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Um bebê de 5 meses de idade, do sexo masculino, foi levado ao seu pediatra pela genitora; esta informou que a criança estava doente, mas não sabia explicar claramente o problema. Dizia que, desde que o bebê começara a ter "sustos" várias vezes ao dia, tinha ficado mais "molinho", apático e chorava bastante. Negou sinais e sintomas que sugerissem doenças infecciosas. O quadro havia iniciado fazia quatro semanas, e a criança já tinha sido levada à emergência duas vezes, onde a mãe recebeu orientação dietética e receita de medicação para cólica. Esta seguiu as orientações, mas nada fez efeito. Enquanto conversava com a mãe, o pediatra observou as alterações citadas e, em 20 minutos, o médico identificou mais de trinta movimentos que pareciam espasmos.
Acerca desse quadro clínico e de aspectos relacionados ao tema nele tratado, julgue os itens que se seguem.
Se o eletroencefalograma desse lactente apresentar um traçado anormal, a droga de primeira escolha será a fenitoína.
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Um bebê de 5 meses de idade, do sexo masculino, foi levado ao seu pediatra pela genitora; esta informou que a criança estava doente, mas não sabia explicar claramente o problema. Dizia que, desde que o bebê começara a ter "sustos" várias vezes ao dia, tinha ficado mais "molinho", apático e chorava bastante. Negou sinais e sintomas que sugerissem doenças infecciosas. O quadro havia iniciado fazia quatro semanas, e a criança já tinha sido levada à emergência duas vezes, onde a mãe recebeu orientação dietética e receita de medicação para cólica. Esta seguiu as orientações, mas nada fez efeito. Enquanto conversava com a mãe, o pediatra observou as alterações citadas e, em 20 minutos, o médico identificou mais de trinta movimentos que pareciam espasmos.
Acerca desse quadro clínico e de aspectos relacionados ao tema nele tratado, julgue os itens que se seguem.
Caso o eletroencefalograma seja normal, o diagnóstico de síndrome de West deve ser afastado.
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Uma paciente de 11 anos de idade vem apresentando, há meses, episódios de contrações musculares, na hemiface e no membro superior esquerdo, de rápida duração e com preservação da consciência. Ela comentou esse fato com os pais, que acreditaram tratar-se de brincadeira. Porém, em certa tarde, a mãe flagrou as alterações motoras no dimídio esquerdo, seguidas de crise convulsiva. A menor foi levada ao pronto-socorro e, após a recuperação, a pediatra de plantão observou sutil hemiparesia esquerda, de predomínio braquial. Foi realizado exame de neuroimagem, a partir do qual a hipótese de lesão estrutural foi descartada.
Em relação ao quadro clínico acima descrito, julgue os itens subseqüentes.
A manifestação clínica descrita não sugere epilepsia de ausência infantil.
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Uma paciente de 11 anos de idade vem apresentando, há meses, episódios de contrações musculares, na hemiface e no membro superior esquerdo, de rápida duração e com preservação da consciência. Ela comentou esse fato com os pais, que acreditaram tratar-se de brincadeira. Porém, em certa tarde, a mãe flagrou as alterações motoras no dimídio esquerdo, seguidas de crise convulsiva. A menor foi levada ao pronto-socorro e, após a recuperação, a pediatra de plantão observou sutil hemiparesia esquerda, de predomínio braquial. Foi realizado exame de neuroimagem, a partir do qual a hipótese de lesão estrutural foi descartada.
Em relação ao quadro clínico acima descrito, julgue os itens subseqüentes.
A epilepsia parcial motora descrita para essa paciente indica a necessidade de monitorização videoeletroencefalográfica com eletrodos subdurais para possibilitar a abordagem neurocirúrgica ideal.
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Uma paciente de 11 anos de idade vem apresentando, há meses, episódios de contrações musculares, na hemiface e no membro superior esquerdo, de rápida duração e com preservação da consciência. Ela comentou esse fato com os pais, que acreditaram tratar-se de brincadeira. Porém, em certa tarde, a mãe flagrou as alterações motoras no dimídio esquerdo, seguidas de crise convulsiva. A menor foi levada ao pronto-socorro e, após a recuperação, a pediatra de plantão observou sutil hemiparesia esquerda, de predomínio braquial. Foi realizado exame de neuroimagem, a partir do qual a hipótese de lesão estrutural foi descartada.
Em relação ao quadro clínico acima descrito, julgue os itens subseqüentes.
O eletroencefalograma pode sugerir epilepsia rolândica na presença de surtos de pontas e ondas agudas em região frontocentral, bilateralmente, de forma síncrona, ou, ainda, de forma alternada, comprometendo as regiões esquerda e direita.
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Uma paciente de 11 anos de idade vem apresentando, há meses, episódios de contrações musculares, na hemiface e no membro superior esquerdo, de rápida duração e com preservação da consciência. Ela comentou esse fato com os pais, que acreditaram tratar-se de brincadeira. Porém, em certa tarde, a mãe flagrou as alterações motoras no dimídio esquerdo, seguidas de crise convulsiva. A menor foi levada ao pronto-socorro e, após a recuperação, a pediatra de plantão observou sutil hemiparesia esquerda, de predomínio braquial. Foi realizado exame de neuroimagem, a partir do qual a hipótese de lesão estrutural foi descartada.
Em relação ao quadro clínico acima descrito, julgue os itens subseqüentes.
A hemiparesia pode indicar apenas uma paresia pós-crítica transitória (paralisia de Todd), sem lesão neoplásica associada.
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Uma paciente de 11 anos de idade vem apresentando, há meses, episódios de contrações musculares, na hemiface e no membro superior esquerdo, de rápida duração e com preservação da consciência. Ela comentou esse fato com os pais, que acreditaram tratar-se de brincadeira. Porém, em certa tarde, a mãe flagrou as alterações motoras no dimídio esquerdo, seguidas de crise convulsiva. A menor foi levada ao pronto-socorro e, após a recuperação, a pediatra de plantão observou sutil hemiparesia esquerda, de predomínio braquial. Foi realizado exame de neuroimagem, a partir do qual a hipótese de lesão estrutural foi descartada.
Em relação ao quadro clínico acima descrito, julgue os itens subseqüentes.
Caso o exame neurológico evidencie hemiparesia esquerda, mesmo sem sintomas infecciosos, a realização de coleta de liquor cefalorraquidiano torna-se imperativa.
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Os achados clínicos de hipertensão intracraniana (HIC) em crianças e adolescentes dependem da idade e da velocidade desse aumento. Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
A presença de síndrome de HIC associada a um quadro infeccioso justifica a coleta de liquor cefalorraquidiano e o início de antibioticoterapia e administração de corticóides com o intuito de evitar agressões ao pares cranianos III e VIII.
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Os achados clínicos de hipertensão intracraniana (HIC) em crianças e adolescentes dependem da idade e da velocidade desse aumento. Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
A tomografia computadorizada com resultado normal exclui a suspeita de hemorragia subaracnóide.
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Os achados clínicos de hipertensão intracraniana (HIC) em crianças e adolescentes dependem da idade e da velocidade desse aumento. Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
A HIC aguda em adolescentes pode ser causada por hemorragia subaracnóide. No Brasil, entre as causas desse sangramento, a doença de Moyamoya é cada vez mais comum, superando, em muito, o uso de cocaína.
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