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Nas unidades de internação pediátrica com casos confirmados ou suspeitos de tuberculose pulmonar, o tipo de máscara a ser utilizada para o controle da transmissão deve ser:
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É considerada taquipneia, em lactente de dois meses a um ano incompleto, quando a frequência respiratória tem movimentos por minuto no valor igual ou maior que:
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Nas gestantes com fatores de risco fetal, pode haver indicação médica para realização de amniocentese. Os valores anormais das substâncias presentes no líquido amniótico podem indicar implicações no desenvolvimento fetal.
Nos casos indicativos de defeitos do tubo neural, como espinha bífida ou anencefalia, encontra-se elevada, no líquido amniótico, a seguinte substância:
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O desdesign da mamadeira:
por uma avaliação periódica da produção industrial (fragmento)
A tese aqui defendida é a necessidade de serem adotados princípios e métodos que viabilizem a avaliação periódica da produção industrial. Essa é nossa contribuição para que o consumo possa se dar a partir de posturas racionais, conforme exigem as novas diretrizes sociais e ambientais.
Sem dúvida, esse é um alvo ainda distante. Para alcançá-lo, será necessária uma grande determinação social, fortes mudanças empresariais e estatais. O alvo envolve uma alteração tão radical de conduta que se poderá até indagar se atingi-lo pertence à ordem da possibilidade. Entretanto, se para além dos inegáveis esforços e mudanças que já vêm sendo realizados, e se a base do problema sob a responsabilidade dos designers for ajustada, tudo indica que ocorrerão transformações importantes.
Sigamos um raciocínio. Os produtos industriais estão associados a conjuntos de áreas profissionais. Um instrumento cirúrgico, por exemplo, está associado à medicina, à enfermagem, à química, à engenharia de materiais, ao design etc. É coerente que iniciativas de concepção, produção e possível reavaliação de produtos relacionados a essas áreas contem com a participação de seus profissionais.
Diante de tudo o que foi aqui exposto sobre as mamadeiras, é preciso ressaltar que mais do que a ideia de coautoria, acompanhamento ou avaliação, é indispensável haver claros valores regendo a formação e a atuação dos profissionais de todas as áreas relacionadas aos produtos.
A adesão dos designers a correntezas de mercado e de consumo que concedem status de eficiência ao produto tende a atuar como motor de propulsão do processo de permanência da mamadeira como meio “seguro” de alimentar bebês. Se, ao contrário, sinalizassem a existência dos problemas, estariam contribuindo para que as consequências do uso da mamadeira fossem freadas ou desaceleradas.
Áreas da saúde vêm capitaneando os esforços pró-amamentação e trabalhando com as redes montadas pela sociedade civil para monitorar os códigos de controle de comercialização de produtos como o leite em pó e as mamadeiras, além de realizar intenso esforço de treinamento profissional para a implantação das diretrizes da OMS nas práticas médicas. Apesar disso, enfrentam diversas resistências e obstáculos internos e externos à área, e com eles defrontam-se numa tal dinâmica de ação que merece a denominação (mais coloquial) de luta. O componente político da expressão é assumido pela classe e por todos os envolvidos na questão, pois se trata de um combate a uma cultura instalada na sociedade e a correntezas empresariais muito poderosas, que apenas podem ser enfrentadas com transformações de comportamento promovidas e respaldadas por medidas governamentais. O componente ideológico da expressão tem o sentido de defesa dos direitos humanos, sendo também assumido pelos militantes da causa e por membros da sociedade que absorveram as condutas de apoio à amamentação.
Enquanto isso, a área profissional responsável por configurar as mamadeiras parece estar praticamente alheia ao problema, dedicando-se a modernizar o produto.
Como alterar tal quadro? Como fazer com que os profissionais do design se inteirem da questão e aceitem o desafio de conceber produtos coerentes com o paradigma científico alcançado sobre a administração de alimentos a bebês? E, para além das mamadeiras, como incluir na conduta estrutural desses profissionais a postura projetual de sempre refletir sobre a validade e adequação de produtos em geral?
O exame da situação sinaliza a necessidade de se dar um passo preliminar, mesmo que seus resultados não consigam alterar o quadro na velocidade e intensidade necessárias. A saída é a inserção da prática acadêmica de reavaliação de produtos industriais como passo metodológico na formação de profissionais de design. Assumir, por conduta, o hábito de desconstruir o produto com a finalidade de checar seu nível de adequação às condutas preconizadas aos produtos, seu potencial de aprimoramento ou sinais de exigência de re-concepção.
Esses pontos serão aqui defendidos, partindo-se do âmbito geral das práticas de consumo em direção ao âmbito específico do ensino de design.
(NOGUEIRA, Cristine. O desdesign da mamadeira: por uma avaliação periódica da produção industrial.
2010. 232 p. Tese de Doutorado (Departamento de Artes e Design) -
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010. p.164-165)
“Sigamos um raciocínio.”
