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Foram encontradas 35 questões.

1809831 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Paciente de 22 anos, previamente hígido, apresentando quadro de angioedema em lábios e urticária iniciados aproximadamente 20 minutos após picada de formiga. É levado para a Unidade de Saúde local, onde dá entrada com tosse, sibilância e queixa de dificuldade respiratória. Dados vitais: Frequência cardíaca 104 batimentos por minuto; Frequência respiratória 32 incursões por minuto; Pressão arterial de 80x50 mmHg.

Com relação ao quadro descrito acima, a primeira medicação a ser administrada ao paciente é:

 

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1809830 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Paciente de 45 anos, sem outras morbidades, queixa-se de pirose, sem outros sintomas. Ausência de melhora com uso correto de omeprazol 20 mg, 30 minutos antes do café da manhã. Submetido então aos exames:

EDA: mucosas endoscopicamente normais. Teste de urease negativo.

Manometria esofágica: normal.

pH-impedanciometria esofágica sem uso de IBP: tempo de exposição ácida 2% / índice de sintomas = 80%.

Considerando a referência da classificação Roma IV, o diagnóstico CORRETO é:

 

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1809828 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Paciente masculino de 76 anos, portador de DPOC confirmado por espirometria, sem outras morbidades, apresenta-se ao pronto atendimento do hospital com quadro de 2 dias de evolução caracterizado por piora da dispneia e aumento do volume de escarro, que inicialmente era claro e agora é amarelo. Passado de 4 internações no último ano, uma das quais com estadia em CTI e necessidade de ventilação mecânica através de tubo orotraqueal por 48 horas.

Ao exame: Sonolento, Glasgow 14 (AO = 4 / RM = 6 / RV = 4), corado, hidratado, anictérico, com cianose de extremidades.

AR: MV diminuído, com sibilância difusa e tiragens intercostais.
FR = 30 irm.
SpO2 = 90% em ar ambiente.
ACV: BNFNR 2 tempos, sem sopros.
PA = 130/70 mmHg.
FC = 105.
Abdome globoso, normotenso, indolor, sem massas ou visceromegalias.
Rx tórax: Área cardíaca normal.
Campos pleuro-pulmonares sem opacidades.

O melhor pacote de condutas para este paciente é:

 

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1809827 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFV
Orgão: UFV
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A alternativa que NÃO apresenta elemento que caracteriza a injúria renal aguda, de acordo com o guideline KDIGO, é:

 

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1809826 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Assinale a alternativa em que o método indicado NÃO pode prevenir o tumor mencionado:

 

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1809825 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Paciente de 45 anos apresenta-se para consulta com relato de 3 meses composto por dor epigástrica em queimação associada a plenitude epigástrica pós-prandial. Sem uso anterior de medicamentos.

EDA: esôfago e duodeno endoscopicamente normais; pangastrite endoscópica moderada, predominante do corpo; teste de urease positivo. Biópsias de antro e corpo: pangastrite crônica em atividade, predominante do corpo, sem sinais de atrofia ou de metaplasia intestinal. H. pylori presente em moderada quantidade.

Com respeito ao caso acima e considerando as recomendações do V Consenso de Maastricht, assinale a afirmativa INCORRETA:

 

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1809824 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Com respeito ao tratamento inicial da hipertensão arterial sistêmica, assinale a afirmativa INCORRETA:

 

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1809823 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFV
Orgão: UFV
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De acordo com a Associação Americana de Diabetes (ADA), o diagnóstico de Diabetes Mellitus NÃO pode ser firmado em pacientes assintomáticos com o seguinte resultado:

 

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1809822 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFV
Orgão: UFV
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A alternativa que NÃO apresenta elemento(s) que caracteriza(m) a asma intermitente é:

 

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1809780 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Futuro

[...]

1º§ O futuro é uma dimensão temporal, como o passado. É na linha do tempo que ambas atuam sobre a nossa vida interior. E o futuro atua em nós sob a forma de vocação. O futuro é um chamado à frente, como o passado é um eco do que ficou para trás. É um chamado à responsabilidade. Como a responsabilidade é a consciência do dever. Tudo isso são apelos do futuro em nós. É porque ouvimos, em nós, alguma coisa que nos chama à frente e nos obriga a olhar para dentro de nós mesmos e considerar o sentido da nossa marcha, que sentimos tão vivamente, se temos vida interior, o problema da vocação. É na medida da intensidade dessa vida que tomamos consciência do nosso destino e da própria existência de um destino, de um sentido para a nossa vida. É no mundo interior que essa consciência se desenvolve e sentimos mais vivamente o dever de olhar para a frente, e o problema da vocação. O homem sem vida interior deixa-se viver, isto é, deixa-se levar para a vida. O futuro não o preocupa porque não o ocupa. É o fatalismo ou o determinismo que o arrasta, como uma folha morta deslizando com o rio. Há uma sadia despreocupação com o futuro [...]. Mas não é a que provém de uma recusa ao destino, da surdez ao apelo da vocação. Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo. Todos temos de descobrir a adequação de nossas faculdades com a nossa finalidade. É o problema, central em nossa vida, da vocação, do chamado do destino [...].

2º§ Há três modos de atender a esse chamado, como há só um de não atender: o de fechar os olhos ao futuro e deixar-se absorver, completamente, ou pelo presente ou pelo passado. É uma das mutilações da nossa vida interior [...].

3º§ O primeiro dos modos de atender ao chamado é o da displicência. É atender mal. É a indiferença para com o futuro. É a meia tinta, é a água morna, é a preguiça ou o medo de corresponder ao chamado. Quantas vezes fechamos os olhos à evidência de um dever, pelo medo das responsabilidades, pelo temor de não estar à altura, pelo respeito humano. Há motivos, muitas vezes, justos nessas recusas. E há o problema das hesitações, da dúvida, que é um dos males mais cruciantes de nossa vida interior. O primeiro modo, pois, é a indiferença, sintoma de uma fraca vida interior. O segundo é a absorção. Assim como o passado pode apoderar-se, ilegitimamente, de nós, assim pode o futuro. O desespero da saudade, que pode levar ao suicídio, é como a garra da ambição que pode levar ao crime. O ambicioso é justamente o homem que se deixa oprimir pelo futuro. Transforma essa segunda força em força única e só pensa em vencer, em ser rico, poderoso, forte. O amor da gloríola vence nele toda a vida da glória, [...] suprema força de nossa vida interior. É a negação desta pela escravização ao orgulho e à idolatria do poder ou da posse.

4º§ Quanto à maneira justa e fecunda de atender ao apelo do futuro, é procurar ser fiel à sua vocação. E a virtude que atua para isso é, acima de tudo, a coragem, a fortaleza moral. É a virtude da ação. É a virtude da obediência ao dever. É o heroísmo que vence todos os obstáculos que nos vêm do medo e, sobretudo, do amor. [...] Eis um dos momentos em que o equilíbrio da vida interior mais e melhor ilumina os nossos passos, no dever de fidelidade ao futuro sem traição ao passado.

(LIMA, Alceu Amoroso. Meditação sobre o mundo interior.

Rio de Janeiro: Agir, 1954. c. 19, p. 123-126.)

“Devemos, sempre, ao contrário, estar atentos ao futuro. Porque todos temos uma missão a realizar no tempo.” (1º §)

Das modificações efetuadas na pontuação da passagem acima, a que é inaceitável por alterar o sentido do texto é:

 

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