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Foram encontradas 50 questões.

1902950 Ano: 2009
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: FAEPESUL
Orgão: TJ-PR

Considerando o quadro abaixo, calcule os custos indiretos e os custos unitários dos produtos “A”, “B” e “C”, respectivamente:

§ Os custos de mão-de-obra direta foram apropriados com base na quantidade de unidades produzidas;

§ Os custos indiretos foram rateados com base no custo direto total de cada produto

CUSTOS Produto “A” Produto “B” Produto “C” TOTAL
Matéria-prima R$177.750,00 R$118.500,00 R$98.750,00

Mão-de-obra direta

R$355.500,00
SUBTOTAL
Custos indiretos R$262.675,00
TOTAL
Unidades 125 275 350 750
Custo unitário
 

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1902920 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FAEPESUL
Orgão: TJ-PR

Quase todos os transportadores verticais utilizam freios auto acionantes. A figura abaixo mostra um freio de sapata. Neste caso, para que o freio seja auto acionante, precisamos que f = coeficiente de atrito

 

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1902918 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FAEPESUL
Orgão: TJ-PR

Em relação às normas que regem os sistemas de transporte vertical, as que estão em vigor são:

 

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O texto a seguir foi publicado pelo jornalista David Coimbra, no jornal Zero Hora, em 02 de maio de 2009 e é referência para a questão.

No filme “Che” há uma cena sutil, breve, porém deliciosa, para mim a melhor de todas as duas horas e 10 minutos de ação, que é a seguinte: o Che está sentado em um sofá, esperando para ser entrevistado por uma TV norte-americana. Trata-se de uma figura imponente, a imagem da virilidade: o guerrilheiro latino, já tornado célebre, metido em seu uniforme militar, calçado de coturnos duros, os cabelos longos ondulando boina afora, a barba revolucionária a emoldurar o rosto expressivo. É deste personagem que uma jovem americana se aproxima, vacilante. Estaca a um metro do sofá. Balbucia em um inglês traduzido pelo intérprete acomodado ao lado do grande argentino:

— O comandante permite que lhe faça maquiagem?

O Che sorri. Balança a cabeça, entre divertido e irônico.

— Não, não... recusa.

E dispensa a maquiadora. Mas, vendo-a se afastar, vira-se para o intérprete e especula:

— Talvez um pouco de pó...

A frase é tão surpreendente que o intérprete não entende. Ele repete:

— Pode ser um pouco de pó...

Um pouco de pó. No Che Guevara! O Che, que não gostava nem de tomar banho. Seus contemporâneos relatavam que ele exalava um cheiro azedo e que, certa feita, despiu as cuecas, equilibrou-as de pé sobre uma pedra e ali elas se quedaram, em posição de sentido no meio da selva inóspita, testemunhas eloquentes dos sacrifícios que um idealista era capaz de fazer pela Revolução.

O Che, que, detido pelo exército boliviano no alto dos Andes, manietado, ferido, sujo e desgrenhado feito um urso, foi colocado diante do fuzil que lhe tiraria a vida, e então olhou nos olhos do homem que portava a arma assassina, e ergueu o queixo e, percebendo que o carrasco tremia, disse-lhe sem um agá de hesitação:

— Atira, covarde. Vais matar um homem.

Foi esse guerreiro indomável que conjeturou:

— Talvez um pouco de pó...

Che Guevara passou ruge para aparecer na televisão. Ruge! Mas a pequena vaidade, em vez de rebaixá-lo, humaniza-o. Também o Che Guevara queria parecer atraente diante das câmeras, afinal.

O sentido de uma palavra depende, em grande parte, do contexto em que ela está inserida. Os itens a seguir apresentam sinônimos para os termos fornecidos, respectivamente. Assinale a opção em que a substituição não apresenta um sinônimo pertinente.

 

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O texto a seguir foi publicado pelo jornalista David Coimbra, no jornal Zero Hora, em 02 de maio de 2009 e é referência para a questão.

