A circulação de discursos em diferentes esferas produz rearranjos entre características tipológicas e finalidades socioculturais, exigindo do leitor reconhecer como escolhas linguísticas se alinham às intenções enunciativas. Assim, a distinção entre tipos textuais e gêneros revela não apenas organização estrutural, mas modos historicamente marcados de interação verbal. Diante desses fundamentos, pressupõe-se que: