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Foram encontradas 160 questões.

2502696 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações
Em 2013, um restaurante em Jerusalém criou uma promoção(a) interessante(b): os donos do estabelecimento resolveram conceder descontos de 50% aos clientes que se dispusessem a desligar os celulares durante a permanência no local. O objetivo era permitir aos frequentadores uma experiência de degustação(b) mais tranquila(d) e prazerosa, sem interrupções.
No Brasil, alguns estabelecimentos têm adotado medidas semelhantes(c). Em São Paulo, um bar tradicional(d) desenvolveu o copo off-line, que só fica de pé na mesa se estiver apoiado sobre um celular. Todas essas iniciativas vêm atender a novas necessidades, típicas(d) de uma sociedade conectada.
Para se ter uma ideia(a), fechamos o ano de 2013 com 271,10 milhões de linhas ativas(c) de celular, segundo dados da Anatel. O aparelho, que antes tinha como única função ampliar e agilizar a comunicação, hoje é também um computador de bolso. “O mundo da tecnologia se parece com um parque de diversões(d) para adultos”, declara a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do NPPI (Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática) da PUC-SP. “Os smartphones têm funções lúdicas(e), que carregam um aspecto(a) de novidade(b) e despertam a criança que vive dentro do usuário”, diz.
E quem se deixa envolver por tanta sedução(a) dificilmente(b) é capaz(c) de perceber se a frequência do uso está passando dos limites e, mais ainda, de distinguir se aquela espiadinha no celular, que muitas vezes interrompe outras atividades importantes(e), acrescenta algo de relevante(e) na vida pessoal. “O aparelho que tinha a função de aproximar as pessoas pode fazer com que o indivíduo diminua suas habilidades sociais”, explica a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas da USP.
Estar sozinho(c) com os próprios pensamentos também se tornou um desafio. “Fala-se muito que a tecnologia interfere na relação com o outro, mas ela também influencia na relação do indivíduo consigo mesmo”, afirma Rosa Maria. “O tempo dedicado para se perder nas próprias ideias, sentimentos, refletir sobre o cotidiano está cada vez menor. E isso interfere no desenvolvimento pessoal, já que não encontramos espaço para avaliar ideias, posturas, valores(e) e as expectativas de vida”, explica.
Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhoresuas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.
Assinale a alternativa que contém apenas adjetivos retirados do texto.
 

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2502695 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações
Em 2013, um restaurante em Jerusalém criou uma promoção interessante: os donos do estabelecimento resolveram conceder descontos de 50% aos clientes que se dispusessem a desligar os celulares durante a permanência no local. O objetivo era permitir aos frequentadores uma experiência de degustação mais tranquila e prazerosa, sem interrupções.
No Brasil, alguns estabelecimentos têm adotado medidas semelhantes. Em São Paulo, um bar tradicional desenvolveu o copo off-line, que só fica de pé na mesa se estiver apoiado sobre um celular. Todas essas iniciativas vêm atender a novas necessidades, típicas de uma sociedade conectada.
Para se ter uma ideia, fechamos o ano de 2013 com 271,10 milhões de linhas ativas de celular, segundo dados da Anatel. O aparelho, que antes tinha como única função ampliar e agilizar a comunicação, hoje é também um computador de bolso. “O mundo da tecnologia se parece com um parque de diversões para adultos”, declara a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do NPPI (Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática) da PUC-SP. “Os smartphones têm funções lúdicas, que carregam um aspecto de novidade e despertam a criança que vive dentro do usuário”, diz.
E quem se deixa envolver por tanta sedução dificilmente é capaz de perceber se a frequência do uso está passando dos limites e, mais ainda, de distinguir se aquela espiadinha no celular, que muitas vezes interrompe outras atividades importantes, acrescenta algo de relevante na vida pessoal. “O aparelho que tinha a função de aproximar as pessoas pode fazer com que o indivíduo diminua suas habilidades sociais”, explica a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas da USP.
Estar sozinho com os próprios pensamentos também se tornou um desafio. “Fala-se muito que a tecnologia interfere na relação com o outro, mas ela também influencia na relação do indivíduo consigo mesmo”, afirma Rosa Maria. “O tempo dedicado para se perder nas próprias ideias, sentimentos, refletir sobre o cotidiano está cada vez menor. E isso interfere no desenvolvimento pessoal, já que não encontramos espaço para avaliar ideias, posturas, valores e as expectativas de vida”, explica.
Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhoresuas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.
Assinale a alternativa que apresenta uma versão modificada da frase Todas essas iniciativas vêm atender a novas necessidades, típicas de uma sociedade conectada com sentido literal equivalente.
 

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2502694 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações
Em 2013 , um restaurante em Jerusalém criou uma promoção interessante: os donos do estabelecimento resolveram conceder descontos de 50% aos clientes que se dispusessem a desligar os celulares durante a permanência no local. O objetivo era permitir aos frequentadores uma experiência de degustação mais tranquila e prazerosa, sem interrupções.
No Brasil, alguns estabelecimentos têm adotado medidas semelhantes. Em São Paulo , um bar tradicional desenvolveu o copo off-line, que só fica de pé na mesa se estiver apoiado sobre um celular. Todas essas iniciativas vêm atender a novas necessidades, típicas de uma sociedade conectada.
Para se ter uma ideia, fechamos o ano de 2013 com 271,10 milhões de linhas ativas de celular, segundo dados da Anatel. O aparelho, que antes tinha como única função ampliar e agilizar a comunicação, hoje é também um computador de bolso. “O mundo da tecnologia se parece com um parque de diversões para adultos”, declara a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do NPPI (Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática) da PUC-SP. Os smartphones têm funções lúdicas, que carregam um aspecto de novidade e despertam a criança que vive dentro do usuário , diz.
E quem se deixa envolver por tanta sedução dificilmente é capaz de perceber se a frequência do uso está passando dos limites e, mais ainda, de distinguir se aquela espiadinha no celular, que muitas vezes interrompe outras atividades importantes, acrescenta algo de relevante na vida pessoal. O aparelho que tinha a função de aproximar as pessoas pode fazer com que o indivíduo diminua suas habilidades sociais , explica a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas da USP.
Estar sozinho com os próprios pensamentos também se tornou um desafio. “Fala-se muito que a tecnologia interfere na relação com o outro, mas ela também influencia na relação do indivíduo consigo mesmo”, afirma Rosa Maria. “O tempo dedicado para se perder nas próprias ideias , sentimentos , refletir sobre o cotidiano está cada vez menor. E isso interfere no desenvolvimento pessoal, já que não encontramos espaço para avaliar ideias, posturas, valores e as expectativas de vida”, explica.
Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhoresuas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.
Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir.
( ) As aspas em vermelho estão sendo empregadas pelo mesmo motivo que as aspas em azul.
( ) A vírgula em vermelho está sendo empregada pelo mesmo motivo que a segunda vírgula em azul.
( ) As vírgulas em laranja estão sendo usadas para separar um aposto.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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2502693 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações
Em 2013, um restaurante em Jerusalém criou uma promoção interessante: os donos do estabelecimento resolveram conceder descontos de 50% aos clientes que se dispusessem a desligar os celulares durante a permanência no local. O objetivo era permitir aos frequentadores uma experiência de degustação mais tranquila e prazerosa, sem interrupções.
No Brasil, alguns estabelecimentos têm adotado medidas semelhantes. Em São Paulo, um bar tradicional desenvolveu o copo off-line, que só fica de pé na mesa se estiver apoiado sobre um celular. Todas essas iniciativas vêm atender a novas necessidades, típicas de uma sociedade conectada.
Para se ter uma ideia, fechamos o ano de 2013 com 271,10 milhões de linhas ativas de celular, segundo dados da Anatel. O aparelho, que antes tinha como única função ampliar e agilizar a comunicação, hoje é também um computador de bolso. “O mundo da tecnologia se parece com um parque de diversões para adultos”, declara a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do NPPI (Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática) da PUC-SP. “Os smartphones têm funções lúdicas, que carregam um aspecto de novidade e despertam a criança que vive dentro do usuário”, diz.
E quem se deixa envolver por tanta sedução dificilmente é capaz de perceber se a frequência do uso está passando dos limites e, mais ainda, de distinguir se aquela espiadinha no celular, que muitas vezes interrompe outras atividades importantes, acrescenta algo de relevante na vida pessoal. “O aparelho que tinha a função de aproximar as pessoas pode fazer com que o indivíduo diminua suas habilidades sociais”, explica a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas da USP.
