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Foram encontradas 62 questões.

2455936 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
As refeições servidas em um restaurante universitário são balanceadas, utilizando-se a tabela:
Categorias Opções
Carboidratos Arroz, batata, macarrão
Leguminosas Feijão, ervilha, lentilha
Proteínas Peixe, boi, frango
Verduras Couve, rúcula, alface, brócolis, couve-flor, espinafre
O número de maneiras diferentes que um nutricionista pode compor refeições que contenham três categorias, sendo uma obrigatoriamente proteína, é de:
(exemplos: peixe, arroz, rúcula; boi, feijão, espinafre; frango, arroz, feijão)
 

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Leia o texto 3 para responder a questão.
TEXTO 3
LEGADO AOS NOSSOS FILHOS
Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. [...] Uma sugestão de tema que me deram foi: "O que esperamos de nossos filhos no futuro". [...]
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. [...]
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo – nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. [...]
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; [...] se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. [...]
[...] O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
Luft, Lya. Disponível em: http://veja.abril.com.br/151008/p_024.shtml
Acesso em 13/9/2013.(Adaptado)
Analise as proposições referentes à articulista.
I – O principal objetivo da articulista é criticar os pais que se preocupam em deixar aos filhos os valores educacionais.
II – Para a articulista, o moralismo faz parte da moralidade que toda pessoa deve ter.
III – Para a articulista, o respeito é um valor que não está condicionado a sexo, idade ou posição social.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2455294 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Quanto aos Equipamentos de Proteção Individual, a NR6 elenca as responsabilidades do empregado. São responsabilidades do empregado quanto aos EPI, EXCETO:
 

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2455128 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
A denominação do equipamento utilizado para medir a velocidade do vento em um ambiente de trabalho é:
 

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Leia o texto 3 para responder a questão.
TEXTO 3
LEGADO AOS NOSSOS FILHOS
Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. [...] Uma sugestão de tema que me deram foi: "O que esperamos de nossos filhos no futuro". [...]
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. [...]
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo – nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. [...]
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; [...] se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. [...]
[...] O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
Luft, Lya. Disponível em: http://veja.abril.com.br/151008/p_024.shtml
Acesso em 13/9/2013.(Adaptado)
Apresentam-se proposições sobre ser ético:
I – É um valor ensinado por meio de atitudes éticas.
II – Manifesta-se nas ações do cotidiano.
III – É um legado que prescinde na formação humana.
Assinale a alternativa em que as proposições estão de acordo com o texto.
 

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2454710 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Tício, funcionário atencioso e compenetrado, contratado sob o regime da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), com 25 anos na profissão de fresador, embora estivesse utilizando todos os equipamentos de proteção individual, acidentou-se, perdendo parte do polegar direito. Com relação a esse acidente, é CORRETO afirmar:
 

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Leia o texto 3 para responder a questão.
TEXTO 3
LEGADO AOS NOSSOS FILHOS
Uma importante empresa financeira me chamou para falar com alguns clientes. [...] Uma sugestão de tema que me deram foi: "O que esperamos de nossos filhos no futuro". [...]
O mundo avança em vertiginosas transformações, e não é só nas finanças ou economia mundiais: ele se transforma a todo momento em nossos usos e costumes, na vida, no trabalho, nos governos, na família, nos modelos que nos são apresentados, em nossa capacidade de fazer descobertas, no progresso e na decadência.
O que nos enche de perplexidade, quando o assunto é filhos, é a parte de tudo isso que não conseguimos controlar, que é maior do que a outra. [...]
Gosto de pensar na perplexidade quanto ao legado que podemos deixar no que depende de nós. Que não é nem aquele legado alardeado por nossos pais – a educação e o preparo – nem é o valor em dinheiro ou bens, que se evaporam ao primeiro vendaval nas finanças ou na política. A mim me interessam outros bens, outros valores, os valores morais. O termo "morais" faz arquear sobrancelhas, cheira a religiosidade ou a moralismo, a preconceito de fariseu. Mas não é disso que falo: moralidade não é moralismo, e moral todos temos de ter. A gente gosta de dizer que está dando valores aos filhos. Pergunto: que valores? Morais, ora, decência, ética, trabalho, justiça social, por exemplo. [...]
Não adianta falar em ética, se vasculho bolsos e gavetas de meus filhos, se escuto atrás da porta ou na extensão do telefone – a não ser que a ameaça das drogas justifique essa atitude. Não adianta falar de justiça, se trato miseravelmente meus funcionários. Não se pode falar em decência, se pulamos a cerca deslavadamente, quem sabe até nos fanfarronando diante dos filhos homens: ah, o velho aqui ainda pode! Nem se deve pensar em respeito, se desrespeitamos quem nos rodeia, e isso vai dos empregados ao parceiro ou parceira, passando pelos filhos, é claro. Se sou tirana, egoísta, bruta; [...] se vivo acima das minhas possibilidades e ensino isso aos meus filhos, o efeito sobre a moral deles e sua visão da vida vai ser um desastre.
Temos então de ser modelos? Suprema chatice. Não, não temos de ser modelos: nós somos aquele primeiro modelo que crianças recebem e assimilam, e isso passa pelo ar, pelos poros, pelas palavras, silêncios e posturas. [...]
[...] O palavrório sobre o que legaremos aos nossos filhos será vazio, se nossas atitudes forem egoístas, burras, grosseiras ou maliciosas. O resto é conversa fiada para a qual, neste tempo de graves assuntos, não temos tempo.
Luft, Lya. Disponível em: http://veja.abril.com.br/151008/p_024.shtml
Acesso em 13/9/2013.(Adaptado)
O resto é conversa fiada.” A expressão destacada significa conversa
 

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2453850 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Com relação à finalidade do planejamento, desenvolvimento e implementação do Sistema de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho - SST estabelecidos nas Diretrizes Sobre Sistemas de Gestão da Segurança e Saúde no Trabalho da OIT – Organização Internacional do Trabalho (Fundacentro, 2005), analise a afirmativa abaixo:
A finalidade do planejamento é a criação de um sistema de gestão da SST que sustente:
I – No mínimo, a conformidade com a legislação nacional.
II – Os elementos do sistema de gestão da SST da Organização.
III – A melhoria contínua do desempenho em SST.
IV – A conformidade com a legislação internacional e a melhoria contínua dos processos.
Julgue as proposições acima e assinale a alternativa CORRETA.
 

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2453785 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFLA
Orgão: UFLA
Com relação ao previsto no artigo 157 da CLT - Consolidação das Leis do Trabalho, no que se refere às responsabilidades do empregador (empresa) pela segurança e medicina do trabalho, analise as seguintes proposições:
I – Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho de acordo com sua conveniência.
II – Instruir os empregados, mediante ordens de serviço, quanto às precauções a tomar, no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais.
III – Adotar as medidas que lhes sejam determinadas pelo órgão regional competente.
IV – Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.
Julgue as proposições e assinale a alternativa CORRETA.
 

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Uma prefeitura oferece ao contribuinte duas opções de pagamento do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano): o pagamento total no primeiro dia do ano, com desconto, ou o pagamento total sem desconto no último dia do mesmo ano. A prefeitura, em um primeiro cálculo do desconto, supôs que um contribuinte tem dinheiro suficiente para pagar seu IPTU em janeiro, e que esse dinheiro está aplicado em uma caderneta de poupança que rende 0,5% ao mês. Para que os contribuintes não sejam prejudicados, o desconto deve ser pelo menos igual ao rendimento auferido em 12 meses. Supondo !$ 1,005^{12} = 1,062 !$, o desconto mínimo deve ser de:
 

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