Foram encontradas 40 questões.
O Vovô Carlos iniciou uma sequência mensal de depósitos em uma aplicação bancária que oferece uma
rentabilidade satisfatória. Se o Vovô iniciou com depósito de R$ 80,00 e aumentou R$ 25,00 por mês, ou
seja, depositou R$ 105,00 no segundo mês, R$ 130,00 no terceiro mês e assim por diante, podemos afirmar
que a quantia depositada no décimo segundo mês foi de:
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Renato deseja encher um balde que tem o formato de cilindro, com água, sabendo que este balde possui
uma altura de 40 cm e raio da base medindo 15 cm. Qual é a quantidade aproximada de litros de água que
Renato precisará para enchê-lo? Considere π = 3,14 e 1litro = 1000 cm.
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Na casa da Kárita, uma estudante amante de animais, há 5 cachorros e 3 gatos, que aleatoriamente são
escolhidos para acompanhá-la em passeios pelo parque do bairro onde mora. Se em um determinado dia,
ela decidir levar dois animais para acompanhá-la, a probabilidade de ser escolhido um gato e um cachorro,
nessa ordem, é de:
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- ÁlgebraIntrodução à ÁlgebraPolinômios
- FunçõesFunção de 1º Grau (Afim)
- FunçõesFunção de 2º Grau (Quadrática)
Julgue as afirmativas a seguir, levando em consideração as definições de funções polinomiais.
I – O polinômio f(x) = 2x 2 + 4x − 6 tem o número −3 como uma de suas raízes. II – A função f(x) = x −3 + 2x 2 + x é um polinômio de grau 2. III – O gráfico de uma função de 1º grau nem sempre é uma reta.
Analisando as afirmativas, podemos afirmar que:
I – O polinômio f(x) = 2x 2 + 4x − 6 tem o número −3 como uma de suas raízes. II – A função f(x) = x −3 + 2x 2 + x é um polinômio de grau 2. III – O gráfico de uma função de 1º grau nem sempre é uma reta.
Analisando as afirmativas, podemos afirmar que:
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TEXTO 3
Milhares em risco em Belo Horizonte no período chuvoso
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a viver em situações insalubres - Publicado em 1 de novembro de 2023
À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas
de risco em Belo Horizonte. O temor na época das chuvas é resultado de anos de descaso do poder público.
A última década foi marcada pela queda nos investimentos em programas de moradia popular na capital.
Nos últimos cinco anos, o período chuvoso mais trágico foi o de 2020. Foram dezenas de mortos
em Minas Gerais e cerca de 12 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, de acordo com dados da
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
As bacias de contenção parcialmente em funcionamento devem prevenir ou reduzir a gravidade das
enchentes, mas no caso dos deslizamentos de terra, é necessário o monitoramento constante por parte dos
órgãos de defesa.
Na tentativa de reduzir os riscos de deslizamento, a Prefeitura de Belo Horizonte realizou obras
dentro do Programa de Gestão de Risco Geológico-geotécnico. Os investimentos chegam a R$ 118 milhões. As intervenções incluem construção de muro de contenção, implantação de redes de esgoto e
drenagem.
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres. A capital mineira assiste ao aumento
do déficit habitacional ao mesmo tempo que registra o surgimento de novos empreendimentos imobiliários.
A administração pública, que deveria agir para reduzir essa desigualdade, tem sido ineficiente. O
montante usado para conter o déficit habitacional em 2012 foi de R$ 237 milhões, valor que caiu para
R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de
Belo Horizonte (Urbel). É o que mostra reportagem de abril deste ano do jornal O TEMPO.
O lar é a base para que um indivíduo se desenvolva e exerça seu papel de cidadão. Mais do que um
direito, a moradia está ligada à dignidade humana. E cabe ao Estado garantir esse acesso.
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/editorial/milhares-em-risco-em-belo-horizonte-no-periodochuvoso-1.3265514)
“A falta de conhecimento da população em geral é o motivo para que tantas fake news e para que elas tão rapidamente.”
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TEXTO 3
Milhares em risco em Belo Horizonte no período chuvoso
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a viver em situações insalubres - Publicado em 1 de novembro de 2023
À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas
de risco em Belo Horizonte. O temor na época das chuvas é resultado de anos de descaso do poder público.
A última década foi marcada pela queda nos investimentos em programas de moradia popular na capital.
Nos últimos cinco anos, o período chuvoso mais trágico foi o de 2020. Foram dezenas de mortos
em Minas Gerais e cerca de 12 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, de acordo com dados da
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
As bacias de contenção parcialmente em funcionamento devem prevenir ou reduzir a gravidade das
enchentes, mas no caso dos deslizamentos de terra, é necessário o monitoramento constante por parte dos
órgãos de defesa.
