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Paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, nulípara, no primeiro trimestre de gravidez, apresentou dor abdominal em região mesogástrica, com posterior localização na fossa ilíaca direita, associada a náuseas e inapetência. No exame físico, ela apresentava pressão arterial de 100 mmHg × 70 mmHg, pulso de 95 bpm, abdome depressível, pouco tenso, com dor à descompressão súbita no quadrante inferior direito.
Tendo como referência o caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir.
A abordagem laparoscópica está contraindicada na referida situação de gravidez.
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Paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, nulípara, no primeiro trimestre de gravidez, apresentou dor abdominal em região mesogástrica, com posterior localização na fossa ilíaca direita, associada a náuseas e inapetência. No exame físico, ela apresentava pressão arterial de 100 mmHg × 70 mmHg, pulso de 95 bpm, abdome depressível, pouco tenso, com dor à descompressão súbita no quadrante inferior direito.
Tendo como referência o caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir.
O tratamento laparoscópico no caso em tela pode ser tão difícil quanto seria no terceiro trimestre de gravidez.
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Paciente do sexo feminino, de 27 anos de idade, nulípara, no primeiro trimestre de gravidez, apresentou dor abdominal em região mesogástrica, com posterior localização na fossa ilíaca direita, associada a náuseas e inapetência. No exame físico, ela apresentava pressão arterial de 100 mmHg × 70 mmHg, pulso de 95 bpm, abdome depressível, pouco tenso, com dor à descompressão súbita no quadrante inferior direito.
Tendo como referência o caso clínico hipotético precedente, julgue o item a seguir.
A situação em tela pode representar o diagnóstico cirúrgico não obstétrico mais comum durante a gestação.
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No que se refere ao pré-operatório e ao pós-operatório em cirurgias eletivas e de urgência/emergência, julgue o item subsecutivo.
No dia da operação, quanto maior o volume de cristaloides infundido, menor o período de íleo pós-operatório, menor a intolerância à dieta precoce e menor o tempo de internação.
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No que se refere ao pré-operatório e ao pós-operatório em cirurgias eletivas e de urgência/emergência, julgue o item subsecutivo.
Recomenda-se somente o uso das vias de alimentação enterais.
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No que se refere ao pré-operatório e ao pós-operatório em cirurgias eletivas e de urgência/emergência, julgue o item subsecutivo.
Em pacientes desnutridos graves ou moderados, a terapia nutricional pré-operatória por 7 a 14 dias com dietas enriquecidas com imunonutrientes está associada à redução de infecções pós-operatórias e do tempo de internação.
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No que se refere ao pré-operatório e ao pós-operatório em cirurgias eletivas e de urgência/emergência, julgue o item subsecutivo.
A realimentação oral ou enteral após operação abdominal eletiva deve ser precoce (em até 24 h de pós-operatório), desde que o paciente esteja hemodinamicamente estável, exceto em casos de anastomoses digestivas.
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No que se refere ao pré-operatório e ao pós-operatório em cirurgias eletivas e de urgência/emergência, julgue o item subsecutivo.
Terapia nutricional pré-operatória por via oral, enteral ou parenteral deve ser instituída a todos pacientes candidatos a operações eletivas que apresentem risco nutricional moderado a alto.
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Os anestésicos locais (ALs) são administrados por muitos profissionais, como anestesiologistas, cirurgiões, emergencistas, dentistas, entre outros. A respeito do uso de anestésicos locais, julgue o item seguinte.
O grau de toxicidade não está correlacionado com a concentração dos ALs.
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Os anestésicos locais (ALs) são administrados por muitos profissionais, como anestesiologistas, cirurgiões, emergencistas, dentistas, entre outros. A respeito do uso de anestésicos locais, julgue o item seguinte.
A alcalinização de soluções de AL não deve ser utilizada, devido ao risco de diminuição da potência do seu efeito anestésico.
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