Foram encontradas 70 questões.
Suponha a seguinte situação fictícia relacionada a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Mulher de 62 anos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), grupo GOLD B, mais sequela de tuberculose com fibrose apical, com cerca de 3 exacerbações por ano. Em consulta médica apresenta teste de avalição de DPOC de 15 e aderência baixa aos inaladores. Exame físico sumário mostra estertores finos em bases pulmonares bilaterais, eupneica, sem cianose ou uso de musculatura acessória. FR: 18 irpm.
Conforme protocolos do Ministério da Saúde, assinale a alternativa INCORRETA sobre o cuidado longitudinal desse quadro de DPOC, no âmbito da ESF/SUS:
Mulher de 62 anos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), grupo GOLD B, mais sequela de tuberculose com fibrose apical, com cerca de 3 exacerbações por ano. Em consulta médica apresenta teste de avalição de DPOC de 15 e aderência baixa aos inaladores. Exame físico sumário mostra estertores finos em bases pulmonares bilaterais, eupneica, sem cianose ou uso de musculatura acessória. FR: 18 irpm.
Conforme protocolos do Ministério da Saúde, assinale a alternativa INCORRETA sobre o cuidado longitudinal desse quadro de DPOC, no âmbito da ESF/SUS:
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Suponha a seguinte situação fictícia.
Mulher de 48 anos, obesa com índice de massa corporal 34, direcionada pela regulação à pneumologia com queixa de "falta de ar noturna". Na anamnese, roncos intensos relatados pelo marido, menção a episódios de apneia com despertares súbitos e queixa de fadiga diurna. Sem dispneia diurna. Exame físico sem alterações dignas de nota. Sons respiratórios normais, sem sibilos. Eupneica, FR: 16 irpm. Tolera bem decúbito dorsal. Escala de Epworth 12 de 24.
Considerando a principal hipótese diagnóstica nessa consulta de pneumologia ambulatorial, a conduta apropriada, no âmbito da rede SUS, é:
Mulher de 48 anos, obesa com índice de massa corporal 34, direcionada pela regulação à pneumologia com queixa de "falta de ar noturna". Na anamnese, roncos intensos relatados pelo marido, menção a episódios de apneia com despertares súbitos e queixa de fadiga diurna. Sem dispneia diurna. Exame físico sem alterações dignas de nota. Sons respiratórios normais, sem sibilos. Eupneica, FR: 16 irpm. Tolera bem decúbito dorsal. Escala de Epworth 12 de 24.
Considerando a principal hipótese diagnóstica nessa consulta de pneumologia ambulatorial, a conduta apropriada, no âmbito da rede SUS, é:
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Suponha a seguinte situação fictícia.
Homem de 35 anos, sem acompanhamento específico para HIV/AIDS, com último contagem de CD4 indicando 80 células/mm3, abandonou terapia antirretroviral há vários meses. Apresenta dispneia insidiosa há 2 semanas mais tosse seca, DHL: 650U/L, saturação O2: 87% em ar ambiente. Radiografia mostra infiltrados intersticiais difusos.
Considerando essa suspeita de infecção oportunista definidora de AIDS, o seu correto manejo envolve, EXCETO:
Homem de 35 anos, sem acompanhamento específico para HIV/AIDS, com último contagem de CD4 indicando 80 células/mm3, abandonou terapia antirretroviral há vários meses. Apresenta dispneia insidiosa há 2 semanas mais tosse seca, DHL: 650U/L, saturação O2: 87% em ar ambiente. Radiografia mostra infiltrados intersticiais difusos.
Considerando essa suspeita de infecção oportunista definidora de AIDS, o seu correto manejo envolve, EXCETO:
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Suponha a seguinte situação fictícia em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA):
Lactente de 6 meses no pico invernal com coriza, sibilância fina bilateral, saturação de O2: 92% em ar ambiente, afebril e sem fatores de risco como pré-termo e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica familiar. Teste rápido negativo para influenza e COVID-19.
Assinale a conduta apropriada para o manejo inicial do quadro:
Lactente de 6 meses no pico invernal com coriza, sibilância fina bilateral, saturação de O2: 92% em ar ambiente, afebril e sem fatores de risco como pré-termo e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica familiar. Teste rápido negativo para influenza e COVID-19.
Assinale a conduta apropriada para o manejo inicial do quadro:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Homem de 50 anos com febre de 38,5 graus Celsius, tosse produtiva e dor pleurítica há 3 dias, hipertensão arterial controlada. Na UBS apresenta frequência respiratória de 22 irpm, sat. O2: 94% em ar ambiente e crepitações no lobo inferior esquerdo. Radiografia mostra consolidado no lobo inferior esquerdo.
A antibioticoterapia e o manejo apropriados para esse quadro de pneumonia comunitária adquirida na comunidade, considerando o score CURB do paciente, é:
Homem de 50 anos com febre de 38,5 graus Celsius, tosse produtiva e dor pleurítica há 3 dias, hipertensão arterial controlada. Na UBS apresenta frequência respiratória de 22 irpm, sat. O2: 94% em ar ambiente e crepitações no lobo inferior esquerdo. Radiografia mostra consolidado no lobo inferior esquerdo.
