Foram encontradas 60 questões.
A metrologia é a ciência das medições e suas aplicações na sociedade e na indústria mecânica. Por se tratar de uma ciência tão abrangente e necessária em tantas atividades humanas, a metrologia engloba todos os aspectos teóricos e práticos de todas as medições que são realizadas nas mais diversas ciências e tecnologias. Analise as afirmações.
I. A Metrologia Científica, que utiliza instrumentos laboratoriais, pesquisas e metodologias científicas, que têm por base padrões de medição nacionais e internacionais, para o alcance de altos níveis de qualidade metrológica.
II. A Metrologia Industrial, que controla e fiscaliza todos aqueles instrumentos e medidas que estão relacionadas com o consumidor.
III. A Metrologia Legal, cujos sistemas de medição controlam processos produtivos industriais e são responsáveis pela garantia da qualidade dos produtos acabados.
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A Internet é uma rede de várias outras redes, que consiste de milhões de empresas privadas, públicas, acadêmicas e de governo, com alcance local e global e que está ligada por uma ampla variedade de tecnologias de rede eletrônica, sem fio e ópticas e tem uma importância inestimável para a vida moderna. Em relação a Internet e seus serviços, é INCORRETO afirmar que:
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O Princípio da Finalidade, relacionado com a impessoalidade relativa à Administração, orienta que as normas administrativas têm que ter sempre como objetivo o interesse público. Pensando neste Princípio, analise os itens a seguir:
I. Se o agente público pratica atos em conformidade com a lei, encontra-se, indiretamente, com a Finalidade, que está embutida na própria norma.
II. Em relação à Finalidade, uma reunião, um comício ou uma passeata de interesse coletivo, autorizadas pela Administração Pública, poderão ser dissolvidas, se se tornarem violentas, a ponto de causarem problemas à coletividade.
III. Quem dissolve uma passeata, não pratica um ato de interesse público.
IV. O desvio da finalidade pública também pode ser encontrado nos casos de desapropriação de imóveis pelo Poder Público, com finalidade pública, através de indenizações ilícitas.
Analisados os itens acima, é CORRETO afirmar que:
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Analise as afirmações abaixo e marque a opção CORRETA:
I. A tensão elétrica está relacionada com a energia necessária para o deslocamento de cargas elétricas. Também conhecida por voltagem ou diferença de potencial. É representada pelas letras V, v ou v(t). A unidade de medida de tensão elétrica é o Volt (V) e também podem ser usados múltiplos e submúltiplos como: kilovolt(kV), milivolt(mV), entre outros.
II. Resistência elétrica é a oposição dos materiais à passagem da corrente elétrica, ou mais precisamente, ao movimento de cargas elétricas. O elemento ideal usado como modelo para este comportamento é o resistor. Representa-se a resistência pela letra R. A unidade de medida de resistência é o Coulomb (C), mas é muito frequente o uso de múltiplos como o kilocoulomb (kC) e o megacoulomb (MC) e submúltiplos como o milicoulomb (mC) e microcoulomb (μC).
III. Potência é a energia por unidade de tempo, fornecida ou recebida por um elemento e é igual ao produto da tensão entre os terminais do elemento pela corrente que o atravessa. Representa-se a potência pela letra P e sua unidade de medida é o Watt (W). Normalmente se usam como múltiplos do Watt o kilowatt (kW) e o megawatt (MW) e como submúltiplos o miliwatt (mW) e o microwatt (μW).
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Os princípios da Administração Pública estão enumerados no art. 37 da Constituição Federal. Marque a alternativa CORRETA em relação a quem deve se submeter a esses princípios:
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Texto 1
Homossexualidade e homofobia na escola: como lidar?
A pesquisa “Juventudes e Sexualidade no Brasil”, publicada pela UNESCO em 2004, mostra que 39,6% dos meninos não gostariam de ter um colega de classe homossexual. É hora de falar do assunto nas salas de aula.
“Homossexualidade é o mais difícil tema relacionado à sexualidade”, diz Mônica Marques Ribeiro, professora de Biologia da Escola Estadual Ary Corrêa (de Ourinhos, São Paulo), que há dez anos aborda a sexualidade nas salas de aula. A abordagem do assunto nas escolas pode até deixar alguns pais receosos, mas é necessário entender que é importante que o respeito às diferenças esteja presente no currículo. Informar é o primeiro passo para a quebra do preconceito.
Muitas pessoas, por exemplo, partem do pressuposto de que a bissexualidade e a homossexualidade são desvios de caráter, uma doença ou ainda algo contagioso. “A psicologia já demonstrou que ninguém sabe explicar cientificamente por que as pessoas são heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Há fatores biológicos, psicológicos e sociais, mas é impossível determinar uma única causa”, explica Lula Ramires, mestre em Educação pela USP. “Em uma sociedade como a nossa, qualquer um que saia da norma heterossexual é imediatamente tratado com descaso, desprezo, humilhação e até com violência física. É isso o que chamamos de homofobia”, explica Ramires, que também é coordenador do Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor de defesa dos direitos LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).
Para evitar o constrangimento, assédio ou bullying por parte dos estudantes, a família e a escola podem – e devem – falar aos jovens sobre a necessidade de respeitar as diferenças e de refletir sobre como quem não tem o “comportamento padrão” imposto pela sociedade sofre muito. Falar dos diferentes tipos de orientação sexual (atração afetiva pelo mesmo sexo ou identificação física e psicológica com o sexo oposto) no ambiente escolar faz parte disso, embora não seja fácil.
Recentemente, o Ministério da Educação envolveu-se em uma polêmica ao anunciar a distribuição de um kit anti-homofobia nas escolas. Contendo vídeos e material de apoio aos professores, o material foi amplamente criticado pela bancada evangélica da Câmara dos Deputados. A ideia agora é reformular o kit, para que ele combata também outros preconceitos.
A homossexualidade, portanto, é uma questão que deve ser debatida na escola.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/importante-falarsexo-escolas-629611.shtml Acesso em 13 de julho de 2015 (com adaptações).
Assinale a alternativa em que a informação está de acordo com as ideias do texto.
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Dos itens abaixo, marque aquele que apresenta somente elementos de automação.
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Assinale o item que contém a negação da seguinte frase “hoje é segunda-feira e amanhã não choverá”.
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Mapa de Karnaugh é um método de simplificação gráfico criado por Edward Veitch (1952) e aperfeiçoado pelo engenheiro de telecomunicações Maurice Karnaugh. Chamamos esse diagrama de mapa, visto este ser um mapeamento biunívoco a partir de uma tabela verdade da função que está a ser analisada. Sobre esse mapa, marque a opção CORRETA.
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Texto 1
Homossexualidade e homofobia na escola: como lidar?
A pesquisa “Juventudes e Sexualidade no Brasil”, publicada pela UNESCO em 2004, mostra que 39,6% dos meninos não gostariam de ter um colega de classe homossexual. É hora de falar do assunto nas salas de aula.
“Homossexualidade é o mais difícil tema relacionado à sexualidade”, diz Mônica Marques Ribeiro, professora de Biologia da Escola Estadual Ary Corrêa (de Ourinhos, São Paulo), que há dez anos aborda a sexualidade nas salas de aula. A abordagem do assunto nas escolas pode até deixar alguns pais receosos, mas é necessário entender que é importante que o respeito às diferenças esteja presente no currículo. Informar é o primeiro passo para a quebra do preconceito.
Muitas pessoas, por exemplo, partem do pressuposto de que a bissexualidade e a homossexualidade são desvios de caráter, uma doença ou ainda algo contagioso. “A psicologia já demonstrou que ninguém sabe explicar cientificamente por que as pessoas são heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Há fatores biológicos, psicológicos e sociais, mas é impossível determinar uma única causa”, explica Lula Ramires, mestre em Educação pela USP. “Em uma sociedade como a nossa, qualquer um que saia da norma heterossexual é imediatamente tratado com descaso, desprezo, humilhação e até com violência física. É isso o que chamamos de homofobia”, explica Ramires, que também é coordenador do Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor de defesa dos direitos LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).
Para evitar o constrangimento, assédio ou bullying por parte dos estudantes, a família e a escola podem – e devem – falar aos jovens sobre a necessidade de respeitar as diferenças e de refletir sobre como quem não tem o “comportamento padrão” imposto pela sociedade sofre muito. Falar dos diferentes tipos de orientação sexual (atração afetiva pelo mesmo sexo ou identificação física e psicológica com o sexo oposto) no ambiente escolar faz parte disso, embora não seja fácil.
Recentemente, o Ministério da Educação envolveu-se em uma polêmica ao anunciar a distribuição de um kit anti-homofobia nas escolas. Contendo vídeos e material de apoio aos professores, o material foi amplamente criticado pela bancada evangélica da Câmara dos Deputados. A ideia agora é reformular o kit, para que ele combata também outros preconceitos.
A homossexualidade, portanto, é uma questão que deve ser debatida na escola.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/importante-falarsexo-escolas-629611.shtml Acesso em 13 de julho de 2015 (com adaptações).
Acerca dos operadores argumentativos empregados no texto, é CORRETO afirmar que:
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