No filme “Che” há uma cena sutil, breve, porém deliciosa, para mim a melhor de todas as duas horas e 10 minutos de ação, que é a seguinte: o Che está sentado em um sofá, esperando para ser entrevistado por uma TV norte-americana. Trata-se de uma figura imponente, a imagem da virilidade: o guerrilheiro latino, já tornado célebre, metido em seu uniforme militar, calçado de coturnos duros, os cabelos longos ondulando boina afora, a barba revolucionária a emoldurar o rosto expressivo. É deste personagem que uma jovem americana se aproxima, vacilante. Estaca a um metro do sofá. Balbucia em um inglês traduzido pelo intérprete acomodado ao lado do grande argentino:

— O comandante permite que lhe faça maquiagem?

O Che sorri. Balança a cabeça, entre divertido e irônico.

— Não, não... recusa.

E dispensa a maquiadora. Mas, vendo-a se afastar, vira-se para o intérprete e especula:

— Talvez um pouco de pó...

A frase é tão surpreendente que o intérprete não entende. Ele repete:

— Pode ser um pouco de pó...

Um pouco de pó. No Che Guevara! O Che, que não gostava nem de tomar banho. Seus contemporâneos relatavam que ele exalava um cheiro azedo e que, certa feita, despiu as cuecas, equilibrou-as de pé sobre uma pedra e ali elas se quedaram, em posição de sentido no meio da selva inóspita, testemunhas eloquentes dos sacrifícios que um idealista era capaz de fazer pela Revolução.

O Che, que, detido pelo exército boliviano no alto dos Andes, manietado, ferido, sujo e desgrenhado feito um urso, foi colocado diante do fuzil que lhe tiraria a vida, e então olhou nos olhos do homem que portava a arma assassina, e ergueu o queixo e, percebendo que o carrasco tremia, disse-lhe sem um agá de hesitação:

— Atira, covarde. Vais matar um homem.

Foi esse guerreiro indomável que conjeturou:

— Talvez um pouco de pó...

Che Guevara passou ruge para aparecer na televisão. Ruge! Mas a pequena vaidade, em vez de rebaixá-lo, humaniza-o. Também o Che Guevara queria parecer atraente diante das câmeras, afinal.

Assinale a opção errada a respeito dos aspectos morfossintáticos do texto.

 

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O texto a seguir foi publicado pelo jornalista David Coimbra, no jornal Zero Hora, em 02 de maio de 2009 e é referência para a questão.

No filme “Che” há uma cena sutil, breve, porém deliciosa, para mim a melhor de todas as duas horas e 10 minutos de ação, que é a seguinte: o Che está sentado em um sofá, esperando para ser entrevistado por uma TV norte-americana. Trata-se de uma figura imponente, a imagem da virilidade: o guerrilheiro latino, já tornado célebre, metido em seu uniforme militar, calçado de coturnos duros, os cabelos longos ondulando boina afora, a barba revolucionária a emoldurar o rosto expressivo. É deste personagem que uma jovem americana se aproxima, vacilante. Estaca a um metro do sofá. Balbucia em um inglês traduzido pelo intérprete acomodado ao lado do grande argentino:

— O comandante permite que lhe faça maquiagem?

O Che sorri. Balança a cabeça, entre divertido e irônico.

— Não, não... recusa.

E dispensa a maquiadora. Mas, vendo-a se afastar, vira-se para o intérprete e especula:

— Talvez um pouco de pó...

A frase é tão surpreendente que o intérprete não entende. Ele repete:

— Pode ser um pouco de pó...

Um pouco de pó. No Che Guevara! O Che, que não gostava nem de tomar banho. Seus contemporâneos relatavam que ele exalava um cheiro azedo e que, certa feita, despiu as cuecas, equilibrou-as de pé sobre uma pedra e ali elas se quedaram, em posição de sentido no meio da selva inóspita, testemunhas eloquentes dos sacrifícios que um idealista era capaz de fazer pela Revolução.

O Che, que, detido pelo exército boliviano no alto dos Andes, manietado, ferido, sujo e desgrenhado feito um urso, foi colocado diante do fuzil que lhe tiraria a vida, e então olhou nos olhos do homem que portava a arma assassina, e ergueu o queixo e, percebendo que o carrasco tremia, disse-lhe sem um agá de hesitação:

— Atira, covarde. Vais matar um homem.

Foi esse guerreiro indomável que conjeturou:

— Talvez um pouco de pó...

Che Guevara passou ruge para aparecer na televisão. Ruge! Mas a pequena vaidade, em vez de rebaixá-lo, humaniza-o. Também o Che Guevara queria parecer atraente diante das câmeras, afinal.