Estar sozinho com os próprios pensamentos também se tornou um desafio. “Fala-se muito que a tecnologia interfere na relação com o outro, mas ela também influencia na relação do indivíduo consigo mesmo”, afirma Rosa Maria. “O tempo dedicado para se perder nas próprias ideias, sentimentos, refletir sobre o cotidiano está cada vez menor. E isso interfere no desenvolvimento pessoal, já que não encontramos espaço para avaliar ideias, posturas, valores e as expectativas de vida”, explica.
Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhoresuas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.
Considere as seguintes afirmações.
I - O pronome possessivo suas do título visa estreitar a ligação do leitor com o texto.
II - O pronome possessivo suas expressa uma relação de posse entre o indivíduo e habilidades sociais.
III - O pronome isso faz referência ao uso do celular de maneira excessiva.
Quais estão corretas?
 

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2502692 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações
Em 2013, um restaurante em Jerusalém criou uma promoção interessante: os donos do estabelecimento resolveram conceder descontos de 50% aos clientes que se dispusessem a desligar os celulares durante a permanência no local. O objetivo era permitir aos frequentadores uma experiência de degustação mais tranquila e prazerosa, sem interrupções.
No Brasil, alguns estabelecimentos têm adotado medidas semelhantes. Em São Paulo, um bar tradicional desenvolveu o copo off-line, que só fica de pé na mesa se estiver apoiado sobre um celular. Todas essas iniciativas vêm atender a novas necessidades, típicas de uma sociedade conectada.
Para se ter uma ideia, fechamos o ano de 2013 com 271,10 milhões de linhas ativas de celular, segundo dados da Anatel. O aparelho, que antes tinha como única função ampliar e agilizar a comunicação, hoje é também um computador de bolso. “O mundo da tecnologia se parece com um parque de diversões para adultos”, declara a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do NPPI (Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática) da PUC-SP. “Os smartphones têm funções lúdicas, que carregam um aspecto de novidade e despertam a criança que vive dentro do usuário”, diz.
E quem se deixa envolver por tanta sedução dificilmente é capaz de perceber se a frequência do uso está passando dos limites e, mais ainda, de distinguir se aquela espiadinha no celular, que muitas vezes interrompe outras atividades importantes, acrescenta algo de relevante na vida pessoal. “O aparelho que tinha a função de aproximar as pessoas pode fazer com que o indivíduo diminua suas habilidades sociais”, explica a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas da USP.
Estar sozinho com os próprios pensamentos também se tornou um desafio. “Fala-se muito que a tecnologia interfere na relação com o outro, mas ela também influencia na relação do indivíduo consigo mesmo”, afirma Rosa Maria. “O tempo dedicado para se perder nas próprias ideias, sentimentos, refletir sobre o cotidiano está cada vez menor. E isso interfere no desenvolvimento pessoal, já que não encontramos espaço para avaliar ideias, posturas, valores e as expectativas de vida”, explica.
Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhoresuas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.
Se a palavra iniciativas estivesse no singular, quantas outras palavras na frase deveriam ser alteradas, necessariamente, para fins de concordância?
 

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2502691 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações
Em 2013, um restaurante em Jerusalém criou uma promoção interessante: os donos do estabelecimento resolveram conceder descontos de 50% aos clientes que se dispusessem a desligar os celulares durante a permanência no local. O objetivo era permitir aos frequentadores uma experiência de degustação mais tranquila e prazerosa, sem interrupções.
No Brasil, alguns estabelecimentos têm adotado medidas semelhantes. Em São Paulo, um bar tradicional desenvolveu o copo off-line, que só fica de pé na mesa se estiver apoiado sobre um celular. Todas essas iniciativas vêm atender a novas necessidades, típicas de uma sociedade conectada.
Para se ter uma ideia, fechamos o ano de 2013 com 271,10 milhões de linhas ativas de celular, segundo dados da Anatel. O aparelho, que antes tinha como única função ampliar e agilizar a comunicação, hoje é também um computador de bolso. “O mundo da tecnologia se parece com um parque de diversões para adultos”, declara a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do NPPI (Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática) da PUC-SP. “Os smartphones têm funções lúdicas, que carregam um aspecto de novidade e despertam a criança que vive dentro do usuário”, diz.
E quem se deixa envolver por tanta sedução dificilmente é capaz de perceber se a frequência do uso está passando dos limites e, mais ainda, de distinguir se aquela espiadinha no celular, que muitas vezes interrompe outras atividades importantes, acrescenta algo de relevante na vida pessoal. “O aparelho que tinha a função de aproximar as pessoas pode fazer com que o indivíduo diminua suas habilidades sociais”, explica a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas da USP.
Estar sozinho com os próprios pensamentos também se tornou um desafio. “Fala-se muito que a tecnologia interfere na relação com o outro, mas ela também influencia na relação do indivíduo consigo mesmo”, afirma Rosa Maria. “O tempo dedicado para se perder nas próprias ideias, sentimentos, refletir sobre o cotidiano está cada vez menor. E isso interfere no desenvolvimento pessoal, já que não encontramos espaço para avaliar ideias, posturas, valores e as expectativas de vida”, explica.
Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhoresuas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.
Considere as seguintes afirmações acerca da tipologia do texto.
I - Os 3 primeiros parágrafos do texto têm claro teor narrativo.
II - O texto tem caráter predominantemente informativo, mas a informação exposta está a serviço de uma argumentação.
III - Ao apontar estados subjetivos do usuário de tecnologias, o último parágrafo reveste-se de caráter predominantemente poético.
Quais estão corretas?
 

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2502689 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações
Em 2013, um restaurante em Jerusalém criou uma promoção interessante: os donos do estabelecimento resolveram conceder descontos de 50% aos clientes que se dispusessem a desligar os celulares durante a permanência no local. O objetivo era permitir aos frequentadores uma experiência de degustação mais tranquila e prazerosa, sem interrupções.
No Brasil, alguns estabelecimentos têm adotado medidas semelhantes. Em São Paulo, um bar tradicional desenvolveu o copo off-line, que só fica de pé na mesa se estiver apoiado sobre um celular. Todas essas iniciativas vêm atender a novas necessidades, típicas de uma sociedade conectada.
Para se ter uma ideia, fechamos o ano de 2013 com 271,10 milhões de linhas ativas de celular, segundo dados da Anatel. O aparelho, que antes tinha como única função ampliar e agilizar a comunicação, hoje é também um computador de bolso. “O mundo da tecnologia se parece com um parque de diversões para adultos”, declara a psicóloga Rosa Maria Farah, coordenadora do NPPI (Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática) da PUC-SP. “Os smartphones têm funções lúdicas, que carregam um aspecto de novidade e despertam a criança que vive dentro do usuário”, diz.
E quem se deixa envolver por tanta sedução dificilmente é capaz de perceber se a frequência do uso está passando dos limites e, mais ainda, de distinguir se aquela espiadinha no celular, que muitas vezes interrompe outras atividades importantes, acrescenta algo de relevante na vida pessoal. “O aparelho que tinha a função de aproximar as pessoas pode fazer com que o indivíduo diminua suas habilidades sociais”, explica a psicóloga Dora Sampaio Góes, do Hospital das Clínicas da USP.
Estar sozinho com os próprios pensamentos também se tornou um desafio. “Fala-se muito que a tecnologia interfere na relação com o outro, mas ela também influencia na relação do indivíduo consigo mesmo”, afirma Rosa Maria. “O tempo dedicado para se perder nas próprias ideias, sentimentos, refletir sobre o cotidiano está cada vez menor. E isso interfere no desenvolvimento pessoal, já que não encontramos espaço para avaliar ideias, posturas, valores e as expectativas de vida”, explica.
Adaptado de OLIVEIRA, M.; TREVISAN, R. Esqueça um pouco do celular e melhore suas relações. Disponível em http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/04/07/esqueca-um-pouco-do-celular-e-melhoresuas-relacoes.htm. Acesso em 15 de abril de 2014.
Assinale a alternativa que contém uma ideia que NÃO pode ser depreendida a partir da leitura do texto.
 

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2502688 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Considere a figura abaixo, que apresenta a tela de formatação de caractere do LibreOffice Writer.
Enunciado 3541036-1
Se a formatação definida na tela acima for aplicada ao texto "TJ - RS", qual será o aspecto do texto formatado?
