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Os servidores públicos brasileiros, nos termos da Constituição da República, podem se tornar estáveis após quantos anos de efetivo exercício:
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Chega-se a Marte, mas
não se chega ao próximo. Neste meio século não parece que os governos tenham
feito pelos direitos humanos tudo aquilo a que moralmente estavam obrigados. As
injustiças multiplicam-se, as desigualdades agravam-se, a ignorância cresce, a
miséria alastra. A mesma esquizofrênica humanidade capaz de enviar instrumentos
a um planeta para estudar a composição das suas rochas assiste indiferente à
morte de milhões de pessoas pela fome. Chega-se mais facilmente a Marte do que
ao nosso próprio semelhante.
Trecho do discurso de José Saramago ao receber o Prêmio Nobel
de Literatura.
In Folha de São Paulo, 11/12/1998.
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Chega-se a Marte, mas
não se chega ao próximo. Neste meio século não parece que os governos tenham
feito pelos direitos humanos tudo aquilo a que moralmente estavam obrigados. As
injustiças multiplicam-se, as desigualdades agravam-se, a ignorância cresce, a
miséria alastra. A mesma esquizofrênica humanidade capaz de enviar instrumentos
a um planeta para estudar a composição das suas rochas assiste indiferente à
morte de milhões de pessoas pela fome. Chega-se mais facilmente a Marte do que
ao nosso próprio semelhante.
Trecho do discurso de José Saramago ao receber o Prêmio Nobel
de Literatura.
In Folha de São Paulo, 11/12/1998.
I. Segundo o auto, nossos governos não tem feito pelos direitos humanos tudo aquilo que moralmente deveriam fazer. II. Há uma critica as prioridades governamentais, políticas e sociais. III. Segundo o autor, as pesquisas relacionadas a Marte dificultam a execução de projetos que solucionem os problemas sociais.
Estão corretas:
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Complete as frases a seguir com os verbos indicados entre parênteses, no Futuro do pretérito do Indicativo.
I. Com as chaves, nós _____________ entrar no salão. (poder) II. Eu _____________________ o convite. (aceitar) III. Com isso, certamente, eles se __________________. (ofender)
A sequência correta está em:
I. Com as chaves, nós _____________ entrar no salão. (poder) II. Eu _____________________ o convite. (aceitar) III. Com isso, certamente, eles se __________________. (ofender)
A sequência correta está em:
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O diminutivo plural de coquetel é:
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De acordo com a nova ortografia há um erro em:
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Língua e sociedade
Onde se usava terno e gravata, usa-se ‘jeans’ e camiseta; onde se usava sapato, usa-se tênis. Usa-se tênis até mesmo com terno... Na sua coluna de fevereiro, Sírio Possenti fala do aumento da informalidade na nossa sociedade e de como isso afeta a língua.
Por: Sírio Possenti
Publicado em 24/02/2012 | Atualizado em 24/02/2012
A sociedade brasileira vive um aumento visível da informalidade. Prova disso são os trajes atuais de trabalho e de viagem. O fenômeno também explica a preferência por determinadas formas de tratamento e de dar ordens. (fotos: Sxc.hu e reprodução)
Como já disse anteriormente neste espaço, muitos pensam nas línguas tendo como pano de fundo apenas a questão da correção. Essa mentalidade alimenta os discursos da decadência, velhos como a humanidade. Desde que se tem notícia, camadas (superiores?) da sociedade afirmam que a língua está em decadência.
O que alimenta essa tese é a crença de que teria havido uma língua perfeita: a de antes de Babel, o grego antigo, o latim clássico, até mesmo o português antigo, que era, em certo sentido, o latim ‘errado’. Mas línguas nunca foram perfeitas, pelo menos não no sentido que se atribui à palavra nesses ‘centros’ de pensamento. É pura ideologia, no sentido mais banal da palavra.
Outros tantos pensam que as línguas são meios de comunicação. O que importa é a mensagem, o objetivo é ser bem-sucedido (chega-se a ouvir que o erro seria não ser entendido!). O curioso é que, às vezes, a melhor comunicação (publicitária, literária, humorística) é aquela em que a mensagem está implícita. Ora, o implícito é o que não é comunicado, por definição.
Mas uma língua é bem mais do que tudo isso. Seria o principal divisor entre humanos e não humanos. Além disso, estaria fundada em princípios universais, quiçá biológicos, alguns deles inatos, tese obviamente controversa, mas que se reforça numa época em que pesquisas genéticas ganham espaço e força.
Não se pode perder de vista as relações entre as línguas e aspectos das sociedades em que são faladas
Apesar disso, há questões ‘superficiais’ que são extremamente interessantes, porque marcam as línguas vivas em seu funcionamento real (e perceptível) no interior das sociedades. Por mais que as pesquisas sobre os universais sejam relevantes, não se pode perder de vista as relações entre as línguas e aspectos das sociedades em que são faladas.
Alguns fenômenos são bem visíveis. Alguns são mencionados em todos os manuais introdutórios, que necessariamente discutem as relações entre língua e cultura. A questão começa na relação com a natureza: até que ponto o ambiente interfere na língua? Certamente, climas frios ou quentes condicionam o léxico e estão na origem de algumas metáforas. O caso sempre mencionado é o do número de palavras para neve em línguas esquimós, ou para camelo entre os beduínos, ou para dinheiro e cachaça entre nós. Mas quem não vê logo que se trata de relação língua-ambiente mediada pela cultura que avalia esses objetos?
