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O CASO CLÍNICO ABAIXO SE REFERE A QUESTÃO.
J.S.R, sexo masculino, 55 anos, casado e pai de três filhos, com antecedentes de dependência ao alcóol e ao cigarro, é trazido por sua esposa e filho mais velho à Unidade de Saúde da Família na segunda-feira pela manhã devido a tremores, irritabilidade, leve confusão mental e por “estar vendo coisas”. Família diz que o levou na sexta-feira à noite ao pronto-socorro, devido a crise de tosse intensa e catarro com sangue, onde disseram que “era tuberculose”. Desde então, a familia não permitiu que J.S.R. ingerisse bebida alcóolica, mesmo assim, segue apresentando tosse acrescida de “tremores, batedeira no peito, suadeira intesa e está vendo coisas”. Ao exame físico: orientado no tempo e espaço, emagrecido, desidratado, agitação e tremores moderados, pressão arterial: 145/93mmHg, temperatura axilar: 37,0oC, midríase bilateral, frequência cardíaca: 150 bmp. Não há déficit motor ou rigidez de nuca.
Paralelamente à estabilização do quadro que inicialmente levou J.S.R à Unidade de Saúde da Família, o médico de família e comunidade deve
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LEIA O CASO CLÍNICO ABAIXO E RESPONDA A QUESTÃO.
L.S.O., sexo feminino, 39 anos, casada, G3P2A1, etilista pesada crônica em abstinência há seis meses motivada pelo tratamento para hepatite alcoólica ativa, pelas visitas regulares ao grupo Alcoólicos Anônimos e por seu marido estar em tratamento contra tuberculose pulmonar causado por um Mycobacterium tuberculosis monorresistente à isoniazida. Desde então, L.S.O. também passou a usar contraceptivo oral e a controlar sua hipertensão arterial e dislipidemia com melhora alimentar/nutricional, caminhadas regulares e uso de tiazídico, betabloqueador e estatina.
L.S.O. refere ainda melhora de suas crises de enxaqueca. Após contato telefônico com o Telessaúde, seu médico de família e comunidade e L.S.O. pactuaram início de tratamento com rifampicina contra uma Infecção latente pelo Mycobacterium tuberculosis e suspensão do uso de estatina, pelo risco de efeitos adversos, incluindo insuficiência hepática e renal, fraqueza muscular e desenvolvimento de diabetes.
Após o início do tratamento de L.S.O. com rifampicina, houve piora do controle pressórico e seu médico teme pela diminuição da eficácia do contraceptivo oral, o que, provavelmente, pode ser secundário a (ao)
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Leia a passagem transcrita do texto de Ruy Castro e preste atenção na palavra em destaque.
“Aos 125 anos, [a Colombo] passa uma sensação de eternidade. É como se Olavo Bilac, seu mais querido frequentador, morto em 1918, fosse aparecer de repente, de bigode encerado, colarinho e pince-nez, e pedir um prato de empadinhas.” Atente para os textos a seguir.
Texto 1

Disponível em: <htt ps://docplayer.com.br/64413716-Imprensa- publicidade-e-educacao-um-estudo-sobre-a-civilizacao- dos-costumes-no-interior-do-brasil-uberabinha-mg. html>. Acesso em: 12 jul. 2019.
Texto 2

Disponível em: <htt ps://www.dicio.com.br/pincene/>. Acesso em: 12 jul. 2019.
No Texto I, veicula-se uma publicidade antiga do pince-nez, um nome proveniente da língua francesa para designar um modelo de óculos usado do século XV até o início do século XX. No Texto II, observa-se que pincenê pode ser entendida como a palavra aportuguesada daquele tipo de óculos, conforme a encontramos hoje, nos dicionários. Ruy Castro, no seu texto, grafa o termo conforme era empregado antigamente.
Considerando os dois textos, a noção de que toda língua viva se modifica no decorrer do tempo e de que esse processo em si jamais cessa, pois as mudanças linguísticas são contínuas e dinâmicas, é correto afirmar que, em relação às palavras “pincenez”/” pincenê”, no contexto em que foram empregadas, evidencia-se que a mudança na escrita desses vocábulos resulta de uma
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Um estudante está lendo um livro, sequencialmente, de forma que o número de páginas lidas em cada dia forma uma progressão aritmética (PA). Sabe-se que o número de páginas lidas no 3º dia, somado ao número de páginas lidas no oitavo dia, totaliza 41 páginas. Além disso, a razão entre o número de páginas lidas no 5º dia e o número de páginas lidas no 7º dia é igual a !$ \large{19 \over 25} !$.
Dessa forma, o número de páginas lidas por esse estudante no segundo dia é igual a
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O diagnóstico da hanseníase
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LEIA O CASO CLÍNICO ABAIXO E RESPONDA A QUESTÃO.
J.A.M., 60 anos, motorista de ônibus aposentado há seis meses, procura consulta médica agendada em uma Unidade de Saúde da Família. A médica de família e comunidade que o atende pergunta sobre o motivo do agendamento da consulta e ele diz que “gostaria de fazer um RX, pois sente muitas dores no meio das costas há uma semana, após ter ajudado a carregar tijolos em um caminhão para receber um trocado. Preciso fazer um exame de vista e ocupar meu tempo..., agora que eu estou aposentado” (sic). Está preocupado com sua saúde, uma vez que sua família depende exclusivamente da aposentadoria dele. Na anamnese, identifica-se visão turva com diminuição da nitidez de objetos à distância, tabagismo (1 maço de cigarros/dia), sedentarismo, não uso de medicação contínua, não recebe acompanhamento longitudinal pela equipe de saúde da família e não tem história pessoal e familiar de cânceres. Ao exame físico: aparência de sujidade e de baixo autocuidado; 95 Kg e IMC = 30 Kg/m²; pressão arterial = 142 x 91 mmHg. Sem outras alterações significativas no exame físico, inclusive do teste Lasègue.
Constituem ‘Sinais de Alerta Amarelo’ que podem indicar mau prognóstico e suas respectivas recomendações para a dor nas costas de J.A.M., EXCETO
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A administração pública deve tratar todos os cidadãos sem discriminações. Divergências ou convergências políticas/ideológicas, simpatias ou desavenças pessoais não podem interferir na atuação e no tratamento por parte dos servidores públicos, os quais devem sempre praticar o ato para seu objetivo legal, vedando qualquer prática de ato administrativo sem interesse público ou vantagem para a gestão.
Dentre os princípios a seguir, aquele que apresenta maior relação com as considerações supracitadas é o da
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A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO A SEGUIR.
Ninguém mais
Algumas coisas precisam continuar como sempre foram, para não percebermos as mudanças ao redor
Ruy Castro
Meu amigo, Bernardo, me convidou para seu casamento numa igreja tricentenária da cidade. “A recepção vai ser na Colombo*”, anunciou. Não tenho muita paciência para casamentos, próprios e alheios, por causa do excesso de seriedade do oficiante, civil ou religioso. Mas gosto das recepções depois da cerimônia. Com seu profano à vontade, elas são um bom augúrio para as duas pessoinhas que decidiram encarar o futuro juntos. Para isso, a Colombo é ideal. Aos 125 anos, ela passa uma sensação de eternidade. É como se Olavo Bilac, seu mais querido frequentador, morto em 1918, fosse aparecer de repente, de bigode encerado, colarinho e pince-nez, e pedir um prato de empadinhas.
A eternidade da Colombo é importante. Algumas coisas precisam continuar como sempre foram para não percebermos que outras à nossa volta desapareceram. Exemplo: Bilac cheirava rapé. Mas, há muito, ninguém mais cheira rapé – cheiram outras coisas. Ninguém mais anda pela rua chutando tampinhas – nem há mais tampinhas para chutar. Ninguém mais anda com as mãos nos bolsos – todo mundo usa jeans, e os bolsos dos jeans são muito apertados. E ninguém mais faz fiu-fiu para uma moça – pode até fazer, mas será o último fiu-fiu que ele fará na vida.
Ninguém mais diz coisas como “Arre!”, “Com a breca!” e “Macacos me mordam!” – pode crer, as pessoas soltavam essas exclamações. Ninguém mais é obrigado pela mãe a estudar acordeão. E ninguém mais é registrado com nomes como Ananias, Viriato, Heráclito ou Eustórgio – aliás, quase ninguém mais se chama Ruy.
Bernardo nunca andará de braços dados com sua mulher – andarão de mãos dadas. Seu enxoval de casamento não deve ter previsto um carrinho de chá para a sala. E ela não tomará cerveja preta se ficar grávida.
Mas a Colombo é eterna e, enquanto ela existir, as pessoas continuarão se casando.
*Famosa confeitaria do Rio de Janeiro.
Folha de S. Paulo. Caderno Opinião, p. A2, 20 mai. 2019. Adaptado.
Leia os textos.
Texto I
“Para se comunicar, os brasileiros se utilizam de um código comum, que é a língua portuguesa. As palavras são organizadas para formar frases, que se tornam períodos e, por fim, um discurso a ser pronunciado ou um texto a ser escrito ou lido. Cada palavra desse conjunto textual adquire uma função no momento da comunicação verbal ou escrita. Para definir essa função, organizou-se uma classificação que obedece a certos critérios semânticos, sintáticos e formais.” (SILVEIRA BUENO, 2014, p. 106).
Texto II
“Ninguém mais diz coisas como “Arre!”, “Com a breca!” e “Macacos me mordam!” – pode crer, as pessoas soltavam essas exclamações. Ninguém mais é obrigado pela mãe a estudar acordeão. E ninguém mais é registrado com nomes como Ananias, Viriato, Heráclito ou Eustórgio – aliás, quase ninguém mais se chama Ruy.”
Quanto à colocação pronominal, “segundo a regra gramatical, a posição mais usual na língua portuguesa seria a ênclise, empregando a próclise de acordo com certas normas especiais.” (SILVEIRA BUENO, 2014, p. 503).
À luz das ideias desse gramático, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre a colocação do pronome oblíquo átono na frase “Meu amigo, Bernardo, me convidou para seu casamento numa igreja tricentenária da cidade.” (§ 1)
( ) O uso da próclise ou da ênclise é facultativo, pois o verbo não se encontra no início da frase, nem há situações que justifiquem o uso específico de uma forma de colocação pronominal.
( ) O pronome deve ficar obrigatoriamente enclítico porque a preposição “para”, posposta ao verbo, atrai o pronome para depois dele.
( ) A próclise é obrigatória e deve ser empregada porque o substantivo próprio atrai o pronome para antes do verbo.
( ) A mesóclise só será possível se o verbo “convidar” for grafado no futuro do presente do indicativo, como em: “Meu amigo, Bernardo, convidar-me-á para seu casamento numa igreja tricentenária da cidade.”
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
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LEIA O CASO CLÍNICO ABAIXO E RESPONDA A QUESTÃO.
J.A.M., 60 anos, motorista de ônibus aposentado há seis meses, procura consulta médica agendada em uma Unidade de Saúde da Família. A médica de família e comunidade que o atende pergunta sobre o motivo do agendamento da consulta e ele diz que “gostaria de fazer um RX, pois sente muitas dores no meio das costas há uma semana, após ter ajudado a carregar tijolos em um caminhão para receber um trocado. Preciso fazer um exame de vista e ocupar meu tempo..., agora que eu estou aposentado” (sic). Está preocupado com sua saúde, uma vez que sua família depende exclusivamente da aposentadoria dele. Na anamnese, identifica-se visão turva com diminuição da nitidez de objetos à distância, tabagismo (1 maço de cigarros/dia), sedentarismo, não uso de medicação contínua, não recebe acompanhamento longitudinal pela equipe de saúde da família e não tem história pessoal e familiar de cânceres. Ao exame físico: aparência de sujidade e de baixo autocuidado; 95 Kg e IMC = 30 Kg/m²; pressão arterial = 142 x 91 mmHg. Sem outras alterações significativas no exame físico, inclusive do teste Lasègue.
Considerando os possíveis diagnósticos de J.A.M., analise as proposições listadas a seguir sobre a abordagem do caso na APS.
I- Encaminhar para avaliação oftalmológica.
II- Realizar rastreamento para câncer de boca, colorretal, mama, pele, próstata e pulmão.
III- Solicitar outras aferições da pressão arterial para confirmar diagnóstico de hipertensão arterial.
IV- Verificar o estágio de mudança comportamental, visando a mudanças no estilo de vida para enfrentar a obesidade.
V- Iniciar tratamento para o tabagismo independemente do estágio de mudança comportamental em que J.A.M. se encontre.
Está correto apenas o que se afirma em:
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São fatores de risco para o desenvolvimento de câncer de mama que podem ser reduzidos, EXCETO:
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