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Foram encontradas 80 questões.

2447007 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

Sobre os traumatismos do osso temporal, é correto afirmar que:

 

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2447006 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

Em relação ao PAIR (Perda Auditiva Induzida pelo Ruído) é INCORRETO afirmar que:

 

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2447005 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

Em relação à otite média aguda (OMA), defina como certo (C) ou errado (E) as afirmativas abaixo:

( ) Em crianças HIV positivas com imunossupressão grave e OMA, deve-se suspeitar da infecção por Staphylococcus aureus.

( ) São exemplos de complicações intratemporais da OMA: otite média aguda necrosante, mastoidite aguda, paralisia facial, trombose do seio cavernoso e labirintite supurativa.

( ) Em relação ao tratamento da OMA, definido pela American Academy of Otolaryngology – Head, Neck Surgery (AAO-HNS), a administração de Amoxacilina/Clavulanato deve ser em casos com complicações.

( ) A labirintite serosa é uma complicação da OMA e provoca uma perda auditiva neurossensorial de 20 a 40dB.

( ) A petrosite aguda, como complicação da OMA, é manifestada pela clássica síndrome de Gradenigo.

Assinale a sequência correta de cima para baixo.

 

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2447004 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

Em relação ao colesteatoma, qual das afirmativas está correta?

 

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2447003 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

Na audiometria do tronco cerebral, qual o tipo de traçado que NÃO caracteriza afecções retrococleares?

 

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2447002 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

Em relação à Eletrococleografia (ECochG), defina como certo (C) ou errado (E) as afirmativas abaixo:

( ) A ECochG pode ser indicada nos pacientes com deficiência auditiva de grau moderadamente severo, nos quais a onda I da audiometria do tronco encefálico está ausente.

( ) Na hidrópsia endolinfática, a amplitude do potencial de ação apresenta-se frequentemente aumentada, particularmente quando comparada com a amplitude do potencial de somação.

( ) O sinal de hidrópsia endolinfática é quando o potencial de ação apresenta amplitude superior a 30% em relação à amplitude do potencial de somação do nervo auditivo.

( ) A utilização clínica da ECochG é focada na avaliação e monitorização da doença de Ménière ou hidrópsia endolinfática.

( ) O microfonismo coclear é uma resposta elétrica e tem a sua origem nas células ciliadas internas.

Assinale a sequência correta de cima para baixo.

 

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2447001 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

Em relação à aplicação clínica das Emissões Otoacústicas (EOA), é INCORRETO afirmar que:

 

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2447000 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

Em relação à orelha média, é correto afirmar que:

 

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2446999 Ano: 2012
Disciplina: Medicina
Banca: FGV
Orgão: Senado

Em relação ao Schwannoma do nervo vestibulococlear, defina como certo (C) ou errado (E) as afirmativas abaixo:

( ) Representa aproximadamente 38% de todos os tumores intracranianos.

( ) Cerca de dois terços dos tumores surgem da divisão vestibular.

( ) O diagnóstico por imagem é realizado seguramente por ressonância magnética sem gadolínio, detectando tumores intracanaliculares de até 0.5mm de diâmetro.

( ) Representa 10% dos tumores do ângulo ponto cerebelar.

( ) O diagnóstico por ressonância magnética proporciona o tratamento cirúrgico precoce.

Assinale a sequência correta de cima para baixo.

 

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2444054 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: FGV
Orgão: Senado
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Texto para a questão.
Fukuyama e o futuro da história
Em dois continentes de importância para o mundo desdobram-se neste momento crises virtualmente existenciais no que diz respeito a seus modelos econômicos-sociais.
Nos EUA, a oposição republicana a Obama tenta conquistar a Casa Branca com base em postura quase religiosa em favor da redução do imenso déficit público unicamente pela via da eliminação de gastos, com a preservação e mesmo a ampliação de vantagens tributárias que só fazem privilegiar os mais ricos.
Na Europa, o Estado do bem-estar se vê questionado. Não tanto sua essência, mas sim sua extensão passa a ser objeto de reavaliação, ao impacto de crise recessiva que tende a perdurar por longo tempo.
Enquanto isso, na China e em outras partes da Ásia Oriental viceja um autoritário capitalismo de Estado que aos olhos de alguns analistas do Ocidente constituiria modelo invejável - ainda que, pensando bem, seja esse alegado "Consenso de Pequim" (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington") de indesejável e inviável implantação em países com regimes verdadeiramente democráticos, baseados no Estado de Direito, nas liberdades civis e na economia de mercado.
Nos EUA a corrida eleitoral em curso expressa sociedade inusitadamente polarizada. E, em certo sentido, espantada e desorientada diante de nova realidade pouco assimilada: a inexorável tendência à crescente desigualdade socioeconômica.
Em 1974, o 1% mais rico detinha 9% da riqueza nacional. Hoje, possui quase 25%. Desigualdade que uns desejam enfrentar pela via do assistencialismo e de medidas de sentido distributivo e outros preferem não enxergar ou acreditam ser um mal passageiro, a ser sobrepujado pelo retorno ao "laissez-faire" e a medida regressivas, supostamente favorecedoras dos pobres e das classes médias pela via do "trickle down" (gotejamento) da riqueza acumulada pelos ricos.
Na Europa, supostamente mais organizada, falhou a regulamentação financeira, o que convergiu com a crise de 2008 nos EUA para dar origem à presente situação. Nesse erro se encontraram o capitalismo neoliberal americano e a "economia social de mercado" dos alemães.
É interessante constatar, em que tal contexto o surgimento em vários países de movimentos populistas de direita (veja-se o Tea Party nos EUA) e a ausência de um pensamento de esquerda mais amplo e integrado, capaz de colocar alternativas ao que tem sido uma globalização em importantes aspectos descontrolada, que ameaça encolher as classes médias nos países desenvolvidos, trazendo riscos à própria democracia representativa.
E, surpresa!, quem a esta altura clama pelo surgimento de um lúcido pensamento de esquerda, a contrabalançar os populismos de direita, é o famoso Francis Fukuyama. Ele, que com seu livro "O Fim da História" dera como definitivo o triunfo da democracia liberal e da economia de mercado sobre o socialismo real, expressa, em recente artigo na prestigiosa "Foreign Affairs" ("O Futuro da História"), preocupação com os riscos de que os avanços tecnológicos subjacentes à globalização enfraqueçam as classes médias nos países desenvolvidos. Critica o que chama de "ausência da esquerda" e clama por nova mobilização em favor de Estados mais fortes, de medidas redistributivas e de questionamento dos privilégios das atuais elites dominantes.
(Roberta Abdenur. Folha de S. Paulo, 25 de janeiro de 2012)
No texto, há quatro ocorrências do uso de parênteses:
I. (fazendo jogo de contraste com o "Consenso de Washington");
II. (gotejamento).
III. (veja-se o Tea Party nos EUA); e
IV. ("O Futuro da História").
Sabendo-se que os parênteses têm usos diversos, é correto afirmar que
 

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