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Um paciente de 30 anos de idade apresenta quadro de 2 semanas de icterícia progressiva, colúria, acolia fecal e prurido. A ultrassonografia mostra dilatação de vias biliares intra e extra-hepáticas e uma massa de contornos irregulares na cabeça do pâncreas. CA 19-9 está elevado.
Qual exame de imagem é mais apropriado para o estadiamento local detalhado da massa pancreática e avaliação da ressecabilidade, em especial sua relação com vasos adjacentes?
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Um paciente de 48 anos de idade, previamente hígido, após quadro de vômitos intensos, apresenta dor torácica retroesternal súbita, dispneia e enfisema subcutâneo cervical. Ao chegar, está taquicárdico (FC 110 bpm), normotenso, com leucocitose leve (12 000 /mm³) e lactato de 3,2 mmol/L. A radiografia de tórax em pé mostra alargamento mediastinal e discreto derrame pleural esquerdo. Dada a forte suspeita de ruptura espontânea do esôfago (síndrome de Boerhaave), deseja-se confirmar e localizar o extravasamento antes de definir a estratégia cirúrgica.
Qual exame de imagem é mais indicado?
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Um paciente de 70 anos de idade, submetido a gastrectomia subtotal com reconstrução em Billroth II há 25 anos por úlcera péptica, apresenta há 6 meses dor abdominal vaga, perda de peso de 7 kg e anemia ferropriva. A EDA revela massa ulcerada no coto gástrico junto à anastomose gastrojejunal; biópsia confirma adenocarcinoma.
Considerando o contexto do câncer do coto gástrico, assinale a alternativa correta.
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Um paciente de 55 anos de idade, etilista crônico e usuário de AINEs em uso contínuo para dor articular, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal súbita, intensa (“facada”), irradiando para o ombro direito, acompanhada de rigidez em tábua e ausência de ruídos hidroaéreos. Após reanimação e estabilização hemodinâmica, a radiografia de abdome em pé demonstra pneumoperitônio livre.
Qual é a conduta cirúrgica de urgência mais apropriada?
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Paciente de 38 anos de idade, sem sintomas digestivos, submetido a EDA de rastreamento familiar (mãe com carcinoma gástrico). Identificada lesão submucosa gástrica de 3 cm no corpo, com redundância mucosa intacta. USE-Doppler evidenciou nódulo originário da muscularis propria, hipoecoico, homogêneo, vascularização moderada (fluxo ≥ 2 vasos), sem áreas císticas. Não há adenopatias paracardiais na TC abdominal.
Qual é o diagnóstico mais provável e qual a conduta terapêutica inicial recomendada segundo as diretrizes mais recentes?
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Uma paciente de 40 anos de idade refere episódios recorrentes de dor torácica não cardíaca (pontada retroesternal), intensidade 8/10, associados a disfagia ocasional para líquidos e sólidos há 2 anos, sem perda ponderal significativa. Esofagograma baritado normal e EDA sem alterações. Manometria esofágica de alta resolução mostrou:
• ≥20% de deglutições com contrações de alta amplitude (DCI >8 000 mmHg·s·cm) no corpo esofágico distal
• Latência distal normal (>4,5 s)
• Relaxamento completo do EEI (IRP normal)
Qual é o distúrbio motor esofágico mais provável?
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Um paciente de 70 anos de idade apresenta halitose, regurgitação de alimentos não digeridos e disfagia intermitente há 5 anos, com episódios de aspiração noturna e perda ponderal de 5 kg. No esofagograma baritado observa-se uma formação sacular posterior na região cervical (nível C5–C6), medindo 4 cm de diâmetro, comunicando-se com a parede posterior da faringe e apresentando retenção de contraste. A manometria esofágica de alta resolução documentou relaxamento incompleto do esfíncter cricofaríngeo, com padrão de motilidade hipocinética no corpo esofágico.
Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta cirúrgica de escolha?
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Um paciente de 68 anos de idade, tabagista e etilista crônico, foi diagnosticado com adenocarcinoma de esôfago distal (Siewert I) localizado a 3 cm da cárdia, com invasão até a camada muscular própria (T2) e sem acometimento linfonodal nas imagens iniciais (N0). Biópsia demonstrou grau de diferenciação intermediário. TC de tórax/abdome e PET-CT não revelaram metástases à distância (M0).
Considerando o estadiamento T2N0M0, qual a conduta terapêutica inicial mais recomendada, segundo as diretrizes atuais?
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Um paciente de 58 anos de idade apresenta disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 3 anos, associada a regurgitação de alimentos não digeridos e perda ponderal de 8 kg. Refere também dor torácica ocasional.
O esofagograma baritado revela dilatação esofágica acentuada com afilamento em “bico de pássaro” na cárdia e ausência de bolha gástrica.
Qual é o exame diagnóstico confirmatório mais preciso para a condição suspeita nesse paciente?
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Um paciente de 45 anos de idade apresenta queixa de pirose e regurgitação ácida há 2 anos, com piora noturna. Refere também tosse crônica e rouquidão. A endoscopia digestiva alta revelou esofagite erosiva de Los Angeles Grau B. Após 8 semanas de tratamento com inibidores de bomba de prótons (IBP) em dose plena, os sintomas persistem de forma significativa.
Qual é o próximo passo diagnóstico mais apropriado para esse paciente?
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