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É comum se representar uma onda eletromagnética que se propaga no vácuo em um gráfico, onde se mostra a amplitude de oscilação da componente elétrica em função da sua posição, x. O gráfico a seguir corresponde a uma representação desse tipo de onda.

Na representação mostrada nesse gráfico, é correto afirmar que a amplitude, A, é medida em
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Considere o gráfico a seguir de uma onda sonora senoidal, propagando-se no ar.

Analisando esse gráfico, é correto afirmar que a amplitude, A, é medida em
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Suponha a situação em que um corpo de massa m e área de base A desloca-se com velocidade constante, v, sobre uma superfície plana de área muito maior que A.
Em relação à força de atrito cinético entre a superfície e o corpo, considere afirmativas a seguir.
I. A força de atrito depende da área das superfícies em contato.
II. A força de atrito depende da natureza das superfícies em contato.
III. A força de atrito depende da reação normal ao peso.
IV. A força de atrito depende da velocidade, v, do corpo.
Conclui-se que estão corretas as afirmativas
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Heinrich Hertz, em 1887, ao fazer incidir radiação eletromagnética sobre superfícies metálicas, verificou que elétrons eram arrancados da superfície. Aparentemente, era um fenômeno simples que foi inicialmente chamado de efeito Hertz. No entanto, quando outros pesquisadores começaram a realizar o experimento feito por Hertz em condições mais gerais, obtiveram alguns resultados que não podiam ser explicados pela física clássica.
Quando a radiação incide sobre a superfície metálica, elétrons são emitidos por ela e se deslocam em direção à placa coletora, gerando assim uma corrente elétrica que pode ser medida pelo amperímetro A. Por outro lado, variando o potencial V, é possível zerar a corrente que passa pelo amperímetro.
Na figura abaixo, é mostrado uma representação esquemática do experimento de Hertz e um gráfico da tensão aplicada nos eletrodos da ampola, em função da frequência da radiação incidente.

Alguns dos resultados não esperados estão listados a seguir.
- Quando se aumentava a intensidade da luz, ao contrário do esperado, aumentava o número de elétrons arrancados da placa, mas não aumentavam a energia cinética deles.
- O efeito era instantâneo, ou seja, não existia um intervalo de tempo mensurável entre a incidência da radiação sobre a placa e a detecção dos elétrons ejetados.
- Foi observado que existiam radiações de determinadas frequências que, quando incidiam sobre a superfície metálica, não produziam o efeito, por maior que fosse a sua intensidade.
Dos resultados apresentados anteriormente, é correto afirmar que, para que elétrons sejam arrancados da placa, a radiação incidente deve ser igual, ou maior que, a energia correspondente à função trabalho do metal, isto é, a energia mínima necessária para arrancar os elétrons da placa metálica. Tal afirmativa é verificada experimentalmente pela
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Heinrich Hertz, em 1887, ao fazer incidir radiação eletromagnética sobre superfícies metálicas, verificou que elétrons eram arrancados da superfície. Aparentemente, era um fenômeno simples que foi inicialmente chamado de efeito Hertz. No entanto, quando outros pesquisadores começaram a realizar o experimento feito por Hertz em condições mais gerais, obtiveram alguns resultados que não podiam ser explicados pela física clássica.
Quando a radiação incide sobre a superfície metálica, elétrons são emitidos por ela e se deslocam em direção à placa coletora, gerando assim uma corrente elétrica que pode ser medida pelo amperímetro A. Por outro lado, variando o potencial V, é possível zerar a corrente que passa pelo amperímetro.
Na figura abaixo, é mostrado uma representação esquemática do experimento de Hertz e um gráfico da tensão aplicada nos eletrodos da ampola, em função da frequência da radiação incidente.

Alguns dos resultados não esperados estão listados a seguir.
- Quando se aumentava a intensidade da luz, ao contrário do esperado, aumentava o número de elétrons arrancados da placa, mas não aumentavam a energia cinética deles.
- O efeito era instantâneo, ou seja, não existia um intervalo de tempo mensurável entre a incidência da radiação sobre a placa e a detecção dos elétrons ejetados.
- Foi observado que existiam radiações de determinadas frequências que, quando incidiam sobre a superfície metálica, não produziam o efeito, por maior que fosse a sua intensidade.
O efeito Hertz passou a ser conhecido como efeito fotoelétrico, e os elétrons arrancados da placa passaram a ser chamados de fotoelétrons.
A explicação correta para os resultados descritos anteriormente é:
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Considere um sistema massa–mola que tem preso em sua extremidade um bloco de massa m= 0,4 kg. A constante elástica da mola é k= 10 N/m. Suponha que a mola pode deslizar livremente, sem atrito sobre o plano horizontal, e que a frequência angular é dada por \( \sqrt{\dfrac {\text{k}} {\text{m}}} \).

Nessas condições, é correto afirmar que esse sistema funciona como um
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Um sistema estático muito utilizado em laboratório de física é o formado por um conjunto de dinamômetros fixo a fios de massa desprezível como exemplificado na figura abaixo. Nessa figura, estão representados dois dinamômetros presos por fios e submetidos a tensões T1 e T2. Existe ainda um peso, P, que está preso à extremidade inferior dos fios.

Considerando que o sistema está em equilíbrio, o conjunto de equações que satisfazem essa condição é
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A Lâmpada é um dispositivo capaz de produzir, artificialmente, luz para ser usada na iluminação. Os quatro tipos de lâmpadas mais utilizadas atualmente, no que diz respeito aos processos de emissão de luz, são, as incandescentes, as florescentes compactas, as halogênicas e as de LED (Light Emission Dispositive). No quadro a seguir, mostram-se as principais características dessas lâmpadas.
I. Lâmpadas que funcionam a partir de descargas elétricas em um gás e possuem um par de elétrodos em cada extremo. O tubo de vidro é coberto com um material à base de fósforo que, quando excitado com radiação ultravioleta gerada pela ionização dos gases, produz luz visível.
II. Lâmpadas que, na sua estrutura, têm uma junção PN, ou seja, um diodo semicondutor. Quando uma corrente elétrica atravessa a junção, gera portadores de cargas. Durante processo de recombinação dos portadores, ocorre a geração de luz.
III. Lâmpadas nas quais uma corrente elétrica passa por um filamento metálico, produzindo efeito térmico, que é causado pelo choque dos elétrons livres contra os átomos do filamento, aquecendo-o e tornando-o incandescente, e, assim, produzindo luz.
IV. Lâmpada que utiliza um filamento de tungstênio que é percorrido por uma corrente elétrica e se encontra encaixado em um invólucro de quartzo muito menor que o bulbo onde existe um gás. Quando aquecido, o filamento emite luz.
As características I, II, III e IV, correspondem, respectivamente, às lâmpadas
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Quando se fala em rede elétrica, sabe-se que ela é, em geral, formada por dois fios que chegam do poste e são fornecidos pela concessionária de energia local.
Na residência, esses fios são identificados como fio fase o que possui tensão elétrica não nula e como neutro o que possui tensão elétrica nula.
Além disso, usa-se, comumente, um terceiro fio denominado terra. A sua utilização deve-se principalmente ao fato de que
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Um dispositivo muito usado nos laboratórios de Física para medir a velocidade de escoamento de fluidos incompressíveis é o tubo de Venturi criado pelo italiano Gionanno B. Venturi (1746-1822). Esse dispositivo tem como base a relação entre a variação da pressão nas regiões A e B, durante a passagem do fluido pelo tubo, devido às mudanças na velocidade do fluido em sua passagem pelas respectivas regiões. A medida da variação da pressão é realizada por um manômetro em forma de U conectado às distintas regiões do tubo como mostrado na figura abaixo. O funcionamento do tubo de Venturi é explicado pelo princípio de Bernoulli e pelo princípio da continuidade da massa.
Considere a situação mostrada na figura onde inicialmente a altura das colunas de mercúrio C e D nos dois lados do manômetro são iguais.

É correto afirmar que, quando o fluido que atravessa o tubo entrar em regime estacionário,
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