Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

3011455 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

Nos termos do Anexo 8 da Norma Regulamentadora nº 12, do Ministério do Trabalho – Prensas e Similares –, um dos sistemas aceitáveis para segurança nas zonas de prensagem ou trabalho é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3011454 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

Nos termos da Norma Regulamentadora nº 20, do Ministério do Trabalho, são denominadas áreas classificadas aquelas nas quais

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3011452 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

Nos termos da Norma Regulamentadora nº 10, do Ministério do Trabalho, na impossibilidade de implementação da desenergização elétrica ou ainda de emprego de tensão de segurança, deve ser esgotada a possibilidade de utilização de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3011451 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

No tocante aos princípios para prevenção de acidentes com máquinas e equipamentos, é INCORRETO afirmar que a Norma Regulamentadora nº 12 – Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos – determina que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
3011450 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFRGS
Orgão: UFCSPA

A infecção ocupacional pelo Vírus da Hepatite B (VHB) em profissionais da área da saúde é preocupante devido às possíveis exposições percutâneas ou de mucosas ao sangue de pessoas infectadas. Segundo a Portaria Interministerial nº 9/2014, que estabeleceu a Lista Nacional de Agentes Cancerígenos para Humanos (LINACH), o VHB é classificado no seu Grupo 1, que engloba agentes

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Quem me leva à residência de Menandro Olinda é o padre Pedro Paulo. Disse ao maestro que eu queria conhecê-lo pessoalmente e o pobre homem ficou lisonjeado. Subimos a velha e estreita escada que cheira a mofo de porão, e cujos degraus rangem ao passo dos que sobem ou descem. O professor nos recebe à sua porta, abraça-me como a um velho amigo, mas quando lhe quero apertar a mão ele sacode a cabeça negativamente: “Desculpe-me, mas não costumo apertar a mão de ninguém. Tenho de poupá-las. São a minha fortuna. Com elas quero ainda conquistar o mundo”. Dá-me outro abraço apertado do qual suas mãos não participam. “Entrem. Sentem-se. Esta é a vossa casa. Desculpem a desordem. É a caverna dum eremita”.

Curioso. Conheço esta sala. Talvez duma peça de teatro. Ou dum romance. Cheiro de bolor e tempo. O tapete, de tipo persa, muito poído e desbotado. Móveis antigos. O piano de cauda a um canto. Retratos de gente morta nas paredes. A máscara de gesso de Beethoven, copiada de bronze que está na escultura de Fernando Corona, na praça da Matriz de Porto Alegre. Poeira nos móveis. Num ângulo da sala, uma pilha de partituras de piano. Uma estante de tipo art noveau com livros. Um divã com uma coberta de veludo grená. Velhas cadeiras estofadas de brocado cor de ouro velho, mas já muito seboso e esfiapado.

– Venha ver a vista aqui da sacada! – convida-me o professor.

Aproximo-me dele. Um ranço de suor muitas vezes dormido exala-se do corpo deste homem alto e descarnado, de rosto longo, testa olímpica e pele alva. Seus cabelos, com grandes entradas, são ralos, já meio grisalhos, compridos e esfarripados.

Avisto a Praça da República, as paineiras floridas, as torres da Matriz, gente andando pelas calçadas, namorados sentados nos bancos, o fotógrafo lambe-lambe postado perto do coreto.

Voltamos para a sala. Os olhos do professor estão fitos em mim, como se ele estivesse procurando avaliar-me, tentando descobrir que espécie de homem sou.

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed. São Paulo: Globo, 1997.

Considere as seguintes afirmações.

I - Poderíamos inserir uma vírgula antes de e sem incorrer em erro de pontuação.

II - Poderíamos retirar a vírgula antes de e sem incorrer em erro de pontuação.

III - Poderíamos inserir uma vírgula antes de e sem incorrer em erro de pontuação.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Quem me leva à residência de Menandro Olinda é o padre Pedro Paulo. Disse ao maestro que eu queria conhecê-lo pessoalmente e o pobre homem ficou lisonjeado. Subimos a velha e estreita escada que cheira a mofo de porão, e cujos degraus rangem ao passo dos que sobem ou descem. O professor nos recebe à sua porta, abraça-me como a um velho amigo, mas quando lhe quero apertar a mão ele sacode a cabeça negativamente: “Desculpe-me, mas não costumo apertar a mão de ninguém. Tenho de poupá-las. São a minha fortuna. Com elas quero ainda conquistar o mundo”. Dá-me outro abraço apertado do qual suas mãos não participam. “Entrem. Sentem-se. Esta é a vossa casa. Desculpem a desordem. É a caverna dum eremita”.

Curioso. Conheço esta sala. Talvez duma peça de teatro. Ou dum romance. Cheiro de bolor e tempo. O tapete, de tipo persa, muito poído e desbotado. Móveis antigos. O piano de cauda a um canto. Retratos de gente morta nas paredes. A máscara de gesso de Beethoven, copiada de bronze que está na escultura de Fernando Corona, na praça da Matriz de Porto Alegre. Poeira nos móveis. Num ângulo da sala, uma pilha de partituras de piano. Uma estante de tipo art noveau com livros. Um divã com uma coberta de veludo grená. Velhas cadeiras estofadas de brocado cor de ouro velho, mas já muito seboso e esfiapado.

– Venha ver a vista aqui da sacada! – convida-me o professor.

Aproximo-me dele. Um ranço de suor muitas vezes dormido exala-se do corpo deste homem alto e descarnado, de rosto longo, testa olímpica e pele alva. Seus cabelos, com grandes entradas, são ralos, já meio grisalhos, compridos e esfarripados.

Avisto a Praça da República, as paineiras floridas, as torres da Matriz, gente andando pelas calçadas, namorados sentados nos bancos, o fotógrafo lambe-lambe postado perto do coreto.

Voltamos para a sala. Os olhos do professor estão fitos em mim, como se ele estivesse procurando avaliar-me, tentando descobrir que espécie de homem sou.

Adaptado de VERISSIMO, E. Incidente em Antares. 49.ed. São Paulo: Globo, 1997.

Assinale com 1 aqueles pronomes que se referem ao narrador do texto e com 2 aqueles pronomes que não se referem ao narrador do texto.

( ) me

( ) me

( ) lhe

( ) me

( ) me

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Por volta das 6 horas da manhã de quinta-feira, 23 de abril de 1500, quando o sol nasceu na ampla em frente ao morro batizado de Monte Pascoal, a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral estava ancorada a 36 quilômetros da costa. Assim que o dia raiou, a frota se pôs cuidadosamente em marcha, avançando cerca de 30 quilômetros em três horas, no rumo daquelas praias banhadas de luz. Por volta das 10 da manhã, os navios lançaram âncoras, fundeando outra vez. Estavam agora a 3 quilômetros da praia, em frente foz de um pequeno rio, cujas águas se jogavam contra o mar, depois de serpentear em meio ao emaranhado de uma floresta densa.

Então, na areia, margens daquele regato, entre a mata e o mar, os portugueses viram “homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito”. A um sinal do comandante-mor, os capitães dos outros navios embarcaram em batéis e esquifes e se dirigiram à nau capitânia para uma breve reunião. Logo após ela, Cabral decidiu enviar à terra o experiente Nicolau Coelho, que estivera na Índia com Vasco da Gama. Junto com ele, seguiram Gaspar da Gama – que, além do árabe, falava os dialetos hindus da costa do Malabar –, mais um grumete da Guiné e um escravo de Angola. Os portugueses conseguiram reunir, assim, homens dos três continentes conhecidos até então, e capazes de falar seis ou sete línguas diferentes.

Mas, quando o batel de Nicolau Coelho chegou à foz do pequeno rio, não foi possível travar diálogo algum com os nativos – agora já “cerca de 18 ou 20”. Os rugidos de um mar que começava a se encapelar impediram que houvesse “fala ou entendimento”. De todo modo, os tripulantes do batel concluíram que nunca haviam visto homens como aqueles, “pardos, todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas”.

