Foram encontradas 40 questões.
De acordo com Silva (2001), responda às questões de números 21 a 23.
O cotidiano na enfermaria do NESA revela que, ao irromperem no organismo, as doenças afetam a subjetividade, o que implica dizer que, ao vivenciar o mal físico o sujeito experimenta a influência de sua história de vida. As querelas familiares podem eclodir durante uma internação, quando não faltam expressões de paixões. No capítulo “A demanda pelo grito”, na clínica com o paciente Ricardo, a autora verifica o(a):
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De acordo com Silva (2001), responda às questões de números 21 a 23.
O fato de o Núcleo de Estudos da Saúde do Adolescente (NESA) pertencer a uma Universidade acabou por impulsionar a articulação da assistência ao ensino. Nesse contexto, a autora ressalta um fator necessário para a transmissão da psicanálise no serviço a adolescentes que é a:
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De acordo com Silva (2001), responda às questões de números 21 a 23.
O Serviço de Adolescentes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) teve origem em julho de 1974, fase em que dava seus primeiros passos. Uma ocorrência teve destaque fundamental para que os estudantes reivindicassem um “cuidado especial aos adolescentes”. Tratava-se de um paciente de 16 anos, portador de esquistossomose mansônica. Os fatores que impulsionaram a criação do serviço, dada a relevância a eles atribuída, foram os:
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De acordo com Mucida (2004), responda às questões de números 17 a 20.
Resguardadas as devidas diferenças, a psicanálise com idosos implica, bem como a psicanálise com crianças, certos momentos nos quais alguém próximo precisa estar mais presente, sustentando o tratamento. É o caso do idoso que, em algumas ocasiões e por diversas razões, não pode ir sozinho à sessão e necessita que alguém o leve e o busque após o atendimento. Nesse contexto, viabilizar a continuidade do trabalho analítico, coloca para o psicanalista:
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De acordo com Mucida (2004), responda às questões de números 17 a 20.
Quanto à aplicabilidade da psicanálise, além do atendimento a idosos, Freud também formulou contraindicações quanto ao atendimento de crianças e psicóticos. Entretanto, essas últimas contraindicações foram, há muito tempo, enfrentadas pelos psicanalistas a partir da práxis. Em torno desse ponto, Mucida avalia que o silêncio dos psicanalistas acerca da velhice poderia articular-se ao(à):
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De acordo com Mucida (2004), responda às questões de números 17 a 20.
Idosa de 69 anos chega ao atendimento indicado pelo médico e por sua filha, que espera que faça o tratamento e “melhore rápido”. Teve um acidente vascular cerebral há quatro anos, apresenta dificuldades na marcha, na fala e está deprimida. Reclama de sua “dependência do outro”, pois, antes, resolvia tudo sozinha. No segundo encontro, ao falar das dificuldades em sua nova vida, retorna ao significante ‘dependente’ e acrescenta: “Não sei bem o que a gente faz no psicólogo, mas sei que a gente tem que querer, mas ninguém me perguntou”. Indagada se queria voltar, responde: “Será que eu poderia pensar se eu quero vir?!”. A partir desse fragmento clínico, a psicanalista avalia que, no início do tratamento, é importante considerar o(a):
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De acordo com Mucida (2004), responda às questões de números 17 a 20.
Idosa de 72 anos chega para o tratamento e, após algumas sessões, diz: “... preciso falar do problema atual que me incomoda”. Então ela aborda suas dificuldades com as aulas de direção para obter a carteira de motorista. A partir do significante ‘dirigir’, seu trabalho associativo, nas sessões, relança questões que se reportam à sua relação com o pai e com os filhos, e a pergunta sobre as perspectivas a partir de seu tratamento. Com base neste fragmento clínico, a autora propõe que o “problema atual” da paciente:
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De acordo com Moretto e Priszulnik (2014), responda às questões de números 14 e 16.
A inserção do psicanalista na equipe de saúde é um processo que diz respeito a seu:
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De acordo com Moretto e Priszulnik (2014), responda às questões de números 14 e 16.
As autoras consideram que a transmissão do saber do psicanalista pode constituir uma relevante contribuição da psicanálise à Psicologia Hospitalar. Nesse sentido, afirmam constatar, frequentemente, no discurso do profissional em supervisão, a ideia de que a inserção na equipe de saúde tem um valor específico para o seu trabalho na instituição. Esse valor é o de um(a):
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De acordo com Moretto e Priszulnik (2014), responda às questões de números 14 e 16.
A inserção do psicanalista em uma equipe de saúde diz respeito a um processo, e não a um fato. As autoras definem inserção como um processo de construção:
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