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Foram encontradas 50 questões.

1011145 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Sobre os rastreamentos adequados para esse paciente, a conduta requer:
 

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1011143 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

Para responder à questão, considere a assertiva abaixo.


A maioria das pessoas com diabetes melitos (DM) permanece assintomática por um longo período e, com certa frequência, a suspeita surge pela presença de uma complicação tardia da doença. Estima-se que 50% dos casos de diabetes não são diagnosticados.

Para o acompanhamento de complicações do DM, é necessário realizar, para todos os portadores desse agravo,
 

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1011139 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Mulher de 35 anos trabalha como vendedora em loja de roupas e refere que tem sentido tontura quase sempre que olha para cima, para alcançar os armários mais altos da loja, relatando “como se a cabeça girasse e voltasse para o lugar” em um tempo inferior a 1 minuto. Diante desse relato e da ausência de comorbidades da paciente, a conduta mai s adequada é
 

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1011136 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Considerando o alto índice de taxa de mortalidade materna no estado do Rio Grande do Norte, é importante observar sinais de risco durante o puerpério, diferenciando-os de achados fisiológicos. Nesse contexto, constitui achado fisiológico no exame físico da mulher no puerpério:
 

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1011133 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Em uma visão relacional dos campos de atividade médica, podem ser descritos quatro tipos de percepção de usuários e médicos e seus respectivos níveis de prevenção a serem realizados. Nesse sentido, no nível da prevenção
 

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1011130 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Na prática clínica, existem quatro domínios da prevenção aos quais se associam intervenções médicas. A ação do médico corretamente relacionada ao nível de prevenção é
 

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1011127 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Homem de 28 anos comparece preocupado à UBS, com queixa de cefaleia iniciada desde que assumiu o novo emprego como vendedor em loja de carros . O quadro piora com estresse emocional e melhora com analgésicos comuns e repouso. Deseja fazer exames, pois, além de precisar fazer exames admissionais, tem um amigo também jovem que descobriu estar com um aneurisma cerebral visualizado em TC de crânio, em exames de rotina anual. Refere que essa dor acontece mais frequentemente em região occipital, às vezes, irradiando para a região temporal bilateral. Nega sintomas neurológicos focais ou traumas recentes. Diante do quadro, o diagnóstico mais provável é
 

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1011116 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Sendo o resultado do IMC de Emanuel igual a 38,06 kg/m2 , o diagnóstico e a conduta, nesse momento, seriam, respectivamente:
 

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1011105 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN
Homem, 42 anos, sem comorbidades, comparece à UBS com queixa de mialgia intensa e difusa, cefaleia retrorbital há cerca de 3 dias, com surgimento de febre há 1 dia. Ao exame físico, apresenta bom estado geral, sem alterações em sinais vitais, ausculta cardíaca e pulmonar sem anormalidades, teste do laço negativo. Afirma que existem casos semelhantes na vizinhança. Diante do quadro sugestivo de dengue, a classificação de risco e o manejo adequado, nesse caso, são:
 

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1011104 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: UFRN
Orgão: UFRN

O caso clínico abaixo servirá de base para responder à questão.


Emanuel, 65 anos, motorista, procura seu médico de família e comunidade para realizar exames de rotina. Não vai ao médico com frequência, mas estava preocupado, pois um colega de trabalho havia “sofrido um infarto” recentemente. Emanuel foi orientado a procurar UBS pela Agente Comunitária de Saúde (ACS). Em consulta médica, relata que nunca havia verificado seus índices pressóricos; trabalhava como motorista de carreta, tendo horários irregulares; fazia uso excessivo de café, não praticava atividade física, sua alimentação era rica em carne vermelha e frituras. Parou de fumar há 5 anos, faz uso diário de duas latas de cerveja e, nos fins de semana, “tomava umas cachacinhas”. Nega cefaleia, tontura, precordialgia ou outros sintomas. Nega doenças prévias. O pai faleceu aos 60 anos por causa desconhecida; a mãe “teve derrame” com 70 anos de idade e é portadora de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes melitos (DM).

O médico obtém os seguintes dados ao exame físico: peso: 110 kg; estatura: 1,70 m; circunferência abdominal: 103 cm; PA: 150/90. ACV: bulhas normorrítmicas, normofonéticas em 2 tempos, sem sopros. Frequência cardíaca: 98 bpm. Sem outras alterações ao exame físico. Os últimos exames laboratoriais são de 2013, quando foi admitido na empresa em que trabalha hoje, e relata não apresentarem anormalidades.

O médico resolve solicitar medidas de PA durante 2 semanas, exames laboratoriais e eletrocardiograma (ECG) para melhor avaliação do paciente. Emanuel retorna para consulta 2 semanas depois, apresentando controle pressórico (PA média 120/80 mmHg) e com os seguintes resultados de exames: CT 220 mg/dL, HDL 50 mg/dL, triglicérides 150 mg/dL, glicemia de jejum 82 mg/dL, creatinina 0,7, EAS sem alterações, ECG normal.

Sobre a suspeita diagnóstica de HAS para Emanuel, pode-se considerar que ele
 

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