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A hemorragia digestiva alta refere-se a sangramentos que se originam do trato gastrointestinal proximal ao ligamento de Treitz, sendo o maior responsável por esse tipo de hemorragia. Sobre o manejo da hemorragia digestiva alta, é correto afirmar que
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Sabe-se que a maioria dos pacientes com colelitíase assintomática desenvolverão sintomas no decorrer da vida, contudo, para certos subgrupos de pacientes, a colecistectomia profilática deve ser considerada. Em qual subgrupo a colecistectomia deve ser realizada?
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No Brasil, o câncer de estômago é o terceiro tipo mais frequente entre homens e o quinto entre as mulheres. O tratamento do câncer gástrico evoluiu consideravelmente nos últimos anos. Segundo o II Consenso Brasileiro de Câncer Gástrico, realizado pela Associação Brasileira de Câncer Gástrico, podemos afirmar que
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O processo cicatricial é comum a todas as feridas, independentemente do agente que a causou, é sistêmico e dinâmico e está diretamente relacionado às condições gerais do organismo. Didaticamente dividida em três fases, com diferentes terminologias. Quais são as fases, na ordem cronológica, do processo cicatricial?
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O FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma) tem sido cada vez mais utilizado e hoje pode ser considerado uma importante ferramenta de avaliação do paciente politraumatizado. Em relação ao uso da ultrassonografia na sala de trauma, quais são as principais janelas que precisam ser avaliadas?
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Leia o caso clínico.
Homem de 27 anos de idade, vítima de agressão por arma branca há 20 minutos, foi encaminhado ao pronto-socorro pela equipe de resgate. Na chegada: pressão arterial = 140 x 90 mmHg, frequência cardíaca = 112 bpm, Glasgow = 15. Abdome com ferimento na linha axilar média ao nível da cicatriz umbilical, doloroso à palpação difusa, sem sinais de peritonite. Realizado o FAST (Focused Assessment with Sonography for Trauma), com resultado negativo.
Qual é a melhor conduta imediata?
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Leia o caso clínico.
Homem de 30 anos, vítima de ferimento por arma branca em 7º espaço intercostal, linha axilar média. Sem outras lesões.
Via aérea livre, verbalizando. MV audível bilateralmente, FR – 24ipm. PA -130x90mmHg, FC – 100bpm. Glasgow 15. Radiografia de tórax – normal.
Qual a conduta deve ser adotada?
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Leia o caso clínico.
Vítima de colisão moto x carro chega ao pronto-socorro imobilizada em prancha rígida, com colar cervical. A via aérea está pérvia e não tem desvio de traqueia nem enfisema cervical. A expansibilidade torácica está diminuída à direita, com crepitação e dor à palpação de hemitórax à direita. A ausculta mostra murmúrio vesicular pouco diminuído desse lado. Saturação de oxigênio, com máscara: 89%. Pulso: 120 bpm, regular; PA: 130 × 90 mmHg. Glasgow: 15. Não há outras lesões evidentes na avaliação inicial. Radiografia do tórax na sala de trauma com consolidações e atenuação em vidro fosco em hemitórax direito. Fratura de arcos costais – 4º ao 8º.
Qual é a melhor conduta imediata?
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Leia o caso clínico.
Homem de 35 anos de idade é trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, vítima de acidente motociclístico há 20 minutos (moto x anteparo fixo). Apresenta dor torácica à direita, taquidispneia, com timpanismo à percussão do hemitórax direito, murmúrio vesicular diminuído à direita e estridor à esquerda. Apresenta agitação, Glasgow 15. Trauma em face com sangramento abundante e coágulos em boca. Sinais vitais: pressão arterial = 110 x 70 mmHg, frequência cardíaca = 108 bpm e frequência respiratória = 32 ipm.
Qual é a melhor conduta imediata?
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Paciente de 46 anos, com história de colelitíase há longa data, há 3 dias, apresentou icterícia, colúria e acolia fecal. Evoluiu há 24 horas, com febre alta, calafrios e leucocitose. Qual é a melhor abordagem terapêutica?
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