Leia o excerto a seguir, de Linhares (in Silva Jr., 2004):
Numa época em que o próprio exercício ético exige um nível complexo de organização de conhecimento, quando a identidade nacional supõe a elaboração coletiva de símbolos e significados sociais (Castells, 1990), é preciso encarar que um tipo de educação escolar que não atinge os sujeitos históricos obstrui nossa participação nacional nesse processo de independência da cultura e da economia, que nos vem sendo imposto num circuito homogeneizador e opressivo.
Ante essa crítica, a autora identifica um duplo desafio:
Numa época em que o próprio exercício ético exige um nível complexo de organização de conhecimento, quando a identidade nacional supõe a elaboração coletiva de símbolos e significados sociais (Castells, 1990), é preciso encarar que um tipo de educação escolar que não atinge os sujeitos históricos obstrui nossa participação nacional nesse processo de independência da cultura e da economia, que nos vem sendo imposto num circuito homogeneizador e opressivo.
Ante essa crítica, a autora identifica um duplo desafio: