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1480982 Ano: 2006
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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ATENÇÃO: Considere, nas questões a seguir, a configuração padrão de software e hardware a menos quando especificado em contrário.

Observe o trecho de código Delphi7 a seguir:

enunciado 1480982-1

O escopo da variável x é:

 

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1480981 Ano: 2006
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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ATENÇÃO: Considere, nas questões a seguir, a configuração padrão de software e hardware a menos quando especificado em contrário.

O trecho de código Delphi7 a seguir mostra a utilização de parâmetros em um comando SQL executado através de um componente TQuery. Observe que neste código está faltando uma linha onde o valor do parâmetro é preenchido.

enunciado 1480981-1

Se quisermos inserir a editora Rocco na tabela, a linha que está faltando pode ser substituída por:

 

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1480980 Ano: 2006
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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ATENÇÃO: Considere, nas questões a seguir, a configuração padrão de software e hardware a menos quando especificado em contrário.

Observe o programa Delphi7 a seguir. Suponha que o arquivo arquivo.txt existe e que ele contém os dados de trinta pessoas ordenadas segundo o seu nome.

{$APPTYPE CONSOLE}

type

RegPessoa = record

nome: String[30];

idade: integer;

end;

var

umaPessoa: RegPessoa;

arq: file of RegPessoa;

pos: integer;

strPath: String = 'c\arquivo.txt';

begin

AssignFile(arq, strPath);

reset(arq);

for pos:=filesize(arq) -1 down 0 do begin

seek(arq, pos);

read(arq, umaPessoa);

writeln(umaPessoa.idade);

end;

CloseFile(arq);

end.

Se este programa for compilado e executado, o resultado será:

 

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1480979 Ano: 2006
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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ATENÇÃO: Considere, nas questões a seguir, a configuração padrão de software e hardware a menos quando especificado em contrário.

A saída do programa Delphi7 a seguir será:

begin

try

raise EOutOfMemory.Create('erro de memoria!');

except

on Exception do writeln('erro generico!');

on e:EOutOfMemory do writeln(e,message);

end;

end.

 

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1480978 Ano: 2006
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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ATENÇÃO: Considere, nas questões a seguir, a configuração padrão de software e hardware a menos quando especificado em contrário.

O princípio do encapsulamento em linguagens orientadas a objetos preconiza que o cliente de uma classe não deve ser dependente da implementação da classe. A opção a seguir (código fonte escrito em Delphi7) que viola o princípio do encapsulamento é:

 

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1480977 Ano: 2006
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI
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ATENÇÃO: Considere, nas questões a seguir, a configuração padrão de software e hardware a menos quando especificado em contrário.

Suponha que você esteja escrevendo um programa para controlar a apresentação de texto na tela usando uma variedade de tipos de fontes, tamanhos de fontes e atributos (tais como negrito e itálico). Se você não estiver usando tipos abstratos de dados (ADTs), o código para colocar um fonte em negrito se parecerá com:

fonteAtual.atributo = fonteAtual.atributo or 0x02

O mesmo código, em uma linguagem orientada a objetos usando ADTs, se pareceria com:

 

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1480723 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI

TEXTO – A SAÚDE E O FUTURO


Dráuzio Varella – Reflexões para o futuro

Ficaremos sobrecarregados, pagando caro pela ignorância e irresponsabilidade do passado. Acharemos inacreditável não havermos percebido em tempo, por exemplo, que o vírus da Aids, presente na seringa usada pelo adolescente da periferia para viajar ao paraíso por alguns instantes, infecta as mocinhas da favela, os travestis da cadeia, as garotas da boate, o meninão esperto, a menininha ingênua, o senhor enrustido, a mãe de família e se espalha para a multidão de gente pobre, sem instrução e higiene. Haverá milhões de pessoas com Aids, dependendo de tratamentos caros e assistência permanente. Seus sistemas imunológicos deprimidos se tornarão presas fáceis aos bacilos da tuberculose, que, por via aérea, irão parar nos pulmões dos que passarem por perto, fazendo ressurgir a tuberculose epidêmica do tempo dos nossos avós. Sífilis, hepatite B, herpes, papilomavírus e outras doenças sexualmente transmissíveis atacarão os incautos e darão origem ao avesso da revolução sexual entre os sensatos.