Palavras novas, ou sentidos novos de palavras antigas, surgem para designar elementos novos que são relevantes (termos do futebol ou da informática, por exemplo), termos desaparecem porque se referiam a ‘objetos’ que desapareceram ou perderam importância. Quem ainda sabe o que é “concunhado”?
http://cienciahoje.uol.com.br
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CORDÃO
Chico Buarque
Ninguém. Ninguém vai me segurar
Ninguém há de me fechar
As portas do coração
Ninguém. Ninguém vai me sujeitar
A trancar no peito a minha paixão
Eu não Eu não vou desesperar Eu não
vou renunciar Fugir
Ninguém. Ninguém vai me acorrentar
Enquanto eu puder cantar Enquanto eu
puder sorrir
Ninguém. Ninguém vai me ver sofrer
Ninguém vai me surpreender Na noite
da solidão
Pois quem Tiver nada pra perder
Vai formar comigo o imenso cordão
E então Quero ver o vendaval
Quero ver o carnaval Sair
Ninguém. Ninguém vai me acorrentar
Enquanto eu puder cantar Enquanto eu
puder sorrir
Enquanto eu puder cantar Alguém vai
ter que me ouvir
Enquanto eu puder cantar Enquanto eu
puder seguir
Enquanto eu puder cantar Enquanto eu
puder sorrir
Enquanto eu puder cantar Enquanto eu
puder
I. Em acorrentados há dois dígrafos. II. A palavra enquanto não apresenta dígrafos. III. Em cantar há 6 letras e 5 fonemas.
Estão corretas somente:
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Todos os substantivos estão corretamente pluralizados em:
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Língua e sociedade
Onde se usava terno e gravata, usa-se ‘jeans’ e camiseta; onde se usava sapato, usa-se tênis. Usa-se tênis até mesmo com terno... Na sua coluna de fevereiro, Sírio Possenti fala do aumento da informalidade na nossa sociedade e de como isso afeta a língua.
Por: Sírio Possenti
Publicado em 24/02/2012 | Atualizado em 24/02/2012
A sociedade brasileira vive um aumento visível da informalidade. Prova disso são os trajes atuais de trabalho e de viagem. O fenômeno também explica a preferência por determinadas formas de tratamento e de dar ordens. (fotos: Sxc.hu e reprodução)
Como já disse anteriormente neste espaço, muitos pensam nas línguas tendo como pano de fundo apenas a questão da correção. Essa mentalidade alimenta os discursos da decadência, velhos como a humanidade. Desde que se tem notícia, camadas (superiores?) da sociedade afirmam que a língua está em decadência.
O que alimenta essa tese é a crença de que teria havido uma língua perfeita: a de antes de Babel, o grego antigo, o latim clássico, até mesmo o português antigo, que era, em certo sentido, o latim ‘errado’. Mas línguas nunca foram perfeitas, pelo menos não no sentido que se atribui à palavra nesses ‘centros’ de pensamento. É pura ideologia, no sentido mais banal da palavra.
Outros tantos pensam que as línguas são meios de comunicação. O que importa é a mensagem, o objetivo é ser bem-sucedido (chega-se a ouvir que o erro seria não ser entendido!). O curioso é que, às vezes, a melhor comunicação (publicitária, literária, humorística) é aquela em que a mensagem está implícita. Ora, o implícito é o que não é comunicado, por definição.
Mas uma língua é bem mais do que tudo isso. Seria o principal divisor entre humanos e não humanos. Além disso, estaria fundada em princípios universais, quiçá biológicos, alguns deles inatos, tese obviamente controversa, mas que se reforça numa época em que pesquisas genéticas ganham espaço e força.
Não se pode perder de vista as relações entre as línguas e aspectos das sociedades em que são faladas
Apesar disso, há questões ‘superficiais’ que são extremamente interessantes, porque marcam as línguas vivas em seu funcionamento real (e perceptível) no interior das sociedades. Por mais que as pesquisas sobre os universais sejam relevantes, não se pode perder de vista as relações entre as línguas e aspectos das sociedades em que são faladas.
Alguns fenômenos são bem visíveis. Alguns são mencionados em todos os manuais introdutórios, que necessariamente discutem as relações entre língua e cultura. A questão começa na relação com a natureza: até que ponto o ambiente interfere na língua? Certamente, climas frios ou quentes condicionam o léxico e estão na origem de algumas metáforas. O caso sempre mencionado é o do número de palavras para neve em línguas esquimós, ou para camelo entre os beduínos, ou para dinheiro e cachaça entre nós. Mas quem não vê logo que se trata de relação língua-ambiente mediada pela cultura que avalia esses objetos?
Palavras novas, ou sentidos novos de palavras antigas, surgem para designar elementos novos que são relevantes (termos do futebol ou da informática, por exemplo), termos desaparecem porque se referiam a ‘objetos’ que desapareceram ou perderam importância. Quem ainda sabe o que é “concunhado”?
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