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- Equipamentos de RedeBridge
- Equipamentos de RedeGateway
- Equipamentos de RedeRoteador
- Equipamentos de RedeSwitch
Para atender às necessidades atuais das redes de computadores com acesso à internet, é comum dotá-las de equipamentos de interconexão com as seguintes características:
I. dispositivos que filtram e encaminham frames com base no endereço físico;
II. dispositivos que filtram e encaminham frames com base no endereço lógico.
Esses equipamentos são conhecidos, respectivamente, como:
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A figura abaixo ilustra uma rede de computadores padrão IEEE-802.3 que conecta diversos microcomputadores utilizando os endereços indicados num esquema de endereçamento de IP fixo, ressaltando que foi atribuída uma só faixa de endereços para a sub-rede.

Nessas condições, duas máscaras que essa sub-rede deve utilizar são:
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- Protocolos e ServiçosAcesso Remoto e TerminalTELNET: Telecommunications Network
- Protocolos e ServiçosConfiguração de RedeDNS: Domain Name System
- Protocolos e ServiçosTransferência de ArquivosFTP: File Transfer Protocol
Para o funcionamento da Internet, as diversas aplicações que operam por meio de protocolos na camada de aplicação do modelo OSI utilizam portas conhecidas na comunicação com o protocolo TCP da camada de transporte. Nesse contexto, aplicações DNS, FTP e TELNET, na interação com o TCP e SNMP com UDP, utilizam portas padronizadas e identificadas, respectivamente, pelos números:
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Uma rede de computadores está identificada, conforme notação CIDR, pelo IP 160.145.0.0/16. A partir desse IP e empregando-se o esquema de Máscara de Rede de Tamanho Variável, foram configuradas:
- uma sub-rede com capacidade para 31.000 hosts, tendo sido utilizada uma faixa de IPs por meio do CIDR 160.145.0.0/17. Como conseqüência, restou uma faixa para configurar as demais sub-redes, referenciada por 160.145.128.0/17;
- dezesseis sub-redes para 2.000 hosts.
Nessas condições, a configuração que pode ser empregada em uma das quinze sub-redes para 2.000 hosts é:
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Tendo em vista a diversidade de soluções tecnológicas que podem ser adotadas para implementar um sistema de televisão digital interativa, diversos órgãos de padronização concentraram esforços na especificação de padrões, ilustrados por meio da figura abaixo. Da mesma forma que os padrões DVB (“Digital Video Broadcasting”) adotado particularmente na União Européia e ATSC (“Advanced Television Systems Committee”), nos Estados Unidos, o ISDB (“Integrated Services Digital Broadcasting”), especificado pelo Japão, na camada de transporte multiplexa e desmultiplexa os fluxos elementares de áudio, vídeo e dados usando a recomendação MPEG-2 Sistemas.

O padrão ISDB, na camada de codificação, os sinais de áudio e de vídeo utilizam, respectivamente, as recomendações:
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O X.500 é um serviço de diretório universal de forma hierárquica, capaz de suportar grandes quantidades de informação e com enorme capacidade de procura de informação e que tem por objetivo definir a ligação entre serviços de diretórios locais para formar um diretório global distribuído. Esse serviço especifica que a comunicação entre o cliente e o servidor do diretório usa o LDAP (“Lightweight Directory Access Protocol”), executado sobre a pilha de protocolos TCP/IP. O LDAP, por sua vez, é composto por vários modelos, sendo um dos mais importantes o de segurança. Esse modelo utiliza:
- um protocolo que criptografa a comunicação entre cliente e servidor, para garantir a segurança das informações que são trocadas na rede;
- um método de negociação seguro de autenticação entre cliente e servidor, com o objetivo de provar ao serviço que um cliente é válido.
Esses métodos são conhecidos, respectivamente, por:
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O protocolo SNMP (“Simple Network Management Protocol”) faz parte da pilha TCP/IP e é utilizado para obter informações de servidores SNMP. No seu funcionamento, utiliza o conceito de MIB (“Management Information Base”), definido pelo RFC1066 como o conjunto de objetos gerenciados que procura abranger todas as informações necessárias para a gerência da rede. Resultante da evolução, a RFC 1213 definiu três tipos de MIBs que fornecem informações:
T1 – gerais de gerenciamento sobre um determinado equipamento gerenciado, como número de pacotes transmitidos e estado da interface;
T2 – específicas sobre as tecnologias dos meios de transmissão e equipamentos empregados;
T3 – específicas dos equipamentos empregados, como configuração, colisões, sendo também possível reinicializar ou desabilitar uma ou mais portas do roteador.
As MIBs dos tipos T1, T2 e T3 são, respectivamente, dos seguintes tipos:
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No funcionamento do protocolo SNMP (“Simple Network Management Protocol”) existem duas operações básicas e suas derivações, a saber:
OP1 – utilizada para ler o valor da variável; o gerente solicita que o agente obtenha o valor da variável;
OP2 – utilizada para comunicar um evento; o agente comunica ao gerente o acontecimento de um evento, previamente determinado.
As operações OP1 e OP2 são, respectivamente, conhecidas por:
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O protocolo SNMP (“Simple Network Management Protocol”) representa a solução adotada na Internet para permitir que gerentes de redes possam localizar e corrigir problemas. Nesse contexto, a seguir são apresentados os objetivos de duas modalidades de gerência.
G1 – permitir a preparação, a inicialização, a partida, a operação contínua e a posterior suspensão dos serviços de interconexão entre sistemas abertos, com a função de manutenção e monitoração da estrutura física e lógica de uma rede, incluindo a verificação da existência dos componentes e da interconectividade entre esses componentes;
G2 – monitorar os estados dos recursos, da manutenção de cada um dos objetos gerenciados, e pelas decisões que devem ser tomadas para restabelecer as unidades do sistema que venham a dar problemas.
As modalidades de gerência descritos em G1 e G2 são, respectivamente, denominadas gerência de:
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FGV
Orgão: Senado
- Memória e ArmazenamentoDAS: Direct Attached Storage
- Memória e ArmazenamentoNAS: Network Attached Storage
Quando há necessidade de mais espaço de armazenamento em um microcomputador, a opção mais comum é simplesmente adquirir outro HD. Quando se faz referência a armazenamento em redes, três siglas surgem como solução: NAS, DAS e SAN. A esse respeito, analise as afirmativas a seguir:
I. DAS (Direct Attached Storage) refere-se a dispositivos de armazenamento externo ligados diretamente ao servidor ou a qualquer outro micro da rede, como no caso das “cases” de HD ligadas a portas USB.
II. NAS (Network Attached Storage) refere-se a uma máquina que funciona como um servidor de arquivos ligado diretamente na rede e que roda um sistema operacional completo.
III. SAS (Serial Attached SCSI) é um barramento serial, similar ao SATA utilizado em HDs domésticos, mas que adiciona recursos para o uso em servidores. As versões iniciais do SAS suportavam taxas de transferência de 150 e 300 MB/s. Recentemente foi introduzido o padrão de 600 MB/s e passou a ser desenvolvido o padrão seguinte, de 1,2 GB/s.
Assinale:
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