Foram encontradas 60 questões.
Licitação nada mais é que o conjunto de procedimentos administrativos para as compras ou serviços contratados pelos governos Federal, Estadual ou Municipal, ou seja todos os entes federativos. De forma mais simples, podemos dizer que o governo deve comprar e contratar serviços seguindo regras de lei. Assim, a licitação é um processo formal onde há a competição entre os interessados. São modalidades de Licitação:
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Com base nos dados da questão anterior assinale o item que contém a quantidade de pessoas que gostam somente de futebol, somente de vôlei e somente de basquete respectivamente.
Dados da Questão anterior: "Uma pesquisa feita com 50 pessoas sobre esportes obteve o seguinte resultado: 23 pessoas gostam de futebol, 18 gostam de basquete e 14 gostam de vôlei; 10 gostam de futebol e basquete, 9 gostam de futebol e vôlei, 8 gostam de basquete e vôlei e 5 gostam das três modalidades".
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Uma pesquisa feita com 50 pessoas sobre esportes obteve o seguinte resultado: 23 pessoas gostam de futebol, 18 gostam de basquete e 14 gostam de vôlei; 10 gostam de futebol e basquete, 9 gostam de futebol e vôlei, 8 gostam de basquete e vôlei e 5 gostam das três modalidades. Com base nas informações acima assinale o item que contém a quantidade de pessoas entrevistadas que responderam que NÃO gostam de nenhuma das três modalidades.
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Texto 1
Homossexualidade e homofobia na escola: como lidar?
A pesquisa “Juventudes e Sexualidade no Brasil”, publicada pela UNESCO em 2004, mostra que 39,6% dos meninos não gostariam de ter um colega de classe homossexual. É hora de falar do assunto nas salas de aula.
“Homossexualidade é o mais difícil tema relacionado à sexualidade”, diz Mônica Marques Ribeiro, professora de Biologia da Escola Estadual Ary Corrêa (de Ourinhos, São Paulo), que há dez anos aborda a sexualidade nas salas de aula. A abordagem do assunto nas escolas pode até deixar alguns pais receosos, mas é necessário entender que é importante que o respeito às diferenças esteja presente no currículo. Informar é o primeiro passo para a quebra do preconceito.
Muitas pessoas, por exemplo, partem do pressuposto de que a bissexualidade e a homossexualidade são desvios de caráter, uma doença ou ainda algo contagioso. “A psicologia já demonstrou que ninguém sabe explicar cientificamente por que as pessoas são heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Há fatores biológicos, psicológicos e sociais, mas é impossível determinar uma única causa”, explica Lula Ramires, mestre em Educação pela USP. “Em uma sociedade como a nossa, qualquer um que saia da norma heterossexual é imediatamente tratado com descaso, desprezo, humilhação e até com violência física. É isso o que chamamos de homofobia”, explica Ramires, que também é coordenador do Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor de defesa dos direitos LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).
Para evitar o constrangimento, assédio ou bullying por parte dos estudantes, a família e a escola podem – e devem – falar aos jovens sobre a necessidade de respeitar as diferenças e de refletir sobre como quem não tem o “comportamento padrão” imposto pela sociedade sofre muito. Falar dos diferentes tipos de orientação sexual (atração afetiva pelo mesmo sexo ou identificação física e psicológica com o sexo oposto) no ambiente escolar faz parte disso, embora não seja fácil.
Recentemente, o Ministério da Educação envolveu-se em uma polêmica ao anunciar a distribuição de um kit anti-homofobia nas escolas. Contendo vídeos e material de apoio aos professores, o material foi amplamente criticado pela bancada evangélica da Câmara dos Deputados. A ideia agora é reformular o kit, para que ele combata também outros preconceitos.
A homossexualidade, portanto, é uma questão que deve ser debatida na escola.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/importante-falarsexo-escolas-629611.shtml Acesso em 13 de julho de 2015 (com adaptações).