 

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2502687 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A farra com as crianças acabou? Pode ser que sim, pelo menos em parte. O Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente) aprovou resolução que proíbe propagandas voltadas para menores de idade no Brasil. Ela leva em conta que a publicidade infantil, na maioria das vezes, contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente e só deve ser usada para campanhas de utilidade pública sobre alimentação, educação e saúde.
Essa é uma pauta que está já há algum tempo em discussão, sofrendo grande resistência do mercado. O consumo de produtos infantis é um mercado importantíssimo e ainda um terreno a ser completamente explorado. Segundo o site da CCFC, Campaign for a Commercial-Free Childhood, ONG que combate a propaganda abusiva para crianças, pessoas com menos de 14 anos são responsáveis diretas por um gasto de 40 bilhões de dólares por ano – dez vezes mais do que dez anos atrás.
Empresas, agências e indústrias festejam esse número, que contempla o gasto com uma gama enorme de produtos, desde alimentos e brinquedos, até roupas e viagens. E, para isso, contam com a publicidade, principalmente na TV.
Mas, além de induzir à compra e ao consumo desnecessário, a publicidade provoca outros efeitos. O National Bureau of Economic Research fez um estudo que revela que, se os anúncios de redes de fast food fossem eliminados, a obesidade infantil diminuiria em até 20%. Também aponta que a publicidade infantil tende a anular a autoridade dos pais, criando um confronto entre as mensagens publicitárias e os valores familiares.
Segundo James McNeal, um dos papas do marketing infantil, estamos numa espécie de “era dourada das crianças”. Elas são tudo o que o mercado quer: consumidoras compulsivas, vulneráveis às tendências ditadas pela publicidade. Mais ainda: influenciam decisivamente os hábitos de consumo de pais, irmãos, avós e tios. “Quarenta milhões de americanos entre 2 e 12 anos são responsáveis por influenciar um a cada sete dólares gastos no mercado dos EUA”, escreve ele. De acordo com o Instituto InterScience, há dez anos, apenas 8% das crianças influenciavam as decisões de compras dos adultos. Hoje, esse número saltou para 49%.
Outro levantamento da Viacom, dona do canal infantil Nickelodeon, mostra que mais de 40% das compras dos pais são influenciadas pelos filhos. Segundo essa mesma pesquisa, 65% dos pais revelam que ouvem a opinião das crianças sobre os produtos comprados para toda a família, como o carro, por exemplo. Elas dão palpite sobre cores, som, tipo do carro, bancos e até o modelo das portas. A criança consumidora de hoje será o adulto consumidor de amanhã.
“Faz todo sentido que a busca incessante das empresas pela fidelização de seus clientes comece bem mais cedo. Nada mais natural, portanto, olharmos as crianças como futuras consumidoras de diversos produtos, serviços e marcas”, diz James McNeal.
Países como Suécia, Alemanha, Espanha e Canadá já há algum tempo têm legislações extremamente rígidas com o que chamam de “métodos de persuasão infantil”, algo comparável a um assédio moral ou sexual. Uma campanha recente de gel para cabelos foi banida por ter “sensualizado” personagens infantis. Na União Europeia, a legislação básica, válida para os 27 países-membros, proíbe tudo o que explore “a inexperiência e credibilidade infantil”, que “encoraje crianças a persuadir pais ou outros a comprar produtos ou serviços”, que “explore a confiança dos pais pelos seus filhos” e “mostre cenas perigosas envolvendo menores”.
A resolução do Conanda não tem força de lei, embora possa servir de base para possíveis processos e ações. Já surgem manifestações acusando a iniciativa de atentado à liberdade de expressão. Mas o limite dessa liberdade é a pregação contra a integridade física e moral dos indivíduos. Um exemplo clássico é o veto à propaganda de cigarros.
Adaptado de: AMADO, Roberto. A proibição de propagada para crianças é novidade no Brasil, mas não no mundo desenvolvido. Disponível em: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-proibicaode-propagada-para-criancas-e-novidade-no-brasil-masnao-no-mundo-desenvolvido/. Acessado em 20/04/2014.
Considere os pares de palavras a seguir.
I - saúdeindústrias
II - atrás às
III - espécie família
Em quais pares as palavras são acentuadas em virtude da mesma regra?
