Foram encontradas 60 questões.
O valor das passagens de ônibus do interior de um estado até sua capital sofreu uma redução no seu valor de R$ 30,50 para R$ 28,50. Com base nessas informações, assinale a alternativa com o percentual aproximado da redução dessas passagens.
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A Internet é uma rede de várias outras redes, que consiste de milhões de empresas privadas, públicas, acadêmicas e de governo, com alcance local e global e que está ligada por uma ampla variedade de tecnologias de rede eletrônica, sem fio e ópticas e tem uma importância inestimável para a vida moderna. Em relação a Internet e seus serviços, é INCORRETO afirmar que:
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O Princípio da Finalidade, relacionado com a impessoalidade relativa à Administração, orienta que as normas administrativas têm que ter sempre como objetivo o interesse público. Pensando neste Princípio, analise os itens a seguir:
I. Se o agente público pratica atos em conformidade com a lei, encontra-se, indiretamente, com a Finalidade, que está embutida na própria norma.
II. Em relação à Finalidade, uma reunião, um comício ou uma passeata de interesse coletivo, autorizadas pela Administração Pública, poderão ser dissolvidas, se se tornarem violentas, a ponto de causarem problemas à coletividade.
III. Quem dissolve uma passeata, não pratica um ato de interesse público.
IV. O desvio da finalidade pública também pode ser encontrado nos casos de desapropriação de imóveis pelo Poder Público, com finalidade pública, através de indenizações ilícitas.
Analisados os itens acima, é CORRETO afirmar que:
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Os princípios da Administração Pública estão enumerados no art. 37 da Constituição Federal. Marque a alternativa CORRETA em relação a quem deve se submeter a esses princípios:
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Texto 1
Homossexualidade e homofobia na escola: como lidar?
A pesquisa “Juventudes e Sexualidade no Brasil”, publicada pela UNESCO em 2004, mostra que 39,6% dos meninos não gostariam de ter um colega de classe homossexual. É hora de falar do assunto nas salas de aula.
“Homossexualidade é o mais difícil tema relacionado à sexualidade”, diz Mônica Marques Ribeiro, professora de Biologia da Escola Estadual Ary Corrêa (de Ourinhos, São Paulo), que há dez anos aborda a sexualidade nas salas de aula. A abordagem do assunto nas escolas pode até deixar alguns pais receosos, mas é necessário entender que é importante que o respeito às diferenças esteja presente no currículo. Informar é o primeiro passo para a quebra do preconceito.
Muitas pessoas, por exemplo, partem do pressuposto de que a bissexualidade e a homossexualidade são desvios de caráter, uma doença ou ainda algo contagioso. “A psicologia já demonstrou que ninguém sabe explicar cientificamente por que as pessoas são heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Há fatores biológicos, psicológicos e sociais, mas é impossível determinar uma única causa”, explica Lula Ramires, mestre em Educação pela USP. “Em uma sociedade como a nossa, qualquer um que saia da norma heterossexual é imediatamente tratado com descaso, desprezo, humilhação e até com violência física. É isso o que chamamos de homofobia”, explica Ramires, que também é coordenador do Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor de defesa dos direitos LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).
Para evitar o constrangimento, assédio ou bullying por parte dos estudantes, a família e a escola podem – e devem – falar aos jovens sobre a necessidade de respeitar as diferenças e de refletir sobre como quem não tem o “comportamento padrão” imposto pela sociedade sofre muito. Falar dos diferentes tipos de orientação sexual (atração afetiva pelo mesmo sexo ou identificação física e psicológica com o sexo oposto) no ambiente escolar faz parte disso, embora não seja fácil.
Recentemente, o Ministério da Educação envolveu-se em uma polêmica ao anunciar a distribuição de um kit anti-homofobia nas escolas. Contendo vídeos e material de apoio aos professores, o material foi amplamente criticado pela bancada evangélica da Câmara dos Deputados. A ideia agora é reformular o kit, para que ele combata também outros preconceitos.
A homossexualidade, portanto, é uma questão que deve ser debatida na escola.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/importante-falarsexo-escolas-629611.shtml Acesso em 13 de julho de 2015 (com adaptações).
Assinale a alternativa em que a informação está de acordo com as ideias do texto.
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2245321
Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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A NR – 5 prevê a criação da CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador. Em relação ao tema, marque o item CORRETO:
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2245311
Ano: 2015
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: CONSULPAM
Orgão: SERCOMTEL
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Em relação à Avaliação de Conformidade dos Equipamentos de Proteção Individual, é INCORRETO afirmar que:
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Assinale o item que contém a negação da seguinte frase “hoje é segunda-feira e amanhã não choverá”.
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Texto 1
Homossexualidade e homofobia na escola: como lidar?
A pesquisa “Juventudes e Sexualidade no Brasil”, publicada pela UNESCO em 2004, mostra que 39,6% dos meninos não gostariam de ter um colega de classe homossexual. É hora de falar do assunto nas salas de aula.
“Homossexualidade é o mais difícil tema relacionado à sexualidade”, diz Mônica Marques Ribeiro, professora de Biologia da Escola Estadual Ary Corrêa (de Ourinhos, São Paulo), que há dez anos aborda a sexualidade nas salas de aula. A abordagem do assunto nas escolas pode até deixar alguns pais receosos, mas é necessário entender que é importante que o respeito às diferenças esteja presente no currículo. Informar é o primeiro passo para a quebra do preconceito.
Muitas pessoas, por exemplo, partem do pressuposto de que a bissexualidade e a homossexualidade são desvios de caráter, uma doença ou ainda algo contagioso. “A psicologia já demonstrou que ninguém sabe explicar cientificamente por que as pessoas são heterossexuais, bissexuais ou homossexuais. Há fatores biológicos, psicológicos e sociais, mas é impossível determinar uma única causa”, explica Lula Ramires, mestre em Educação pela USP. “Em uma sociedade como a nossa, qualquer um que saia da norma heterossexual é imediatamente tratado com descaso, desprezo, humilhação e até com violência física. É isso o que chamamos de homofobia”, explica Ramires, que também é coordenador do Corsa (Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor de defesa dos direitos LGBT – Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis).
Para evitar o constrangimento, assédio ou bullying por parte dos estudantes, a família e a escola podem – e devem – falar aos jovens sobre a necessidade de respeitar as diferenças e de refletir sobre como quem não tem o “comportamento padrão” imposto pela sociedade sofre muito. Falar dos diferentes tipos de orientação sexual (atração afetiva pelo mesmo sexo ou identificação física e psicológica com o sexo oposto) no ambiente escolar faz parte disso, embora não seja fácil.
Recentemente, o Ministério da Educação envolveu-se em uma polêmica ao anunciar a distribuição de um kit anti-homofobia nas escolas. Contendo vídeos e material de apoio aos professores, o material foi amplamente criticado pela bancada evangélica da Câmara dos Deputados. A ideia agora é reformular o kit, para que ele combata também outros preconceitos.
A homossexualidade, portanto, é uma questão que deve ser debatida na escola.
Disponível em: http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/importante-falarsexo-escolas-629611.shtml Acesso em 13 de julho de 2015 (com adaptações).
Acerca dos operadores argumentativos empregados no texto, é CORRETO afirmar que:
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Se um triângulo !$ ABC !$ é isósceles de base !$ \overline{AC} !$. Assinale a alternativa com o valor de x, de tal modo que, !$ \hat{A}=x+30º !$ e !$ \hat{C}=2x-20º !$.
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