Foram encontradas 60 questões.
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPresente perfeito | Present perfect
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPresente simples | Simple present
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPassado simples | Simple past
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPassado progressivo | Past continuous
“Rat in the Parliament Something very unusual happens in the Spanish Parliament last week. Marta Bosquet is giving a speech. A speech means that she is talking to other politicians. They are listening to her. Then Bosquet stops talking. She looks at the floor. A rat is there. Some people run away. Some people take their feet off the floor. Other people look at the rat. People can watch the incident on TV. They do not see the rat. Nobody knows how big the rat really is. The situation calms down later. Politicians return to their seats. They start working again.”
(https://www.newsinlevels.com/products/rat-in-the-parliament-level-1/)
Assinale a alternativa que apresenta o tempo verbal que predomina o texto acima.
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I. He has just gone out;
II. I have read the intructions
III. I have been working;
IV. I have letters to write.
Assinale a alternativa que indique somente frases que estão no presente perfeito.
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- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPresente perfeito | Present perfect
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPassado simples | Simple past
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPresente progressivo | Present continuous
- Gramática - Língua InglesaVerbos | VerbsPassado perfeito | Past perfect
“I think I have had a very interesting life. I'm 73 now and I don't work anymore. I was in the army for 51 years. I retired when I was 69. I have been to so many countries that I can't remember all of them. I've been to Australia six or seven times and to South Africa three times. I have also been once to Russia but I didn't like it at all: much too cold for me! They say that love is the greatest thing and I agree. I've been married four times but never for more than five years. I don't think women really understand me! I've never been on television, but I've been on the radio once. It was a programme about life in the military about twenty years ago. I met the Prime Minister on the same day. Actually, I've met a lot of famous people: members of the royal family, famous politicians and also famous cinema and television personalities. I've never met the American President though which is a pity. Because I've travelled a lot, I've seen a lot of wonderful things and have also eaten and drunk some strange foods and drinks. I ate cat and rat in India and drank something called Mirto on a little island in Italy many years ago.”
(https://www.esl-lounge.com/student/grammar/2g30-oldcolonel.php)
Assinale a alternativa que apresenta o correto modo temporal dos termos em destaque:
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“I’ to Mr. Pitt and tell him about Tom’s new house.”
(THOMSON, A. J., MARTINET, A. V. A pratical english gramar. New York: Oxford. 1995, p. 192)
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- Autores da EducaçãoVygotsky
- PsicopedagogiaTeorias do desenvolvimento e da aprendizagemVygotsky: Teoria Histórico-Cultural
Vygotsky, um dos principais pensadores da área da Psicologia da Educação, afirma que a linguagem possui duas importantes funções: o intercâmbio social e o pensamento generalizante. Segundo Racy (2012): “Na visão de Vygotsky, a linguagem é o sistema simbólico básico de qualquer sociedade e serve não só para nos comunicarmos, como também para produzirmos um pensamento generalizante, sendo essa a função que coloca a linguagem a serviço do pensamento.” (RACY, 2012, p. 63)
Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) a partir de Racy (2012):
( ) Para Vygotsky, a linguagem age na estrutura do pensamento e a partir dela é que ocorre a construção do conhecimento.
( ) Para Vygotsky, quando a criança pensa em voz alta ou fala sozinha, ela está exercitando o seu pensamento.
( ) As relações sociais do indivíduo com o ambiente não são entendidas como mediadoras da aprendizagem, de acordo com Vygotsky.
( ) Vygotsky não considera o ambiente escolar como propício para a interação entre as crianças e os adultos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
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Muitos anos depois da publicação de Quarto de despejo, diário de uma favelada, novas escritoras negras brasileiras, inspiradas na obra de Carolina Maria de Jesus, formam o livro Carolinas: a nova geração de escritoras negras brasileiras, publicado em 2021, do qual se extrai o texto abaixo.
Entre a rua, este quarto e o ser
(Camila de Oliveira Silva)
Recebo a manhã de pé. Consciente da minha insone madrugada, eu estou à beira das 6h. Pressinto o dia longo, que vai arrastar esse corpo que sequer se esticou. Pronto o café, pronta uma manhã e nem importa que eu não esteja preparada para absolutamente nada hoje. Alguma vez já quis pedir ao dia que me levante. Não sei seguir por essa hora em chamas, nesse amarelo que cai sobre o dia, que não me socorre. Às vezes, antes de ir à rua, me pego querendo ir direto para a noite. Algo me vem em cheio nessas horas e não é a saudade que ontem, sem razão, me consumia de vida e morte.
E de repente já estou na rua, rumando, rearrumando e esfregando meus olhos secos. Esforçando em segurar lágrimas e sabendo que preciso, agora, despejar meu olhar sobre o mundo: o mais seco que eu quiser. Desejo despejar meu olhar dentro dos olhos de todo mundo. Ando, e sinto que os passos só escorrem para alcançar sentido. Quando estou aqui, parece que a rua é tudo o que tenho, sou e tudo o que sobrei. [...]