No caldo urbano da miséria/sujeira/ignorância crescerão essas pragas modernas e outras imergirão inesperadas. Estará claro, então, que o perigo será muito mais imprevisível do que aquele representado pelas antigas endemias rurais: doença de Chagas, malária, esquistossomose, passíveis de controle com inseticidas, casas de tijolos, água limpa e farta.

Assustada, a sociedade brasileira tomará, enfim, consciência do horror que será pôr filhos em um mundo tão inóspito. Nessas condições é provável que se organize para acabar com as causas dessas epidemias urbanas. Modernos hospitais sem fins lucrativos, dirigidos por fundações privadas e mantidos com o esforço e a vigilância das comunidades locais, poderão democratizar o atendimento público. Eficientes programas de prevenção, aplicados em parceria com instituições internacionais, diminuirão o número de pessoas doentes.

Então virá a fase em que surgirão novos rebeldes sonhadores, para enfrentar o desafio de estender a revolução dos genes para melhorar a qualidade de vida dos que morarem na periferia das grandes cidades ou na imensidão dos campos brasileiros.

A alternativa abaixo em que o substantivo NÃO é acompanhado por um vocábulo ou locução de valor adjetivo é:

 

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1480722 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI

TEXTO – A SAÚDE E O FUTURO


Dráuzio Varella – Reflexões para o futuro

Ficaremos sobrecarregados, pagando caro pela ignorância e irresponsabilidade do passado. Acharemos inacreditável não havermos percebido em tempo, por exemplo, que o vírus da Aids, presente na seringa usada pelo adolescente da periferia para viajar ao paraíso por alguns instantes, infecta as mocinhas da favela, os travestis da cadeia, as garotas da boate, o meninão esperto, a menininha ingênua, o senhor enrustido, a mãe de família e se espalha para a multidão de gente pobre, sem instrução e higiene. Haverá milhões de pessoas com Aids, dependendo de tratamentos caros e assistência permanente. Seus sistemas imunológicos deprimidos se tornarão presas fáceis aos bacilos da tuberculose, que, por via aérea, irão parar nos pulmões dos que passarem por perto, fazendo ressurgir a tuberculose epidêmica do tempo dos nossos avós. Sífilis, hepatite B, herpes, papilomavírus e outras doenças sexualmente transmissíveis atacarão os incautos e darão origem ao avesso da revolução sexual entre os sensatos.

No caldo urbano da miséria/sujeira/ignorância crescerão essas pragas modernas e outras imergirão inesperadas. Estará claro, então, que o perigo será muito mais imprevisível do que aquele representado pelas antigas endemias rurais: doença de Chagas, malária, esquistossomose, passíveis de controle com inseticidas, casas de tijolos, água limpa e farta.

Assustada, a sociedade brasileira tomará, enfim, consciência do horror que será pôr filhos em um mundo tão inóspito. Nessas condições é provável que se organize para acabar com as causas dessas epidemias urbanas. Modernos hospitais sem fins lucrativos, dirigidos por fundações privadas e mantidos com o esforço e a vigilância das comunidades locais, poderão democratizar o atendimento público. Eficientes programas de prevenção, aplicados em parceria com instituições internacionais, diminuirão o número de pessoas doentes.

Então virá a fase em que surgirão novos rebeldes sonhadores, para enfrentar o desafio de estender a revolução dos genes para melhorar a qualidade de vida dos que morarem na periferia das grandes cidades ou na imensidão dos campos brasileiros.

“Haverá milhões de pessoas com Aids”; a alternativa abaixo em que a substituição da forma do verbo haver está gramaticalmente INCORRETA é:

 

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1480721 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI

TEXTO – A SAÚDE E O FUTURO


Dráuzio Varella – Reflexões para o futuro

Ficaremos sobrecarregados, pagando caro pela ignorância e irresponsabilidade do passado. Acharemos inacreditável não havermos percebido em tempo, por exemplo, que o vírus da Aids, presente na seringa usada pelo adolescente da periferia para viajar ao paraíso por alguns instantes, infecta as mocinhas da favela, os travestis da cadeia, as garotas da boate, o meninão esperto, a menininha ingênua, o senhor enrustido, a mãe de família e se espalha para a multidão de gente pobre, sem instrução e higiene. Haverá milhões de pessoas com Aids, dependendo de tratamentos caros e assistência permanente. Seus sistemas imunológicos deprimidos se tornarão presas fáceis aos bacilos da tuberculose, que, por via aérea, irão parar nos pulmões dos que passarem por perto, fazendo ressurgir a tuberculose epidêmica do tempo dos nossos avós. Sífilis, hepatite B, herpes, papilomavírus e outras doenças sexualmente transmissíveis atacarão os incautos e darão origem ao avesso da revolução sexual entre os sensatos.

