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Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda, perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica. O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
No caso clínico em questão, devido ao fato de a paralisia facial periférica do paciente ter ocorrido tardiamente ao trauma, é correto supor que não houve secção do nervo e que, portanto, a paralisia é consequência de edema por concussão.
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Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda, perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica. O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
Se o paciente em apreço evoluir com paralisia facial periférica completa, haverá indicação de realização de eletroneurografia. Se esse exame mostrar mais de 90% de degeneração em relação ao lado normal, isso será sugestivo de mau prognóstico, estando indicada a abordagem cirúrgica do nervo facial.
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Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda, perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica. O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
No caso clínico em apreço, a perda auditiva do paciente provavelmente é do tipo neurossensorial e, portanto, irreversível.
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Um homem com quarenta anos de idade, etilista, vítima de acidente automobilístico havia uma semana, compareceu ao pronto atendimento com queixa de otorragia na orelha esquerda, perda auditiva e paralisia facial à esquerda iniciada 3 dias após o acidente. O exame físico desse paciente mostrou paralisia facial periférica de grau IV à esquerda, presença de sangue no conduto auditivo externo esquerdo e perfuração da membrana timpânica. O paciente foi submetido a tomografia computadorizada de ossos temporais que evidenciou linha de fratura longitudinal à esquerda, com velamento parcial das células mastoideas.
Acerca desse caso clínico e de traumatismos do osso temporal, julgue o item subsecutivo.
As fraturas longitudinais do osso temporal, também denominadas extralabirínticas, são as fraturas menos comuns após trauma fechado. As fraturas mais comuns são as transversais, causadas por impacto occipital.
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O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo o item.
A presença de zumbido pulsátil e perda auditiva unilaterais, associada a lesão vinhosa na caixa timpânica visualizada na otoscopia, pode corresponder a um tumor glômico timpânico — neoplasia vascular constituída de células paragangliônicas que acomete mais homens do que mulheres.
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O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo o item.
As causas de zumbido rítmico vascular (zumbido pulsátil) incluem, entre outras: trajeto aberrante da artéria carótida na caixa timpânica, estenose ou aneurisma da artéria braquicefálica e da artéria carótida, persistência da artéria estapediana e fístulas arteriovenosas intracranianas.
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O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo o item.
O zumbido no murmúrio (“hum”) venoso é causado pelo fluxo turbulento na veia jugular. Ele é do tipo pulsátil e piora com a compressão digital do trajeto da veia jugular interna ipsilateral ao zumbido, a rotação da cabeça para o lado do zumbido ou a manobra de Valsalva.
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O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo o item.
Cerume impactado no conduto auditivo externo, alterações da articulação temporomandibular e o uso de antimaláricos não são causas de zumbido.
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O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo o item.
Tumores do ângulo pontocerebelar podem gerar zumbido unilateral associado ou não a perda auditiva assimétrica. Nesses casos, para a avaliação de lesões retrococleares, exames complementares como ressonância nuclear magnética e(ou) BERA sempre devem ser realizados.
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O zumbido, que é definido como uma sensação de som na ausência de um estímulo sonoro externo correspondente, pode decorrer de uma série de doenças, sendo a maioria delas localizada na via auditiva. A respeito desse tema, julgue o próximo o item.
A maioria dos pacientes portadores de zumbido possui perda auditiva associada, como, por exemplo, decorrentes da exposição a ruído, do envelhecimento ou do uso de agentes ototóxicos. Por esse motivo, a avaliação audiológica do paciente com zumbido não é essencial.
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