O emprego de algumas expressões pode, além de realizar a ligação estabelecida entre as idéias apresentadas, contribuir para revelar algumas sutilezas contidas no texto. Assinale a afirmação adequada sobre alguns elementos apresentados no texto lido.

 

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O texto a seguir foi publicado pelo jornalista David Coimbra, no jornal Zero Hora, em 02 de maio de 2009 e é referência para a questão.

No filme “Che” há uma cena sutil, breve, porém deliciosa, para mim a melhor de todas as duas horas e 10 minutos de ação, que é a seguinte: o Che está sentado em um sofá, esperando para ser entrevistado por uma TV norte-americana. Trata-se de uma figura imponente, a imagem da virilidade: o guerrilheiro latino, já tornado célebre, metido em seu uniforme militar, calçado de coturnos duros, os cabelos longos ondulando boina afora, a barba revolucionária a emoldurar o rosto expressivo. É deste personagem que uma jovem americana se aproxima, vacilante. Estaca a um metro do sofá. Balbucia em um inglês traduzido pelo intérprete acomodado ao lado do grande argentino:

— O comandante permite que lhe faça maquiagem?

O Che sorri. Balança a cabeça, entre divertido e irônico.

— Não, não... recusa.

E dispensa a maquiadora. Mas, vendo-a se afastar, vira-se para o intérprete e especula:

— Talvez um pouco de pó...

A frase é tão surpreendente que o intérprete não entende. Ele repete:

— Pode ser um pouco de pó...

Um pouco de pó. No Che Guevara! O Che, que não gostava nem de tomar banho. Seus contemporâneos relatavam que ele exalava um cheiro azedo e que, certa feita, despiu as cuecas, equilibrou-as de pé sobre uma pedra e ali elas se quedaram, em posição de sentido no meio da selva inóspita, testemunhas eloquentes dos sacrifícios que um idealista era capaz de fazer pela Revolução.

O Che, que, detido pelo exército boliviano no alto dos Andes, manietado, ferido, sujo e desgrenhado feito um urso, foi colocado diante do fuzil que lhe tiraria a vida, e então olhou nos olhos do homem que portava a arma assassina, e ergueu o queixo e, percebendo que o carrasco tremia, disse-lhe sem um agá de hesitação:

— Atira, covarde. Vais matar um homem.

Foi esse guerreiro indomável que conjeturou:

— Talvez um pouco de pó...

Che Guevara passou ruge para aparecer na televisão. Ruge! Mas a pequena vaidade, em vez de rebaixá-lo, humaniza-o. Também o Che Guevara queria parecer atraente diante das câmeras, afinal.

Os indícios discursivos apresentados em um texto sugerem sua adesão a um ou outro gênero de produção. Com base nos elementos contidos no excerto lido, pode-se afirmar corretamente que o leitor está diante de:

 

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O texto a seguir foi publicado pelo jornalista David Coimbra, no jornal Zero Hora, em 02 de maio de 2009 e é referência para a questão.

No filme “Che” há uma cena sutil, breve, porém deliciosa, para mim a melhor de todas as duas horas e 10 minutos de ação, que é a seguinte: o Che está sentado em um sofá, esperando para ser entrevistado por uma TV norte-americana. Trata-se de uma figura imponente, a imagem da virilidade: o guerrilheiro latino, já tornado célebre, metido em seu uniforme militar, calçado de coturnos duros, os cabelos longos ondulando boina afora, a barba revolucionária a emoldurar o rosto expressivo. É deste personagem que uma jovem americana se aproxima, vacilante. Estaca a um metro do sofá. Balbucia em um inglês traduzido pelo intérprete acomodado ao lado do grande argentino:

— O comandante permite que lhe faça maquiagem?

O Che sorri. Balança a cabeça, entre divertido e irônico.

— Não, não... recusa.

E dispensa a maquiadora. Mas, vendo-a se afastar, vira-se para o intérprete e especula:

— Talvez um pouco de pó...

A frase é tão surpreendente que o intérprete não entende. Ele repete:

— Pode ser um pouco de pó...

