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Foram encontradas 35 questões.

3498990 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IDECAN
Orgão: UERN

Observe a figura abaixo:

Enunciado 4073521-1

A figura apresentada é composta por uma treliça de três braços ondulados que irradiam a partir de um ponto central, Esse simbolo é comumente exibido em materiais relacionados à segurança nuclear e radiológica, como em locais onde materiais radioativos são manipulados ou armazenados. Ele serve como um aviso universal para indicar e alertar as pessoas sobre os potenciais perigos associados a ela. O simbolo refere-se a:

 

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3498989 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IDECAN
Orgão: UERN

Quando a organização contratada para prestação de serviços a terceiros exercer suas atividades em estabelecimento de contratante enquadrado em grau de riscos 3 ou 4 e o número total de seus empregados no estabelecimento da contratante se enquadrar em normativo específico, deve constituir CIPA própria neste estabelecimento, considerando o grau de risco da contratante. A organização contratada está dispensada da constituição da CIPA própria no caso de prestação de serviços a terceiros com até 180 (centro e oitenta) dias de duração. O número total de empregados da organização contratada para prestação de serviços, para efeito de dimensionamento da CIPA centralizada, qual deve desconsiderar:

 

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3498988 Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: IDECAN
Orgão: UERN

O Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT) é uma medida regulatória no Brasil que visa garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores em seus locais de trabalho. O SESMT é composto por profissionais especializados em engenharia de segurança do trabalho, medicina do trabalho, enfermagem do trabalho e técnicos de segurança do trabalho. Esses profissionais são responsáveis por realizar avaliações de riscos, implementar medidas de prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, realizar treinamentos, orientar os trabalhadores sobre segurança e saúde no trabalho, além de cumprir outras atribuições relacionadas à segurança e medicina do trabalho. O objetivo principal do SESMT é promover ambientes de trabalho seguros e saudáveis, prevenir acidentes de trabalho e doenças ocupacionais, e contribuir para o bem-estar e a qualidade de vida dos trabalhadores. Com isso, para o dimensionamento do SESMT, para uma empresa de grau de risco 1, com 4.000 (quatro mil funcionários), a mesma dever ter, no mínimo:

 

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3498977 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UERN

Texto para as questões 1 a 10.

Após alta do calor no verão, Brasil deve ter outono mais quente que a média

1 Com despedida marcada para esta quarta-feira (20), o verão dá lugar ao outono com previsões de temperatura acima da

média em grande parte do Brasil, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

A estimativa de abril a junho, produzida junto com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), indica que as

anomalias de temperatura podem ficar 1°C acima da média em parte do Sudeste, em praticamente todo o Norte (que pode

5 chegar a 2°C) e Centro-Oeste e em grande parte do Nordeste.

Ainda segundo o Inmet, este verão foi mais quente ao menos do que os três últimos, iniciados em 2022, 2021 e 2020. O

balanço disponibilizado pelo órgão nesta terça (19) não tem os dados dos anos anteriores.

Mas, afinal, quando vai esfriar? No curto prazo, no fim desta semana, segundo o coordenador substituto de operações e

modelagem do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), Giovanni Dolif.

10 Isso porque já nos primeiros dias do outono, que começa à 0h06 desta quarta-feira (20), a frente fria inaugural da estação

chega ao Sul e se aproxima do Sudeste. É nessas regiões que a redução de temperatura durante a estação pode ser mais

acentuada.

Outro efeito comum no começo do outono são as pancadas fortes de chuva, como as previstas para esta semana. "A

força dessa frente, com ar mais frio e velocidade, causa um contraste com as massas de ar quente, gerando ventos fortes e

15 tempestades mais violentas", afirma Dolif.

É possível, ainda, que águas ainda aquecidas ajudem a manter o tempo mais quente e as chuvas volumosas do fim de

março para depois do começo de abril, mantendo as chances de tempestades ao longo do começo do outono. Ao manter o

calor nas regiões costeiras, as águas contribuem para o contraste com as frentes frias.

Dolif lembra que alguns dos desastres decorrentes por grandes volumes de chuva aconteceram nesta época. "Tivemos o

20 morro do Bumba, em Niterói [RJ], em 2010, chuva extrema em Ilha Grande [RJ] há cerca de três anos, com 900 milímetros."

Já o calor pode diminuir, mas deve ficar acima da média histórica em grande parte do país, segundo o boletim de outono

publicado por Inmet e Inpe.

Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a previsão das anomalias fica na faixa de 0,5°C a 1°C acima da média

histórica. A anomalia é uma variação – positiva ou negativa – de uma temperatura em relação à média.