A antibioticoterapia e o manejo apropriados para esse quadro de pneumonia comunitária adquirida na comunidade, considerando o score CURB do paciente, é:
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Na prática da pneumologia clínica, apesar dos avanços em métodos de imagem, a necessidade
de biópsias para um diagnóstico diferencial assertivo permanece. Assim, é fundamental ao
médico conhecer as correlações entre uma dada doença pulmonar e o seu substrato
anatomopatológico à microscopia.
As alternativas, a seguir, apresentam diagnósticos de doenças pulmonares comuns com seus achados histopatológicos correspondente, EXCETO, em:
As alternativas, a seguir, apresentam diagnósticos de doenças pulmonares comuns com seus achados histopatológicos correspondente, EXCETO, em:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Mulher de 60 anos, ex-fumante de 20 cigarros por dia mais exposição à fumaça de biomassa de lenha por 30 anos, com dispneia grau 2 na escala mMRC e tosse crônica. Em consulta, exame físico sumário mostra estertores finos em bases pulmonares, sem cianose ou edema. Apresenta pontuação CAT de 18. Espirometria após broncodilatador mostra VEF1 sobre CVF de 0,62, menor que 0,70, e VEF1 de 65% do valor previsto.
Considerando a classificação GOLD e o manejo inicial relacionados ao rastreio e à estratificação de DPOC na paciente referida, assinale a alternativa CORRETA:
Mulher de 60 anos, ex-fumante de 20 cigarros por dia mais exposição à fumaça de biomassa de lenha por 30 anos, com dispneia grau 2 na escala mMRC e tosse crônica. Em consulta, exame físico sumário mostra estertores finos em bases pulmonares, sem cianose ou edema. Apresenta pontuação CAT de 18. Espirometria após broncodilatador mostra VEF1 sobre CVF de 0,62, menor que 0,70, e VEF1 de 65% do valor previsto.
Considerando a classificação GOLD e o manejo inicial relacionados ao rastreio e à estratificação de DPOC na paciente referida, assinale a alternativa CORRETA:
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Suponha a seguinte situação fictícia relacionada a um atendimento em uma Unidade de Pronto
Atendimento (UPA).
Menina de 7 anos com sibilos recorrentes, 3 episódios por ano, após infecção viral respiratória. Sem história de atopia conhecida. Hoje, em consulta, apresenta sibilos e uso de musculatura acessória, frequência respiratória: 35 irpm, sat. O2: 91% em ar ambiente. O peak flow (Pico de Fluxo Expiratório - PFE) é 70% do previsto para a idade sem tratamento de manutenção.
Considerando o controle e a exacerbação de asma nessa criança, na UBS/ESF, a conduta inicial, conforme classificação GINA (Global Initiative for Asthma) é:
Menina de 7 anos com sibilos recorrentes, 3 episódios por ano, após infecção viral respiratória. Sem história de atopia conhecida. Hoje, em consulta, apresenta sibilos e uso de musculatura acessória, frequência respiratória: 35 irpm, sat. O2: 91% em ar ambiente. O peak flow (Pico de Fluxo Expiratório - PFE) é 70% do previsto para a idade sem tratamento de manutenção.
Considerando o controle e a exacerbação de asma nessa criança, na UBS/ESF, a conduta inicial, conforme classificação GINA (Global Initiative for Asthma) é:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Mulher de 45 anos, HIV positivo em terapia antirretroviral com um inibidor de protease, CD4 indicando 250 células/mL3, além de artrite reumatoide em tratamento com adalimumabe. História de contato domiciliar com tuberculose ativa (pai diagnosticado recentemente). Entretanto, assintomática do trato respiratório. Teste IGRA positivo, enzimas hepáticas ALT e AST normais, sem hepatite C.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a quimioprofilaxia a ser adotada nesse casso:
Mulher de 45 anos, HIV positivo em terapia antirretroviral com um inibidor de protease, CD4 indicando 250 células/mL3, além de artrite reumatoide em tratamento com adalimumabe. História de contato domiciliar com tuberculose ativa (pai diagnosticado recentemente). Entretanto, assintomática do trato respiratório. Teste IGRA positivo, enzimas hepáticas ALT e AST normais, sem hepatite C.
Assinale a alternativa CORRETA sobre a quimioprofilaxia a ser adotada nesse casso:
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Suponha a seguinte situação fictícia relativa a um atendimento em uma Unidade Básica de
Saúde/Estratégia de Saúde da Família (UBS/ESF).
Homem de 58 anos, diabético mal controlado com hemoglobina glicada de 9,1% e em uso de prednisona por vasculite, apresentando tosse crônica, hemoptise e perda de peso há 2 meses. Radiografia de tórax mostra cavitação no lobo superior esquerdo e nódulos múltiplos. Sem febre alta.
A conduta inicial apropriada para diagnóstico diferencial entre tuberculose e infecção fúngica pulmonar cavitária nessa realidade é:
Homem de 58 anos, diabético mal controlado com hemoglobina glicada de 9,1% e em uso de prednisona por vasculite, apresentando tosse crônica, hemoptise e perda de peso há 2 meses. Radiografia de tórax mostra cavitação no lobo superior esquerdo e nódulos múltiplos. Sem febre alta.
A conduta inicial apropriada para diagnóstico diferencial entre tuberculose e infecção fúngica pulmonar cavitária nessa realidade é:
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