Na tentativa de reduzir os riscos de deslizamento, a Prefeitura de Belo Horizonte realizou obras
dentro do Programa de Gestão de Risco Geológico-geotécnico. Os investimentos chegam a R$ 118 milhões. As intervenções incluem construção de muro de contenção, implantação de redes de esgoto e
drenagem.
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres. A capital mineira assiste ao aumento
do déficit habitacional ao mesmo tempo que registra o surgimento de novos empreendimentos imobiliários.
A administração pública, que deveria agir para reduzir essa desigualdade, tem sido ineficiente. O
montante usado para conter o déficit habitacional em 2012 foi de R$ 237 milhões, valor que caiu para
R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de
Belo Horizonte (Urbel). É o que mostra reportagem de abril deste ano do jornal O TEMPO.
O lar é a base para que um indivíduo se desenvolva e exerça seu papel de cidadão. Mais do que um
direito, a moradia está ligada à dignidade humana. E cabe ao Estado garantir esse acesso.
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/editorial/milhares-em-risco-em-belo-horizonte-no-periodochuvoso-1.3265514)
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TEXTO 3
Milhares em risco em Belo Horizonte no período chuvoso
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a viver em situações insalubres - Publicado em 1 de novembro de 2023
À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas
de risco em Belo Horizonte. O temor na época das chuvas é resultado de anos de descaso do poder público.
A última década foi marcada pela queda nos investimentos em programas de moradia popular na capital.
Nos últimos cinco anos, o período chuvoso mais trágico foi o de 2020. Foram dezenas de mortos
em Minas Gerais e cerca de 12 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, de acordo com dados da
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
As bacias de contenção parcialmente em funcionamento devem prevenir ou reduzir a gravidade das
enchentes, mas no caso dos deslizamentos de terra, é necessário o monitoramento constante por parte dos
órgãos de defesa.
Na tentativa de reduzir os riscos de deslizamento, a Prefeitura de Belo Horizonte realizou obras
dentro do Programa de Gestão de Risco Geológico-geotécnico. Os investimentos chegam a R$ 118 milhões. As intervenções incluem construção de muro de contenção, implantação de redes de esgoto e
drenagem.
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres. A capital mineira assiste ao aumento
do déficit habitacional ao mesmo tempo que registra o surgimento de novos empreendimentos imobiliários.
A administração pública, que deveria agir para reduzir essa desigualdade, tem sido ineficiente. O
montante usado para conter o déficit habitacional em 2012 foi de R$ 237 milhões, valor que caiu para
R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de
Belo Horizonte (Urbel). É o que mostra reportagem de abril deste ano do jornal O TEMPO.
O lar é a base para que um indivíduo se desenvolva e exerça seu papel de cidadão. Mais do que um
direito, a moradia está ligada à dignidade humana. E cabe ao Estado garantir esse acesso.
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/editorial/milhares-em-risco-em-belo-horizonte-no-periodochuvoso-1.3265514)
I – Em “Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres”, os termos destacados apresentam ideia de oposição.
II – Em “À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas de risco”, os termos em destaque indicam proporcionalidade.
III – Em “[…]valor que caiu para R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de Belo Horizonte”, o termo em destaque indica finalidade.
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Milhares em risco em Belo Horizonte no período chuvoso
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a viver em situações insalubres - Publicado em 1 de novembro de 2023
À medida que o período chuvoso se intensifica, cresce o medo das mil famílias que vivem em áreas
de risco em Belo Horizonte. O temor na época das chuvas é resultado de anos de descaso do poder público.
A última década foi marcada pela queda nos investimentos em programas de moradia popular na capital.
Nos últimos cinco anos, o período chuvoso mais trágico foi o de 2020. Foram dezenas de mortos
em Minas Gerais e cerca de 12 mil pessoas desabrigadas ou desalojadas, de acordo com dados da
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil.
As bacias de contenção parcialmente em funcionamento devem prevenir ou reduzir a gravidade das
enchentes, mas no caso dos deslizamentos de terra, é necessário o monitoramento constante por parte dos
órgãos de defesa.
Na tentativa de reduzir os riscos de deslizamento, a Prefeitura de Belo Horizonte realizou obras
dentro do Programa de Gestão de Risco Geológico-geotécnico. Os investimentos chegam a R$ 118 milhões. As intervenções incluem construção de muro de contenção, implantação de redes de esgoto e
drenagem.
Além de adotar ações emergenciais na estrutura das áreas de risco, é preciso atacar as causas que
levaram milhares de pessoas a se instalarem em situações insalubres. A capital mineira assiste ao aumento
do déficit habitacional ao mesmo tempo que registra o surgimento de novos empreendimentos imobiliários.
A administração pública, que deveria agir para reduzir essa desigualdade, tem sido ineficiente. O
montante usado para conter o déficit habitacional em 2012 foi de R$ 237 milhões, valor que caiu para
R$ 84 milhões em 2022, uma redução de 64%, segundo a Companhia Urbanizadora e de Habitação de
Belo Horizonte (Urbel). É o que mostra reportagem de abril deste ano do jornal O TEMPO.
O lar é a base para que um indivíduo se desenvolva e exerça seu papel de cidadão. Mais do que um
direito, a moradia está ligada à dignidade humana. E cabe ao Estado garantir esse acesso.
(Disponível em: www.otempo.com.br/opiniao/editorial/milhares-em-risco-em-belo-horizonte-no-periodochuvoso-1.3265514)
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TEXTO 2
Localizada no município de Jijoca de Jericoacoara, a Lagoa do Paraíso, que é considerada uma das
melhores praias do Brasil - é uma das principais atrações da região. É uma lagoa de águas cristalinas, com
tons de azul e verde. […]
Os estabelecimentos que ficam na lagoa colocam redes na água para os visitantes aproveitarem –
assim você curte a lagoa e descansa ao mesmo tempo, uma delícia! Para quem quer curtir a lagoa de
verdade, recomendo passar todo o dia todo no local, que dependendo do seu gosto, pode ser tão bom quanto
passar o dia na praia (ou ainda melhor).
Geralmente as pessoas visitam a lagoa durante o passeio pelo litoral leste, mas o tempo acaba sendo
restrito. No centrinho da vila você encontra transportes que levam pessoas para passar o dia na lagoa e
depois retornam para buscá-las. [...]
Para saber antes de ir:
– Leve roupas leves na mala, faz calor o ano todo em Jeri. Roupa de frio, apenas leve, para se
proteger do vento.
– Use e abuse do filtro solar e redobre o cuidado ao visitar a região. Como venta muito em
Jericoacoara e adjacências, muitas vezes as pessoas não sentem o sol queimando. Camisas com proteção
solar também são uma boa ideia, principalmente para fazer os passeios de buggy ou exercícios ao ar livre.
[…]
Disponível em: www.melhoresdestinos.com.br/o-que-fazer-em-jericoacoara.html
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TEXTO 2
Localizada no município de Jijoca de Jericoacoara, a Lagoa do Paraíso, que é considerada uma das
melhores praias do Brasil - é uma das principais atrações da região. É uma lagoa de águas cristalinas, com
tons de azul e verde. […]
Os estabelecimentos que ficam na lagoa colocam redes na água para os visitantes aproveitarem –
assim você curte a lagoa e descansa ao mesmo tempo, uma delícia! Para quem quer curtir a lagoa de
verdade, recomendo passar todo o dia todo no local, que dependendo do seu gosto, pode ser tão bom quanto
passar o dia na praia (ou ainda melhor).
Geralmente as pessoas visitam a lagoa durante o passeio pelo litoral leste, mas o tempo acaba sendo
restrito. No centrinho da vila você encontra transportes que levam pessoas para passar o dia na lagoa e
depois retornam para buscá-las. [...]
Para saber antes de ir:
– Leve roupas leves na mala, faz calor o ano todo em Jeri. Roupa de frio, apenas leve, para se
proteger do vento.
– Use e abuse do filtro solar e redobre o cuidado ao visitar a região. Como venta muito em
Jericoacoara e adjacências, muitas vezes as pessoas não sentem o sol queimando. Camisas com proteção
solar também são uma boa ideia, principalmente para fazer os passeios de buggy ou exercícios ao ar livre.
[…]
Disponível em: www.melhoresdestinos.com.br/o-que-fazer-em-jericoacoara.html
Eu que tanto me perdi Em sãs desilusões ideais de mim Não me esqueci de quem eu sou E o quanto devo a você
Tenta me reconhecer no temporal Me espera Tenta não se acostumar eu volto já Me espera
Mesmo quando eu descuido (me desloco) Me desmando (perco o foco) Perco o chão (e perco o ar) Me reconheço em teu olhar (que é o fio pra me guiar) De volta, de volta
(“Me espera” – composição de Lucas Lima / Sandy / Tiago Iorc)
Assinale a alternativa que esteja em sentido denotativo na letra da música acima:
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