As investigações e estudos sobre a educação em arte – o
que se pensa e o que se faz – sinalizam para dois argumentos: a)
a arte não é uma coisa complicada, embora muitas vezes nos
façam acreditar que assim o é; b) nunca é cedo nem tarde
demais para dispor um acervo de imagens desde a Educação
Infantil até o Ensino Médio. Ao contrário, alunos e educadores
podem não só se familiarizar com esse imaginário, como
também começar a partilhá-lo.
[...]
De fato, o acesso a um conjunto de imagens – reproduções de pinturas, gravuras, esculturas e também de gravuras de calendários, de gibis, de livros de história ilustrados, em quantidade e qualidade suficiente para que possam ser apreciadas – é insubstituível. Só de olhar imagens de pinturas, esculturas e gravuras, todos nós podemos aprender muita coisa. Mas há uma ressalva a fazer: o insubstituível mesmo é a visita aos espaços museológicos e o contato ao vivo e em cores com a produção artística e cultural local, nacional ou internacional. Enfim, o contato com um acervo imagético já proporciona às crianças e aos jovens – e por que não dizer aos educadores – uma experiência única.
SCHLITA, Consuelo Alcioni. Reflexões sobre a educação em arte: o que se pensa e o que faz? In: SCHLICHTA, Consuelo Alcioni.; FONSECA, Josilene de Oliveira. (Org.) Didática aplicada ao ensino da arte. Guarapuava: Unicentro, 2013. p. 25-47.
Diante dos trechos citados sobre o ensino de Arte da professora Schlichta, podemos afirmar que:
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De fato, o acesso a um conjunto de imagens – reproduções de pinturas, gravuras, esculturas e também de gravuras de calendários, de gibis, de livros de história ilustrados, em quantidade e qualidade suficiente para que possam ser apreciadas – é insubstituível. Só de olhar imagens de pinturas, esculturas e gravuras, todos nós podemos aprender muita coisa. Mas há uma ressalva a fazer: o insubstituível mesmo é a visita aos espaços museológicos e o contato ao vivo e em cores com a produção artística e cultural local, nacional ou internacional. Enfim, o contato com um acervo imagético já proporciona às crianças e aos jovens – e por que não dizer aos educadores – uma experiência única.
SCHLITA, Consuelo Alcioni. Reflexões sobre a educação em arte: o que se pensa e o que faz? In: SCHLICHTA, Consuelo Alcioni.; FONSECA, Josilene de Oliveira. (Org.) Didática aplicada ao ensino da arte. Guarapuava: Unicentro, 2013. p. 25-47.
Diante dos trechos citados sobre o ensino de Arte da professora Schlichta, podemos afirmar que: