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- Transmissão de DadosMeios de TransmissãoCabeamento FìsicoMeio de Transmissão: Par Trançado
- Transmissão de DadosPadrões IEEE 802IEEE 802.3: Ethernet
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| | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 |
| 1 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 |
| 2 | 2 | 3 | 1 | 6 | 4 | 5 |
| 3 | 3 | 1 | 2 | 5 | 6 | 4 |
| 4 | 4 | 6 | 5 | 2 | 1 | 3 |
| 5 | 5 | 4 | 6 | 1 | 3 | 2 |
| 6 | 6 | 5 | 4 | 3 | 2 | 1 |
Assim, por exemplo, 3
(5
2) = 3
4 = 5.
Nessas condições, se x é um elemento de E, tal que x
6 = (5
5)
(2
4), então x é igual a
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Atenção: A questão refere-se ao texto que segue.
Tecnologia e totalitarismo
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são altas criações do espírito humano, mas não encerram, em si mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode melhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana, contanto que o organismo social em que se insere faça dessa meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação. Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu centro – a liberdade.
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças e adultos, percamos nossa integridade originária e nos transformemos em números anônimos, em consumidores de mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
Justificam-se ambos os usos do sinal de crase em:
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Atenção: A questão refere-se ao texto que segue.
Tecnologia e totalitarismo
A tecnologia e a televisão – que dela faz parte – são altas criações do espírito humano, mas não encerram, em si mesmas, nenhum valor ético. A técnica é meio, nunca fim. Ela pode trabalhar a favor do homem e de sua liberdade, na medida em que se subordina aos valores humanos. A técnica pode melhorar e enriquecer extraordinariamente a vida humana, contanto que o organismo social em que se insere faça dessa meta o alvo de sua atividade global. Manipulada por uma sociedade dividida e alienante, hipertroficamente utilitária e predatória, passa a ser instrumento de opressão e alienação. Nesse caso, o homem, por meio da técnica, constrói um mundo que o coisifica e o devora como pessoa, destruindo-o no seu centro – a liberdade.
Ao totalitarismo, e à propaganda que o serve, aborrecem a liberdade, a peculiaridade, a originalidade, a criatividade, a pluralidade dos seres, enfim, tudo aquilo que significa o esforço do homem para realizar-se e conquistar-se em sua dignidade. É esse o grave, o terrível perigo da tecnologia posta a serviço de uma ordem de coisas desumana. É também o perigo da televisão, na medida em que trabalha para que todos, crianças e adultos, percamos nossa integridade originária e nos transformemos em números anônimos, em consumidores de mercadorias num mundo todo ele transformado em mercado.
(Hélio Pellegrino, Lucidez embriagada. S. Paulo: Editora Planeta do Brasil, 2004, pp. 162/63)
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do singular para preencher corretamente a lacuna da frase:
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