Um paciente de 62 anos é encaminhado ao ambulatório de neurologia após sofrer um
Acidente Vascular Cerebral (AVC) isquêmico em hemisfério cerebral dominante. Durante a avaliação fonoaudiológica, observa-se fala não fluente, produção
verbal reduzida, esforço articulatório evidente, frases
curtas e telegráficas, além de preservação relativa da
compreensão auditiva para ordens simples. O paciente demonstra frustração ao tentar se comunicar, mas
mantém consciência do déficit apresentado. Com base
nas características clínicas descritas, o quadro é compatível com: