Foram encontradas 40 questões.
O Windows 11 contempla vários atalhos que auxiliam na organização e manipulação de janelas abertas na área de trabalho. É
CORRETO afirmar que o atalho utilizado para maximizar uma janela nesse sistema operacional é:
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4238694
Ano: 2026
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Os periféricos de um computador são classificados pela direção do fluxo de dados entre a CPU e ambiente externo. Assinale a
alternativa que apresenta apenas dispositivos que funcionam como entrada e saída (híbrido).
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Tiago recebeu um e-mail, supostamente enviado pelo banco em que tem conta, informando que sua conta foi bloqueada e é preciso
atualizar o cadastro para que o acesso seja normalizado. Amensagem do e-mail contém erros de português e o remetente é um endereço
estranho. É CORRETO afirmar que esse tipo de ataque é um exemplo de:
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Sobre os recursos de privacidade e segurança nos navegadores Microsoft Edge, Mozilla Firefox e Google Chrome, analise as seguintes
assertivas.
I- Firefox destaca-se pela privacidade, sendo o único que oferece o recurso de navegação anônima.
II- Para abrir uma nova aba, o atalho em qualquer um desses três navegadores é CTRL+ T.
III- Asincronização de favoritos, senhas e históricos entre dispositivos é um recurso disponível nos três navegadores.
IV- Por questão de segurança, a abertura de arquivos PDF nos três navegadores só é possível com a instalação do Adobe Reader.
É CORRETO o que se afirma em:
I- Firefox destaca-se pela privacidade, sendo o único que oferece o recurso de navegação anônima.
II- Para abrir uma nova aba, o atalho em qualquer um desses três navegadores é CTRL+ T.
III- Asincronização de favoritos, senhas e históricos entre dispositivos é um recurso disponível nos três navegadores.
IV- Por questão de segurança, a abertura de arquivos PDF nos três navegadores só é possível com a instalação do Adobe Reader.
É CORRETO o que se afirma em:
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- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsGerenciamento de Arquivos e PastasWindows Explorer
Rebeca utiliza o sistema operacional Windows 11 e precisa enviar, via e-mail, um conjunto de arquivos para Juliana, que é usuária do
sistema operacional Linux Ubuntu. É CORRETO afirmar que, para garantir que Juliana acesse os arquivos de forma organizada,
Rebeca deve:
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Leia o Texto II para responder à questão.

Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DUG-svQj2Iv/?img_index=1 Acesso em 12 maio 2026.
I- Em “Não tenho porque tomo remédio” o “porque” deveria ser substituído por “por que”.
II- Em “Não, graças a Deus”, deveria haver, obrigatoriamente, ponto após “Não”.
III- Nos dois primeiros quadrinhos a pergunta é marcada pelo emprego da interrogação no fim da oração.
IV- Em “a senhora disse que não tem pressão alta” o termo “tem” está no plural.
É CORRETO o que se afirma em:
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Leia o Texto II para responder à questão.

Fonte: Disponível em: https://www.instagram.com/p/DUG-svQj2Iv/?img_index=1 Acesso em 12 maio 2026.
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Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
Bom dia, por favor e obrigado
Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um
terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De
quem é a culpa?
Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização
contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa
vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram
às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal.
Indelicadeza? Jamais.
Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam
expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
Ficavam claras as boas intenções.
A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do
poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não
inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e
estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é
um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a
convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
Civilidade? Vá procurar a sua turma!
A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez
como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs,
decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer
“obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
“Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.
Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
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Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
Bom dia, por favor e obrigado
Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um
terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De
quem é a culpa?
Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização
contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa
vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram
às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal.
Indelicadeza? Jamais.
Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam
expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
Ficavam claras as boas intenções.
A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do
poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não
inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e
estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é
um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a
convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
Civilidade? Vá procurar a sua turma!
A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez
como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs,
decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer
“obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
“Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.
Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
Bom dia, por favor e obrigado
Dou “bom dia” e ele passa em silêncio, com ar de desdém. Peço “por favor” e ela me olha com curiosidade. Agradeço a um
terceiro e só consigo uma expressão de indiferença.
É só comigo ou já aconteceu com o leitor?
Pois então somos dois. A má educação militante está se espalhando: na reunião de condomínio, no clube, no escritório. De
quem é a culpa?
Talvez tenha sido do isolamento da pandemia, talvez daqueles de maior ficha corrida na decadência da civilização
contemporânea: redes sociais, polarização e overdose de telas.
Por aqui os códigos mais ortodoxos da boa educação nunca fizeram muito sucesso, mas havia uma gentileza genuína, uma boa
vontade natural. Demonstrada de maneira informal, a simpatia era a marca nacional. Se o “bom dia”, o “por favor” e o “obrigado” eram
às vezes esquecidos, nunca foi por rispidez; talvez por um lapso de memória ou mesmo pela falta de uma educação formal.
Indelicadeza? Jamais.
Você dava “bom dia” e a pessoa não respondia, mas sorria com sinceridade. Se não tinha um “por favor” literal, existiam
expressões e gestos que se podiam considerar equivalentes. Na falta de um “obrigado”, valia um tapinha nas costas ou até um abraço.
Ficavam claras as boas intenções.
A gente se entendia, ou ao menos se respeitava. A fama de boa praça do país tropical correu mundo. A razão da simpatia, do
poder, do algo mais e da alegria, como cantou Jorge Ben Jor.
De um tempo para cá, a mistura fina dessa educação informal desandou.
As redes, as telas e a polarização demonstram que, no barata-voa do mundo online, o respeito é algo dispensável, quando não
inconveniente. O algoritmo sabe que cortesia não dá engajamento, muito menos lucro, então promove todo tipo de discórdia e
estupidez. A senhorinha que dá “bom dia” no grupo é tratada com desprezo, o rapaz que responde com calma é ignorado e quem não é
um raivoso contumaz torna-se um subversivo que precisa ser bloqueado.
Educação? Boas maneiras? Sai pra lá, vovô!
O problema é que, depois da pandemia, esse comportamento deletério transbordou para as ruas, para as esquinas, para a
convivência no mundo real. Atal gentileza nativa foi arquivada, e a boa vontade ficou na memória.
Civilidade? Vá procurar a sua turma!
A grosseria se tornou o padrão em todo o espectro. Muitos conservadores passaram a considerar qualquer tipo de polidez
como frescura. “Bom dia” é coisa de velho; “por favor”, de fraco; dizer “obrigado” é uma humilhação desnecessária.
Do outro lado, a coisa não anda muito melhor. Há vários progressistas, daqueles que tratam CPF como se fossem CNPJs,
decretaram que quem não é da sua tribo é indigno de respeito. Como dar “bom dia” a uma pessoa que parece o opressor? Como dizer
“obrigado” a quem não celebra a nossa virtude? É o que questionam, com cândida intransigência.
Cabe a quem ainda vive no país da gentileza e da boa vontade ensinar aos neosselvagens o básico da convivência civilizada.
“Bom dia”, “por favor” e “obrigado” são um bom começo.
Fonte: AVERSA, Leo. Bom dia, por favor e obrigado. O Globo, Rio de Janeiro, 22 abr. 2026 (Adaptado).
I- O termo “militante” é um adjetivo e traduz a opinião do autor do texto.
II- O termo “má” foi empregado inadequadamente, haja vista que a forma adequada é “mal”.
III- A repetição dos elementos destacadas em: “na reunião de condomínio, no clube, no escritório” constitui erro gramatical, pois a norma-padrão não recomenda o paralelismo em se tratando de preposição.
É CORRETO o que se afirma em:
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