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Foram encontradas 70 questões.

3896081 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Portanto, o objeto museológico possui caráter dual, que diz respeito às suas características intrínsecas (físicas) e extrínsecas (que ultrapassam a materialidade do objeto em si). Isto torna a pesquisa extremamente necessária para a recuperação e o processamento técnico das informações sobre o acervo e é determinante para o estabelecimento dos critérios de crescimento das coleções. Somente por meio da pesquisa é que se torna possível explorar exaustivamente os diferentes aspectos dos objetos, proporcionando a produção e a difusão de conhecimento a partir deles e com eles. Isso impede a fragmentação do seu sentido e o consequente esvaziamento de seu valor de memória.
  O reflexo direto da dualidade objetual é a necessidade de o mesmo ser referenciado peça a peça nos instrumentos de documentação museológica. Ou seja, cada peça deve ter seu próprio registro e sua numeração individual. Em outras palavras, cada objeto museológico deve ser considerado único, pois sua origem (ou sua fonte) e procedência são geralmente diversas.”
Associação Cultural de Amigos do Museu da Casa de Portinari
(Brodowski,SP) Documentação e conservação de acervos museológicos:
diretrizes/ACAM Portinari:[orientação]Governo de Estado de São
Paulo;textos Angelica Fabri.[et al.]; revisão de texto Josias A.Silva –
Brodowski: Associação Cultural de Amigos do Museu Casa de Portinari; São
Paulo: Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, 2010 
No texto, Juliana Monteiro afirma que o objeto museológico tem um caráter dual, pode-se dizer que a razão deste caráter deve:
 

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3896080 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto.
    “É claro que tem havido esforços sérios por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de, para e sobre povos marginalizados são repetidamente segregados e “guetizados” por meio de catalogação institucional e práticas de classificação. Mais comumente, essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou usar termos centrados no Ocidente para descrever fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e (4) ênfase na proibição de alterações em práticas que perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente. O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as outras ontologias que tenham o potencial para descrever o mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
O texto “O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto” apresenta as seguintes formas de segregacionismo nas atividades de documentação e catalogação, nas instituições:
 

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3896079 Ano: 2024
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto.
    “É claro que tem havido esforços sérios por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de, para e sobre povos marginalizados são repetidamente segregados e “guetizados” por meio de catalogação institucional e práticas de classificação. Mais comumente, essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou usar termos centrados no Ocidente para descrever fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e (4) ênfase na proibição de alterações em práticas que perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente. O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as outras ontologias que tenham o potencial para descrever o mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
De acordo com o texto, os esforços por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos, têm sido traduzidas nas seguintes ações:
 

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3896078 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
O Apagamento dos Índios da América do Norte: A Cegueira do Colonialismo Baseado em Texto.
    “É claro que tem havido esforços sérios por parte de bibliotecários, catalogadores, arquivistas, classificacionistas e curadores para corrigir a flagrante ausência de vozes marginalizadas em todos os tipos de catálogos. Algumas delas passaram por apelos à mudança de práticas padrão, à adoção de novos termos, à criação de novas classes e ao investimento na ligação de tecnologias. Acadêmicos e profissionais identificaram maneiras comuns pelas quais os trabalhos de, para e sobre povos marginalizados são repetidamente segregados e “guetizados” por meio de catalogação institucional e práticas de classificação. Mais comumente, essas práticas consistem em (1) nomear erroneamente ou usar termos centrados no Ocidente para descrever fenômenos indígenas; (2) usar partes para descrever fenômenos mais holísticos, ou a redução, remoção e desvinculação de uma parte de um sistema de conhecimento de uma ontologia maior; (3) ênfase na periodização nacionalista moderna, incluindo a noção de que a história tal como é escrita pelos colonizadores não pode ser alterada; e (4) ênfase na proibição de alterações em práticas que perturbariam a eficiência do esquema padronizado existente. O efeito global é a subjugação contínua dos sistemas de conhecimento nativos em favor de um sistema ocidental moderno e centralizado de conhecimento, ao qual todas as outras ontologias que tenham o potencial para descrever o mundo devem aderir.”
(Tradução livre). Duarte, Marisa Elena, and Miranda Belarde-Lewis.
"Imagining: Creating spaces for indigenous ontologies."Cataloging &
Classification Quarterly 53, no. 5-6 (2015): 677-702
Ao ler o texto de autoria de Duarte e Miranda, pode-se concluir:
 