Um pouco de pó. No Che Guevara! O Che, que não gostava nem de tomar banho. Seus contemporâneos relatavam que ele exalava um cheiro azedo e que, certa feita, despiu as cuecas, equilibrou-as de pé sobre uma pedra e ali elas se quedaram, em posição de sentido no meio da selva inóspita, testemunhas eloquentes dos sacrifícios que um idealista era capaz de fazer pela Revolução.

O Che, que, detido pelo exército boliviano no alto dos Andes, manietado, ferido, sujo e desgrenhado feito um urso, foi colocado diante do fuzil que lhe tiraria a vida, e então olhou nos olhos do homem que portava a arma assassina, e ergueu o queixo e, percebendo que o carrasco tremia, disse-lhe sem um agá de hesitação:

— Atira, covarde. Vais matar um homem.

Foi esse guerreiro indomável que conjeturou:

— Talvez um pouco de pó...

Che Guevara passou ruge para aparecer na televisão. Ruge! Mas a pequena vaidade, em vez de rebaixá-lo, humaniza-o. Também o Che Guevara queria parecer atraente diante das câmeras, afinal.

Assinale a assertiva que sintetiza de forma adequada as informações contidas no 1.º parágrafo do texto:

 

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O texto a seguir foi publicado pelo jornalista David Coimbra, no jornal Zero Hora, em 02 de maio de 2009 e é referência para a questão.

No filme “Che” há uma cena sutil, breve, porém deliciosa, para mim a melhor de todas as duas horas e 10 minutos de ação, que é a seguinte: o Che está sentado em um sofá, esperando para ser entrevistado por uma TV norte-americana. Trata-se de uma figura imponente, a imagem da virilidade: o guerrilheiro latino, já tornado célebre, metido em seu uniforme militar, calçado de coturnos duros, os cabelos longos ondulando boina afora, a barba revolucionária a emoldurar o rosto expressivo. É deste personagem que uma jovem americana se aproxima, vacilante. Estaca a um metro do sofá. Balbucia em um inglês traduzido pelo intérprete acomodado ao lado do grande argentino:

— O comandante permite que lhe faça maquiagem?

O Che sorri. Balança a cabeça, entre divertido e irônico.

— Não, não... recusa.

E dispensa a maquiadora. Mas, vendo-a se afastar, vira-se para o intérprete e especula:

— Talvez um pouco de pó...

A frase é tão surpreendente que o intérprete não entende. Ele repete:

— Pode ser um pouco de pó...

Um pouco de pó. No Che Guevara! O Che, que não gostava nem de tomar banho. Seus contemporâneos relatavam que ele exalava um cheiro azedo e que, certa feita, despiu as cuecas, equilibrou-as de pé sobre uma pedra e ali elas se quedaram, em posição de sentido no meio da selva inóspita, testemunhas eloquentes dos sacrifícios que um idealista era capaz de fazer pela Revolução.

O Che, que, detido pelo exército boliviano no alto dos Andes, manietado, ferido, sujo e desgrenhado feito um urso, foi colocado diante do fuzil que lhe tiraria a vida, e então olhou nos olhos do homem que portava a arma assassina, e ergueu o queixo e, percebendo que o carrasco tremia, disse-lhe sem um agá de hesitação:

— Atira, covarde. Vais matar um homem.

Foi esse guerreiro indomável que conjeturou:

— Talvez um pouco de pó...

Che Guevara passou ruge para aparecer na televisão. Ruge! Mas a pequena vaidade, em vez de rebaixá-lo, humaniza-o. Também o Che Guevara queria parecer atraente diante das câmeras, afinal.

Acerca da interpretação do texto em questão, analise as seguintes assertivas:

I. À luz da postura do herói latino-americano, o uso da maquiagem revela-se uma ação condizente com a imagem que seus contemporâneos lhe atribuíam.

II. As duas falas do herói em relação à maquiagem revelam uma postura hesitante, enquanto a fala diante da morte iminente demonstra valentia.

III. O autor do texto revela uma percepção particular do filme ao extrair e avaliar a cena descrita considerando-a irrepreensível do ponto de vista estético.

IV. A vaidade do herói, demonstrada na cena, deturpa a imagem de força e valentia de que o dotavam seus contemporâneos e denigre a estirpe do mito.

Está(ao) correta(s):

 

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133637 Ano: 2009
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: TJ-PR
Orgão: TJ-PR

O ponto de equilíbrio de um produto poderia ser aumentado por

 

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