Foram encontradas 25 questões.
Leia o texto a seguir e responda à questão:
Como no início dos anos 1900 ainda não existia o
avião, o principal critério científico usado para definir
o que então se chamava de “aeronave mais pesada
que o ar” era este: o avião precisava decolar, voar
e aterrissar valendo-se tão somente da força de
um motor próprio. Santos Dumont, e não os irmãos
Wright, foi o primeiro a cumprir essa exigência.
A invenção da dupla não foi considerada um avião
porque o aparelho com motor de 12 cavalos não
decolava por meios próprios, pois era preciso
aproveitar o impulso de um vento forte, de 40 km
por hora, ou utilizar uma catapulta. Ninguém de
credibilidade relatou a proeza. Até 1908, quando
construíram uma máquina mais desenvolvida, os
americanos não aceitavam repetir o voo aos olhos do
público. A única prova de que os americanos Orville
e Wilbur teriam voado antes de Santos Dumont, no
dia 17 de abril de 1903, nos Estados Unidos, veio
deles mesmos, através de um telegrama enviado à
França. A dupla se recusava cumprir o desafio em
público.
Trecho da biografia dos Irmãos Wright, realizada
por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com,
dezembro de 2017.
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- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Pessoa
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Tempo
Leia o texto a seguir e responda à questão:
Como no início dos anos 1900 ainda não existia o
avião, o principal critério científico usado para definir
o que então se chamava de “aeronave mais pesada
que o ar” era este: o avião precisava decolar, voar
e aterrissar valendo-se tão somente da força de
um motor próprio. Santos Dumont, e não os irmãos
Wright, foi o primeiro a cumprir essa exigência.
A invenção da dupla não foi considerada um avião
porque o aparelho com motor de 12 cavalos não
decolava por meios próprios, pois era preciso
aproveitar o impulso de um vento forte, de 40 km
por hora, ou utilizar uma catapulta. Ninguém de
credibilidade relatou a proeza. Até 1908, quando
construíram uma máquina mais desenvolvida, os
americanos não aceitavam repetir o voo aos olhos do
público. A única prova de que os americanos Orville
e Wilbur teriam voado antes de Santos Dumont, no
dia 17 de abril de 1903, nos Estados Unidos, veio
deles mesmos, através de um telegrama enviado à
França. A dupla se recusava cumprir o desafio em
público.
Trecho da biografia dos Irmãos Wright, realizada
por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com,
dezembro de 2017.
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
Como no início dos anos 1900 ainda não existia o
avião, o principal critério científico usado para definir
o que então se chamava de “aeronave mais pesada
que o ar” era este: o avião precisava decolar, voar
e aterrissar valendo-se tão somente da força de
um motor próprio. Santos Dumont, e não os irmãos
Wright, foi o primeiro a cumprir essa exigência.
A invenção da dupla não foi considerada um avião
porque o aparelho com motor de 12 cavalos não
decolava por meios próprios, pois era preciso
aproveitar o impulso de um vento forte, de 40 km
por hora, ou utilizar uma catapulta. Ninguém de
credibilidade relatou a proeza. Até 1908, quando
construíram uma máquina mais desenvolvida, os
americanos não aceitavam repetir o voo aos olhos do
público. A única prova de que os americanos Orville
e Wilbur teriam voado antes de Santos Dumont, no
dia 17 de abril de 1903, nos Estados Unidos, veio
deles mesmos, através de um telegrama enviado à
França. A dupla se recusava cumprir o desafio em
público.
Trecho da biografia dos Irmãos Wright, realizada
por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com,
dezembro de 2017.
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
A humanidade sonha com a possibilidade de voar
desde que pela primeira vez viu uma ave a singrar
o céu. Está aí o mito grego antigo de Dédalo e Ícaro
que não nos deixa mentir. Mas torná-lo realidade
não foi fácil e passou primeiro pelos balões, antes
de finalmente chegar à sua expressão consagrada,
na forma do avião.
O sonho começou a avançar concretamente em
1709, quando o padre Bartolomeu de Gusmão,
brasileiro nascido em Santos, demonstrou à
corte portuguesa o primeiro balão de ar quente. A
tecnologia só seria levada a um estágio prático pelos
irmãos Montgolfier, na França, que em 1783 fizeram
o primeiro voo tripulado num veículo mais leve que
o ar.