No caldo urbano da miséria/sujeira/ignorância crescerão essas pragas modernas e outras imergirão inesperadas. Estará claro, então, que o perigo será muito mais imprevisível do que aquele representado pelas antigas endemias rurais: doença de Chagas, malária, esquistossomose, passíveis de controle com inseticidas, casas de tijolos, água limpa e farta.

Assustada, a sociedade brasileira tomará, enfim, consciência do horror que será pôr filhos em um mundo tão inóspito. Nessas condições é provável que se organize para acabar com as causas dessas epidemias urbanas. Modernos hospitais sem fins lucrativos, dirigidos por fundações privadas e mantidos com o esforço e a vigilância das comunidades locais, poderão democratizar o atendimento público. Eficientes programas de prevenção, aplicados em parceria com instituições internacionais, diminuirão o número de pessoas doentes.

Então virá a fase em que surgirão novos rebeldes sonhadores, para enfrentar o desafio de estender a revolução dos genes para melhorar a qualidade de vida dos que morarem na periferia das grandes cidades ou na imensidão dos campos brasileiros.

A alternativa em que a preposição destacada tem valor semântico de meio é:

 

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1480720 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFRJ
Orgão: SES-PI

TEXTO – A SAÚDE E O FUTURO


Dráuzio Varella – Reflexões para o futuro

Ficaremos sobrecarregados, pagando caro pela ignorância e irresponsabilidade do passado. Acharemos inacreditável não havermos percebido em tempo, por exemplo, que o vírus da Aids, presente na seringa usada pelo adolescente da periferia para viajar ao paraíso por alguns instantes, infecta as mocinhas da favela, os travestis da cadeia, as garotas da boate, o meninão esperto, a menininha ingênua, o senhor enrustido, a mãe de família e se espalha para a multidão de gente pobre, sem instrução e higiene. Haverá milhões de pessoas com Aids, dependendo de tratamentos caros e assistência permanente. Seus sistemas imunológicos deprimidos se tornarão presas fáceis aos bacilos da tuberculose, que, por via aérea, irão parar nos pulmões dos que passarem por perto, fazendo ressurgir a tuberculose epidêmica do tempo dos nossos avós. Sífilis, hepatite B, herpes, papilomavírus e outras doenças sexualmente transmissíveis atacarão os incautos e darão origem ao avesso da revolução sexual entre os sensatos.

No caldo urbano da miséria/sujeira/ignorância crescerão essas pragas modernas e outras imergirão inesperadas. Estará claro, então, que o perigo será muito mais imprevisível do que aquele representado pelas antigas endemias rurais: doença de Chagas, malária, esquistossomose, passíveis de controle com inseticidas, casas de tijolos, água limpa e farta.

Assustada, a sociedade brasileira tomará, enfim, consciência do horror que será pôr filhos em um mundo tão inóspito. Nessas condições é provável que se organize para acabar com as causas dessas epidemias urbanas. Modernos hospitais sem fins lucrativos, dirigidos por fundações privadas e mantidos com o esforço e a vigilância das comunidades locais, poderão democratizar o atendimento público. Eficientes programas de prevenção, aplicados em parceria com instituições internacionais, diminuirão o número de pessoas doentes.

Então virá a fase em que surgirão novos rebeldes sonhadores, para enfrentar o desafio de estender a revolução dos genes para melhorar a qualidade de vida dos que morarem na periferia das grandes cidades ou na imensidão dos campos brasileiros.

“...usada pelo adolescente da periferia para viajar ao paraíso por alguns instantes”; a alternativa abaixo em que a utilização de um desses vocábulos apresenta o mesmo valor semântico presente nesse segmento destacado do texto é:

 

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