No fragmento destacado, o uso da 1ª pessoa do plural aponta principalmente a:
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No tratamento da dor no recém-nascido, a terapia medicamentosa com morfina e fentanil deve ser utilizada com cautela, pois pode desencadear depressão respiratória e:
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Ao realizar auditoria de registro nos prontuários de pacientes da unidade coronariana, a enfermeira responsável encontrou como registro de uma prescrição de enfermagem para um paciente com tubo orotraqueal, TOT: “aspirar vias aéreas de 3/3 horas”.
Nesse caso, a prescrição está:
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Em relação ao PICC, quando aplicado no recém-nascido, é correto afirmar que:
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Após cirurgia de quadril, cirurgia torácica ou abdominal geral, a Trombose Venosa Profunda, TVP, pode ocorrer em veias pélvicas profundas dos membros inferiores em pacientes de pós-operatório.
Nesse caso, são consideradas ações preventivas da TVP:
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O desdesign da mamadeira:
por uma avaliação periódica da produção industrial (fragmento)
A tese aqui defendida é a necessidade de serem adotados princípios e métodos que viabilizem a avaliação periódica da produção industrial. Essa é nossa contribuição para que o consumo possa se dar a partir de posturas racionais, conforme exigem as novas diretrizes sociais e ambientais.
Sem dúvida, esse é um alvo ainda distante. Para alcançá-lo, será necessária uma grande determinação social, fortes mudanças empresariais e estatais. O alvo envolve uma alteração tão radical de conduta que se poderá até indagar se atingi-lo pertence à ordem da possibilidade. Entretanto, se para além dos inegáveis esforços e mudanças que já vêm sendo realizados, e se a base do problema sob a responsabilidade dos designers for ajustada, tudo indica que ocorrerão transformações importantes.
Sigamos um raciocínio. Os produtos industriais estão associados a conjuntos de áreas profissionais. Um instrumento cirúrgico, por exemplo, está associado à medicina, à enfermagem, à química, à engenharia de materiais, ao design etc. É coerente que iniciativas de concepção, produção e possível reavaliação de produtos relacionados a essas áreas contem com a participação de seus profissionais.
Diante de tudo o que foi aqui exposto sobre as mamadeiras, é preciso ressaltar que mais do que a ideia de coautoria, acompanhamento ou avaliação, é indispensável haver claros valores regendo a formação e a atuação dos profissionais de todas as áreas relacionadas aos produtos.
A adesão dos designers a correntezas de mercado e de consumo que concedem status de eficiência ao produto tende a atuar como motor de propulsão do processo de permanência da mamadeira como meio “seguro” de alimentar bebês. Se, ao contrário, sinalizassem a existência dos problemas, estariam contribuindo para que as consequências do uso da mamadeira fossem freadas ou desaceleradas.
Áreas da saúde vêm capitaneando os esforços pró-amamentação e trabalhando com as redes montadas pela sociedade civil para monitorar os códigos de controle de comercialização de produtos como o leite em pó e as mamadeiras, além de realizar intenso esforço de treinamento profissional para a implantação das diretrizes da OMS nas práticas médicas. Apesar disso, enfrentam diversas resistências e obstáculos internos e externos à área, e com eles defrontam-se numa tal dinâmica de ação que merece a denominação (mais coloquial) de luta. O componente político da expressão é assumido pela classe e por todos os envolvidos na questão, pois se trata de um combate a uma cultura instalada na sociedade e a correntezas empresariais muito poderosas, que apenas podem ser enfrentadas com transformações de comportamento promovidas e respaldadas por medidas governamentais. O componente ideológico da expressão tem o sentido de defesa dos direitos humanos, sendo também assumido pelos militantes da causa e por membros da sociedade que absorveram as condutas de apoio à amamentação.
Enquanto isso, a área profissional responsável por configurar as mamadeiras parece estar praticamente alheia ao problema, dedicando-se a modernizar o produto.
Como alterar tal quadro? Como fazer com que os profissionais do design se inteirem da questão e aceitem o desafio de conceber produtos coerentes com o paradigma científico alcançado sobre a administração de alimentos a bebês? E, para além das mamadeiras, como incluir na conduta estrutural desses profissionais a postura projetual de sempre refletir sobre a validade e adequação de produtos em geral?
O exame da situação sinaliza a necessidade de se dar um passo preliminar, mesmo que seus resultados não consigam alterar o quadro na velocidade e intensidade necessárias. A saída é a inserção da prática acadêmica de reavaliação de produtos industriais como passo metodológico na formação de profissionais de design. Assumir, por conduta, o hábito de desconstruir o produto com a finalidade de checar seu nível de adequação às condutas preconizadas aos produtos, seu potencial de aprimoramento ou sinais de exigência de re-concepção.
Esses pontos serão aqui defendidos, partindo-se do âmbito geral das práticas de consumo em direção ao âmbito específico do ensino de design.
(NOGUEIRA, Cristine. O desdesign da mamadeira: por uma avaliação periódica da produção industrial.
2010. 232 p. Tese de Doutorado (Departamento de Artes e Design) -
Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2010. p.164-165)
O texto afirma, no que concerne à mamadeira, que os designers:
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Na craniotomia para tumor em fossa posterior, há o risco de trombose da artéria retiniana, devido à permanência na posição cirúrgica de:
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