As expressões A pesquisa “Juventudes e Sexualidade no Brasil”, diz Mônica Marques Ribeiro e A psicologia já demonstrou (...):
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Numa determinada pesquisa feita por estudantes de uma escola, verificou-se que, das pessoas consultadas 100 liam a revista A, 150 liam a revista B, 20 liam das duas revistas e 110 não liam nenhuma revista. Quantas pessoas foram consultadas?
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Três pontos !$ A !$, !$ B !$ e !$ M !$ distintos estão sobre uma semi-reta. !$ A !$ e !$ B !$ são as extremidades dessa semi-reta e !$ M !$ é o ponto médio de !$ \overline{AB} . \overline{AM}=2x-5 !$ e !$ \overline{MB}=x+8 !$. Com base nesses dados, qual a distancia !$ \overline {AB} !$?
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O Windows é um sistema operacional criado pela Microsoft, empresa fundada por Bill Gates e Paul Allen. É o sistema operacional mais utilizado em computadores pessoais no mundo. Em relação ao Windows é INCORRETO afirmar que:
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Texto 1
Homossexualidade e homofobia na escola: como lidar?
A pesquisa “Juventudes e Sexualidade no Brasil”, publicada pela UNESCO em 2004, mostra que 39,6% dos meninos não gostariam de ter um colega de classe homossexual. É hora de falar do assunto nas salas de aula.
“Homossexualidade é o mais difícil tema relacionado à sexualidade”, diz Mônica Marques Ribeiro, professora de Biologia da Escola Estadual Ary Corrêa (de Ourinhos, São Paulo), que há dez anos aborda a sexualidade nas salas de aula. A abordagem do assunto nas escolas pode até deixar alguns pais receosos, mas é necessário entender que é importante que o respeito às diferenças esteja presente no currículo. Informar é o primeiro passo para a quebra do preconceito.
Muitas pessoas, por exemplo, partem do pressuposto de que a bissexualidade e a homossexualidade são desvios de caráter, uma doença ou ainda algo contagioso. “A psicologia já demonstrou que ninguém sabe explicar cientificamente por que as pessoas são heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Há fatores biológicos, psicológicos e sociais, mas é impossível determinar uma única causa”, explica Lula Ramires, mestre em Educação pela USP. “Em uma sociedade como a nossa, qualquer um que saia da norma heterossexual é imediatamente tratado com descaso, desprezo, humilhação e até com violência física. É isso o que chamamos de homofobia”, explica Ramires, que também é coordenador do Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor de defesa dos direitos LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).
Para evitar o constrangimento, assédio ou bullying por parte dos estudantes, a família e a escola podem – e devem – falar aos jovens sobre a necessidade de respeitar as diferenças e de refletir sobre como quem não tem o “comportamento padrão” imposto pela sociedade sofre muito. Falar dos diferentes tipos de orientação sexual (atração afetiva pelo mesmo sexo ou identificação física e psicológica com o sexo oposto) no ambiente escolar faz parte disso, embora não seja fácil.
Recentemente, o Ministério da Educação envolveu-se em uma polêmica ao anunciar a distribuição de um kit anti-homofobia nas escolas. Contendo vídeos e material de apoio aos professores, o material foi amplamente criticado pela bancada evangélica da Câmara dos Deputados. A ideia agora é reformular o kit, para que ele combata também outros preconceitos.
A homossexualidade, portanto, é uma questão que deve ser debatida na escola.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/importante-falarsexo-escolas-629611.shtml Acesso em 13 de julho de 2015 (com adaptações).
Dadas a situação de comunicação, as estruturas linguísticas e a temática abordada, classifica-se mais adequadamente o texto 1 como:
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2245390
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Os três principais candidatos a Governador na eleição de 2014 no Paraná foram Beto Richa do PSDB, Gleisi Hoffmann do PT e Roberto Requião do PMDB. Em relação ao tema marque o item INCORRETO:
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Levar ao conhecimento de todos os seus atos, contratos ou instrumentos jurídicos como um todo.
Isso dá transparência e confere a possibilidade de qualquer pessoa questionar e controlar toda a atividade administrativa que deve representar o interesse público, por isso não se justifica, de regra, o sigilo. Essa definição de um princípio básico da administração está explicitada no item:
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