25 Na capital paulista, o verão foi o terceiro mais quente já registrado pelo Inmet, e o mais quente em dez anos, com média

de 30,1°C.

Até junho, há uma possibilidade alta (83%) de que o El Niño – caracterizado por um aquecimento acima da média das

águas do Oceano Pacífico equatorial – perca força, segundo a Noaa (agência atmosférica e oceânica americana).

Um dos efeitos do El Niño previstos até junho por Inmet e Inpe para a região Norte é a chuva abaixo da média, com

30 exceção do norte de Roraima, do noroeste e do sudeste do Amazonas e do oeste do Acre. Já o Nordeste deve ter chuvas

abaixo da média.

No Centro-Oeste, a previsão é de chuva próxima ou abaixo da média histórica, fora Mato Grosso do Sul, que pode ter

uma quantidade de precipitação acima dos registros. No Sudeste, o volume de chuva pode ficar ligeiramente acima da média,

especialmente em São Paulo e no sul de Minas Gerais.

35 No Sul, a precipitação pode ficar acima da média, e se concentra no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

A chance de desenvolvimento do efeito contrário, o La Niña (resfriamento das águas do Pacífico equatorial), entre junho

e agosto, é de 63%, segundo a Noaa. Mas segundo Dolif, não significa automaticamente que haverá uma diminuição das

temperaturas em partes do Brasil, e os sinais desses efeitos pesquisados em outros anos não foram tão marcados.

"O que fizemos no Cemaden para tentar uma leitura sobre a primavera ou o verão com o fenômeno no segundo semestre

40 foi buscar anos análogos, quando saímos do El Niño direto para um La Niña."

As últimas cinco ocorrências foram em 2016, 2010, 2007, 1998 e 1995. Baseado no que ocorreu nestes anos, Dolif prevê

que os extremos do país tenham chuva na primavera abaixo da média no Sul e acima da média no norte do Amapá. Ela deve

ficar acima da média também em uma região que inclui parte de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia.

Já o verão deve ter precipitação acima da média, segundo Dolif, na costa da região Sul, em São Paulo e no litoral norte

45 do país.

(Lucas Lacerda, Fábio Pescarini. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/03/

apos-alta-do-calor-no-verao-brasil-deve-ter-outono-mais-quente-que-a-media.shtml. 19.mar.2024)

Na linha 21, a palavra “Já” apresenta valor

 

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3498975 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UERN

Texto para as questões 1 a 10.

Após alta do calor no verão, Brasil deve ter outono mais quente que a média

1 Com despedida marcada para esta quarta-feira (20), o verão dá lugar ao outono com previsões de temperatura acima da

média em grande parte do Brasil, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

A estimativa de abril a junho, produzida junto com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), indica que as

anomalias de temperatura podem ficar 1°C acima da média em parte do Sudeste, em praticamente todo o Norte (que pode

5 chegar a 2°C) e Centro-Oeste e em grande parte do Nordeste.

Ainda segundo o Inmet, este verão foi mais quente ao menos do que os três últimos, iniciados em 2022, 2021 e 2020. O

balanço disponibilizado pelo órgão nesta terça (19) não tem os dados dos anos anteriores.

Mas, afinal, quando vai esfriar? No curto prazo, no fim desta semana, segundo o coordenador substituto de operações e

modelagem do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), Giovanni Dolif.

10 Isso porque já nos primeiros dias do outono, que começa à 0h06 desta quarta-feira (20), a frente fria inaugural da estação

chega ao Sul e se aproxima do Sudeste. É nessas regiões que a redução de temperatura durante a estação pode ser mais

acentuada.

Outro efeito comum no começo do outono são as pancadas fortes de chuva, como as previstas para esta semana. "A

força dessa frente, com ar mais frio e velocidade, causa um contraste com as massas de ar quente, gerando ventos fortes e

15 tempestades mais violentas", afirma Dolif.

É possível, ainda, que águas ainda aquecidas ajudem a manter o tempo mais quente e as chuvas volumosas do fim de

março para depois do começo de abril, mantendo as chances de tempestades ao longo do começo do outono. Ao manter o

calor nas regiões costeiras, as águas contribuem para o contraste com as frentes frias.

Dolif lembra que alguns dos desastres decorrentes por grandes volumes de chuva aconteceram nesta época. "Tivemos o

20 morro do Bumba, em Niterói [RJ], em 2010, chuva extrema em Ilha Grande [RJ] há cerca de três anos, com 900 milímetros."