(LUDEMIR, Julio (org.). Carolinas: a nova geração
de escritoras negras brasileiras. Rio de Janeiro:
Bazar do Tempo: Flup, 2021)
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Muitos anos depois da publicação de Quarto de despejo, diário de uma favelada, novas escritoras negras brasileiras, inspiradas na obra de Carolina Maria de Jesus, formam o livro Carolinas: a nova geração de escritoras negras brasileiras, publicado em 2021, do qual se extrai o texto abaixo.
Entre a rua, este quarto e o ser
(Camila de Oliveira Silva)
Recebo a manhã de pé. Consciente da minha insone madrugada, eu estou à beira das 6h. Pressinto o dia longo, que vai arrastar esse corpo que sequer se esticou. Pronto o café, pronta uma manhã e nem importa que eu não esteja preparada para absolutamente nada hoje. Alguma vez já quis pedir ao dia que me levante. Não sei seguir por essa hora em chamas, nesse amarelo que cai sobre o dia, que não me socorre. Às vezes, antes de ir à rua, me pego querendo ir direto para a noite. Algo me vem em cheio nessas horas e não é a saudade que ontem, sem razão, me consumia de vida e morte.
E de repente já estou na rua, rumando, rearrumando e esfregando meus olhos secos. Esforçando em segurar lágrimas e sabendo que preciso, agora, despejar meu olhar sobre o mundo: o mais seco que eu quiser. Desejo despejar meu olhar dentro dos olhos de todo mundo. Ando, e sinto que os passos só escorrem para alcançar sentido. Quando estou aqui, parece que a rua é tudo o que tenho, sou e tudo o que sobrei. [...]
(LUDEMIR, Julio (org.). Carolinas: a nova geração
de escritoras negras brasileiras. Rio de Janeiro:
Bazar do Tempo: Flup, 2021)
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Muitos anos depois da publicação de Quarto de despejo, diário de uma favelada, novas escritoras negras brasileiras, inspiradas na obra de Carolina Maria de Jesus, formam o livro Carolinas: a nova geração de escritoras negras brasileiras, publicado em 2021, do qual se extrai o texto abaixo.
Entre a rua, este quarto e o ser
(Camila de Oliveira Silva)
Recebo a manhã de pé. Consciente da minha insone madrugada, eu estou à beira das 6h. Pressinto o dia longo, que vai arrastar esse corpo que sequer se esticou. Pronto o café, pronta uma manhã e nem importa que eu não esteja preparada para absolutamente nada hoje. Alguma vez já quis pedir ao dia que me levante. Não sei seguir por essa hora em chamas, nesse amarelo que cai sobre o dia, que não me socorre. Às vezes, antes de ir à rua, me pego querendo ir direto para a noite. Algo me vem em cheio nessas horas e não é a saudade que ontem, sem razão, me consumia de vida e morte.
E de repente já estou na rua, rumando, rearrumando e esfregando meus olhos secos. Esforçando em segurar lágrimas e sabendo que preciso, agora, despejar meu olhar sobre o mundo: o mais seco que eu quiser. Desejo despejar meu olhar dentro dos olhos de todo mundo. Ando, e sinto que os passos só escorrem para alcançar sentido. Quando estou aqui, parece que a rua é tudo o que tenho, sou e tudo o que sobrei. [...]
(LUDEMIR, Julio (org.). Carolinas: a nova geração
de escritoras negras brasileiras. Rio de Janeiro:
Bazar do Tempo: Flup, 2021)
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Muitos anos depois da publicação de Quarto de despejo, diário de uma favelada, novas escritoras negras brasileiras, inspiradas na obra de Carolina Maria de Jesus, formam o livro Carolinas: a nova geração de escritoras negras brasileiras, publicado em 2021, do qual se extrai o texto abaixo.
Entre a rua, este quarto e o ser
(Camila de Oliveira Silva)
Recebo a manhã de pé. Consciente da minha insone madrugada, eu estou à beira das 6h. Pressinto o dia longo, que vai arrastar esse corpo que sequer se esticou. Pronto o café, pronta uma manhã e nem importa que eu não esteja preparada para absolutamente nada hoje. Alguma vez já quis pedir ao dia que me levante. Não sei seguir por essa hora em chamas, nesse amarelo que cai sobre o dia, que não me socorre. Às vezes, antes de ir à rua, me pego querendo ir direto para a noite. Algo me vem em cheio nessas horas e não é a saudade que ontem, sem razão, me consumia de vida e morte.
E de repente já estou na rua, rumando, rearrumando e esfregando meus olhos secos. Esforçando em segurar lágrimas e sabendo que preciso, agora, despejar meu olhar sobre o mundo: o mais seco que eu quiser. Desejo despejar meu olhar dentro dos olhos de todo mundo. Ando, e sinto que os passos só escorrem para alcançar sentido. Quando estou aqui, parece que a rua é tudo o que tenho, sou e tudo o que sobrei. [...]
(LUDEMIR, Julio (org.). Carolinas: a nova geração
de escritoras negras brasileiras. Rio de Janeiro:
Bazar do Tempo: Flup, 2021)
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