Uma investigação da Polícia Civil mostrou que, por um período de
quatro anos, José Paulo, funcionário público, apropriou-se de
dinheiro público do qual tinha posse em razão do cargo.
Descobriu-se que, com os proventos do crime, José Paulo adquiriu
quatro imóveis, um deles localizado no Paraguai, e transferiu a
propriedade de outro para o primo César. Além disso, revelou-se
que José Paulo comprou joias e objetos de arte, cujo paradeiro não
foi possível descobrir, no curso do inquérito.
O Promotor de Justiça que receber os autos do inquérito, preocupado em assegurar o ressarcimento do prejuízo causado pelos crimes, deverá observar que
O Promotor de Justiça que receber os autos do inquérito, preocupado em assegurar o ressarcimento do prejuízo causado pelos crimes, deverá observar que