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3896077 Ano: 2024
Disciplina: Administração Pública
Banca: FUVEST
Orgão: USP
De acordo com o Artigo 29 do Capítulo V, da Lei nº 10.294 de 20 de abril de 1999, pode-se dizer que a SEDUSP foi instituída para realizar os seguintes objetivos:
 

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3896076 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de documentação museológica é argumentativa e ideológica, assim as instituições museológicas desenvolvem seus sistemas de informação para a organização, tratamento, segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos, informação e participação dos públicos para gerar sistemas informacionais que atendam às necessidades de registro, controle e guarda.
   Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para alinhamento legal e ético para a organização, preservação e acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos. A política de gestão de acervos é um documento essencial para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição, por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos que serão escolhidos e descritos especificamente para servir às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”
A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022. 
Considerando as ideias contidas no texto de Lara Filho, assinale a alternativa correta.
 

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3896075 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de documentação museológica é argumentativa e ideológica, assim as instituições museológicas desenvolvem seus sistemas de informação para a organização, tratamento, segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos, informação e participação dos públicos para gerar sistemas informacionais que atendam às necessidades de registro, controle e guarda.
   Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para alinhamento legal e ético para a organização, preservação e acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos. A política de gestão de acervos é um documento essencial para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição, por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos que serão escolhidos e descritos especificamente para servir às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”
A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022. 
De acordo com o texto apresentado, assinale a alternativa correta.
 

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3896074 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de documentação museológica é argumentativa e ideológica, assim as instituições museológicas desenvolvem seus sistemas de informação para a organização, tratamento, segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos, informação e participação dos públicos para gerar sistemas informacionais que atendam às necessidades de registro, controle e guarda.
   Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para alinhamento legal e ético para a organização, preservação e acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos. A política de gestão de acervos é um documento essencial para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição, por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos que serão escolhidos e descritos especificamente para servir às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”
A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022. 
Segundo o texto, os sistemas de informação de um museu executam as seguintes ações com seus acervos salvaguardados e as informações vinculadas a ele:
 

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3896073 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
TEXTO PARA A QUESTÃO
   “Segundo Lara Filho (2009) toda atividade de documentação museológica é argumentativa e ideológica, assim as instituições museológicas desenvolvem seus sistemas de informação para a organização, tratamento, segurança e disponibilização de seus acervos salvaguardados e, consequentemente, as informações vinculadas a eles. Para o autor, os museus buscam sentidos por meio de contextos, informação e participação dos públicos para gerar sistemas informacionais que atendam às necessidades de registro, controle e guarda.
   Para tanto, cabe à gestão de acervos as diretrizes para alinhamento legal e ético para a organização, preservação e acesso as coleções, bem como para as formas de aquisição e descarte dos acervos museológicos da instituição. Isto é desenvolvido por meio da elaboração de um dos instrumentos mais importantes dos museus, a política de gestão de acervos. A política de gestão de acervos é um documento essencial para a salvaguarda dos acervos museológicos na instituição, por isso, [...] deve abordar uma ampla variedade de assuntos que serão escolhidos e descritos especificamente para servir às necessidades do museu. (LADKIN, 2004: 15)”
A transformação da documentação museológica pela perspectiva da cultura
digital. Renata Cardozo Padilha. MUS. & INTERDIS. Vol. 11, 2022. 
A partir do texto de Lara Filho, pode-se afirmar:
 

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3896072 Ano: 2024
Disciplina: Museologia
Banca: FUVEST
Orgão: USP
“Enfatizando que o objeto não é um fim, mas um meio de conhecimento, Bellaigue (1984, p.81) afirma que em suas três dimensões, por sua materialidade, o objeto não somente serve à informação, mas também é a informação.”

Loureiro, 2016: p.95.

Podemos então concluir que os objetos e documentos de um acervo museológico
 

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