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Foram encontradas 40 questões.

1325743 Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
A insalubridade proporciona ao trabalhador o adicional de grau máximo, que é de 40% sobre o salário-mínimo regional, em dois tipos de riscos físicos, que são:
 

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1325737 Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
A técnica de identificação de perigos e operabilidade que consiste em detectar desvios de variáveis de processo em relação a valores estabelecidos como normais é denominada:
 

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1325526 Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
A utilização de serra circular deve atender a seguinte disposição:
 

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1325421 Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
A NR-23 Proteção contra Incêndio prevê a obrigatoriedade, em estabelecimentos industriais, de armazenamento de água, em reservatórios, para ser utilizada no combate a incêndio.
A água sob pressão deverá ser usada para extinguir o início de fogo da classe
 

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1325059 Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Em relação à NR 6 - Equipamento de Proteção Individual, EPI, são feitas as afirmações a seguir.
I) O EPI é fornecido gratuitamente aos empregados, em perfeito estado de conservação e funcionamento.
II) O EPI só é de uso obrigatório enquanto as medidas de proteção coletiva estão sendo implementadas.
III) O Certificado de Aprovação, CA, de um EPI terá validade de dois anos, sendo avaliado para revalidação pela FUNDACENTRO – Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho.
IV) Em empresas com SESMT – Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – cabe ao mesmo
recomendar ao empregador o EPI adequado à proteção do trabalhador.
V) O empregado deve usar o EPI adequado aos riscos inerentes a sua atividade e ficará responsável pela sua guarda e manutenção.
Estão corretas apenas as afirmativas:
 

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1324760 Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
A NR 18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – considera como adequadas as seguintes medidas de proteção contra quedas:
I) todas as aberturas no piso deverão ser dotadas de fechamento provisório resistente.
II) os anteparos rígidos devem ser constituídos de guarda corpo com altura de 1,30 m para o travessão superior e 0,70 m para o intermediário.
III) as plataformas terciárias são instaladas nos pavimentos de subsolo, devendo ser posicionadas a cada duas lajes a partir da plataforma principal, em direção ao subsolo.
IV) os vãos de acesso às caixas de elevadores devem ter fechamento provisório de, no mínimo, 1,20 m de altura de material resistente até a colocação definitiva das portas.
V) a plataforma principal só é obrigatória em construções com altura equivalente a mais de 4 pavimentos e com largura mínima de 2,20 m.
Estão corretas apenas as medidas
 

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1324722 Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Na elaboração da estatística de acidentes do trabalho, os números de dias debitados por perdas da visão de um olho, da audição em ambos os ouvidos e do pé são, respectivamente:
 

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1324525 Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFPel
Orgão: UFPel
Considere o texto abaixo para responder a questão.
Beatriz trabalhava como cortadora de moldes em uma confecção de roupas. Preocupada com problemas de saúde de um de seus filhos, distraiu-se e cortou com gravidade o seu dedo polegar. Depois de medicada no ambulatório da empresa, foi dispensada do trabalho neste dia.
Por suas características, o acidente ocorrido com Beatriz é considerado como um acidente
 

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O texto a seguir servirá de base para a questão.
Vamos de mal a pior?
Alguns só conseguem enxergar o lado feio do mundo. E, como só notícias ruins dão manchete, deleitam-se em ver confirmados seus piores enredos. Mas, no que se pode medir ou contar, a história é outra. O mundo hoje está pior? Vamos compará-lo com o de um século atrás. Jamais houve tanta liberdade e o crescimento das democracias foi extraordinário. Entre elas já não há guerras. Nos conflitos recentes, pelo menos um lado é ditatorial. Na última década, reduziram-se em 40% as guerras. Houve também dramática redução das mortes violentas, que, no passado, ceifavam 25% da população masculina. Hoje são só 2%. Nas praças públicas, o povo via os acusados de heresia, bruxaria e magia negra serem assados em fogueiras. A razão e a ciência ajudaram a lançar luzes nessas áreas. Além disso, a ciência hoje é capaz de captar, entender e resolver boa parte dos problemas materiais que afligem a humanidade – incluindo os desastres do meio ambiente.
Antes da Revolução Industrial, um operário só possuía a roupa do corpo. Sua maior riqueza eram os pregos de sua casa. Há menos de dois séculos, um europeu trabalhava sessenta horas por semana, dos 10 anos de idade até a sua morte, por volta dos 50 anos. Educação, cultura e lazer chegaram também aos pobres. Acabou-se a fome causada por calamidades naturais, como a que matou metade da população da Irlanda, no século XIX. Luís XIV não tinha a variedade nem a qualidade do cardápio de um reles membro da classe média de hoje. O povo francês consumia 2 000 calorias por dia. Hoje, nos países pobres, consomem-se 2.700.
Haverá algum país que estava pior que o Brasil em 1900 e hoje lhe passou à frente? Não encontrei nenhum. A maioria dos países latino-americanos, incluindo o Peru, era bem mais rica do que o Brasil. A renda per capita da Argentina foi cinco vezes maior (hoje é quase igual). Em 1950, o Brasil era como a Bolívia de hoje. Em 1958, Cuba era o segundo país mais rico da América Latina. Desde então, não fez senão retroceder. E a Coreia? Na década de 50, vítima de uma medonha guerra fratricida, até os pauzinhos de comer passaram a ser de metal, pois não havia mais árvores. Mas a Coreia é uma civilização milenar, com sólida tradição de ciência e educação. Portanto, é uma comparação discutível. O Brasil avançou, do último século para cá? Quem duvida do atraso do Brasil no passado que leia as tenebrosas narrativas dos muitos visitantes que por aqui viajaram. O século XX transformou espetacularmente o país. Entre 1870 e 1987 o PIB brasileiro cresceu 157 vezes, o japonês 87 e o americano 53. Brasil, campeão do mundo!
Por volta de 1900, a esperança de vida era inferior a 30 anos. Hoje já ultrapassou 70. A desnutrição grave é residual e acabaram-se as fomes catastróficas. Quase todos têm hoje acesso a serviços médicos (não tão bons, mas antes não havia nada). Nos confortos materiais, houve avanços espetaculares. Mais de 90% têm água encanada, eletricidade, televisão, geladeira e dezenas de outros confortos. Meus colegas do primário iam descalços para a escola. Como entendeu Schumpeter, foram os pobres que mais ganharam qualidade de vida com o crescimento. Em 1900, 95% das crianças (entre 7 e 14 anos) não frequentavam escolas. Hoje, apenas 2% ficam de fora. E, contrariando as fantasias saudosistas, os poucos que iam encontravam uma escola medíocre. Hoje, continua medíocre, mas é para todos e há ilhas de excelência. Crescendo junto com a educação, nossa democracia nunca esteve tão robusta. Nem tudo são rosas. Há áreas em que somos péssimos, como a distribuição de renda. Em matéria de segurança, há oscilações. Contudo, as mortes violentas encolheram muito. Em corrupção, faltam dados confiáveis. Mas, em praticamente tudo o que podemos contar ou medir, pior não estamos. Essa é a tese do ensaio. Como disse lorde Rees de Ludlow, "para a maior parte das pessoas, na maior parte das nações, nunca houve um momento melhor para viver".
Cláudio de Moura e
Castro – Revista Veja (Adapt.) – 18/02/2009
A alternativa que substitui, correta e respectivamente, as palavras grifadas nas frases abaixo é:
 

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O texto a seguir servirá de base para a questão.
Vamos de mal a pior?
Alguns só conseguem enxergar o lado feio do mundo. E, como só notícias ruins dão manchete, deleitam-se em ver confirmados seus piores enredos. Mas, no que se pode medir ou contar, a história é outra. O mundo hoje está pior? Vamos compará-lo com o de um século atrás. Jamais houve tanta liberdade e o crescimento das democracias foi extraordinário. Entre elas já não há guerras. Nos conflitos recentes, pelo menos um lado é ditatorial. Na última década, reduziram-se em 40% as guerras. Houve também dramática redução das mortes violentas, que, no passado, ceifavam 25% da população masculina. Hoje são só 2%. Nas praças públicas, o povo via os acusados de heresia, bruxaria e magia negra serem assados em fogueiras. A razão e a ciência ajudaram a lançar luzes nessas áreas. Além disso, a ciência hoje é capaz de captar, entender e resolver boa parte dos problemas materiais que afligem a humanidade – incluindo os desastres do meio ambiente.
Antes da Revolução Industrial, um operário só possuía a roupa do corpo. Sua maior riqueza eram os pregos de sua casa. Há menos de dois séculos, um europeu trabalhava sessenta horas por semana, dos 10 anos de idade até a sua morte, por volta dos 50 anos. Educação, cultura e lazer chegaram também aos pobres. Acabou-se a fome causada por calamidades naturais, como a que matou metade da população da Irlanda, no século XIX. Luís XIV não tinha a variedade nem a qualidade do cardápio de um reles membro da classe média de hoje. O povo francês consumia 2 000 calorias por dia. Hoje, nos países pobres, consomem-se 2.700.
Haverá algum país que estava pior que o Brasil em 1900 e hoje lhe passou à frente? Não encontrei nenhum. A maioria dos países latino-americanos, incluindo o Peru, era bem mais rica do que o Brasil. A renda per capita da Argentina foi cinco vezes maior (hoje é quase igual). Em 1950, o Brasil era como a Bolívia de hoje. Em 1958, Cuba era o segundo país mais rico da América Latina. Desde então, não fez senão retroceder. E a Coreia? Na década de 50, vítima de uma medonha guerra fratricida, até os pauzinhos de comer passaram a ser de metal, pois não havia mais árvores. Mas a Coreia é uma civilização milenar, com sólida tradição de ciência e educação. Portanto, é uma comparação discutível. O Brasil avançou, do último século para cá? Quem duvida do atraso do Brasil no passado que leia as tenebrosas narrativas dos muitos visitantes que por aqui viajaram. O século XX transformou espetacularmente o país. Entre 1870 e 1987 o PIB brasileiro cresceu 157 vezes, o japonês 87 e o americano 53. Brasil, campeão do mundo!
Por volta de 1900, a esperança de vida era inferior a 30 anos. Hoje já ultrapassou 70. A desnutrição grave é residual e acabaram-se as fomes catastróficas. Quase todos têm hoje acesso a serviços médicos (não tão bons, mas antes não havia nada). Nos confortos materiais, houve avanços espetaculares. Mais de 90% têm água encanada, eletricidade, televisão, geladeira e dezenas de outros confortos. Meus colegas do primário iam descalços para a escola. Como entendeu Schumpeter, foram os pobres que mais ganharam qualidade de vida com o crescimento. Em 1900, 95% das crianças (entre 7 e 14 anos) não frequentavam escolas. Hoje, apenas 2% ficam de fora. E, contrariando as fantasias saudosistas, os poucos que iam encontravam uma escola medíocre. Hoje, continua medíocre, mas é para todos e há ilhas de excelência. Crescendo junto com a educação, nossa democracia nunca esteve tão robusta. Nem tudo são rosas. Há áreas em que somos péssimos, como a distribuição de renda. Em matéria de segurança, há oscilações. Contudo, as mortes violentas encolheram muito. Em corrupção, faltam dados confiáveis. Mas, em praticamente tudo o que podemos contar ou medir, pior não estamos. Essa é a tese do ensaio. Como disse lorde Rees de Ludlow, "para a maior parte das pessoas, na maior parte das nações, nunca houve um momento melhor para viver".
Cláudio de Moura e
Castro – Revista Veja (Adapt.) – 18/02/2009
É correto afirmar que
 

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