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Paciente de 26 anos de idade, sem comorbidades conhecidas, não gestante, foi submetida a exame de colpocitologia oncótica de resultado ASC-US (células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásico). Após 6 meses, a paciente foi submetida ao mesmo exame, que evidenciou o mesmo resultado. Ela foi, então, encaminhada para a realização do exame de colposcopia, que apresentou o seguinte laudo final: exame satisfatório, ZT tipo II, JEC-2, ausência de lesões acetobrancas, ausência de lesões vasculares e teste de Schiller negativo.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue o item a seguir, considerando que essa paciente não teve acesso à realização de capturas híbridas para o HPV ou exame de genotipagem para HPV.
A ZT tipo II torna o exame de colposcopia automaticamente insatisfatório; por isso, é correto afirmar que o laudo do exame de colposcopia dessa paciente apresenta uma incorreção, uma vez que afirma que o exame é satisfatório, com ZT tipo II.
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Paciente de 26 anos de idade, sem comorbidades conhecidas, não gestante, foi submetida a exame de colpocitologia oncótica de resultado ASC-US (células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásico). Após 6 meses, a paciente foi submetida ao mesmo exame, que evidenciou o mesmo resultado. Ela foi, então, encaminhada para a realização do exame de colposcopia, que apresentou o seguinte laudo final: exame satisfatório, ZT tipo II, JEC-2, ausência de lesões acetobrancas, ausência de lesões vasculares e teste de Schiller negativo.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue o item a seguir, considerando que essa paciente não teve acesso à realização de capturas híbridas para o HPV ou exame de genotipagem para HPV.
Se o laudo dessa paciente revelasse pontilhado fino, mosaico fino e epitélio acetobranco tênue, essas alterações seriam consideradas achados maiores à colposcopia, ou seja, seriam sugestivas de lesão de alto grau; nessa hipótese, a biopsia do colo uterino estaria indicada.
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Paciente de 26 anos de idade, sem comorbidades conhecidas, não gestante, foi submetida a exame de colpocitologia oncótica de resultado ASC-US (células escamosas atípicas de significado indeterminado, possivelmente não neoplásico). Após 6 meses, a paciente foi submetida ao mesmo exame, que evidenciou o mesmo resultado. Ela foi, então, encaminhada para a realização do exame de colposcopia, que apresentou o seguinte laudo final: exame satisfatório, ZT tipo II, JEC-2, ausência de lesões acetobrancas, ausência de lesões vasculares e teste de Schiller negativo.
Com relação ao caso clínico apresentado, julgue o item a seguir, considerando que essa paciente não teve acesso à realização de capturas híbridas para o HPV ou exame de genotipagem para HPV.
A presença de ASC-US em duas citologias intervaladas por 6 meses indica a realização do exame de colposcopia; porém, mesmo que, no caso dessa paciente, o resultado desse último exame tenha sido normal, é necessário que ela realize conização cervical.
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Uma paciente com dezesseis anos de idade, acompanhada da mãe, compareceu a consulta ginecológica em UBS. A mãe relatou que a filha está com a menstruação atrasada e que, nos últimos meses, mudou seu comportamento, tornando-se mais introspectiva, irritada e chorando com facilidade. Questionada sobre a possibilidade de gravidez, a mãe relatou que a filha não mantém relações sexuais. Ao perceber o olhar assustado da paciente, o médico sugeriu que a mãe aguardasse na recepção, enquanto ele examinaria a paciente, que concordou com a conduta. Após a saída da mãe, a paciente relatou que, havia dois anos, vinha sofrendo abusos sexuais de seu padrasto, que a ameaça constantemente, e que hoje, na data da consulta (14/8/2021), completaram-se dois meses de amenorreia. Associada ao tempo de amenorreia, foi apresentada queixa de lesões corporais não pruriginosas.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
Em casos de violência sexual, o contato genital é condição obrigatória para que uma situação seja considerada abusiva.
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Uma paciente com dezesseis anos de idade, acompanhada da mãe, compareceu a consulta ginecológica em UBS. A mãe relatou que a filha está com a menstruação atrasada e que, nos últimos meses, mudou seu comportamento, tornando-se mais introspectiva, irritada e chorando com facilidade. Questionada sobre a possibilidade de gravidez, a mãe relatou que a filha não mantém relações sexuais. Ao perceber o olhar assustado da paciente, o médico sugeriu que a mãe aguardasse na recepção, enquanto ele examinaria a paciente, que concordou com a conduta. Após a saída da mãe, a paciente relatou que, havia dois anos, vinha sofrendo abusos sexuais de seu padrasto, que a ameaça constantemente, e que hoje, na data da consulta (14/8/2021), completaram-se dois meses de amenorreia. Associada ao tempo de amenorreia, foi apresentada queixa de lesões corporais não pruriginosas.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
No caso clínico em questão, é dever do médico realizar a notificação à vara da infância e juventude e ao conselho tutelar, mas o momento para realizá-la deve ser criteriosamente estudado pela equipe de saúde.