Já o calor pode diminuir, mas deve ficar acima da média histórica em grande parte do país, segundo o boletim de outono

publicado por Inmet e Inpe.

Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a previsão das anomalias fica na faixa de 0,5°C a 1°C acima da média

histórica. A anomalia é uma variação – positiva ou negativa – de uma temperatura em relação à média.

25 Na capital paulista, o verão foi o terceiro mais quente já registrado pelo Inmet, e o mais quente em dez anos, com média

de 30,1°C.

Até junho, há uma possibilidade alta (83%) de que o El Niño – caracterizado por um aquecimento acima da média das

águas do Oceano Pacífico equatorial – perca força, segundo a Noaa (agência atmosférica e oceânica americana).

Um dos efeitos do El Niño previstos até junho por Inmet e Inpe para a região Norte é a chuva abaixo da média, com

30 exceção do norte de Roraima, do noroeste e do sudeste do Amazonas e do oeste do Acre. Já o Nordeste deve ter chuvas

abaixo da média.

No Centro-Oeste, a previsão é de chuva próxima ou abaixo da média histórica, fora Mato Grosso do Sul, que pode ter

uma quantidade de precipitação acima dos registros. No Sudeste, o volume de chuva pode ficar ligeiramente acima da média,

especialmente em São Paulo e no sul de Minas Gerais.

35 No Sul, a precipitação pode ficar acima da média, e se concentra no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

A chance de desenvolvimento do efeito contrário, o La Niña (resfriamento das águas do Pacífico equatorial), entre junho

e agosto, é de 63%, segundo a Noaa. Mas segundo Dolif, não significa automaticamente que haverá uma diminuição das

temperaturas em partes do Brasil, e os sinais desses efeitos pesquisados em outros anos não foram tão marcados.

"O que fizemos no Cemaden para tentar uma leitura sobre a primavera ou o verão com o fenômeno no segundo semestre

40 foi buscar anos análogos, quando saímos do El Niño direto para um La Niña."

As últimas cinco ocorrências foram em 2016, 2010, 2007, 1998 e 1995. Baseado no que ocorreu nestes anos, Dolif prevê

que os extremos do país tenham chuva na primavera abaixo da média no Sul e acima da média no norte do Amapá. Ela deve

ficar acima da média também em uma região que inclui parte de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia.

Já o verão deve ter precipitação acima da média, segundo Dolif, na costa da região Sul, em São Paulo e no litoral norte

45 do país.

(Lucas Lacerda, Fábio Pescarini. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/03/

apos-alta-do-calor-no-verao-brasil-deve-ter-outono-mais-quente-que-a-media.shtml. 19.mar.2024)

No curto prazo, no fim desta semana, segundo o coordenador substituto de operações e modelagem do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), Giovanni Dolif. (L.8-9)

O termo sublinhado no período acima desempenha função sintática de

 

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3498973 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UERN

Texto para as questões 1 a 10.

Após alta do calor no verão, Brasil deve ter outono mais quente que a média

1 Com despedida marcada para esta quarta-feira (20), o verão dá lugar ao outono com previsões de temperatura acima da

média em grande parte do Brasil, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

A estimativa de abril a junho, produzida junto com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), indica que as

anomalias de temperatura podem ficar 1°C acima da média em parte do Sudeste, em praticamente todo o Norte (que pode

5 chegar a 2°C) e Centro-Oeste e em grande parte do Nordeste.

Ainda segundo o Inmet, este verão foi mais quente ao menos do que os três últimos, iniciados em 2022, 2021 e 2020. O

balanço disponibilizado pelo órgão nesta terça (19) não tem os dados dos anos anteriores.

Mas, afinal, quando vai esfriar? No curto prazo, no fim desta semana, segundo o coordenador substituto de operações e

modelagem do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), Giovanni Dolif.

10 Isso porque já nos primeiros dias do outono, que começa à 0h06 desta quarta-feira (20), a frente fria inaugural da estação

chega ao Sul e se aproxima do Sudeste. É nessas regiões que a redução de temperatura durante a estação pode ser mais

acentuada.

Outro efeito comum no começo do outono são as pancadas fortes de chuva, como as previstas para esta semana. "A

força dessa frente, com ar mais frio e velocidade, causa um contraste com as massas de ar quente, gerando ventos fortes e

15 tempestades mais violentas", afirma Dolif.

É possível, ainda, que águas ainda aquecidas ajudem a manter o tempo mais quente e as chuvas volumosas do fim de

março para depois do começo de abril, mantendo as chances de tempestades ao longo do começo do outono. Ao manter o

calor nas regiões costeiras, as águas contribuem para o contraste com as frentes frias.

