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As mãos são consideradas uma ferramenta de trabalho, pois são elas as principais executoras das nossas atividades. Contudo, à medida que tocamos nos objetos, entramos em contato com uma enorme quantidade de microrganismos, os quais podem ser repassados, contaminando amostras biológicas, meios de cultura, assim como o próprio técnico. Nesse contexto, antes de iniciar e após concluir um procedimento de laboratório, o técnico deve realizar em suas mãos a
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Considere a descrição de um equipamento de laboratório apresentada abaixo.
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Equipamento de secagem de materiais, cujo procedimento associa o congelamento e a desidratação. O princípio físico envolvido nesse processo é a sublimação, que consiste na passagem direta do estado sólido para o gasoso, sem a passagem pelo estado líquido. |
O equipamento descrito é um
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O técnico de laboratório, ao realizar a dosagem da concentração de sódio presente em uma amostra de urina, encontrou o valor de 160mmol/L. Considerando que o volume total de urina nas 24h era de 2400mL, a quantidade de sódio em mmol neste volume será
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Em um laboratório de análises clínicas, existe uma solução de cloreto de sódio a 30% (NaCl PM = 58,5), e o técnico precisa calcular a molaridade dessa solução. Ao realizar o cálculo, ele conclui que a molaridade da solução de NaCl a 30% é, aproximadamente,
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A tipagem sanguínea ABO Rh, no laboratório de análises clínicas, pode ser realizada no setor de hematologia clínica. Para fazer esse exame, é necessária a coleta do sangue do paciente e o uso de um kit comercial, no qual encontram-se os soros anti-A, anti-B e anti-D (fator Rh), sendo o teste realizado em tubos de hemólise. O técnico do laboratório clínico realizou a tipagem ABO-Rh de um paciente e ficou com dúvidas sobre o resultado encontrado. Nesse caso, se os resultados da reação nos tubos contendo as hemácias do paciente e os soros anti-A, anti-B e Anti-D, forem, respectivamente,
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O microscópio óptico é um instrumento indispensável para os laboratórios clínicos, pois tem a capacidade de ampliar imagens de estruturas, células e seres muito pequenos graças ao seu poder de resolução, sendo utilizado em diversas análises. Sobre o microscópio óptico e a microscopia, avalie as afirmativas abaixo.
I Quando se observa uma estrutura de 1000μm de comprimento usando a objetiva de 100X e a ocular de 10X, pode-se dizer que, na verdade, a estrutura tem 1!$ μ !$m.
II É correto, tecnicamente, baixar a mesa do microscópio para trocar de objetiva de menor para a de maior aumento quando se quer ver mais detalhes, mesmo com o objeto já focado.
III Fazem parte da estrutura óptica do microscópio: as oculares, as objetivas, o condensador, a cabeça do microscópio e o charriot.
IV O contraste é inversamente proporcional à quantidade de luz e só é possível consegui-lo pela junção da regulação da fonte luminosa, abertura da íris e o posicionamento do condensador.
Estão corretas as afirmativas
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No setor de microbiologia do laboratório clínico, a amostra recebida e processada deve ser semeada em meios de cultura básicos. Existem meios de cultura e técnicas próprias que devem ser utilizadas para cada tipo de amostra ou exame. Em relação às técnicas e aos meios de cultura usados na microbiologia clínica, observe os esquemas abaixo.
| Esquema (A) | Esquema (B) | Esquema (C) |
Esquema (D) |
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| Técnica |
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| Semeio em desgaste | Semeio em espalhamento (para contagem de UFC) | Semeio em picada em meio semi-sólido | Semeio em zigue-zague na superfície de meio sólido | |
| Meios de cultura |
Ágar MacConkey e Ágar sangue |
Ágar MacConkey e Ágar CLED |
Meio SIM | Meio Ágar Nutriente |
O técnico de laboratório deve utilizar a técnica e meio de cultura representados nos esquemas
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O laboratório clínico precisa assegurar que os resultados produzidos reflitam, de forma fidedigna e consistente, sem nenhuma interferência no processo, a situação clínica dos pacientes. Nesse contexto, o controle de qualidade (CQ) é crucial e deve ser incessantemente avaliado e mantido. Assim, quando o técnico do laboratório de análises clínicas
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No laboratório clínico, a análise do material fecal acontece por meio do uso de várias técnicas diferentes a depender do objetivo do exame, da espécie ou do grupo de parasitas a serem diagnosticados. No setor de parasitologia clínica, a técnica mais comumente usada é a de Hoffman, Pons e Janer (HPJ), que se baseia na sedimentação espontânea do material fecal filtrado e suspenso em água. Entretanto existem outras técnicas, dentre elas, a técnica de
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No laboratório clínico, a presença de parasitas intestinais é identificada, principalmente, pelo exame direto de fezes utilizando a técnica a fresco, as técnicas de concentração, os esfregaços com coloração permanente e, com menos frequência, a cultura do material fecal. O diagnóstico parasitológico se baseia na observação das diversas formas parasitárias encontradas no material examinado. Nesse contexto, observe as formas parasitárias representadas nas figuras abaixo, isoladas de amostras fecais.

Nas Figuras (A), (B), (C) e (D), estão presentes, respectivamente:
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