Foi também num balão que o jovem Alberto
Santos-Dumont, filho de uma abastada família de
cafeicultores, realizou seu sonho de voar. Em 1898,
ele saiu da experiência com duas impressões: o
encantamento de flutuar pelo ar e a frustração de não
poder controlar a direção do balão, voando ao sabor
dos ventos. Em nenhum momento, contudo, lhe
ocorreu pensar no voo de um aparelho mais pesado
que o ar. Aliás, a sabedoria científica do fim do século
19 julgava tal aparelho impossível. Lorde Kelvin, pai
da termodinâmica e um dos físicos mais prestigiados
da época, proclamou: “Eu afirmo categoricamente
que máquinas voadoras mais pesadas que o ar são
impossíveis.”
Trecho da reportagem de Salvador Nogueira, na
revista Super Interessante: Quem, afinal, inventou o
avião?, em agosto de 2016.
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Como no início dos anos 1900 ainda não existia o
avião, o principal critério científico usado para definir
o que então se chamava de “aeronave mais pesada
que o ar” era este: o avião precisava decolar, voar
e aterrissar valendo-se tão somente da força de
um motor próprio. Santos Dumont, e não os irmãos
Wright, foi o primeiro a cumprir essa exigência.
A invenção da dupla não foi considerada um avião
porque o aparelho com motor de 12 cavalos não
decolava por meios próprios, pois era preciso
aproveitar o impulso de um vento forte, de 40 km
por hora, ou utilizar uma catapulta. Ninguém de
credibilidade relatou a proeza. Até 1908, quando
construíram uma máquina mais desenvolvida, os
americanos não aceitavam repetir o voo aos olhos do
público. A única prova de que os americanos Orville
e Wilbur teriam voado antes de Santos Dumont, no
dia 17 de abril de 1903, nos Estados Unidos, veio
deles mesmos, através de um telegrama enviado à
França. A dupla se recusava cumprir o desafio em
público.
Trecho da biografia dos Irmãos Wright, realizada
por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com,
dezembro de 2017.
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Como no início dos anos 1900 ainda não existia o
avião, o principal critério científico usado para definir
o que então se chamava de “aeronave mais pesada
que o ar” era este: o avião precisava decolar, voar
e aterrissar valendo-se tão somente da força de
um motor próprio. Santos Dumont, e não os irmãos
Wright, foi o primeiro a cumprir essa exigência.
A invenção da dupla não foi considerada um avião
porque o aparelho com motor de 12 cavalos não
decolava por meios próprios, pois era preciso
aproveitar o impulso de um vento forte, de 40 km
por hora, ou utilizar uma catapulta. Ninguém de
credibilidade relatou a proeza. Até 1908, quando
construíram uma máquina mais desenvolvida, os
americanos não aceitavam repetir o voo aos olhos do
público. A única prova de que os americanos Orville
e Wilbur teriam voado antes de Santos Dumont, no
dia 17 de abril de 1903, nos Estados Unidos, veio
deles mesmos, através de um telegrama enviado à
França. A dupla se recusava cumprir o desafio em
público.
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por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com,
dezembro de 2017.
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- OrtografiaFormação e Estrutura das Palavras
- Morfologia
- SemânticaSinônimos e Antônimos
- Interpretação de Textos
Leia o texto a seguir e responda à questão:
A humanidade sonha com a possibilidade de voar
desde que pela primeira vez viu uma ave a singrar
o céu. Está aí o mito grego antigo de Dédalo e Ícaro
que não nos deixa mentir. Mas torná-lo realidade
não foi fácil e passou primeiro pelos balões, antes
de finalmente chegar à sua expressão consagrada,
na forma do avião.
O sonho começou a avançar concretamente em
1709, quando o padre Bartolomeu de Gusmão,
brasileiro nascido em Santos, demonstrou à
corte portuguesa o primeiro balão de ar quente. A
tecnologia só seria levada a um estágio prático pelos
irmãos Montgolfier, na França, que em 1783 fizeram
o primeiro voo tripulado num veículo mais leve que
o ar.
Foi também num balão que o jovem Alberto
Santos-Dumont, filho de uma abastada família de
cafeicultores, realizou seu sonho de voar. Em 1898,
ele saiu da experiência com duas impressões: o
encantamento de flutuar pelo ar e a frustração de não
poder controlar a direção do balão, voando ao sabor
dos ventos. Em nenhum momento, contudo, lhe
ocorreu pensar no voo de um aparelho mais pesado
que o ar. Aliás, a sabedoria científica do fim do século
19 julgava tal aparelho impossível. Lorde Kelvin, pai
da termodinâmica e um dos físicos mais prestigiados
da época, proclamou: “Eu afirmo categoricamente
que máquinas voadoras mais pesadas que o ar são
impossíveis.”
Trecho da reportagem de Salvador Nogueira, na
revista Super Interessante: Quem, afinal, inventou o
avião?, em agosto de 2016.
I. O termo resulta da união de “im-”, significando “em, dentro de algo”, e “possível”. II. O sentido do termo é “que não se pode fazer, existir ou acontecer”. III. “Impossível” é um termo de gênero neutro, pois pode acompanhar tanto um termo masculino (aparelho impossível) quanto feminino (missão impossível).
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Como no início dos anos 1900 ainda não existia o
avião, o principal critério científico usado para definir
o que então se chamava de “aeronave mais pesada
que o ar” era este: o avião precisava decolar, voar
e aterrissar valendo-se tão somente da força de
um motor próprio. Santos Dumont, e não os irmãos
Wright, foi o primeiro a cumprir essa exigência.
A invenção da dupla não foi considerada um avião
porque o aparelho com motor de 12 cavalos não
decolava por meios próprios, pois era preciso
aproveitar o impulso de um vento forte, de 40 km
por hora, ou utilizar uma catapulta. Ninguém de
credibilidade relatou a proeza. Até 1908, quando
construíram uma máquina mais desenvolvida, os
americanos não aceitavam repetir o voo aos olhos do
público. A única prova de que os americanos Orville
e Wilbur teriam voado antes de Santos Dumont, no
dia 17 de abril de 1903, nos Estados Unidos, veio
deles mesmos, através de um telegrama enviado à
França. A dupla se recusava cumprir o desafio em
público.
Trecho da biografia dos Irmãos Wright, realizada
por Dilva Frazão, presente no site e-biografia.com,
dezembro de 2017.
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Leia o texto a seguir e responda à questão:
A humanidade sonha com a possibilidade de voar
desde que pela primeira vez viu uma ave a singrar
o céu. Está aí o mito grego antigo de Dédalo e Ícaro
que não nos deixa mentir. Mas torná-lo realidade
não foi fácil e passou primeiro pelos balões, antes
de finalmente chegar à sua expressão consagrada,
na forma do avião.
O sonho começou a avançar concretamente em
1709, quando o padre Bartolomeu de Gusmão,
brasileiro nascido em Santos, demonstrou à
corte portuguesa o primeiro balão de ar quente. A
tecnologia só seria levada a um estágio prático pelos
irmãos Montgolfier, na França, que em 1783 fizeram
o primeiro voo tripulado num veículo mais leve que
o ar.
Foi também num balão que o jovem Alberto
Santos-Dumont, filho de uma abastada família de
cafeicultores, realizou seu sonho de voar. Em 1898,
ele saiu da experiência com duas impressões: o
encantamento de flutuar pelo ar e a frustração de não
poder controlar a direção do balão, voando ao sabor
dos ventos. Em nenhum momento, contudo, lhe
ocorreu pensar no voo de um aparelho mais pesado
que o ar. Aliás, a sabedoria científica do fim do século
19 julgava tal aparelho impossível. Lorde Kelvin, pai
da termodinâmica e um dos físicos mais prestigiados
da época, proclamou: “Eu afirmo categoricamente
que máquinas voadoras mais pesadas que o ar são
impossíveis.”
Trecho da reportagem de Salvador Nogueira, na
revista Super Interessante: Quem, afinal, inventou o
avião?, em agosto de 2016.
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A humanidade sonha com a possibilidade de voar
desde que pela primeira vez viu uma ave a singrar
o céu. Está aí o mito grego antigo de Dédalo e Ícaro
que não nos deixa mentir. Mas torná-lo realidade
não foi fácil e passou primeiro pelos balões, antes
de finalmente chegar à sua expressão consagrada,
na forma do avião.
O sonho começou a avançar concretamente em
1709, quando o padre Bartolomeu de Gusmão,
brasileiro nascido em Santos, demonstrou à
corte portuguesa o primeiro balão de ar quente. A
tecnologia só seria levada a um estágio prático pelos
irmãos Montgolfier, na França, que em 1783 fizeram
o primeiro voo tripulado num veículo mais leve que
o ar.
Foi também num balão que o jovem Alberto
Santos-Dumont, filho de uma abastada família de
cafeicultores, realizou seu sonho de voar. Em 1898,
ele saiu da experiência com duas impressões: o
encantamento de flutuar pelo ar e a frustração de não
poder controlar a direção do balão, voando ao sabor
dos ventos. Em nenhum momento, contudo, lhe
ocorreu pensar no voo de um aparelho mais pesado
que o ar. Aliás, a sabedoria científica do fim do século
19 julgava tal aparelho impossível. Lorde Kelvin, pai
da termodinâmica e um dos físicos mais prestigiados
da época, proclamou: “Eu afirmo categoricamente
que máquinas voadoras mais pesadas que o ar são
impossíveis.”
Trecho da reportagem de Salvador Nogueira, na
revista Super Interessante: Quem, afinal, inventou o
avião?, em agosto de 2016.
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