Dolif lembra que alguns dos desastres decorrentes por grandes volumes de chuva aconteceram nesta época. "Tivemos o

20 morro do Bumba, em Niterói [RJ], em 2010, chuva extrema em Ilha Grande [RJ] há cerca de três anos, com 900 milímetros."

Já o calor pode diminuir, mas deve ficar acima da média histórica em grande parte do país, segundo o boletim de outono

publicado por Inmet e Inpe.

Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a previsão das anomalias fica na faixa de 0,5°C a 1°C acima da média

histórica. A anomalia é uma variação – positiva ou negativa – de uma temperatura em relação à média.

25 Na capital paulista, o verão foi o terceiro mais quente já registrado pelo Inmet, e o mais quente em dez anos, com média

de 30,1°C.

Até junho, há uma possibilidade alta (83%) de que o El Niño – caracterizado por um aquecimento acima da média das

águas do Oceano Pacífico equatorial – perca força, segundo a Noaa (agência atmosférica e oceânica americana).

Um dos efeitos do El Niño previstos até junho por Inmet e Inpe para a região Norte é a chuva abaixo da média, com

30 exceção do norte de Roraima, do noroeste e do sudeste do Amazonas e do oeste do Acre. Já o Nordeste deve ter chuvas

abaixo da média.

No Centro-Oeste, a previsão é de chuva próxima ou abaixo da média histórica, fora Mato Grosso do Sul, que pode ter

uma quantidade de precipitação acima dos registros. No Sudeste, o volume de chuva pode ficar ligeiramente acima da média,

especialmente em São Paulo e no sul de Minas Gerais.

35 No Sul, a precipitação pode ficar acima da média, e se concentra no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

A chance de desenvolvimento do efeito contrário, o La Niña (resfriamento das águas do Pacífico equatorial), entre junho

e agosto, é de 63%, segundo a Noaa. Mas segundo Dolif, não significa automaticamente que haverá uma diminuição das

temperaturas em partes do Brasil, e os sinais desses efeitos pesquisados em outros anos não foram tão marcados.

"O que fizemos no Cemaden para tentar uma leitura sobre a primavera ou o verão com o fenômeno no segundo semestre

40 foi buscar anos análogos, quando saímos do El Niño direto para um La Niña."

As últimas cinco ocorrências foram em 2016, 2010, 2007, 1998 e 1995. Baseado no que ocorreu nestes anos, Dolif prevê

que os extremos do país tenham chuva na primavera abaixo da média no Sul e acima da média no norte do Amapá. Ela deve

ficar acima da média também em uma região que inclui parte de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia.

Já o verão deve ter precipitação acima da média, segundo Dolif, na costa da região Sul, em São Paulo e no litoral norte

45 do país.

(Lucas Lacerda, Fábio Pescarini. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/03/

apos-alta-do-calor-no-verao-brasil-deve-ter-outono-mais-quente-que-a-media.shtml. 19.mar.2024)

. Em “publicado” (L.22), o elemento mórfico a se classifica como

 

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3498971 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UERN

Texto para as questões 1 a 10.

Após alta do calor no verão, Brasil deve ter outono mais quente que a média

1 Com despedida marcada para esta quarta-feira (20), o verão dá lugar ao outono com previsões de temperatura acima da

média em grande parte do Brasil, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

A estimativa de abril a junho, produzida junto com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), indica que as

anomalias de temperatura podem ficar 1°C acima da média em parte do Sudeste, em praticamente todo o Norte (que pode

5 chegar a 2°C) e Centro-Oeste e em grande parte do Nordeste.

Ainda segundo o Inmet, este verão foi mais quente ao menos do que os três últimos, iniciados em 2022, 2021 e 2020. O

balanço disponibilizado pelo órgão nesta terça (19) não tem os dados dos anos anteriores.

Mas, afinal, quando vai esfriar? No curto prazo, no fim desta semana, segundo o coordenador substituto de operações e

modelagem do Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais), Giovanni Dolif.

10 Isso porque já nos primeiros dias do outono, que começa à 0h06 desta quarta-feira (20), a frente fria inaugural da estação

chega ao Sul e se aproxima do Sudeste. É nessas regiões que a redução de temperatura durante a estação pode ser mais

acentuada.

Outro efeito comum no começo do outono são as pancadas fortes de chuva, como as previstas para esta semana. "A

força dessa frente, com ar mais frio e velocidade, causa um contraste com as massas de ar quente, gerando ventos fortes e

15 tempestades mais violentas", afirma Dolif.

