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Foram encontradas 40 questões.

1015400 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Segundo a NBR13133:94, apoio topográfico é uma das fases previstas no seu item 5 (Condições Gerais). No 5.3.3, se lê que “caso do apoio planimétrico inexistindo na área vértice do SGB (Sistema Geodésico Brasileiro), devem-se transportar para ela coordenadas dos vértices mais próximos por métodos convencionais ou rastreamento de satélites”. Se o topógrafo lotado no campus de Caruaru da UFPE realiza tal transporte com tecnologia GPS, a partir da RBMC-Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo - IBGE, é correto afirmar que neste transporte:
 

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965158 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
As estações totais são atualmente instrumentos de precisão, cuja operação exige cuidados e um prévio conhecimento do manual para a sua operação. A mudança de ângulo horário para o anti-horário é usual na medição angular horizontal. Se um profissional de topografia, no uso de uma destas estações totais, leu no display um ângulo horário de 92º30’20” e realizado o procedimento de mudança do ângulo horário para anti-horário, o display registrará :
 

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Estando carregada, a bateria de uma câmera de vídeo dura 2 horas, se usada para gravação, e dura 3 horas, se usada para exibir um vídeo já gravado. Começando com a bateria carregada, qual o maior tempo de vídeo que se pode gravar, se se deseja também assistir o vídeo gravado, sem recarregar a bateria?
 

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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Segundo a Reitora da IFPE, “o ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil.” (§ 4). Essa afirmação nos leva a concluir que:
1) o ensino técnico não tinha valor antes de 1970.
2) o setor industrial foi responsável pela valorização do ensino técnico.
3) após 1980, o ensino técnico perdeu o valor.
4) o impulso sofrido pelo setor industrial repercutiu na avaliação do ensino técnico.
Estão corretas:
 

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Sobre correio eletrônico, analise as seguintes proposições.
1) O correio eletrônico é um serviço que permite a troca de mensagens entre usuários cadastrados.
2) Para receber um e-mail, não é necessário estar on-line, já que o mesmo fica armazenado diretamente na estação cliente, e não no servidor de e-mail do seu provedor ou prestador de serviços.
3) O arquivo enviado junto com uma mensagem no correio eletrônico é denominado “anexo”.
Está(ão) correta(s), apenas:
 

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TEXTO
A educação profissional vive um momento decisivo. A procura por esse tipo de ensino atingiu patamares inéditos no Brasil e em Pernambuco. Só que não o suficiente para matar a fome do mercado de trabalho, em especial do voraz setor industrial. Salários altos e emprego certo, por incrível que pareça, se mostram ineficientes para corrigir a atual distorção do nosso sistema educacional. Apesar de cada vez mais jovens estarem buscando aprender uma profissão, pode-se dizer que ainda falta um maior interesse do público-alvo. A dura verdade é que o desejo pelo diploma universitário, uma cultura secular no Brasil, mascara um preconceito enraizado na sociedade: de que ensino profissional é coisa de pobre.
Em 2011, Pernambuco contava com 31.411 alunos matriculados em cursos técnicos, públicos e privados. Mas análise da consultoria Ceplan mostra que somente as demandas até 2014 de dois segmentos econômicos, a construção civil e a indústria metalmecânica, são de 32.500 novos trabalhadores por ano. O equilíbrio está distante. São 9 milhões de estudantes de Ensino Médio no Brasil. Um milhão desses jovens fazem um curso profissional. Aproximadamente 11%. Pernambuco está próximo disso, com 8,8%.
Em países industrializados e mais livres de preconceitos contra o ensino técnico, como Inglaterra e Alemanha, o percentual salta para 30%. Em Pernambuco, pensar num patamar dessa ordem só será possível em 2016, pois é para esse ano que se espera o funcionamento pleno de 60 escolas técnicas estaduais, com capacidade, cada uma, para 1000 alunos. Hoje são 20, sendo que seis ainda não têm prédio próprio.
A história explica a barreira cultural quando o assunto é ensino profissional no Brasil. No final do século XIX, quando foram criados os Liceus de Artes e Ofícios nas principais capitais das então províncias – no Recife, a instituição surgiu em 1880 – o público-alvo eram as crianças órfãs e abandonadas. Anos depois, em 1909, foi a vez das escolas de Aprendizes Artífices, destinadas aos pobres e humildes. “A ideologia era de que os filhos das classes dominadas deveriam ter uma formação básica para atender às necessidades do mercado. O ensino técnico só ganhou valor nas décadas de 1970 e 1980, quando o setor industrial teve impulso no Brasil”, conta a Reitora da IFPE, Cláudia Sansil, lembrando que deveria partir da família o primeiro passo para derrubar o preconceito.
Segundo o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi, “o sonho da família brasileira é ter um filho doutor. O que não se percebe é que os jovens são treinados para o vestibular. Desenvolvem um suposto senso crítico de que um operador de máquinas é um profissional adestrado, quando, na verdade, hoje, as carreiras profissionais são as que possuem maior empregabilidade e melhor remuneração”.
Os índices de formação básica e fundamental no País formam outro impedimento no acesso à educação profissional: são vergonhosos 14 milhões de adultos analfabetos, sem contar os analfabetos funcionais. Todos esses cidadãos brasileiros estão desprovidos do conhecimento mínimo necessário para ingressarem numa sala de aula técnica.
Felipe Lima. Jornal do Commercio, 01/04/2012,
Economia, p.4. Adaptado.
Assinale a alternativa em que a concordância está de acordo com as regras do padrão culto da língua.
 

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858807 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Um topógrafo estacionou um teodolito estadimétrico no ponto 1, que é uma RN situado em Casa Amarela Recife-PE, de altitude 54,893m, e obteve os dados constantes da figura e tabela abaixo:
Enunciado 858807-1
Dados: sen30°=cos60°=0,5 e sen 60°=cos30°= !$ \sqrt {3}/2 !$
Pode-se afirmar que, sendo as constantes aditiva e multiplicativa deste teodolito, respectivamente, iguais a 0 e 100, o valor de DH entre 1 e 2 é:
 

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796144 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Na topografia e no mundo dos projetos surgiu o CAD ou “o assistido por computador”, o que tornou “ peças de museu” as pranchetas de desenho. Em 1982, foi fundada a Autodesk, cujo produto, o AutoCad, foi desenvolvido para utilização em computador pessoal ou PC, a um custo baixíssimo, se comparado aos então existentes, isto é, os grandes computadores. Acerca destas ferramentas computacionais (CAD) e os atuais aplicativos de topografia, é correto afirmar que:
 

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777273 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
Observe a figura.
Enunciado 777273-1
Se a inclinação da geratriz superior da tubulação de esgoto, situada entre as duas estacas (inteiras de 20m), indicada na figura mostrada acima é de 2%, é correto afirmar que na estaca E7:
 

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764861 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Cartográfica
Banca: COVEST-COPSET
Orgão: UFPE
A UFPE através do escritório técnico solicitou que o topógrafo levante e depois vá representar detalhes existentes no campus Caruaru, PE, em uma planta na escala 1:1000.O citado topógrafo, ao estudar a NBR 13133:94 (Execução de Levantamentos Topográficos), verifica que o erro de graficismo admissível na elaboração do desenho topográfico para lançamento de pontos e traçados de linhas é de 0,2 mm e equivale a duas vezes a acuidade visual. A partir deste valor, é possível o mesmo ter a precisão da escala ou seja, o menor valor representável em verdadeira grandeza nesta escala. Pode-se afirmar que, para representação destes detalhes existentes na planta e nesta escala sem o uso de convenções topográficas, eles teriam dimensões até:
 

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