 

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2502686 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A farra com as crianças acabou? Pode ser que sim, pelo menos em parte. O Conanda (Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente) aprovou resolução que proíbe propagandas voltadas para menores de idade no Brasil. Ela leva em conta que a publicidade infantil, na maioria das vezes, contraria o Estatuto da Criança e do Adolescente e só deve ser usada para campanhas de utilidade pública sobre alimentação, educação e saúde.
Essa é uma pauta que está já há algum tempo em discussão, sofrendo grande resistência do mercado. O consumo de produtos infantis(a) é um mercado importantíssimo e ainda um terreno a ser completamente explorado. Segundo o site da CCFC, Campaign for a Commercial-Free Childhood, ONG que combate a propaganda abusiva para crianças, pessoas com menos de 14 anos são responsáveis diretas por um gasto de 40 bilhões de dólares por ano(b) – dez vezes mais do que dez anos atrás.
Empresas, agências e indústrias festejam esse número, que contempla o gasto com uma gama enorme de produtos, desde alimentos e brinquedos, até roupas e viagens. E, para isso, contam com a publicidade, principalmente na TV.
Mas, além de induzir à compra e ao consumo desnecessário, a publicidade provoca outros efeitos. O National Bureau of Economic Research fez um estudo que revela que, se os anúncios de redes de fast food fossem eliminados, a obesidade infantil diminuiria em até 20%. Também aponta que a publicidade infantil tende a anular a autoridade dos pais, criando um confronto entre as mensagens publicitárias e os valores familiares.
Segundo James McNeal, um dos papas do marketing infantil, estamos numa espécie de “era dourada das crianças”. Elas são tudo o que o mercado quer: consumidoras compulsivas, vulneráveis às tendências ditadas pela publicidade(c). Mais ainda: influenciam decisivamente os hábitos de consumo de pais, irmãos, avós e tios. “Quarenta milhões de americanos entre 2 e 12 anos são responsáveis por influenciar um a cada sete dólares gastos no mercado dos EUA”, escreve ele. De acordo com o Instituto InterScience, há dez anos, apenas 8% das crianças influenciavam as decisões de compras dos adultos. Hoje, esse número saltou para 49%.
Outro levantamento da Viacom, dona do canal infantil Nickelodeon, mostra que mais de 40% das compras dos pais são influenciadas pelos filhos. Segundo essa mesma pesquisa, 65% dos pais revelam que ouvem a opinião das crianças sobre os produtos comprados para toda a família, como o carro, por exemplo. Elas dão palpite sobre cores, som, tipo do carro, bancos e até o modelo das portas. A criança consumidora de hoje(d) será o adulto consumidor de amanhã.
“Faz todo sentido que a busca incessante das empresas pela fidelização de seus clientes(e) comece bem mais cedo. Nada mais natural, portanto, olharmos as crianças como futuras consumidoras de diversos produtos, serviços e marcas”, diz James McNeal.
Países como Suécia, Alemanha, Espanha e Canadá já há algum tempo têm legislações extremamente rígidas com o que chamam de “métodos de persuasão infantil”, algo comparável a um assédio moral ou sexual. Uma campanha recente de gel para cabelos foi banida por ter “sensualizado” personagens infantis. Na União Europeia, a legislação básica, válida para os 27 países-membros, proíbe tudo o que explore “a inexperiência e credibilidade infantil”, que “encoraje crianças a persuadir pais ou outros a comprar produtos ou serviços”, que “explore a confiança dos pais pelos seus filhos” e “mostre cenas perigosas envolvendo menores”.
A resolução do Conanda não tem força de lei, embora possa servir de base para possíveis processos e ações. Já surgem manifestações acusando a iniciativa de atentado à liberdade de expressão. Mas o limite dessa liberdade é a pregação contra a integridade física e moral dos indivíduos. Um exemplo clássico é o veto à propaganda de cigarros.
Adaptado de: AMADO, Roberto. A proibição de propagada para crianças é novidade no Brasil, mas não no mundo desenvolvido. Disponível em: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/a-proibicaode-propagada-para-criancas-e-novidade-no-brasil-masnao-no-mundo-desenvolvido/. Acessado em 20/04/2014.
Assinale a alternativa em que a expressão extraída do texto NÃO exerce a função de complemento nominal na frase em que se encontra.
 

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