É possível, ainda, que águas ainda aquecidas ajudem a manter o tempo mais quente e as chuvas volumosas do fim de

março para depois do começo de abril, mantendo as chances de tempestades ao longo do começo do outono. Ao manter o

calor nas regiões costeiras, as águas contribuem para o contraste com as frentes frias.

Dolif lembra que alguns dos desastres decorrentes por grandes volumes de chuva aconteceram nesta época. "Tivemos o

20 morro do Bumba, em Niterói [RJ], em 2010, chuva extrema em Ilha Grande [RJ] há cerca de três anos, com 900 milímetros."

Já o calor pode diminuir, mas deve ficar acima da média histórica em grande parte do país, segundo o boletim de outono

publicado por Inmet e Inpe.

Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, a previsão das anomalias fica na faixa de 0,5°C a 1°C acima da média

histórica. A anomalia é uma variação – positiva ou negativa – de uma temperatura em relação à média.

25 Na capital paulista, o verão foi o terceiro mais quente já registrado pelo Inmet, e o mais quente em dez anos, com média

de 30,1°C.

Até junho, há uma possibilidade alta (83%) de que o El Niño – caracterizado por um aquecimento acima da média das

águas do Oceano Pacífico equatorial – perca força, segundo a Noaa (agência atmosférica e oceânica americana).

Um dos efeitos do El Niño previstos até junho por Inmet e Inpe para a região Norte é a chuva abaixo da média, com

30 exceção do norte de Roraima, do noroeste e do sudeste do Amazonas e do oeste do Acre. Já o Nordeste deve ter chuvas

abaixo da média.

No Centro-Oeste, a previsão é de chuva próxima ou abaixo da média histórica, fora Mato Grosso do Sul, que pode ter

uma quantidade de precipitação acima dos registros. No Sudeste, o volume de chuva pode ficar ligeiramente acima da média,

especialmente em São Paulo e no sul de Minas Gerais.

35 No Sul, a precipitação pode ficar acima da média, e se concentra no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.

A chance de desenvolvimento do efeito contrário, o La Niña (resfriamento das águas do Pacífico equatorial), entre junho

e agosto, é de 63%, segundo a Noaa. Mas segundo Dolif, não significa automaticamente que haverá uma diminuição das

temperaturas em partes do Brasil, e os sinais desses efeitos pesquisados em outros anos não foram tão marcados.

"O que fizemos no Cemaden para tentar uma leitura sobre a primavera ou o verão com o fenômeno no segundo semestre

40 foi buscar anos análogos, quando saímos do El Niño direto para um La Niña."

As últimas cinco ocorrências foram em 2016, 2010, 2007, 1998 e 1995. Baseado no que ocorreu nestes anos, Dolif prevê

que os extremos do país tenham chuva na primavera abaixo da média no Sul e acima da média no norte do Amapá. Ela deve

ficar acima da média também em uma região que inclui parte de Minas Gerais, Espírito Santo e Bahia.

Já o verão deve ter precipitação acima da média, segundo Dolif, na costa da região Sul, em São Paulo e no litoral norte

45 do país.

(Lucas Lacerda, Fábio Pescarini. https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2024/03/

apos-alta-do-calor-no-verao-brasil-deve-ter-outono-mais-quente-que-a-media.shtml. 19.mar.2024)

É possível, ainda, que águas ainda aquecidas ajudem a manter o tempo mais quente e as chuvas volumosas do fim de março para depois do começo de abril, mantendo as chances de tempestades ao longo do começo do outono. (L.16-17) A oração sublinhada no período acima desempenha papel de

 

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A economia potiguar representa 0,9% do PIB nacional em 2021 e manteve a 5ª posição relativa ao valor do PIB na Região Nordeste e a 18ª no Brasil. Entre os grupos de atividades, o que apresentou maior crescimento em volume foi:

Disponível em: https://tribunadonorte.com.br/economia/pib-do-rio-grande-do-norte-teve-alta-de-51-em-2021/ Acesso em: 14/03/2024

 

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A ideia de desenvolvimento sustentável advém dos debates em prol de alternativas para a conservação e preservação do meio ambiente. Nesse sentido, pode ser entendido como:

 

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O Estado do Rio Grande do Norte é caracterizado por possuir um vasto potencial de desenvolvimento no setor de produção de eletricidade a partir de fontes limpas. Nesse aspecto, sobre o estado do Rio Grande do Norte, admite-se que:

 

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