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Foram encontradas 50 questões.

1404882 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Tratando-se do processo de fixação de preços por parte de uma empresa monopolista, podemos afirmar que os preços são definidos

 

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1403630 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Considerando-se os três estágios de produção, pode-se afirmar que, no estágio I, o produto físico médio do fator variável encontra-se em expansão, pois o produto físico marginal está acima dele. No estágio II, o produto físico médio está decrescendo, assim como seu produto físico marginal, e, no estágio III os produtos físicos médio e total estão diminuindo porque o produto físico marginal é

 

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1402587 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Considere um plano de escolha entre cestas de produtos X e Y. Mantendo-se os preços relativos e nominais constantes e aumentando a renda monetária, a linha de restrição orçamentária se desloca

 

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1401779 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Livre do racismo e da discriminação

Maria Nazareth Farani Azevêdo*

Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca para exterminá-lo.

A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.

Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido. Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".

Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.

A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.

O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.

Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo

-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.

*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.

As vírgulas empregadas em “[...] desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância”

 

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1401723 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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De acordo com os conceitos de Balanço de Pagamentos, um déficit no Saldo em Transações Correntes ocasiona

 

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1400029 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Para a dívida pública ser sustentável ao longo do tempo, é necessário que

 

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1399767 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Livre do racismo e da discriminação

Maria Nazareth Farani Azevêdo*

Esporte é antônimo de discriminação. Expressão milenar do espírito de equipe e de saudável competição e lealdade entre adversários, o esporte é um tributo à igualdade entre os seres humanos. Associar racismo à prática esportiva é, por isso, especialmente inaceitável e perverso: desvirtua uma das mais valiosas fontes de promoção do entendimento e da paz e, de forma clandestina e rasteira, aproveita-se da grande visibilidade oferecida por eventos esportivos para disseminar o ódio e a intolerância. Lamentáveis episódios recentes de racismo no esporte mostram a gravidade desse fenômeno e a urgente necessidade de que a comunidade internacional reaja de forma inequívoca(a) para exterminá-lo.

A adoção, em 2001, na África do Sul, da Declaração e do Programa de Ação de Durban (ou DDPA) foi marco fundamental na luta contra o racismo e contra todas as formas de discriminação. Oito anos depois, preocupada com a persistência e, em muitos casos, com o aumento de manifestações racistas e discriminatórias em todo o mundo, a comunidade internacional reuniu-se, em Genebra, na Conferência de Revisão de Durban, para avaliar a evolução do problema e apontar novos caminhos. Tanto em 2001 como em 2009, a vinculação entre o esporte e práticas racistas e discriminatórias foi veementemente condenada.

Na qualidade de países-sede de três dos maiores eventos esportivos mundiais no futuro próximo, África do Sul e Brasil compartilham especial responsabilidade no combate ao racismo e à discriminação. Por isso, trabalharam juntos para que, na Conferência de Revisão de Durban, o tema(d) merecesse o destaque que, afinal, lhe foi conferido.(b) Apresentaram, em março, ao Conselho de Direitos Humanos da ONU resolução intitulada "Um mundo de desportos livres do racismo, da discriminação racial, da xenofobia e da intolerância correlata".

Adotada por consenso e com o co-patrocínio de cem países de todas as regiões, trata-se de iniciativa inédita no âmbito do CDH. A resolução conclama os Estados-membros das Nações Unidas a tomarem todas as medidas necessárias para livrar a prática esportiva do racismo e da discriminação. Propõe, entre outras ações, que os países-sede de grandes eventos desportivos(c) aproveitem a visibilidade oferecida por tais acontecimentos para realizarem campanhas de prevenção e criarem códigos de conduta.

A Copa do Mundo da África do Sul, o primeiro evento de tal magnitude no continente africano, oferece oportunidade singular para conscientizar a humanidade sobre a incompatibilidade de práticas atentatórias à dignidade do ser humano com a prática desportiva.

O compromisso com essa causa deve ser objeto de atenção permanente de todos os governos. Ao sediar a Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, o Brasil terá oportunidade de reiterar ao mundo a mensagem de que o esporte é, e só pode ser, sinônimo de respeito, tolerância, compreensão, solidariedade, universalidade, diversidade, inclusão e paz.

Disponível em: <http://oglobo.globo.com/opiniao/mat/2010/04/01/livre-do-racismo

-da-discriminacao-916231694.asp>. Acesso em: 04 jun. 2010.

*Representante do Brasil junto às Nações Unidas em Genebra.

Do ponto de vista morfológico, a palavra “que” é pronome relativo em

 

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1399417 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Leia as informações abaixo sobre os motivos para demanda por moeda, na interpretação convencional da obra de Keynes.

I. A demanda precaucional de moeda não se relaciona com o nível de renda, mas com o grau de incerteza que os agentes têm do futuro.

II. A quantidade de moeda conservada para satisfazer o motivo “transação” cai à medida que as famílias têm reduzida a duração do intervalo para recebimento de suas remunerações.

III. A demanda especulativa por moeda está relacionada à avaliação que os agentes fazem acerca do comportamento futuro das taxas de juros.

IV. A demanda por moeda pelo motivo “financiamento” é diretamente proporcional à renda disponível.

Dentre os motivos apresentados, estão corretos apenas

 

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1396850 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Constituem-se nos dois princípios fundamentais de tributação

 

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1395749 Ano: 2010
Disciplina: Economia
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
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Um preço máximo estabelecido em 70% do preço de equilíbrio em mercado competitivo determinado pela curva de oferta Of = 500 + 2P e pela curva de demanda De = 1000 - 3P implica um volume de escassez de

 

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