Os nativos se aproximaram do bote, “todos rijamente, trazendo nas mãos arcos e setas. Nicolau Coelho fez sinal para que pousassem seus arcos. Eles os pousaram”. E então, mesmo que não pudessem ouvir o que gritavam uns para os outros, portugueses e indígenas fizeram sua primeira troca. Sem descer do barco, Coelho jogou à praia um gorro vermelho, típico dos marujos lusos, um sombreiro preto e a carapuça de linho que usava na própria cabeça. Os nativos retribuíram dando-lhe um cocar, além de um colar de contas brancas. De certa forma, estava iniciando-se ali uma aliança entre aquela tribo e os portugueses.

Adaptado de BUENO, E. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

Considere as seguintes propostas de substituição de elementos coesivos do texto e assinale com 1 aquelas que mantêm o mesmo sentido do texto e com 2 aquelas que alteram o sentido original do texto.

( ) Então por Por isso.

( ) assim por dessa forma.

( ) Mas por todavia.

( ) mesmo que por conquanto.

A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Por volta das 6 horas da manhã de quinta-feira, 23 de abril de 1500, quando o sol nasceu na ampla em frente ao morro batizado de Monte Pascoal, a esquadra comandada por Pedro Álvares Cabral estava ancorada a 36 quilômetros da costa. Assim que o dia raiou, a frota se pôs cuidadosamente em marcha, avançando cerca de 30 quilômetros em três horas, no rumo daquelas praias banhadas de luz. Por volta das 10 da manhã, os navios lançaram âncoras, fundeando outra vez. Estavam agora a 3 quilômetros da praia, em frente foz de um pequeno rio, cujas águas se jogavam contra o mar, depois de serpentear em meio ao emaranhado de uma floresta densa.

Então, na areia, margens daquele regato, entre a mata e o mar, os portugueses viram “homens que andavam pela praia, obra de sete ou oito”. A um sinal do comandante-mor, os capitães dos outros navios embarcaram em batéis e esquifes e se dirigiram à nau capitânia para uma breve reunião. Logo após ela, Cabral decidiu enviar à terra o experiente Nicolau Coelho, que estivera na Índia com Vasco da Gama. Junto com ele, seguiram Gaspar da Gama – que, além do árabe, falava os dialetos hindus da costa do Malabar –, mais um grumete da Guiné e um escravo de Angola. Os portugueses conseguiram reunir, assim, homens dos três continentes conhecidos até então, e capazes de falar seis ou sete línguas diferentes.

Mas, quando o batel de Nicolau Coelho chegou à foz do pequeno rio, não foi possível travar diálogo algum com os nativos – agora já “cerca de 18 ou 20”. Os rugidos de um mar que começava a se encapelar impediram que houvesse “fala ou entendimento”. De todo modo, os tripulantes do batel concluíram que nunca haviam visto homens como aqueles, “pardos, todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cobrisse suas vergonhas”.

Os nativos se aproximaram do bote, “todos rijamente, trazendo nas mãos arcos e setas. Nicolau Coelho fez sinal para que pousassem seus arcos. Eles os pousaram”. E então, mesmo que não pudessem ouvir o que gritavam uns para os outros, portugueses e indígenas fizeram sua primeira troca. Sem descer do barco, Coelho jogou à praia um gorro vermelho, típico dos marujos lusos, um sombreiro preto e a carapuça de linho que usava na própria cabeça. Os nativos retribuíram dando-lhe um cocar, além de um colar de contas brancas. De certa forma, estava iniciando-se ali uma aliança entre aquela tribo e os portugueses.

Adaptado de BUENO, E. A viagem do descobrimento: a verdadeira história da expedição de Cabral. Rio de Janeiro: Objetiva, 1998.

Considere as seguintes afirmações acerca de alguns eventos narrados no texto.

I - Primeiramente os portugueses tiveram receio de uma recepção hostil por parte dos indígenas; depois, perceberam que poderiam tentar um contato amistoso com os nativos.

II - Os indígenas mantiveram, na aproximação dos portugueses, uma atitude de desconfiança; entretanto, portugueses e indígenas puderam estabelecer uma relação não hostil.

III - Cabral resolveu não participar do primeiro encontro com os indígenas, uma vez que não dominava outra língua além do português; isso dificultaria sua comunicação com os nativos.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
O Senado Federal compõe-se de representantes
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas