A emergência das metodologias ativas no cenário educacional contemporâneo reflete uma inflexão epistemológica nas práticas pedagógicas, deslocando o eixo da docência da transmissão para a mediação e da recepção passiva à investigação situada. Entretanto, como alertam Schön (1992), Demo (1996) e Zabala (1998), o risco de sua instrumentalização desvinculada de finalidades formativas pode esvaziar seu potencial emancipatório. Assim, não basta adotar formatos inovadores, mas promover uma práxis fundamentada na articulação entre teoria crítica, problematização e construção coletiva do conhecimento. Diante desse desafio, qual das alternativas expressa, com maior precisão, uma implicação pedagógica coerente com a natureza epistemológica das metodologias ativas?