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Uma paciente com dezesseis anos de idade, acompanhada da mãe, compareceu a consulta ginecológica em UBS. A mãe relatou que a filha está com a menstruação atrasada e que, nos últimos meses, mudou seu comportamento, tornando-se mais introspectiva, irritada e chorando com facilidade. Questionada sobre a possibilidade de gravidez, a mãe relatou que a filha não mantém relações sexuais. Ao perceber o olhar assustado da paciente, o médico sugeriu que a mãe aguardasse na recepção, enquanto ele examinaria a paciente, que concordou com a conduta. Após a saída da mãe, a paciente relatou que, havia dois anos, vinha sofrendo abusos sexuais de seu padrasto, que a ameaça constantemente, e que hoje, na data da consulta (14/8/2021), completaram-se dois meses de amenorreia. Associada ao tempo de amenorreia, foi apresentada queixa de lesões corporais não pruriginosas.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
No caso clínico em questão, o diagnóstico de sífilis primária deve ser aventado, visto que paciente é vítima de abuso crônico e apresenta lesões corporais não pruriginosas. Nesse caso, o diagnóstico é feito inicialmente por um teste rápido (TR). Se o TR for positivo (reagente), uma amostra de sangue deverá ser coletada e encaminhada para a realização de um teste laboratorial (não treponêmico) para confirmação do diagnóstico.
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Uma paciente com dezesseis anos de idade, acompanhada da mãe, compareceu a consulta ginecológica em UBS. A mãe relatou que a filha está com a menstruação atrasada e que, nos últimos meses, mudou seu comportamento, tornando-se mais introspectiva, irritada e chorando com facilidade. Questionada sobre a possibilidade de gravidez, a mãe relatou que a filha não mantém relações sexuais. Ao perceber o olhar assustado da paciente, o médico sugeriu que a mãe aguardasse na recepção, enquanto ele examinaria a paciente, que concordou com a conduta. Após a saída da mãe, a paciente relatou que, havia dois anos, vinha sofrendo abusos sexuais de seu padrasto, que a ameaça constantemente, e que hoje, na data da consulta (14/8/2021), completaram-se dois meses de amenorreia. Associada ao tempo de amenorreia, foi apresentada queixa de lesões corporais não pruriginosas.
Com relação a esse caso clínico, julgue o item subsequente.
A amenorreia, que é um sintoma de ausência de menstruação, é dita primária quando é uma falha da menarca; e secundária, quando a menarca já ocorreu, devendo ser investigada quando a menstruação não ocorrer por três meses ou quando ocorrerem menos de nove menstruações em um ano.
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No Brasil, o controle de câncer de colo uterino iniciou-se a partir do ano de 1940, por meio da citologia oncótica e da colposcopia. A neoplasia intraepitelial escamosa cervical é um termo que abrange as lesões precursoras do câncer escamoso de colo uterino, que são classificadas em graus I, II e III, segundo a Classificação de Bethesda (1988), utilizada para interpretação de citologia. Tendo em vista que essa nomenclatura foi por diversas vezes revisada, julgue o item subsequente à luz da Classificação Citológica Brasileira.
A história natural do câncer de colo do útero geralmente é um longo período de lesões precursoras, assintomáticas, curáveis na quase totalidade dos casos quando tratadas adequadamente. As LSIL têm alta probabilidade de regredir, razão por que, atualmente, não são consideradas precursoras do câncer do colo de útero.
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No Brasil, o controle de câncer de colo uterino iniciou-se a partir do ano de 1940, por meio da citologia oncótica e da colposcopia. A neoplasia intraepitelial escamosa cervical é um termo que abrange as lesões precursoras do câncer escamoso de colo uterino, que são classificadas em graus I, II e III, segundo a Classificação de Bethesda (1988), utilizada para interpretação de citologia. Tendo em vista que essa nomenclatura foi por diversas vezes revisada, julgue o item subsequente à luz da Classificação Citológica Brasileira.
A coleta de amostra para exame citológico deve iniciar-se a partir dos vinte e cinco anos de idade para a mulher que já teve ou tem atividade sexual, e os exames periódicos devem seguir até os sessenta e quatro anos de idade, devendo ser interrompidos quando essa mulher tiver pelo menos dois exames negativos consecutivos nos últimos cinco anos.
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No Brasil, o controle de câncer de colo uterino iniciou-se a partir do ano de 1940, por meio da citologia oncótica e da colposcopia. A neoplasia intraepitelial escamosa cervical é um termo que abrange as lesões precursoras do câncer escamoso de colo uterino, que são classificadas em graus I, II e III, segundo a Classificação de Bethesda (1988), utilizada para interpretação de citologia. Tendo em vista que essa nomenclatura foi por diversas vezes revisada, julgue o item subsequente à luz da Classificação Citológica Brasileira.
A vacinação contra HPV no Sistema Único de Saúde é quadrivalente (HPV 6, 11, 16 e 18), devendo ser realizada em esquema de três doses em meninas de nove a dezesseis anos de idade.
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