braços abertos, pronto para um
abraço de vitória.
− Mas eu não pisei em nenhum papelzinho, vô, digo,
meio desanimada, mas, já engalfinhada e feliz, nos
braços dele.
− O vento foi levando tudo para o cantinho do portão, ele
explica, sorrindo.
− E por que o senhor não me avisou? A gente poderia ter
colado os pedacinhos no chão e recomeçado...
− Porque eu queria que a brincadeira terminasse com
você perto de mim.
Texto Adaptado
VICHESSI, Beatriz. Casa de vô. In: Nova Escola
− Contos (Leitor
Iniciante). São Paulo: Nova Escola, 2010. Disponível em:
https://nova-escola-producao.s3.amazonaws.com/CxpHhuwPTXCPgcx
nC2mpdYvJzjcqsBFzQ8wyZPA2uYwXtGhQjwKKV7aDuKFz/contos-leit
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